quarta-feira, julho 8, 2020

    Áreas de Atuação

    4056085994 e871400fe9

    Um massacre cotidiano

        No dia 20 de agosto de 2004, os maiores jornais do Brasil noticiaram o começo daquele que seria conhecido como um dos massacres mais cruéis contra moradores de rua da história do país. Na noite anterior, sete pessoas que dormiam na região central da capital paulista foram golpeadas na cabeça com "objetos contundentes", segundo os termos do inquérito policial. Três morreram na hora e outras quatro vieram a falecer depois. O ato de violência comoveu a sociedade à época e levou cerca de 5 mil manifestantes à Praça da Sé no dia 21, em solidariedade às vítimas. Na época, as estatísticas apontavam que havia aproximadamente 2.500 moradores de rua só na zona central de São Paulo. No dia do ato na Sé, um dos feridos no dia 19 faleceu e surgiu mais outro ferido. No dia 22, mais vítimas: dois moradores de rua aparecem mortos na mesma região...

    Leia mais
    foto 4921 600400index

    A violência na Maré

    Fonte: Brasil de Fato Confrontos armados, participação policial em ações do tráfico e descaso de autoridades refletem política de segurança que desconsidera o morador da favelaConfrontos armados, participação policial em ações do tráfico e descaso de autoridades refletem política de segurança que desconsidera o morador da favela NOTA PÚBLICA Em solidariedade ao povo da Maré Na madrugada do dia 30 de maio de 2009, um grupo de traficantes da Baixa do Sapateiro iniciou a tentativa de tomar os pontos de vendas de drogas controlados por outra facção criminosa em uma comunidade vizinha, a Vila dos Pinheiros. Oito escolas e cinco creches ficaram fechadas por mais de uma semana, deixando cerca de 10 mil alunos sem aula. Desde então, moradores do conjunto de favelas da Maré vivem uma rotina de extrema violência que é muito pouco divulgada nos meios de comunicação. As autoridades, por sua vez, permanecem com uma postura que...

    Leia mais
    Agência-do-Trabalhador

    Seleção para 123 mil trabalhos de fim de ano já começou; veja como se candidatar

    Fonte: Globo.com Pelo menos 23.979 vagas temporárias já estão abertas.Salários variam de R$ 465 a R$ 1.500.   Entidades do setor de trabalho temporário preveem a abertura de pelo menos 123 mil vagas em comércio e serviços para o final do ano. A seleção de currículos para quem procura um trabalho com chances de ser efetivado após as festas de fim de ano já começou. Deste total de vagas estimadas, pelo menos 23.979 oportunidades em shoppings, lojas de rua, indústria e serviços já estão abertas. As demais serão oferecidas nos próximos meses. Os salários variam entre R$ 465 e R$ 1.500.   Leia também: Shoppings do Rio abrem temporada de contratação para o Natal   Confira lista de concursos e oportunidades   Os números da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) e da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) mostram uma leve divergência...

    Leia mais
    justiça federal

    Obstáculos à defesa da vida

    Fonte: Observatório da Favela -   O Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro, sediou na última segunda-feira, dia 28, a conferência "Obstáculos à implantação de políticas públicas de segurança voltadas à redução da violência letal". A mesa de debate contou com a participação do comandante de Unidades Especiais da Polícia Militar, tenente-coronel Antonio Carballo Blanco, e da pesquisadora da Universidade Cândido Mendes e fundadora da Rede Latino-Americana de Policiais e Sociedade Civil, Jacqueline Muniz. O presidente do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, mediou as apresentações que trataram de tópicos ligados às atuais dificuldades para o desenvolvimento e a continuidade de ações públicas articuladas à sociedade civil e a instâncias policiais e jurídicas, no combate, redução e prevenção de violência letal por homicídios no Brasil.   A conferência foi realizada por ocasião do 3° Fórum Violência, Participação Popular e Direitos Humanos, promovido pelo Centro de Informação das Nações...

