terça-feira, maio 11, 2021

Resultados da pesquisa por 'LGBT'

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Setembro Amarelo: é preciso prevenir depressão entre LGBTs

Campanhas de saúde mental no DF precisam focar essa população e, principalmente, necessitamos de mais empatia Por Ítalo Damasceno, do Metrópoles Foto: Getty Images Este mês é o Setembro Amarelo, campanha voltada para prevenção do suicídio e valorização da vida. No Distrito Federal, um projeto do deputado Fábio Félix foi aprovado, determinando um direcionamento especial dessa campanha à população LGBT. De acordo com o projeto apresentado na Câmara Distrital do Distrito Federal (CLDF), pesquisa realizada pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, constatou que a população LGBT tem cinco vezes mais chances de cometer suicídio do que os heterossexuais cisgêneros. Dependendo do ambiente onde o indivíduo esteja, o número pode subir até 20 vezes. Pelo levantamento do Grupo Gay da Bahia, no ano de 2017, das 445 mortes de LGBTIs no Brasil, 58 foram suicídios. Além da questão fisiológica que pode gerar depressão em alguém, para ...

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Guia internacional elege o Brasil como o menos recomendado ao turismo LGBT

O País, que já foi considerado o melhor destino gay, perde confiança do segmento que é o mais rentável do mundo Por Alexandre Putti, O GayCities, um guia internacional de turismo LGBT, colocou o Brasil em 1º lugar dos países que não devem ser visitados. O site soltou uma nota nesta semana enumerando os motivos que transformaram o Brasil em um destino perigoso para gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais. Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil “Em 2017, 445 LGBTs morreram por crime de ódio; em 2018, as estatísticas mostram que 167 pessoas trans foram assassinadas . Também em 2018, Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro que defendia os direitos LGBTs, foi assassinada no que testemunhas descreveram como um assassinato planejado, com dois ex-policiais presos como suspeitos”, diz a nota. O site cita o presidente Jair Bolsonaro como um dos motivos do aumento da violência contra a ...

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Diversas atividades descentralizadas estão previstas, culminando na Parada Livre PoA, dia 8 dezembro, no parque da Redenção : Foto- Alvaro Andrade

LGBTinga: 2ª edição da parada LGBT+ na Restinga recebe cerca de 3 mil pessoas

Junto com a feira Berro da Tinga, evento faz parte das ações descentralizadas da Parada LGBT+ de Porto Alegre no Brasil de Fato Diversas atividades descentralizadas estão previstas, culminando na Parada Livre PoA, dia 8 dezembro, no parque da Redenção / Foto: Alvaro Andrade “A LGBTinga é a síntese da urgente necessidade de sermos felizes também em espaços públicos”. É assim que a cientista social e especialista em Direitos Humanos e Juventude Eloá Kta Coelho descreve o evento que celebrou a diversidade e reforçou a luta por respeito e dignidade da população LGBT+, na tarde de domingo (25), no bairro Restinga, na zona sul de Porto Alegre. Conforme a organização, cerca de três mil pessoas passaram pela Esplanada da Restinga para esta que foi a segunda edição do projeto de descentralização da Parada Livre PoA. Junto com a LGBTinga, também foi realizada a feira cultural Berro ...

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Marc Bruxelle via Getty Images

‘Jogos Mortais’, o grupo homofóbico que assassina LGBTIs na Rússia

Após o assassinato de uma conhecida ativista LGBTI, outros ameaçados denunciam o desamparo e os constantes ataques Por MARÍA SAHUQUILLO, do El País  Marc Bruxelle via Getty Images Vitaly Bespalov foi agredido mais de uma vez. Loiro, de cabelo abundante e braços tatuados, esse jovem russo de 28 anos conta que quando morava na Sibéria ocidental, onde cresceu, sofreu vários ataques por ser gay. Após um tempo, decidiu se mudar para São Petersburgo, conhecida por ser uma das cidades mais abertas da Rússia. “Eu me sinto muito mais seguro, mas às vezes escuto quando me chamam de veadinho pelas costas” comenta. Conhecido ativista pelos direitos LGBTI, também enfrenta insultos e ameaças diárias nas redes sociais. Isso se transformou em algo lamentavelmente rotineiro. O dia em que soube que seu nome estava em uma macabra lista divulgada na Internet por um grupo homofóbico secreto chamado Jogos Mortais – na qual estava seu nome ...

