Resultados da pesquisa por 'homem negro'

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'Darwin ficou encantado com a nossa biodiversidade. A Mata Atlântica foi o bioma mais rico que ele conheceu. Por outro lado, ficou revoltado com a escravidão. Sua família lutava contra o comércio de escravos', afirma o biólogo Nélio Bizzo

Charles Darwin e a escravidão no Brasil

Brasil foi fundamental para Darwin criar suas teorias, que retornaram ao país, mais tarde, e moldaram nossa nação Por Carlos Haag, do Revista Pesquisa Charles Darwin (GETTY IMAGES) Charles Darwin (1809-1882) passou quatro meses no Brasil, em 1832, durante a sua célebre viagem a bordo do Beagle. Voltou impressionado com o que viu: “Delícia é um termo insuficiente para exprimir as emoções sentidas por um naturalista a sós com a natureza no seio de uma floresta brasileira”, escreveu em seu diário científico. O Brasil, porém, aparece de forma bem menos idílica em seus escritos pessoais: Espero nunca mais voltar a um país escravagista. O estado da enorme população escrava deve preocupar todos que chegam ao Brasil. Os senhores de escravos querem ver o negro como outra espécie, mas temos todos a mesma origem num ancestral comum. O meu sangue ferve ao pensar nos ingleses e americanos, com ...

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Um “insulto” que é uma lição para a vida

por Ferreira Fernandesfonte: DN - Opinião/Portugal A África do Sul está a organizar a Taça das Confederações com equipas de todos os continentes. Pelo que já se viu, as oito selecções não darão grandes lições de futebol. Mas os jornalistas presentes, vindos de todo o mundo, tiveram direito a um curso intensivo sobre jornalismo. Ou, melhor, receberam esta lição básica para qualquer homem que queira entender o que o rodeia: não saber, é mau; mas não saber e julgar saber é muito pior.Tudo começou no jogo de abertura, África do Sul-Iraque. As atenções centravam-se na equipa da casa, que vai ser hospedeira do próximo Campeonato Mundial, já para o ano. Não foi bonito de se ver, a África do Sul não é no futebol o que é na produção de ouro ou no râguebi - uma potência mundial. Sem estrelas e sem fio de jogo, foi uma desilusão.Como não havia ...

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Em busca de uma infância cidadã: socialização, identidade e pertencimento racial

Eliane Cavalleiro2 Referência bibliográfica: COSTA, M. F. V. ; COLACO, V. F. R. ; CAVALLEIRO, E. . Em busca de uma infância cidadã: socialização, identidade e pertencimento racial. In: Fátima Vasconcelos da Costa,Veriana Rodrigues Colaço e Nelson Barros da Costa. (Org.). MODOS DE BRINCAR,LEMBRAR E DIZER: DISCURSIVIDADE E SUBJETIVAÇÃO. 01 ed. Fortaleza: Editora da UFC, 2007, v. , p. 117-139. Considerações iniciais Quando pensamos na infância, no direito à proteção e aos cuidados que toda criança deve ter, consideramos importante trazer à luz um tema controverso: o racismo presente na sociedade brasileira e a maneira como esse afeta o processo de socialização das nossas crianças. O debate, no Brasil, em torno das relações raciais mostra-se em crescente visibilidade desde o final do século passado. A atualidade da discussão evidencia a existência e a permanência do racismo e seus derivados na dinâmica sociedade. Torna-se portanto necessária a compreensão de como os ...

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“RENASCIMENTO AFRICANO” NA EUROPA OU CONSCIÊNCIA POLÍTICA E IDENTITÁRIA?

Fonte: Terra Longe - As coisas, as pessoas e/ou as situações são o que parecem ser ou o que elas são na realidade? É uma pergunta recorrente que me assalta à alma quando penso na situação social, jurídica e existencial dos negros e seus descendentes na Europa. A questão é, aparentemente, simples. As coisas acabam por se afirmar na manifestação das suas formas - de acordo com a sua natureza (racismo latente ou patente, xenofobia envergonhada, aporofobia ou até mesmo num novo fenómeno que a que chamarei de agorafobia global em face dos fenómenos migratórios que a fome poderá vir a dar uma visibilidade considerável). Já no que concerne às pessoas as coisas são mais complexas: são (a) o que parecem ser, (b) o que social establishment diz que são ou (c) o que são na realidade? Seja qual for a resposta, ela acaba por determinar a situação (subjectiva e ...

