quarta-feira, outubro 28, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Elisa Lucinda'

    Isabél Zuaa (Reprodução/Instagram/@zuaa_isabel)

    Atrizes negras dominam premiação do 48º Festival de Cinema de Gramado

    A atriz portuguesa Isabél Zuaa ganhou dois prêmios de melhor atriz: na mostra de longas, por Um Animal Amarelo; na de curtas gaúchos, por Deserto Estrangeiro. As outras atrizes premiadas na competição nacional de longas foram Alaíde Costa, escolhida melhor coadjuvante por Todos os Mortos; e Elisa Lucinda, que recebeu o prêmio especial do júri pelo filme Por que Você Não Chora?. Destaque, também, para Luciana Souza, que ganhou como melhor atriz na mostra de curtas brasileiros por Inabitável. Neste ano, três filmes dirigidos por mulheres estavam entre os sete longas-metragens na competição brasileira de Gramado: a ficção Por que Você Não Chora?, de Cibele Amaral, e os documentários Me Chama que Eu Vou, de Joana Mariani, e O Samba É Primo do Jazz, de Angela Zoé. O prêmio principal, porém, foi para King Kong en Asunción, de Camilo Cavalcanti; e o de direção, para Ruy Guerra, por Aos Pedaços. Na competição internacional de longas, a única cineasta mulher era a uruguaia Mariana Viñoles, que ganhou ...

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    Geledés

    Sou preto e não disputo migalhas com os pardos

    E a miscigenação, tema polêmico no gueto, Relação do branco, do índio com preto Fator que atrasou ainda mais a autoestima: Tem cabelo liso, mas olha o nariz da menina  - GOG, Carta a Mãe África Há muitos debates entre os negros acerca do modus operandi do racismo no tratamento dispensado às pessoas pretas e pardas, no entanto, as discussões são carregadas de sectarismo e sempre causam ressentimentos entre os envolvidos. Eu não desconsidero a importância das especificidades de cada grupo, apenas acredito que os debates deveriam ocorrer se a população negra − considerando a soma de pretos e pardos – estivesse em outro patamar de cidadania. No mínimo com o direito à vida sendo respeitado. Ao evocar o Colorismo¹, os pretos argumentam que os pardos são pessoas palatáveis dentro da estrutura racista, em função disso, conseguem as melhores oportunidades quando comparados a eles, que têm a pele mais escura. ...

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    Reprodução/Facebook

    ‘Festival Latinidades’ tem programação linda sobre representatividade

    Bora valorizar a cultura e as narrativas das mulheres negras latino-americanas? Esta é justamente a proposta do Festival Latinidades, que chega a sua 13ª edição com uma edição totalmente online, com mais de 60 atrações, entre bate-papos, shows, danças, recitais de poesia, espaço infantil, vivências e oficinas. A mostra é gratuita e acontece entre os dias 22 e 27 de julho, com atividades transmitidas no Instagram @afrolatinas, no Facebook @Festivallatinidades e no YouTube. Confira a programação completa aqui. Com o tema “Utopias Negras”, a 13ª edição do Festival Latinidades homenageia três grandes mulheres: Mãe Dalva Damiana, da Irmandade da Boa Morte, na Bahia; a cantora carioca Elza Soares; e a atriz e escritora Elisa Lucinda, fundadora do projeto Casa Poema. A programação reúne convidadas de todas as regiões brasileiras e dos seguintes países Colômbia, Guiné Bissau, Nigéria, Barbados, Haiti, Costa Rica, Cuba, Jamaica e Etiópia. A proposta do festival é ser uma plataforma de formação, cultura, inovação, ...

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    Eliana Alves Cruz (Foto de Marta Azevedo)

    Eliana Alves Cruz lança romance em live com Luiz Antonio Simas nesta sexta, dia 10

    Uma cidade com milícia, racismo, fake news, delação premiada, conservadorismo, fanatismo religioso e ruas sujas. Parece 2020, mas esse é o Rio de Janeiro de 1732, ano no qual está ambientado o romance histórico “Nada digo de ti, que em ti não veja”, terceiro de Eliana Alves Cruz e o primeiro da autora premiada pela Pallas Editora. Nesta sexta, 10 de julho, às 17h, Eliana faz uma live de lançamento com o historiador Luiz Antonio Simas, mediada por Paulo Werneck, no perfil da revista 451 no Instagram: @quatrocincoum A narrativa é eletrizante. Entre as temáticas, salta aos olhos a transexualidade, raras vezes presente em uma trama de época, e as fake news tão em voga, através de cartas anônimas que ameaçam revelar alguns dos segredos mais bem guardados dos integrantes das duas famílias ricas que se cruzam nas 200 páginas do título. “Nada digo de ti, que em ti não veja” é também, ...