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An abused woman trying to defend herself

Mapa expõe dados sobre violência contra mulheres e população LGBT+

Mapa da Violência de Gênero lança luz sobre violência contra mulheres e população LGBT+ no Brasil do Catraca Livre  Getty A endêmica violência que acomete o Brasil faz vítimas. Sobretudo, mulheres e LGBT+. Ao menos é o que mostra o Mapa da Violência de Gênero, realizado pela Gênero e Número e apoiado pela Alianza Lationamericana para la Tecnología Cívica (ALTEC), que destaca: em média, na última década foram assassinadas por dia no Brasil 12 mulheres – entre elas, as mulheres negras são as maiores vítimas. Entre os diferentes tipos de violência registradas na pesquisa, as mulheres foram vítimas de 90% dos 73 estupros cometidos diariamente em 2017. Em tempos onde pesquisas e estudos perdem espaço para a difusão de informações com base em achismos sem qualquer embasamento, o Mapa da Violência de Gênero, em formato interativo inédito, disponibiliza as duas maiores bases oficiais de dados sobre violência ...

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Parada LGBT reúne 3 milhões de pessoas em São Paulo

Durante a abertura do evento, o público gritou frases contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) Por LARISSA RODRIGUES, do Metrópoles  Foto: Daniel Teixeira/Estadão  A 23.ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada a maior do mundo, reuniu cerca de 3 milhões de pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo. O número de participantes foi informado pela organização do evento. Ao todo, 19 trios elétricos desfilaram pelo local durante mais de 7 horas. A concentração ocorreu a partir das 10h, na frente do Museu de Arte de São Paulo (Masp), depois a passeata desceu a Rua da Consolação e foi até a Praça Roosevelt. Atração mais aguardada do dia, a cantora Melanie C, ex-Spice Girl, encantou o público a subir em um dos trios. Ela agradeceu o carinho recebido. “Estou muito feliz de estar de volta a São Paulo, um lugar que sempre foi generoso ...

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(FOTO: ANTONIO CRUZ/ABR)

Por 8 a 3, Supremo aprova a criminalização da LGBTfobia

Crimes de ódio contra a população LGBT serão punidos na forma do crime de racismo, cuja conduta é inafiançável e imprescritível Por ALEXANDRE PUTTI, da Carta Capital  (FOTO: ANTONIO CRUZ/ABR)9   A partir desta quinta-feira, 13, a LGBTfobia é crime no Brasil. Foi o que decidiu o plenário do Supremo Tribunal Federal, que declarou a omissão do Congresso em aprovar a matéria e determinou que o crime de racismo seja enquadrado nos casos de agressões contra o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis) até que a norma seja aprovada pelo Parlamento. Foram julgadas duas ações: uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADO 26), enviada à Corte em 2013 pelo PPS (Partido Popular Socialista), e o Mandado de Injunção (MI 4733), que foi protocolado em 2012 pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT). O julgamento começou em fevereiro e foi retomado nesta tarde com as manifestações ...

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Com a criminalização da LGBTfobia à espreita, LGBTs desafiam a política de esquecimento

Que o STF não titubeie, semana que vem, para concluir julgamento a favor da criminalização da LGBTfobia por Thiago Amparo no Folha de São Paulo No dia 23 de maio, o Supremo Tribunal Federal dará continuidade ao julgamento sobre a criminalização da LGBTfobia. Com quatro votos já proferidos a favor da criminalização, STF deve concluir na próxima semana que condutas como incitar preconceito, impedir acesso a estabelecimento comercial, recusar empregar pessoas LGBTs em razão de sua orientação sexual e identidade de gênero passarão a ser crimes no Brasil. Com a criminalização da LGBTfobia à espreita, LGBTs desafiam a política de esquecimento. No Brasil, rapidamente esquecemos nomes como Larissa Rodrigues da Silva e Quelly da Silva, mulheres trans brutalmente mortas nos últimos meses. Retiramos da pauta das escolas discussão sobre homofobia, como fez Dilma em 2011, como se isso nos fizesse esquecer os elevados índices de suicídio de jovens LGBT. Extraímos ...