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Frederick Douglass

Frederick Douglass (nascido Frederick Augustus Washington Bayley (c.1818 - 20 de fevereiro de 1895) foi um abolicionista americano, sufragista, editor, orador, autor, estadista e reformista. Denominado "O Sábio de Anacostia" e "O Leão de Anacostia", Douglass é uma das mais proeminentes figuras da história dos afro-americanos e dos Estados Unidos. Ele acreditava firmemente na igualdade de todas as pessoas, fossem elas negras, mulheres, indígenas americanos ou imigrantes recentes. Gostava de dizer: "Eu me uniria a todas as pessoas que agissem corretamente e a ninguém que agisse erradamente." Frederick Augustus Washington Bailey, mais tarde conhecido como Frederick Douglass, nasceu escravo no Condado de Talbot, Maryland, entre Hillsboro e Cordova, em um barraco a leste de Tappers Corner e a oeste de Tuckahoe Cree.1  Foi separado de sua mãe, Harriet Bailey, ainda criança. Ela morreu quando Douglas tinha cerca de sete anos e ele foi morar com sua avó materna, Betty Bailey. É ...

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Harriet Tubman

Harriet Tubman nasceu Araminta "Minty" Ross e seus pais, Harriet ("Rit") Green e Ben Ross eram escravos. Rit pertencia a Mary Pattison Brodess e, mais tarde a seu filho Ben, enquanto Ben pertencia legalmente ao segundo marido de Mary, Anthony Thompson, proprietário de uma grande fazenda perto do Rio Blackwater, em Cambridge, Maryland.2 Conforme ocorreu como muitos escravos nos Estados Unidos, a data e o local de seu nascimento não foram registrados e os historiadores divergem quanto a esta questão. Kate Larson registro o ano de 1822, baseada em um pagamento feito a uma parteira e em vários outros documentos históricos,3 enquanto Jean Humez afirma que "as evidências à nossa disposição sugerem que Tubman nasceu em 1820, mas isto pode ter ocorrido um ou dois anos mais tarde".4 Catherine Clinton observa que a própria Tubman declarou que o ano de seu nascimento foi 1825, ao passo que sua certidão de óbito menciona 1815 ...

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Maria Lamadrid

Maria Lamadrid

A população negra resultante do tráfico de escravos durante os séculos de dominação espanhola do Vice-Reinado do Rio da Prata exerceu papel de grande importância na história da Argentina. Ao longo dos séculos dezoito e dezenove, ela compreendia até cinquenta por cento da população em algumas províncias e impactou profundamente a cultura nacional. No século dezenove ela declinou drasticamente em número, como resultado do efeito combinado do fluxo migratório, alimentado pela Constituição de 1853, e a elevada taxa de mortalidade entre os negros. Essa aparente supressão foi mais o resultado de uma representação histórica do que de uma realidade empírica. Realizou-se, em 2006, em relação a essa questão, um recenseamento-piloto na região de Montserrat, em Buenos Aires, e Santa Rosa de Lima, Santa Fe, o qual revelou que 5% da população argentina admite ter ancestrais de origem africana e que outros 20% acreditam que poderiam compartilhar essa ancestralidade, mas dela ...

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Larry Downing / AFP via Getty Images

Veja íntegra do discurso de Barack Obama no Egito

Fonte: Estado de São Paulo - Em pronunciamento histórico, presidente americano tentou aproximar Ocidente e mundo islâmico Larry Downing / AFP via Getty Images CAIRO - "Muito obrigado. Boa tarde. Sinto-me honrado por encontrar-me na cidade eterna do Cairo, e por ser recebido por duas instituições de imenso prestígio. Há mais de mil anos, Al-Azhar constitui um centro de inspiração para a cultura islâmica, e há mais de um século, a Universidade do Cairo é uma fonte de conquistas para o Egito. Ao mesmo tempo, vocês representam a harmonia entre a tradição e o progresso. Agradeço sua hospitalidade, e a hospitalidade do povo egípcio. E também sinto-me orgulhoso por trazer comigo a boa vontade do povo americano, e uma saudação de paz das comunidades muçulmanas do meu país: Assalaamu alaykum. Nosso encontro se dá em um momento de grande tensão entre os Estados Unidos e os ...

