Projetos em Andamento

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    Geledés-Instituto da Mulher Negra lança campanha contra genocídio

    Em 21 de março de 1960, mais de 20 mil sul-africanos protestavam pacificamente contra a Lei de Passe, instaurada pelo regime segregacionista apartheid e que determinava a obrigatoriedade de negros portarem uma caderneta (um instrumento de controle estatal) na qual constava onde eles poderiam ir, a cor, a etnia e a profissão. Nesta data, a manifestação pacífica em Shaperville, província de Gautung, terminou em uma violenta repressão pelo Estado sul-africano que matou 69 pessoas e feriu 189. Em 1966, em memória às vítimas do massacre, a ONU determinou o 21 de março como o Dia Internacional contra a Discriminação Racial.  Geledés - Instituto da Mulher Negra em memória ao Dia Internacional de Discriminação Racial lança sua campanha de combate ao genocídio da juventude negra #Memóriatemcor, para sensibilizar o País contra a “naturalização” da matança de jovens negros. É um alerta máximo, um chamado para que brasileiras e brasileiros, independente de...

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    Eleições para a Ouvidoria da Defensoria Pública de São Paulo

    (Acesse página da campanha: https://bit.ly/2Trh599 ) É com a certeza de que não é possível uma efetiva defesa de Direitos Humanos sem a participação determinante do movimento negro e a multidimensionalidade de sua pauta periférica, antirracista, antimachista, anti-lgbtfóbica que a UNEAFRO Brasil, ao lado da CONAQ - Coordenação dos Quilombolas do Brasil, GELEDÉS - Instituto da Mulher Negra e Associação de Familiares de Presas e Presos AMPARAR, apresentam uma candidatura coletiva, independente e autônoma como opção para as eleições da Ouvidoria da Defensoria Pública do Estado de São Paulo. Esta candidatura terá como candidata ao posto de Ouvidora Geral da Defensoria Pública do Estado de SP, a advogada Beatriz Lourenço do Nascimento, da coordenação da Uneafro Brasil, devidamente acompanhada por Maria Sylvia Aparecida de Oliveira, presidente do Instituto da Mulher Negra Geledés, Oriel Rodrigues de Moraes, Advogado quilombola da CONAQ, e por Gabrielle Nascimento, ativista anti-cárcere representante da Amparar. APENAS...

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    Imagem retirada do site

    Sesc Belenzinho recebe lançamento da pesquisa “Viver em São Paulo: Relações Raciais”

    Essas e outras questões são abordadas na pesquisa “Viver em São Paulo: Relações Raciais”. Os resultados do levantamento serão apresentados em evento gratuito, no Sesc Belenzinho, no dia 13 de novembro, às 11h. O encontro contará com debate entre especialistas e intervenção cultural. Faça a sua inscrição: http://bit.ly/34gB39b Participações confirmadas: Elisa Lucas Rodrigues – secretária executiva adjunta de Direitos Humanos e Cidadania Gisele Brito – jornalista, mestranda em Planejamento Urbano, pesquisadora do LabCidade da FAUUSP e membro da Rede Jornalistas das Periferias Maria Sylvia Aparecida de Oliveira – advogada e presidenta do Geledés – Instituto da Mulher Negra Intervenção cultural: Thata Alves   Sobre a pesquisa: A pesquisa “Viver em São Paulo: Relações Raciais” faz parte da série “Viver em São Paulo”, iniciada em 2018, realizada pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o Ibope Inteligência. Os levantamentos são apresentados mensalmente com recorte temáticos.

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    Direito das Meninas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    O Seminário, organizado pela Rede Meninas e Igualdade de Gênero, tem como objetivo mobilizar a discussão em torno dos direitos das meninas e da Agenda de Desenvolvimento Sustentável. A meta é promover o reconhecimento desta agenda como importante plataforma dos direitos para a redução de desigualdades de gênero e geracional, a partir do diálogo entre governos, setor corporativo e terceiro setor. Do Facebook Data: 03/10/2019 horário: 09h às 13h Local: Auditório da OAB, Rua Dona Maria Paula, 35 - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo - SPRealização: RMIG, Geledés Instituto da Mulher Negra, OAB SP, Luderê Afro Lúdico

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    Foto: Coalizão Negra Por Direitos