    Leia mais
    pistoleros

    Pistoleiros atacam acampamento no Maranhão

    Fonte: Furo -     Na tarde do último sábado (26/9), 20 homens armados e encapuzados invadiram uma área onde 20 famílias da comunidade Retiro Velho, município de São Mateus (MA), estavam acampadas. Os pistoleiros chegaram a pé, à comunidade, e iniciaram uma série de disparos contra os acampados, ferindo José Antonio Gonçalves Bastos (Caetano), 30 anos, com nove tiros de espingarda e revólver. Os trabalhadores rurais reconheceram o latifundiário Francisco Nobre Macedo e seu filho, Zé Leite, como participantes do ataque. O agricultor atingido passa bem e relatou que o tiroteio se estendeu por dez minutos. Durante o ataque, os trabalhadores recuaram adentrando ao mato. O clima, no local, é tenso e os trabalhadores estão cercados por pistoleiros. Histórico Em outubro de 2002,120 famílias foram despejadas dos povoados Pai Mané e Retiro Velho. Após anos de processo na justiça, em 2008, o Incra-Ma recebeu a imissão de posse de...

    Leia mais
    racismo-justica

    Uma Justiça cega para o racismo (2)

        BRASÍLIA - Os juristas brasileiros ignoram o crime de racismo. Por isso, a cada 17 denúncias de racismo, apenas uma vira ação penal no Brasil. Pior: no Rio, entre as que viram, 92% delas não são enquadradas como racismo, mas interpretadas, na esmagadora maioria dos casos, como injúria. A constatação é da tese de doutorado Direitos humanos e as práticas de racismo, defendida semana passada na Universidade de Brasília (UnB) pelo pesquisador Ivair Augusto dos Santos, que analisou processos e sentenças judiciais em 18 capitais brasileiras. De maneira geral, na maioria das vezes o crime de racismo é desconfigurado como tal, o que abranda a pena do agressor, que pode ter liberdade mediante fiança. O crime também deixa de ser imprescritível com a suavização da interpretação legal dos juízes. – Minha pesquisa constata que há racismo institucional no Brasil – afirma Santos. – E, apesar da dificuldade em...

    Leia mais
    racismo-justica

    Uma Justiça cega para o racismo

        BRASÍLIA - Os juristas brasileiros ignoram o crime de racismo. Por isso, a cada 17 denúncias de racismo, apenas uma vira ação penal no Brasil. Pior: no Rio, entre as que viram, 92% delas não são enquadradas como racismo, mas interpretadas, na esmagadora maioria dos casos, como injúria. A constatação é da tese de doutorado Direitos humanos e as práticas de racismo, defendida semana passada na Universidade de Brasília (UnB) pelo pesquisador Ivair Augusto dos Santos, que analisou processos e sentenças judiciais em 18 capitais brasileiras. De maneira geral, na maioria das vezes o crime de racismo é desconfigurado como tal, o que abranda a pena do agressor, que pode ter liberdade mediante fiança. O crime também deixa de ser imprescritível com a suavização da interpretação legal dos juízes. – Minha pesquisa constata que há racismo institucional no Brasil – afirma Santos. – E, apesar da dificuldade em...

    Leia mais
    racismo nao

    Brasil: Uma em cada 17 denúncias de racismo vira ação penal no País

        Uma e cada 17 denúncias de racismo vira ação penal no Brasil. No Rio de Janeiro, 92% das ações não são enquadradas como racismo, são interpretadas, na maioria dos casos, como injúria. A constatação é da tese de doutorado Direitos humanos e as práticas de racismo, defendida semana passada na Universidade de Brasília (UnB) pelo pesquisador Ivair Augusto dos Santos, que analisou processos e sentenças judiciais em 18 capitais brasileiras.   De acordo com a pesquisa, na maior parte dos casos o crime de racismo é desconfigurado como tal, o que abranda a pena do agressor, que pode ter liberdade mediante fiança. O crime também deixa de ser imprescritível com a suavização da interpretação legal dos juízes.   "Minha pesquisa constata que há racismo institucional no Brasil", afirma Santos. "E, apesar da dificuldade em comparar, é fato que os danos do racismo institucional são enormes. Um exemplo é...