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Simonal, de alto a baixo

- Fonte: Ilustrada - O equilíbrio entre "vir de baixo" e "estar por cima" transforma-se em tragédia individual   Foto: Divulgação / Globo Filmes  COM MUITA categoria, e sem espírito de pilantragem, o documentário "Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei" faz com o espectador aquilo que o cantor fazia com o público: leva-o de um lado para o outro, balançando para a esquerda ou para a direita, conforme a música. Durante a primeira metade do filme, não há quem não se renda ao charme de Simonal. Mas a palavra "charme" não expressa bem suas qualidades. Um cantor como Yves Montand, por exemplo, tem o maior charme do mundo. Seduz o público com uma mistura de gentileza com despreocupação, de muito magnetismo com certo desligamento também. Mas Simonal parece "metido" demais para ser charmoso; está tão convicto do próprio sucesso que não se curva à necessidade de "seduzir" o ...

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Retrato da mulher em cinco décadas

Fonte: Estado de São Paulo Matéria veiculada: domingo, 31 de maio de 2009 O Feminino, que chega à edição 3.000, vem registrando mudanças na vida da mulher nestas cinco décadas - Do espanto causado pelo elevado número de mulheres na faculdade, em meados de 1950, aos questionamentos, conquistas e transformações comportamentais ocorridos em pouco mais de cinco décadas, foram muitas as mudanças, todas acompanhadas de perto pelo Suplemento Feminino (ou apenas Feminino, hoje), que comemora a marca do número 3.000 nesta edição. Folhear as páginas dos primeiros exemplares é uma saborosa viagem ao túnel do tempo, quando fotos e editoriais de moda, por exemplo, eram importados e pouco condizentes com o clima do País e perfil da consumidora brasileira. Um texto sobre estolas de pele com pitadas de humor negro é de arrepiar os ecologistas: "Raposa de reflexos dourados, castor macio ou coelho enfeitado deixaram suas tocas ou pastagens nos ...

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Notas sobre turismo sexual

Fonte: O Povo Online - As imagens e depoimentos passeiam entre o romantismo e a perversidade. Cinderelas, lobos e um príncipe encantado, documentário do cineasta mineiro Joel Zito Araújo sobre o mundo do turismo sexual no Brasil, estreia hoje em Fortaleza Foto: Getty Images Menina de 13 anos levada pela mãe ao Instituto José Frota, em Fortaleza, após ser agredida por um cliente/explorador: a garota faz da BR-116 o ponto da própria exploração, na venda do corpo imaturo. Em Natal, uma jovem passeia de mãos dadas com um estrangeiro, enquanto conta para a câmera que, em breve, viajará para fora do País, mas com outro pretendente a marido. Em Berlim, ao som de Fascinação, bailarina mulata samba na ponta do pé, maiô fio-dental, para plateia de nativos germânicos. Todas são negras. O retrato é similar em boa parte das capitais do Nordeste ou com alguma ligação ...

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Entrevista – Otavio Ianni: O Preconceito Racial no Brasil

  Na entrevista realizada no dia 11 de dezembro passado, Octavio Ianni revela vários traços de sua personalidade como o autêntico scholar, ao examinar a trajetória do pensamento acadêmico paulista dentro do panorama brasileiro, relembrando a contribuição dos grandes mestres e definindo os dados principais das controvérsias em que a USP se engajou. Ele não se furta à oportunidade de emitir sua opinião a respeito de um tema que hoje se tornou candente - as cotas para os estudantes negros na universidade brasileira. Como sua postura como scholar é completada por um outro traço de sua personalidade - o militante que dá o melhor de si a fim de contribuir para a alteração de uma realidade social inaceitável e injusta -, Ianni analisa o preconceito racial em termos mundiais, onde "esses surtos de diferentes manifestações de racismo e intolerância estão imbricados com a dinâmica da sociedade". Aqui apresentamos os principais ...

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Afinal, o que os letrados chamam de “racialização”?