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    Morena Mariah (Foto: VALDA NOGUEIRA/ESPECIAL PARA O HUFFPOST BRASIL)

    O verso em branco da História contada sobre as pessoas negras

    Quando recebi o convite para publicar em Celina, fiquei em choque. Primeiro porque não sou jornalista e nunca me imaginei escrevendo para um jornal. Segundo porque sou leitora da editoria e não imaginava que este fosse um espaço possível para minha escrita habitar. Nesse primeiro momento, não sabia como me apresentar. Quando abri o documento em branco para contar quem eu sou, não fazia a menor ideia do que ia dizer, mas agora sei. Quero que você aí do outro lado saiba de mim através da minha relação com a escrita. Um dos meus primeiros brinquedos foi um livro de banho para bebês. Daqueles feitos de borracha. Meus pais não completaram o ensino médio, não tinham o hábito de ler muito mas minha mãe sempre me encheu de referências de leitura. Nunca se negou a me presentear com livros e gibis, nenhum livro era caro para ela. Tive coletâneas de ...

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    20200124 - TIRADENTES/MG - 23» MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES - Abertura Oficial, Os homenageados; Camila Pitanga e Antonio Pitanga - Foto Leo Lara/Universo Produ‹o

    Tempo de Pitanga: Diferenças entre Cinema de Ancestralidade e Cinema de Herdeiros

    Pitanga é uma palavra de origem tupi-guarani que significa rubro-negro. Pitanga é  nome que rebatiza Antonio Sampaio desde que figurou em Bahia de Todos os Santos, filme de Trigueirinho Neto de 1960. O personagem Pitanga se tornou tão permanente na sua história quanto uma tatuagem de corpo e alma. Após 80 anos de vida e mais de 60 anos de carreira, Antônio Pitanga encarna com singularidade a história de quem ousou fazer cinema. Por Viviane Pistache para o Portal Geledés   MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES - Abertura Oficial, Os homenageados; Camila Pitanga e Antonio Pitanga - Foto Leo Lara/ Universo Produções. A 23a. Mostra de Cinema de Tiradentes abriu o nosso calendário de festivais celebrando a vida e obra do ator Antônio Pitanga e de sua filha Camila Pitanga. Na cerimônia de abertura do festival, Antônio Pitanga refere a si mesmo não como um homem apenas, ...

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    A solidão gera danos emocionais às mulheres e tem sido cada vez mais discutida dentro do feminismo negro Foto: Arte de Lari Arantes

    ‘Você não disse que era preta’, disse homem em encontro

    Racismo estrutural e machismo levam mulheres negras brasileiras à rotina de exclusão afetiva. Segundo o IBGE metade delas não vive em união conjugal Por Naíse Domingues, do O Globo    A solidão gera danos emocionais às mulheres e tem sido cada vez mais discutida dentro do feminismo negro Foto: Arte de Lari Arantes A cineasta Rosa Miranda marcou um encontro com um homem com quem já se correspondia na internet. Durante o período que passaram juntos, notou que ele não estava confortável. Ao se despedirem, Rosa descobriu que o motivo do incômodo era a cor de sua pele: "Você não disse que era preta. Não sou racista, mas pela mentira não vou ficar com você", disse o homem. A história de Rosa não é estranha para as mulheres negras. Desde a infância, elas convivem com a rejeição criada por uma combinação de racismo estrutural e machismo. ...

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    Não adianta só pedir desculpas

    Taís Araújo, Elisa Lucinda, KL Jay, Luana Xavier e outras personalidades negras refletem sobre o racismo estrutural brasileiro Por Carol Ito e Nathalia Zaccaro Do Revista Trip Fotos: divulgação e reprodução/Revista Trip Ter certeza de que você não é racista é um clássico brasileiro. A convicção de que por ter amigos negros, escutar rap ou adorar a Bahia você nunca poderia ser preconceituoso é um sinal do quão estrutural é o racismo no Brasil. Existe uma dificuldade enorme em se perceber racista porque esse tipo de comportamento está enraizado na cultura e na identidade do povo brasileiro. O preconceito é cotidiano, naturalizado e defendido muitas vezes como apenas uma brincadeira. E vemos esse padrão se repetir seguidamente, seja em uma festa em que o cenário evoca um Brasil escravocrata, seja em declarações discriminatórias ditas livremente em um programa como o Big Brother Brasil. Convidamos pessoas que simbolizam ...