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Celso de Mello critica obscurantismo e defende direitos LGBT

Julgamento da ação protocolada pelo PPS para criminalizar a homofobia foi retomado com o voto do relator, Celso de Mello, que fez uma forte defesa dos direitos das pessoas LGBT e lembrou que o Brasil é o País que mais mata transexuais no mundo, mas rejeitou a possibilidade de, por via judicial, tipificar o crime de homofobia; em sua avaliação, em matéria penal, prevalece o postulado da reserva constitucional absoluta de lei, ou seja, só o parlamento pode aprovar leis tipificando crimes e impondo penas; assista Do Brasil247 Crédito: Nelson Jr./SCO/STF O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta tarde o julgamento da ação protocolada pelo PPS para criminalizar a homofobia, caracterizada pelo preconceito contra a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis). A sessão foi iniciada com o voto do relator, ministro Celso de Mello, que fez uma forte defesa dos direitos das pessoas LGBT ...

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Reprodução/Facebook

“Preto, favelado, LGBT”: Conheça David Miranda, substituto de Jean Wyllys na Câmara

Sob ameaças, Jean Wyllys abrirá mão de seu mandato mas a luta pelos direitos LGBT na Câmara continuará tendo representante: David Miranda (PSOL), primeiro vereador gay do Rio de Janeiro, assumirá como deputado Da Revista Fórum David Miranda assumirá como deputado (Foto:  Reprodução/Facebook) O defesa dos direitos da população LGBT continuará tendo representante no Congresso mesmo com o anúncio de Jean Wyllys (PSOL-RJ) de que abandonará seu mandato e deixará o país. O suplente de Wyllys, que assumirá seu mandato na Câmara, é o vereador David Miranda (PSOL-RJ) que, como ele mesmo se descreve, é “preto, favelado e LGBT”. Assim como Jean, Miranda é homossexual e ativista da causa LGBT. Em 2016, ele foi o primeiro vereador gay a ser eleito para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Nascido na favela do Jacarezinho, David Miranda era amigo da vereadora Marielle Franco, assassinada no ano passado, e tem forte ...

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O professor Haroldo de Paiva Pereira morreu aos 63 anos (Foto: Reprodução/Facebook)

Ativista LGBT, professor Haroldo de Paiva Pereira,do Instituto Federal de MG morre após espancamento

Na tarde de quinta-feira (17), o professor do Instituto Federal de Minas Ferais (IFMG), Haroldo de Paiva Pereira, de 63 anos, faleceu em um hospital da capital mineira. De acordo com a revista Fórum, Haroldo dava aulas de artes, era ativista LGBT e foi espancado no último sábado (12), em sua casa. O professor Haroldo de Paiva Pereira morreu aos 63 anos (Foto: Reprodução/Facebook) A polícia informou que vizinhos perceberam a porta da casa da vítima aberta, embora ele não tenha saído de casa. A Polícia Militar foi acionada após Haroldo ter sido encontrado caído no chão, com diversos ferimentos na cabeça e rosto. Nesta quinta-feira, ele não resistiu mais aos ferimentos. O suspeito pelo espancamento confessou o crime, no entanto, não revelou a motivação. Os dois teriam sido vistos juntos em um bar, no dia anterior. A Polícia identificou que a moto de Haroldo foi roubada, por ...

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Danilo Ferreira, da etnia Tupinikim, no Espírito Santo, vive há 8 meses em Brasília — Foto: Marília Marques/G1

Indígenas e gays: jovens contam como é ser LGBT dentro e fora das aldeias

Grupo se reúne na UnB para debater o tema; noção de pecado foi 'herança das igrejas', dizem. Nas aldeias, ser homossexual implica mudança em papel social. Por Marília Marques, do G1 Danilo Ferreira, da etnia Tupinikim, no Espírito Santo, vive há 8 meses em Brasília — Foto: Marília Marques/G1 Aos 19 anos, Danilo Ferreira deixou a família na aldeia de 3 mil habitantes – no interior do Espírito Santo – para viver e estudar em Brasília. Na capital há oito meses, o jovem da etnia Tupinikim diz que as mudanças não foram só geográficas, mas de "descobertas e aprendizados sobre si mesmo". Além de indígena, Danilo é homossexual assumido e ativista LGBT. Uma vez por semana, ele se reúne com outros estudantes com o mesmo perfil, na Universidade de Brasília (UnB), para falar sobre identidade e sexualidade – e como atualizar esses conceitos nas próprias aldeias. ...

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Helen Tavares. Foto: Livres & Iguais/Kriollscope

‘Ser LGBT significa lutar contra preconceito e violência todo dia’, diz ativista cabo-verdiana

Helen Tavares sabia que ela era diferente, mas levou muito tempo para aceitar sua própria identidade sexual e de gênero por causa da pressão e expectativas sociais. Embora a homossexualidade não seja ilegal em Cabo Verde, as pessoas LGBT sofrem preconceito e violência. Da ONU Helen Tavares. (Foto: Livres & Iguais/Kriollscope) Aos 29 anos, Tavares é hoje a presidente da Associação LGBT em Santiago, uma organização cabo-verdiana que recebe apoio da campanha das Nações Unidas Livres & Iguais. No país, a iniciativa é coordenada pela ONU Mulheres. Helen Tavares sabia que ela era diferente, mas levou muito tempo para aceitar sua própria identidade sexual e de gênero por causa da pressão e expectativas sociais. Embora a homossexualidade não seja ilegal em Cabo Verde, as pessoas LGBT sofrem preconceito e violência. Casamentos do mesmo sexo não são reconhecidos e existe uma discriminação desenfreada contra lésbicas, gays, bissexuais ...

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Com bandeira LGBT, deputado Fábio Felix toma posse no DF

Primeiro deputado abertamente gay a conquistar uma vaga na Câmara Legislativa do Distrito Federal, o deputado distrital eleito pelo PSOL, Fábio Félix, fez bonito em seu discurso de posse. Por Pedro HMC Do Põe na Roda Foto: Reprodução/Põe na Roda Segurando uma bandeira LGBT nas mãos e lembrando a população LGBT, a juventude negra e a memória de Marielle Franco, ele foi bastante direto em seu discurso e exemplo de resistência em tempos tão sombrios de governos conservadores. Assista abaixo ao vídeo do momento, postado no Twitter do próprio deputado: Pelas LGBTs, pela juventude negra, por @mariellefranco, assim o prometo. Este foi o meu juramento no momento da posse como Deputado Distrital, no dia 01 de janeiro. O trabalho tá só começando ☀ pic.twitter.com/5iYDqD7e9A — Fábio Felix (@fabiofelixdf) 7 de janeiro de 2019

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Valda Nogueira:Especial para o HuffPost Brasil Para Quitta, investir na arte e empreendedorismo LGBT é um movimento de avanço de toda a sociedade.

Quitta Pinheiro, a produtora que impulsiona a cultura LGBT no Rio

Ela mantém coletivo "Baphos Periféricos", que coordena atividades culturais na região com foco no movimento artístico e empreendedor. Texto: Lola Ferreira Imagens: Valda Nogueira no HuffPost Brasil Valda Nogueira:Especial para o HuffPost Brasil Quitta Pinheiro é a 301ª entrevistada do Todo Dia Delas, um projeto editorial do HuffPost Brasil. Com uma agenda que não para nunca, Quitta Pinheiro, de 22 anos, respira arte. Produtora cultural por vocação e fotógrafa de formação, ela vive seus dias em prol de democratizar a cultura na região da Baixada Fluminense, e fortalecer cada vez mais o movimento artístico LGBT na região. Criadora da Baphos Periféricos, Quitta é responsável junto com o grupo por organizar feiras, apresentações e festivais culturais com foco na população LGBT. Para ela, investir na difusão desse segmento cultural não se restringe a quem é lésbica, gay, bissexual ou travesti, mas é um movimento de avanço de toda ...

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Getty ImagesKevin Mazur

Contra homofobia, Beyoncé faz bandeira LGBT humana no palco; assista

Sempre surpreendendo, a cantora Beyoncé fez uma bandeira LGBT humana com todos os seus bailarinos em seu último show no Global Citizen Festival na África do Sul no último domingo (2). Por Pedro Hmc, no Põe na roda   Beyoncé no Global Citizen Festival (Foto: Getty Images/Kevin Mazur)   O gesto foi um protesto visual em um continente ainda tão homofóbico como é a África, onde a homossexualidade chega a ser crime em muitos países ainda hoje. Atração de encerramento do festival em Johannesburgo, Queen B arrasou em um figurino amarelo junto de seus bailarinos nas outras cores da bandeira enquanto cantava o hino militante Formation. Assista alguns trechos abaixos divulgados por internautas fãs da cantora:   Beyoncé performing “Formation” in her Pride-Inspired outfit. 🌈 pic.twitter.com/LCwacOl4u6 — BEYONCÉ HUB (@theyoncehub) 2 de dezembro de 2018   A homossexualidade ainda é criminalizada em diversos países da África, ...

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Avon se junta à ONU para combater a LGBTIfobia em ambientes de trabalho

A marca aderiu aos Padrões de Conduta da Organização e agora se compromete a agir em prol da liberdade de expressão em todos os seus espaços corporativos. Por Ketlyn Araujo Do MDE Mulher (Gilbert Baker/Reprodução) Nesta segunda-feira (12), a gigante de beleza Avon formalizou um compromisso em parceria com a ONU (Organização das Nações Unidas) com o objetivo de ajudar a combater atos discriminatórios contra membros da comunidade LGBTI(lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais) em ambientes de trabalho. A medida vale para o mundo todo, e marca a adesão da empresa nos chamados Padrões de Conduta Empresarial das Organizações das Nações Unidas, que nada mais é do que um documento responsável por reunir recomendações contra a discriminação nos mais diferentes âmbitos, entre fornecedores, parceiros de negócios, clientes e locais de trabalho. “Os princípios-base da Avon incluem o respeito aos direitos e se aplicam a todos. Discriminação, de qualquer tipo, não é bem-vinda aqui. ...

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(Reprodução/Getty Images)

Escócia incorpora direitos LGBTI no currículo escolar

Medida busca combater casos de bullying, preconceito e discriminação Da Revista Claudia  (Reprodução/Getty Images) A Escócia se tornará o primeiro país do mundo a incorporar o ensino dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais em seu currículo escolar. A decisão foi definida como um momento histórico para o movimento pelos ativistas. Com a nova medida, escolas estaduais serão obrigadas a ensinar os alunos sobre a história dos movimentos LGBTI e suas lutas por igualdade, além de combater a homofobia. “A Escócia já é considerada um dos países mais progressistas da Europa na questão da igualdade LGBTI”, afirmou o vice-primeiro-ministro escocês, John Swinney, ao Parlamento da Escócia na quinta-feira (08), citado pelo jornal britânico The Guardian. “Tenho o prazer de anunciar que seremos o primeiro país do mundo a incluir a educação inclusiva LGBTI no currículo escolar.” A decisão foi anunciada após o governo escocês aceitar as recomendações feitas por um grupo ...

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Por que os assexuais querem ser reconhecidos como membros da comunidade LGBTQ+

“Foi algo bem libertador, me achava esquisito e estranho, pensava que eu era a única pessoa no mundo que não ‘gostava de sexo'”, a fala é do Ariel Franz, um dos administradores da página Assexualidades e também de alguns grupos do Facebook que reúnem pessoas que se identificam com essa orientação sexual. Por  João Vieira, do Hypeness Imagem Retirada do site Hypeness A ideia de tratar a assexualidade como orientação é, inclusive, defendida por muitos especialistas, uma vez que a comunidade hoje é composta por milhões de pessoas em todo mundo. Há entre os assexuais o entendimento de que o grupo é, por natureza, integrante da sociedade LGBTQ+. “Todos que não fazem parte da cis-heteronormatividade, fazem parte da comunidade LGBT+”, diz Ariel, apesar de assumir que algumas pessoas não se enxergam representadas pela comunidade. “Mas isso não quer dizer que a assexualidade não faça parte da comunidade LGBT+, porque faz”, garante. Se até 2004, estudos como os ...

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AFP

Discriminação contra LGBTs passa a ser crime em Tóquio, no Japão

Uma das principais potências econômicas do mundo, mas com histórico de conservadorismo e de restrição à comunidade LGBT, o Japão deu um passo importante para conter a discriminação contra essa população em seu território. Por  Tiago Minervino, do Observatório G AFP Agora, a discriminação às LGBTs em Tóquio passa a ser considerada crime. Além de punir aqueles pegos em atos LGBTfóbicos, a comunidade arco-íris local terá o direito de visitar seus pares em hospitais, por exemplo. A modernização na lei da capital japonesa deve-se, em parte, ao fato do país asiático ser a próxima sede dos Jogos Olímpicos, que acontecerão em 2020. É importante ressaltar que, apesar do conservadorismo, dentro da Ásia, o Japão é um dos países mais progressistas quando levado em consideração as necessidades das lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Algumas cidades como Fukuoka, por exemplo, reconhecem a união entre pessoas do mesmo sexo.

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