Por: Fátima Oliveira     {xtypo_quote}"Mas é preciso ter força, é preciso ter raça/ É preciso ter gana sempre/ Quem traz no corpo a marca/ Maria, Maria mistura a dor e a alegria/ Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça/ É preciso ter sonho sempre/ Quem traz a fé nessa marca/ Possui a estranha mania de ter fé na vida"... (Maria, Maria, Fernando Brant e Milton Nascimento){/xtypo_quote} É certo que não construiremos um país justo e democrático sem que os brancos compartilhem com os negros os seus privilégios seculares. No caso brasileiro, compartilhar privilégios significa também que os brancos terão menos do que sempre foi exclusivamente seu. Não há como ser diferente. O caderno Mais! da Folha de S.Paulo, de 9 de julho de 2006, sob a manchete "A guerra das cotas", além de outros textos contém duas entrevistas exemplares das posições pró e contra as cotas: Peter ...

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Entrevista – Otavio Ianni: O Preconceito Racial no Brasil

Na entrevista realizada no dia 11 de dezembro passado, Octavio Ianni revela vários traços de sua personalidade como o autêntico scholar, ao examinar a trajetória do pensamento acadêmico paulista dentro do panorama brasileiro, relembrando a contribuição dos grandes mestres e definindo os dados principais das controvérsias em que a USP se engajou. Ele não se furta à oportunidade de emitir sua opinião a respeito de um tema que hoje se tornou candente - as cotas para os estudantes negros na universidade brasileira. Como sua postura como scholar é completada por um outro traço de sua personalidade - o militante que dá o melhor de si a fim de contribuir para a alteração de uma realidade social inaceitável e injusta -, Ianni analisa o preconceito racial em termos mundiais, onde "esses surtos de diferentes manifestações de racismo e intolerância estão imbricados com a dinâmica da sociedade". Aqui apresentamos os principais trechos ...

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A educação das relações étnico-raciais em compasso de espera

É sabido que sem adotar uma segregação legal, a República elegeu o princípio formal da "igualdade perante a lei" que foi incorporada à carta constitucional já em 1891. Como resultado dessa orquestração, pautado na ideologia dominante de embraquecimento, pouco foi feito no campo educacional para favorecer a população afro-brasileira, tanto no que diz respeito à legislação quanto à elaboração e implementação de políticas públicas, para a construção da dignidade da população negra e para o rompimento, via educação, de práticas racista e discriminatórias. Por: Eliane Cavalleiro Reprodução/Facebook A primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, lei 4024 de 1961 determina " condenação a qualquer tratamento desigual por motivo de convicção filosófica, política ou religiosa, bem como quaisquer preconceitos de classe ou de raça" Todavia, não prescreve um ensino de valorização da diversidade étnico-racial presente na sociedade, menos ainda orienta para a eliminação das desigualdades raciais que ...

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Foto: Sojourner Truth (autor original) Biblioteca do Congresso (digitalização) (Biblioteca do Congresso), [Domínio público], via Wikimedia Commons

Sojourner Truth

Isabella Baumfree Data e local de nascimento: c. 1797 Swartekill, Nova York Data e local de falecimento: 26 de novembro de 1883, com cerca de 86 anos, Battlecreek, Michigan, Ocupações: Empregada doméstica, abolicionista, escritora Pais: James e Elizabeth Baumfree Sojourner Truth (1797 - 26 de novembro de 1883) foi o nome adotado, a partir de 1843, por Isabella Baumfree, uma abolicionista afro-americana e ativista dos direitos da mulher. Truth nasceu no cativeiro em Swartekill, Nova York. Seu discurso mais conhecido,"Não sou uma mulher?", foi pronunciado em 1851, na Convenção dos Direitos da Mulher em Akron, Ohio. Juventude Foi um dos treze filhos de James e Elizabeth Baumfree, escravos do Coronel Hardenbergh. A propriedade dos Hardenbergh situava-se numa região de colinas, conhecida por Swartekill, um nome holandês, ao norte da atual Rifton, e localizada na pequena cidade de Esopus, Nova York, ao norte da cidade de Nova York1. Morrendo o coronel, a posse dos escravos da ...