    Leia mais
    racismo

    Racismo: Ministério fechará parceria para treinar defensores públicos

    Luciana Abade, Jornal do Brasil -     BRASÍLIA - A prática do Poder Judiciário de desqualificar crimes de racismo transformando-o em injúria já é de conhecimento da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). E, segundo o ministro Edson Santos, ocorre principalmente porque falta qualificação para os operadores de direito que lidam com essa questão em seu cotidiano. Antes da falta de qualificação, no entanto, vem o preconceito, diz o ministro.   - É patente a existência do racismo no Brasil e ele está presente nos setores da sociedade que são responsáveis pelos órgãos de segurança e Poder Judiciário, que não conseguem absorver a ideia de que existe um segmento da sociedade que sofre historicamente com o racismo - lamenta o ministro.   Para Santos, as pessoas que se sentem prejudicadas em seus processos devem procurar instâncias superiores para protestar. O ministro, no entanto, reconhece a...

    Leia mais
    oea-1

    RACISMO: Problema já custou ao Brasil condenação na OEA

    Fonte: JB Online -     BRASÍLIA - O Brasil foi um dos primeiros países a ratificar a Convenção Internacional pela Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, em 27 de março de 1968. Quase 40 anos depois, no dia 21 de outubro de 2006, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos condenou o Brasil por racismo, no episódio conhecido como caso Simone.   Em 1997, em São Paulo, Simone André Diniz procurava um emprego e encontrou uma oferta para uma vaga de empregada doméstica em um anúncio de jornal. O anúncio, no entanto, destacava como uma das exigências que a candidata fosse de preferência branca. Quando ligou para se candidatar a vaga e informou que era negra, Simone ouviu que não preenchia os requisitos.   O caso foi denunciado à Delegacia de Investigações de crimes raciais, onde foi instaurado inquérito policial. Mesmo com o...

    Leia mais
    racismo-justica

    Cresce número de ações por racismo e intolerância

    Fonte: Conjur - por Fernando Porfirio -     Uma pesquisa feita pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) nos tribunais estaduais, federais e do Trabalho revela o crescimento de ações motivadas por racismo e intolerância religiosa. De acordo com o levantamento, foram identificados 1.011 julgamentos. Pesquisa divulgada em 1997 mostrou que, de 1951 e 1996, havia apenas nove ações na segunda instância da Justiça do país sobre racismo e intolerância religiosa.   O levantamento do Ceert foi apresentado durante o lançamento do site da entidade, que aconteceu nessa terça-feira (29/9), na sede da seccional paulista da OAB. A pesquisa de jurisprudência contemplou Tribunais de Justiça de 24 estados, Tribunais Regionais Federais e do Trabalho, o Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal.   A pesquisa chama a atenção para o crescente número de decisões na Justiça do Trabalho que reconhecem o dano moral decorrente...

    Leia mais
    racismo-justica

    Comissão debate com ministro caso de racismo ocorrido em São Paulo

    Fonte: Ivan Valente -     A Comissão de Direitos Humanos e Minorias vai convidar para audiência pública o ministro da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos, para discutir as denúncias de racismo e agressão contra um vigilante em um hipermercado em São Paulo. Aprovada nesta quarta-feira (23), a audiência requerida pelos deputados Chico Alencar (PSol-RJ) e Ivan Valente (PSol-RJ) e ainda não tem data marcada. Também serão convidados a vítima, Januário Alves de Santana, e um representante do hipermercado Carrefour. Espancado e humilhado O vigilante Januário Alves aguardava a esposa que fazia compras ao lado do carro onde a filha dormia. Nesse momento, ele foi abordado por seguranças do hipermercado que o espancaram por considerá-lo suspeito de tentar roubar o próprio carro.   Com a chegada da polícia os maus tratos físicos acabaram, porém começou a humilhação. Ao informar que era proprietário do carro,...