    Coalizão Negra Por Direitos apresenta suas pautas na ONU e em evento de congressistas afro-americanos

    Agenda inclui participações no CBC, em Washington, e em encontros da ONU em Genebra e NYC enviado por Maria Sylvia do Geledés Instituto da Mulher Negra Foto: Coalizão Negra Por Direitos São Paulo, 10 de setembro de 2019 – Dando continuidade à estratégia de mobilizar a comunidade internacional em prol da luta pelos direitos humanos no Brasil, em especial, os direitos da população negra e periférica, representantes da Coalizão Negra Por Direitos embarcam em uma missão com duração prevista para as próximas três semanas. A agenda inclui participação, entre os dias 11 e 13 de setembro, no Congressional Black Caucus (CBC), reunião anual de congressistas afro-americanos de todos os partidos, unidos em torno das pautas de interesse da população negra nos Estados Unidos. O CBC acontece em Washington DC. Estarão presentes no evento, em nome da Coalizão, Douglas Belchior, da Uneafro Brasil, Sara Branco, do CEERT...

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    Roda de conversa com Geledés

    Roda de conversa com Geledés Do Sesc Com integrantes do Geledés - Instituto da Mulher Negra. Duas rodas de conversa propostas e mediadas por Suelaine Carneiro e Maria Sylvia Oliveira. Dia 07/09 - Mulheres que Cuidam e Protegem Mulheres: a atividade trará as ações desenvolvidas no projeto Promotoras Legais Populares-PLPs, que capacita mulheres em direitos humanos das mulheres e em sobre as diversas violências que acometem as mulheres. Destacará o aplicativo Juntas - um app que auxilia mulheres em situação de violência e conecta mulheres à uma rede de confiança e de proteção. A atividade contará com a participação de uma PLP, que trará sua experiência no atendimento à mulheres vítimas de violências, além de orientação para utilização do app. Dia 21/09 - Feminismo Negro: a partir da atuação feminista e antirracista de Geledés Instituto da Mulher Negra, a atividade apresentará as ações realizadas em defesa dos direitos das mulheres e mulheres negras em...

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    Plataforma Cairo + 25 Brasil

    fonte: REBRAPD Encontro Regional Sudeste, São Paulo, 5 e 6 de setembro, São Paulo Organização: Rede Brasileira de População e Desenvolvimento/REBRAPD Apoio: Fundo de População das Nações Unidas no Brasil/UNFPA Parceria: GT Gênero e Saúde da ABRASCO Local: Faculdade de Saúde Pública da USP, sala Pedro Egydio (1 andar), Avenida Dr. Arnaldo, 715, São Paulo/SP PROGRAMA PRELIMINAR 5 de setembro 16h às 16h30: Abertura e Boas Vindas Richarlls Martins, coordenador da REBRAPD Juliana Soares, oficial de projetos do UNFPA Brasil em São Paulo Ivan França Junior, professor da Faculdade Saúde Pública da USP 16h30 às 16h45 Apresentação das e dos participantes 16h45 às 17h: Apresentação da Plataforma e da Metodologia de trabalho 17h às 19h: Avanços e Desafios da Agenda de População e Desenvolvimento no Brasil nestes 25 anos: perspectivas pós-2020 e o Sudeste Jacqueline Pitanguy (Rio de Janeiro), coordenadora executiva da CEPIA Rosane Borges (São Paulo), pesquisadora da Escola...

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    Foto: Zezé Menezes

    Vilma Reis em visita à sede do Geledés

    A socióloga e defensora dos direitos humanos, Vilma Reis, reuniu-se com Sueli, Suelaine e Solimar Carneiro, fundadoras do Geledés - Instituto da Mulher Negra, na sede da entidade, na tarde do dia 28 de agosto. Ao retornar à sede do Geledés, após vinte anos, Vilma Reis comemorou este momento como um retorno à entidade que contribuiu para a sua formação política. por Geledés Instituto da Mulher Negra Vilma Reis atua há mais de duas décadas em prol da população negra baiana: defesa das populações remanescentes de quilombos, denúncia dos assassinatos dos jovens negros pelos agentes do Estado, do feminicídio; foi ouvidora geral da Defensoria Pública do Estado da Bahia, por dois mandatos. As denúncias, sempre seguidas de contribuições de combate às iniquidades, resultaram em importantes avanços sociais. Foto: Zezé Menezes Os negros e negras são quase 90% da população baiana, mas correspondem a menos de 10% dos...