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Hamilton Cardoso (Foto: Imagem retirada do site Piseagrama)

Hamilton Cardoso

Hamilton Cardoso (1953-1999) Sensibilidade, inteligência e solidariedade na luta contra o racismo  No dia 25 de Abril de 2004 a"Folha de S. Paulo" publicou uma foto com articuladores das "Diretas Já". Hamilton está lá, no movimento pelas Diretas Já, em 1984. 20 anos depois era um dos ausentes, entre aqueles que voltaram para a foto atualizada, revivendo duas décadas de avanço da democracia. Certamente, se aqui estivesse faria um balanço para dizer que, além das formalidades e de obtermos alguma representação e visibilidade, como coletivo pouco caminhamos. Apoiaria os programas de cotas, mas certamente diria que são insuficientes. Hamilton Bernardes Cardoso nasceu em Catanduva, em 10 de julho de 1953. Filho de Onofre Cardoso, músico, e de Deolinda Bernardes Cardoso, responsável pela estruturação da família e educação dos filhos. Segundo filho de quatro irmãos, cresceu em São Paulo e tinha muito orgulho de ter estudado no Colégio Caetano de Campos. ...

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Imagem: John F Burns / New York Times

Steve Biko

Grandes mudanças estão para acontecer na África do Sul. A primeira Constituição pós-apartheid está em fase de elaboração e as primeiras eleições multirraciais da história daquele país estão marcadas para 27 de abril do ano que vem. Isso significa que o surgimento de um governo de maioria negra, que colocaria um fim em 350 anos de dominação branca, deixou de ser apenas uma possibilidade teórica. E claro que nem tudo são flores. A violência racista continua existindo, uma vez que o aparelho de Estado montado pelos racistas ainda sobrevive. Além disso, um setor mais radical da população branca parece ter optado pela resistência armada às mudanças. E grande parte das cenas de violência que se tomaram habituais na África do Sul têm como protagonistas os próprios negros. Os choques entre militantes do Congresso Nacional Africano, de Nelson Mandela, e do Partido da Liberdade Inhkata, do chefe zulu Mangosutu Gatsha Buthelezi, ...

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François-Dominique Toussaint Louverture

- Outro (s) nome (s) - Toussaint Louverture - Data de nascimento: 1743 - -Local: Haiti (então Saint-Domingue) - Data de falecimento: 8 de abril de 1803, aos 59 anos - -Local: França - Movimento: Revolução haitiana - François-Dominique Toussaint Louverture Toussaint Bréda, Toussaint-Louverture (20 de maio de 1743 - 8 de abril de 1803) foi um líder da revolução haitiana. Nascido em Saint-Domingue, no decorrer de uma prolongada luta pela independência Toussaint conduziu os africanos escravizados a uma vitória sobre os europeus, aboliu a escravidão e assegurou o controle da colônia pelos nativos em 1797, enquanto era nominalmente seu governador. Expulsou o comissário francês Léger Félicité Sonthonax, bem como o exército britânico, invadiu Santo Domingo para libertar os escravos que ali havia e redigiu uma constituição, auto-nomeando-se governador vitalício e estabelecendo uma nova política para a colônia. François-Dominique Toussaint Louverture Toussaint Bréda, Toussaint-Louverture (20 de maio de 1743 - 8 de abril de 1803) foi ...

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O épico e o trágico na história do Haiti

Estudos Avançados* - O épico e o trágico na história do Haiti - Jacob Gorender RESUMO  O AUTOR apresenta uma resenha crítica do livro de C. L. R. James, editado, no Brasil, pela Boitempo, intitulado Os jacobinos negros. Toussaint L'Ouverture e a revolução e São Domingos. James narra e analisa a rebelião dos escravos da colônia francesa situada na ilha de São Domingos, no final do século XVIII, como conseqüência da ação da Convenção surgida da Revolução Francesa de 1789, a qual proclamou a emancipação dos escravos. Nessa rebelião, o autor destaca a ação do líder negro Toussaint L'Ouverture, que, após derrotar exércitos da França, Eha e Inglaterra, ganhou o domínio da colônia francesa. Em seguida, a obra de James se detém na determinação de Bonaparte de restaurar a escravidão e o envio da força expedicionária francesa comandada por Leclerc. Toussaint L'Ouverture viria a ser derrotado e aprisionado. Seus companheiros, ...

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