    Leia mais
    concurso

    Prefeitura de Jundiaí (SP) abre inscrições para 28 vagas

    Fonte: G1 -   A Prefeitura de Jundiaí (SP) abriu as inscrições para 28 vagas e formação de cadastro de reserva. Há oportunidades para níveis médio e superior ( veja aqui o edital ). Os salários variam de R$ 898,05 a R$ 2.985,35.   Confira lista de concursos e oportunidades Para o ensino médio há vagas abertas para borracheiro, serralheiro, operador de máquinas e soldador, entre outros. Há vagas também para técnicos industrial e em edificações, cargos que exigem curso técnico nas respectivas áreas. Para o ensino superior há chances para cargos como médicos, arquitetos e engenheiros.   Os salários serão acrescidos de R$ 200 referentes ao vale-alimentação. Os cargos de ensino superior também recebem acréscimo de R$ 1.194,14 (área médica) e R$ 995,11 (demais áreas).   Do total, 5% das vagas serão destinadas a deficientes e outros 20% a afrodescendentes.   As inscrições devem ser feitas pelos sites www.jundiai.sp.gov.br...

    Leia mais
    richarlyson_copy

    Famosos dão duro para continuar na universidade

    Quando se pensa em celebridades, logo vem à cabeça uma vida cheia de glamour e festas. A verdade, no entanto, é que as estrelas podem passar por situações muito mais reais do que imaginamos. O que têm em comum Richarlyson, Daniela Cicarelli, Sheila Mello, César Cielo e Doutora Havanir? São todos universitários. Saiba mais sobre a rotina dos famosos dentro da sala de aula. Fonte: R7- Por Luciana Sarmento Richarlyson Richarlyson começou a faculdade de educação física, mas agora pretende fazer vestibular para jornalismo   Se você já começou um curso, trancou e decidiu trocar por outro no meio do caminho, saiba que Richarlyson, atual estrela do São Paulo, também. Ele deu início à graduação de educação física na Unip pensando em trabalhar na área depois que chegasse ao fim da carreira de jogador, mas a convocação para a seleção brasileira, no final de 2007, o impediu de continuar. Agora,...

    Leia mais
    sala aula

    Alunos negros são vítimas de discriminação racial nas escolas

    Nova Iguaçu - Xingamentos, brincadeiras e apelidos. É assim que se revela a discriminação racial entre alunos de escolas públicas, segundo a pesquisa Cotidiano das Escolas: Entre Violências, divulgada neste sábado (25) no Fórum Mundial de Educação, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Fonte: Diversidade Cultural Os dados demonstram que 5% dos 9.744 alunos pesquisados nas escolas públicas urbanas estaduais e municipais de Salvador, Belém, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal afirmaram ter sido vítimas de rejeição e discriminação por causa da cor da pele.   Esse percentual cresce para 13% quando os alunos se identificam como negros. Isso indica, segunda a pesquisa, que os negros são os que mais se destacam ao assumir que sofrem preconceito por causa da cor. Dos que se disseram pardos, cerca de 4% afirmaram ter sofrido discriminação racial.   Para a socióloga Miriam Abromavay, esse dado pode indicar gradações na...

    Leia mais
    internet

    Governança na internet: Por uma rede democrática

    Por Vera Vieira   A II Reunião Latinoamericana e Caribenha Preparatória ao Fórum de Governança na Internet acontece no Rio, de 11 a 13/08/09, para discutir modelo adequado às necessidades da região. A maior participação de homens (60%) demonstra o quanto as novas tecnologias não são neutras principalmente em termos de gênero. As tecnologias da informação e comunicação (TIC) - que têm na internet a sua maior expressão - nada mais são do que a nova forma de transmissão de informação e conhecimento pela humanidade. Assim, não se trata de se colocar contra ou a favor das TIC. De maneira similar ao ocorrido quando da invenção da escrita - quando houve, por exemplo, a necessidade de implantação de políticas de alfabetização -, as TIC promovem a inclusão e exclusão. Sem dúvida, os mesmos principais fatores que determinam uma distribuição desigual de poder e oportunidades na sociedade - classe social, gênero,...