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    Foto - Fernando Bola

    Sociedade civil critica afastamento de relatório sobre direitos humanos do governo para a ONU e denuncia intervenção no CNDH

    Em setembro o Brasil deve entregar, no Conselho de Direitos Humanos da ONU, o Relatório Preliminar de Meio Período III Ciclo, referente a avaliação da Revisão Periódica Universal (RPU). O documento será entregue em Genebra, Suíça. A cada quatro anos, todos os 193 países que fazem parte da Organização das Nações Unidas (ONU) passam por uma avaliação internacional sobre a situação dos direitos humanos. No último ciclo da revisão, em 2017, o Brasil recebeu 246 recomendações. Entre elas, 242 foram aceitas pelo país e apontam problemas causados pela violência policial, a necessidade de reformas no sistema penal, políticas que ampliem a igualdade racial e de gênero, o acesso a serviços públicos de qualidade e iniciativas para a redução dos índices de pobreza. O Brasil já passou por três ciclos de avaliação da Revisão Periódica Universal, em 2008, 2012 e em 2017. Nesta quarta-feira (28), a Comissão de Direitos Humanos e...

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    Foto do Documento em PDF

    III Relatório Luz da Sociedade Civil Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável

    Que pesem os fatos. Esta terceira edição do Relatório Luz da Sociedade Civil sobre a implementação nacional da Agenda 2030 evidencia o acirramento das violações e o desrespeito aos direitos sociais, ambientais e econômicos em curso no Brasil. Da Agenda 2030 Foto do Documento A análise das 125 metas dos Objetivos de Desenvolvi-mento Sustentável (ODS) foi elaborada por experts e par-ceiros do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para Agenda 2030 e, somada ao estudo de caso sobre Mariana-Brumadin-ho, indica o desmonte de programas estratégicos para o al-cance dos ODS. As iniciativas ultra liberais e aquelas base-adas em fundamentalismo religiosos ganham força, apesar de serem comprovadamente ineficazes e danosas, em nada contribuindo para responder às atuais crises econômica, ambiental e social que dominam o país. O desafio não é pequeno. Temos 15 milhões de pes-soas em extrema pobreza, 55 milhões de pobres, 34 milhões sem acesso...

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    Imagem Retirada do site Ceseep

    Ceseep e Geledés realizam o curso Violência, Gênero e Raça: resistências e caminho de superação

    A edição 2019 do Curso Latino Americano de Pastoral e Relações de Gênero aborda a exclusão e as desigualdades que marcam a vida de muitas mulheres latino-americanas, agravadas pelo racismo, sexismo, preconceitos e intolerâncias.   Participantes do curso (Imagem Retirada do site Ceseep) A formação visa estimular a reflexão sobre as condições históricas que estruturam as desigualdades e hierarquias de gênero e raça, de forma a cada participante contribuir para a superação dos obstáculos para a conquista da igualdade, equidade e liberdade. Coordenado por Nilda Assis Candido do CESEEP e Maria Sylvia Oliveira e Suelaine Carneiro de Geledés, o curso teve início no dia 21 de janeiro e será finalizado em 3 de fevereiro. A acolhida às/aos participantes de várias regiões do Brasil e do Chile, foi realizada pela equipe de coordenação e a integração e comunicação nas línguas portuguesa e espanhola, pela Imã Dirce Pontes....

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    “Nossos passos vêm de longe: representatividade e mobilização para a equidade racial na advocacia paulista”

    Gê Acayaba de Montezuma, nasceu Francisco Gomes Jordão, em 23 de março de 1794, em Salvador, negro, filho de Narcisa Teresa de Jesus Barreto (escravizada) com um português. Em 1854 recebeu o título de Visconde de Jequitinhonha. Homem negro ilustre, advogado, diplomata, deputado, um dos pioneiros na luta abolicionista. Todavia, fora esquecido pela Ordem dos Advogados do Brasil, sob a sanha que a historiografia branca tem de apagar da memória os personagens negros de expressão ou retrata-los de maneira subalterna, subjugada, o que Sueli Carneirochama de epistemicídio. OABSP Passado mais de um século, a Comissão do Negro e de Assuntos Antidiscriminatórios - CONAD, quando presidida por Dra. Maria da Penha Santos Lopes Guimarães, que faleceu em agosto de 2016, advogada negra, militante das questões raciais, coordenou um trabalho sobre a memória institucional da Ordem dos Advogados do Brasil organizando a obra: “Visconde de Jequitinhonha – Um...

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    Arte: KKSantos

    Curso: Violência, Gênero e Raça: Resistência e caminho de superação – Inscreva-se

    Nas sociedades brasileira, latino-americana e caribenha as assimetrias de raça e de gênero integram o cotidiano das relações sociais, que resultam em violências perceptíveis nas estatísticas e nos depoimentos de mulheres, em especial as negras e indígenas, em espaços onde podem ser ouvidas. Arte: KKSantos Os dados estatísticos revelam a presença das mulheres nos diferentes indicadores de vulnerabilidade social. Elas vivenciam exclusões socioeconômicas, políticas e culturais e sofrem as consequências do racismo, do sexismo e da intolerância em experiências de violência verbal, física e psicológica. A violência social, de gênero e de raça tem suas causas na estrutura social excludente, que naturaliza a sua invisibilidade e justifica a discriminação e preconceitos contra estes grupos. O Curso Latino Americano de Pastoral e Relações de Gênero trará este tema para o debate de forma a contribuir com a compreensão das origens e consequências da violência contra as mulheres....

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    Natalia de Sena

    Futebol Feminino – Pelé em sua versão mulher

    Podemos afirmar que o futebol é o esporte mais popular no mundo, assim como de que o Brasil tem e teve tanto no futebol masculino quanto no feminino, os dois melhores atletas da modalidade ? Certamente que sim. Marta prova mais uma vez de que a mulher deve ter seu espaço reconhecido neste mundo do futebol. Aos 32 anos, eleita pela 6ª vez bola de outro FIFA, mostra o quanto as mulheres têm de capacidade para desmistificar e alavancar o futebol feminino no Brasil. A Confederação Brasileira de Futebol – CBF, em 2017 finalizou o regulamento de licença de clubes para que em 2018 o futebol feminino deixe de ser opcional e passe ser obrigação de todos os clubes filiados. De acordo com o matéria do https://epoca.globo.com/esporte/epoca-esporte-clube/noticia/2018/06/cbf-fatura-alto-com-selecao-brasileira-eis-de-onde-vem-e-para-onde-vai-o-dinheiro.html, a CBF é quinta entidade que mais receita aufere, principalmente de patrocínios. Para onde via todo este recurso ? Imagina-se de que a...

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    Bolsas para autores(as) negro(as)

    Conectas Direitos Humanos convida autores(as) negros(as) interessados(as) em enviar textos para a 28ª edição da Sur – Revista Internacional de Direitos Humanos a se candidatar a este edital por meio do qual serão disponibilizadas 3 bolsas de escrita entre setembro e novembro de 2018. A 28ª edição da Sur – Revista Internacional de Direitos Humanos será publicada em dezembro de 2018. Do Sur 28 RAWPIXEL.COM/Nappy Com o tema Raça e Direitos Humanos: Movendo Estruturas, a Revista Sur propõe, para sua 28a. edição, um debate entre acadêmicos(as) e ativistas de direitos humanos sobre como raça estrutura desigualdades hoje e de que maneira movimentos têm liderado a luta antirracista. Para esta edição, por meio de Chamada de Artigos disponível aqui, Conectas Direitos Humanos e o Geledés – Instituto da Mulher Negra convidam a todos(as) para o envio de contribuições na forma de ensaios, estudos de caso, reflexões institucionais e peças artísticas sobre o tema de raça e direitos humanos. O objetivo da...

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    Chamada de textos – Sur – Revista Internacional de Direitos Humanos

    CONTEXTO Conectas Direitos Humanos e o Geledés – Instituto da Mulher Negra convidam a todos(as) para o envio de contribuições na forma de ensaios, estudos de caso, reflexões institucionais e peças artísticas — com preferência a autores(as) do Sul Global negros(as) ou pertencentes a outros grupos raciais historicamente discriminados — para a 28ª edição da Sur – RevistaChamada de textos Internacional de Direitos Humanos , que será publicada em dezembro de 2018. As contribuições serão recebidas até 06 de outubro de 2018. Do Sur - Revista Internacional de Direitos Humanos Foto: Divulgação/Sur O objetivo desta edição especial é posicionar a questão racial no centro do debate de direitos humanos hoje. Fazemos isso não para apresentar o tema racial como um recorte isolado de outros debates centrais no campo de direitos humanos. Ao contrário, consideramos raça como elemento estruturante de como direitos são historicamente concebidos, negados e usufruídos de forma desigual no Brasil...

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    “Mercado de trabalho desperdiça oportunidade por não dar as mesmas possibilidades para trabalhadores negros”, diz especialista

    O racismo chegou no Brasil pelo mar. Atracou por aqui conduzindo navios que carregaram, por quase quatro séculos, cerca de 5 milhões de pessoas (famílias inteiras negras). Arrancadas de seus países de origem, tiveram suas histórias e raízes negadas para servir à corte portuguesa, mas especialmente aos grandes proprietários brasileiros, da maneira mais violenta que existe: escravizados. Com forte acento na efetivação do mercado transatlântico de escravos, o Brasil foi o país que mais importou africanos no período da escravidão, um título que, além de vergonhoso, reverbera pelos séculos da história do país até hoje em todos os campos. Há uma série de esforços internos de vários países e destes em coletivo com vistas a equiparar os direitos negados às populações negras por meio de pressão internacional com tratados construídos desde 1945 compondo um amplo arcabouço de direitos humanos. Mais especificamente falando de equidade racial, estão a Convenção Internacional sobre a...

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    #GeledesEsportes: O futebol como meio de resgate

    Geledés inicia hoje no YouTube um espaço direcionado ao esporte. O objetivo é abordar os temas de raça e gênero dentro da esfera esportiva evidenciado boas práticas, políticas e programas para o esporte em geral. O nosso primeiro convidado é coordenador da Escola Coxa Butantã, Mario Augusto, que fala sobre o futebol como meio de resgate de vidas e o trabalho de cidadania que ele desenvolve junto com outros atores nos campos de várzea ainda existentes em algumas regiões de SP. 

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    Mulheres Negras do Cone Sul apresentam estudos na CEPAL

    Nos marcos do Fórum dos Países da América Latina e Caribe sobre Desenvolvimento Sustentável, realizado pela CEPAL de 18 a 20 de abril em Santiago, Chile, integrantes do Projeto Mulheres Negras do Cone Sul, seu retrato em preto e branco formado por Coletiva de Mujeres do Uruguai, Criola e Geledés do Brasil e Luana, do Chile apresentaram, na abertura das das atividades paralelas do Fórum, um painel sobre os estudos que realiza sobre os ODS – Objetivos de Desenvolvimento e os principais resultados dos Censos 2010 e os desafios para os Censos de 2020 para os países do Cone Sul. enviado por Nilza Iraci A mesa foi composta pelas coordenadoras do projeto, por Laís Abramo, Diretora da Divisão de Desenvolvimento Social da CEPAL , Fabiana Del Popolo, Oficial de Assuntos de População da CELADE-Divisão de População da CEPAL, e por Marta Rangel, consultora. Lais Abramo destacou a importância de as...

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    Foto Reprodução/Correio do Povo

    Mulheres negras avançam, mas ainda há desigualdade

    As mulheres negras no Brasil tiveram considerável avanço em indicadores sociais, principalmente em educação. A igualdade, porém, ainda está longe nas universidades, no mercado de trabalho e na política. Para ficar em um exemplo, a renda média de uma mulher negra é 42% da de um homem branco. No ritmo dos últimos 25 anos, será preciso mais de 80 para que sejam equivalentes. As discrepâncias ganham destaque no momento em que o Geledés - Instituto da Mulher Negra, marco do debate sobre gênero e cor, completa 30 anos. A entidade surgiu a partir da identificação de uma lacuna, afirma sua presidente, Maria Sylvia Aparecida de Oliveira. "Nem o movimento negro nem o feminismo majoritariamente branco tinham respostas para as violações de direitos das mulheres negras", diz. "Apesar dos avanços nos últimos anos, elas são ainda sub-representadas na esfera pública e na privada", afirma.

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