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    Pablo Saborido/CLAUDIA

    Representatividade negra na literatura é instrumento de afirmação política

    Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus, Djamila Ribeiro e outras tantas figuras endossam o panorama de produção literária Por Diego Barbosa, no Diário do Nordeste Conceição Evaristo. (Foto: Pablo Saborido/CLAUDIA)   Há um termo simultaneamente poético e forte para designar a escrita gestada a partir do cotidiano, das lembranças e da experiência de vida pessoal e de todo um povo: escrevivências. Quem o trouxe à vista foi a escritora mineira Conceição Evaristo - um dos nomes mais importantes e necessários da literatura brasileira contemporânea - exatamente para dar destaque aos sentimentos de toda ordem que atravessam a condição de ser afrodescendente no País que dividimos morada. Ao singrar pelas páginas a costurar alegrias, emoções, gritos e sussurros de uma camada da sociedade ainda tão fortemente marginalizada, excluída e silenciada, a autora faz da arte um poderoso instrumento de luta contra o racismo e o machismo instalados no alicerce da ...

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    São aguardadas mais de 30 mil pessoas nos três dias do evento - Arquivo/Agência Brasil

    Festival Mulheres do Mundo promove debates e atrações até domingo

    Começou hoje (16), no Rio de Janeiro, o Festival Mulheres do Mundo (WOW, da sigla em inglês para Women of the Word). Até domingo (18), serão cerca de 150 atividades gratuitas que ocuparão o Museu do Amanhã, o Museu de Arte do Rio (MAR), o Armazém 1 e a Praça Mauá, na região portuária da cidade. Serão debates, rodas de conversa, exposições, performances, oficinas, troca de experiência, shows e apresentações artísticas, além de uma grande feira de produtos, serviços e ideias produzidos por mulheres. Por  Akemi Nitahara, da Agência Brasil O festival surgiu em 2010, no Southbank Centre, em Londres, e já passou por mais de 20 países. Esta é a primeira edição no Brasil. Este ano versões do WOW foram realizadas em outros 53 países. A ideia é ser um espaço onde as mulheres celebrem suas histórias de luta e conquistas, além de estabelecer laços para refletirem e se fortalecerem, ...

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    A Biblioteca Pública do Paraná promove durante este mês uma ação nas redes sociais e no site da instituição para homenagear poetas negros. A partir desta terça-feira (6) serão divulgados vídeos com a produção de dez poetas de diferentes épocas e lugares do Brasil — da contemporânea Cidinha da Silva a Cruz e Sousa (1861-1898), um dos precursores do simbolismo no país.  -  Curitiba, 06/11/2018  -  Foto: Divulgação BPP

    Biblioteca Pública homenageia poetas no Mês da Consciência Negra

    A Biblioteca Pública do Paraná promove durante este mês uma ação nas redes sociais e no site da instituição para homenagear poetas negros. A partir desta terça-feira (6) serão divulgados vídeos com a produção de dez poetas de diferentes épocas e lugares do Brasil — da contemporânea Cidinha da Silva a Cruz e Sousa (1861-1898), um dos precursores do simbolismo no país. Do AEN Foto: Divulgação/BPP O ator Marcel Szymanski lê, em diversos pontos da biblioteca, poemas de Abdias do Nascimento (1914-2011), Adão Ventura (1946-2004), Altair Cirilo dos Santos (1965-2017), Cidinha da Silva, Cruz e Sousa, Elisa Lucinda, Geraldo Magela, Laura Santos (1919-1981), Luiz Gama (1830-1882) e Machado de Assis (1839-1908). A atividade da BPP faz parte da programação do Mês da Consciência Negra — série de eventos promovida pela Secretaria de Estado da Cultura, desde 2015, que visa valorizar os negros nas áreas acadêmica, artística, ...

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    Fala, silêncio!

    A síntese desse tempo é a voz. A voz de quem? De quem nunca foi escutado porque traz notícias do inferno. Não se iludam. Estamos em pleno processo eleitoral num país que nunca houve antes. Gente que nunca importou, que nunca decidiu o jogo, que nunca foi ouvida sobre o seu destino, começa a falar e vai votar. Por Elisa Lucinda Do Jornal do Brasil Elisa Lucinda - foto: Acervo Lucinda   A diversidade da condição humana está mostrando sua cara dizendo em alto e bom som que “quem bate esquece, quem apanha lembra”. Se das exclusões fizermos um recorte só do feminino silenciado, ficaremos em estado de choque ao perceber como o machismo influenciou na ciência, fazendo experimentos em corpos masculinos para medicar toda uma população feminina também. Mulher tem outra pressão arterial, outra configuração, e é por isso que precisa ser consultada sob suas demandas. ...

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    Quem algemou Valéria Santos?

    Uma negra acorrentada num fórum no Brasil, hoje, sendo essa advogada, é o retrato da normatização da escrotidão sobre uma etnia e nos põe a todos na mira do atraso, nos atola na triste conclusão de que a escravidão não acabou. Valéria não infringiu a lei, não é bandida e foi detida no trabalho ao defender sua cliente, a negra ré. Por Elisa Lucinda Do Jornal do Brasil (OAB-RJ/Reprodução) Vemos a face de sua dignidade, a certeza de estar legalmente correta em pleno exercício da profissão e, para nosso enjoo e espanto, a indiferença, a omissão e a anuência de seus colegas com esta barbárie que é o racismo contemporâneo brasileiro. (Ó triste frase, ainda existe?) Escrevo em pensamento e caminho por dez minutos na Copacabana que me expõe doze moradores de rua (contei). Espalhados nas calçadas, nos quarteirões do bairro que amo. Todos corpos negros, mais ...

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    O que a labareda chama

    Sou das metáforas. E estou em luto, como qualquer ser humano que entende história como memória e riqueza de todo mundo; não só de uma parte. Morreu meu avô sábio. Morreu queimado. Foi isso. Sensação de parentesco, de dor num lugar de origem, num lugar de linhagem, num lugar de eixo. Tronco. Não preciso falar aqui das perdas objetivas nos quesitos raridades, obras de arte, relíquias de bens inestimáveis. Nem preciso gritar que só a Cidade do México tem quase duzentos museus e um notável acervo étnico na sua instrução maia, inca, na sua estrutura. Tal qual alguém que está sempre lustrando o alicerce, cuidando pra que aquilo não deixe de brilhar e de vibrar, e de estruturar tempos futuros, vidas futuras, gerações futuras. O segredo da história é que ela é um passado que educa no presente. Isso é muito chique do ponto de vista da utilidade de uma ...

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    Bruna Monique/ Reprodução/FACEBOOK

    Mel Duarte rompe o silenciamento secular das minas negras: ‘Mulher bonita é que vai à luta!’

    Cria da rua, a paulistana Mel Duarte vem se destacando por unir literatura, rap e poesia para expor sua interpretação de mundo a partir do olhar da mulher negra. Por Kauê Vieira, do Hypeness Bruna Monique/ Reprodução/FACEBOOK Filha de pai grafiteiro da primeira escola do stencil no Brasil, Mel cresceu no meio de manifestações e foi nutrida com passeios aos museus, alimentos essenciais para o desenvolvimento da arte de se comunicar. “Preta: Mulher bonita é que vai à luta! Quem tem opinião própria e não se assusta Quando a milésima pessoa aponta para o seu cabelo e ri dizendo que “Ele está em pé” E a ignorância dessa coitada não a permite ver… Em pé, armado, Pra mim é imponência Porque cabelo de negro não é só resistente É resistência.” Desde o início da carreira, Mel acumula dois livros publicados, envolvimento fundamental no crescimento do Slam das Minas e ...

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    Conheça Bell Puã, a voz poderosa do Slam pernambucano

    A poetisa usa os seus versos fortes para falar das suas vivências enquanto mulher negra e nordestina Por  Gabriella Autran Do Folha Pe Bell é um dos nomes do movimento que tem a resistência como motor Foto: Brenda Alcântara Vem da força do sangue negro, de suas lutas do passado e de exemplos como Conceição Evaristo, Dandara e Aqualtune, a voz de Isabella Puente, ou Bell Puã. Expoente do Slam pernambucano, a poetisa usa os seus versos rasgados para escancarar a realidade das minorias sociais e bradar a resistência das mulheres negras, dos negros, dos periféricos. A sua potência está na sua vivência, inteligência e sua emoção- legítimas e arrebatadoras. A história do Slam conta que o movimento surgiu nos anos 1980, em Chicago, nos Estados Unidos. Chegou ao Brasil nos anos 2000. E agora, como um furacão, em todos os cantos do país, aparece como um ...

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    Antônio Pitanga recebe homenagem no 28º Cine Ceará

    Na programação de hoje do evento, o destaque vai para a homenagem ao ator baiano Antonio Pitanga, um dos principais nomes da cinematografia do País Do O Povo Foto: Divulgação/O Povo De vida, são quase 80 anos. De carreira, faltam poucos para chegar aos 60. O baiano Antonio Luiz Sampaio é um dos principais atores do País, com participações históricas e de peso no cinema, no teatro e na televisão. O nome "Pitanga", pelo qual ficou conhecido, veio a partir do personagem que interpretou em seu primeiro trabalho, o longa Bahia de Todos os Santos (1960), de Trigueirinho Neto. Em 2017, o artista foi retratado no documentário Pitanga, dirigido por sua filha, a atriz Camila Pitanga, e pelo o cineasta Beto Brant. O filme resgata memórias do ator em conversas com nomes importantes da cultura brasileira, como Maria Bethânia, Tonico Pereira, Jards Macalé, Zé Celso Martinez, ...

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    imagem marco raaphorst cc nelson mandela

    “Ninguém nasce odiando, para ser racista é preciso ter o aprendizado do ódio”

    As educações que ensinam o racismo por Ricardo Alexandre Correa no Carta Capital “Eu vejo o racismo como uma metástase que tomou todo corpo brasileiro” Elisa Lucinda imagem marco raaphorst cc nelson mandela Diferente do que preconiza o senso comum “educação se aprende em casa”, precisamos ir um pouco além. Pois, seja para oferecer conhecimentos históricos, científicos, ou entretenimentos que carregam alguma particular visão de mundo, a educação está presente em quase todos os ambientes. Nesse sentido, e, considerando as ideias do educador Paulo Freire, algumas questões têm causado preocupação. Oras, se a função da educação é levar consciência aos que não têm consciência, alguma coisa está errada, porque vivemos num país onde o racismo está estruturando as relações sociais. Daí que surge o centro da preocupação: Qual a consciência que está sendo levada aos sujeitos? A educação apresenta classificações de acordo com o ambiente em ...

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    “O Geração XXI é precursor do grande debate sobre as ações afirmativas” diz Cidinha da Silva

    "O Geração XXI é precursor do grande debate sobre as ações afirmativas como estratégia possível de enfrentamento das desigualdades raciais. Ter estado ali foi uma grande alegria”, diz Cidinha da Silva. A escritora e dramaturga mineira Cidinha da Silva, 51 anos, acaba de lançar “O Homem Azul do Deserto”, nome de uma das crônicas que dá título ao livro. Na obra, ela discorre sobre os vários Brasis, em que o racismo estrutural e o machismo são apresentados de forma inquietante. A escritora estreou na literatura com o livro de crônicas “Cada Tridente em seu lugar” (2006) e ainda é autora de “Africanidades e relações sociais: insumos para as políticas públicas na área de livro, leitura, literatura, e bibliotecas do Brasil” (2014), entre outras obras. Cidinha tem uma coluna no Jornalistas Livres e outra no Medium e escreve esporadicamente para o Diário do Centro do Mundo e o site da Revista ...

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    Saiu a programação da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo!

    A 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontece de 3 a 12 de agosto, no Anhembi, e acaba de liberar a programação! O evento é realizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e oferece 10 dias de experiências culturais, contato direto com autores, bate-papos e palestras exclusivas. Com o tema “Venha fazer esse download de conhecimento“, a campanha deste ano enfatiza a importância do diálogo, da abertura de perspectivas e busca de novos conceitos. Do São Paulo para crianças Divulgação Serão diversos autores nacionais e internacionais como A. J. Finn, de “A Mulher na Janela”, Lauren Blakely, autora “Mister O”, Maurício de Sousa, Mario Sergio Cortella, Luiz Felipe Pondé, Fernanda Montenegro, Ziraldo, Carolina Ferraz, Miriam Leitão, e Maria Rita Kehl. O público também poderá contar com a experiência de receber autógrafos dos best-sellers que se apresentarão na Arena Cultural BIC. A partir de 10 de julho, começarão a ser distribuídas as senhas online ...

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