    Leia mais
    cientista negros ganham menos

    Situação do negro no mercado de trabalho é tema de debate na CDH

    Fonte: Agência Senado As dificuldades enfrentadas pelos negros no mercado de trabalho no Brasil serão discutidas nesta quinta-feira (1º), às 10h, em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). O requerimento para realização da audiência é de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). Estudo do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) apontou que a população negra - formada por pretos e pardos, conforme classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - superou em 2008, em números absolutos, a população branca. No entanto, a pesquisa revela que a equiparação de renda entre os dois grupos só deverá ocorrer em 2040. Atualmente, segundo dados do IBGE reunidos no estudo do Ipea, a média salarial dos trabalhadores negros representa 53% do valor médio dos salários pagos aos brancos. Ainda de acordo com o instituto, a equiparação de renda somente ocorrerá se for mantido o atual ritmo de melhoria...

    Leia mais
    bullying

    Quebrar o silêncio é primeira arma contra o bullying

    “Eu tirei a maior nota da classe e alguns alunos se revoltaram com isso. Foi então que eles resolveram jogar sopa em mim. Eu senti um desprezo enorme por eles e muita vergonha”. O relato é de Jonathas Leme,19, estudante da Escola.Estadual Professor Adelino José da Silva D’ Azevedo, situada na zona leste de São Paulo. Na época em que o fato aconteceu, Jhonatas tinha apenas 11 anos. Fonte: Envolverde Esse caso é um exemplo de um dos problemas enfrentados por instituições de ensino do mundo inteiro: o bullying entre os alunos. Segundo o portal Observatório da Infância, acesse no http://www.observatoriodainfancia.com.br/,  o bullying se caracteriza pelo uso do poder ou da força para intimidar ou perseguir os colegas na escola (school place bullying) ou no trabalho (work place bullying). No Brasil, também é conhecido como assédio moral. O bullying não é simplesmente brincadeira ou “zoação” entre os alunos. É uma forma...

    Leia mais
    alunos negros

    Discriminação prejudica desempenho de alunos negros

    Ao comparar a trajetória escolar de negros e brancos, as disparidades não se concentram apenas no acesso à universidade mas em todas as etapas do ensino. Fonte: Unegro   Os negros são maioria no contingente de analfabetos do país - somando 9 milhões do total de 14 milhões - e estão mais atrasados nos estudos do que o restante da população.   Para o coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade de Brasília (UnB), Nelson Inocêncio, a diferença no rendimento reflete uma escola e um sistema de ensino que não acolhe a população negra. - A escola diz que o grupo do outro é a grande referência para a humanidade. Foi o grupo do outro que construiu, ele representa a civilização. E o meu grupo não representa nada. Isso é colocado de forma persistente nos livros, nas lições, e o aluno vai obter reações muito negativas...

    Leia mais
    Valter Campanato/Agência Brasil.

    Campanha pró-aborto de feto sem cérebro pressiona STF a decidir este ano

    Cartaz e vídeo relançam polêmica em torno de ação que tramita há 5 anos. Malformação congênita, a anencefalia atinge uma a cada mil crianças. Por  Emilio Sant'Anna, do G1  Valter Campanato/Agência Brasil. Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) se prepara para julgar o direito à interrupção da gravidez de fetos sem cérebro, os grupos a favor e contra o aborto continuam travando uma disputa ideológica nos bastidores. Neste mês, duas organizações de defesa dos direitos reprodutivos da mulher lançaram campanhas que voltam a impulsionar uma controvérsia que já dura no mínimo cinco anos. O Supremo tem em suas mãos uma oportunidade única de aliviar o sofrimento de muitas mulheres que se vêem obrigadas a continuar com uma gravidez que não será bem-sucedida"   A anencefalia é uma malformação congênita que atinge cerca de um em cada mil bebês e leva ao nascimento da criança sem o...

    Leia mais

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Instagram

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist