Resultados da pesquisa por 'Sojourner Truth'

    Stephanie Ribeiro: A capa da Time só representa o racismo do feminismo branco

    Por Stephanie Ribeiro Do Revista Marie Claire #BlackGirlMagic mostra que, ao excluir da capa a criadora de fato da hashtag #MeToo, segrega mais uma vez o feminismo em duas cores de pele  Em todas as minhas redes sociais inúmeras mulheres feministas estão comemorando a capa da revista TIME, que escolheu como personalidade do ano a campanha #MeToo. A revista trouxe para sua capa mulheres famosas ligadas ao movimento de denúncia de assédios. Maravilhoso, né? Só que não. Eu realmente não consigo me sentir representada por aquela capa, nem sequer posso dizer que muitas das campanhas feministas que estão sendo lançadas realmente me mobilizam. Para mim, muitas ações são pautadas numa ideia não interseccional do feminismo e colocam, como de costume, apenas mulheres brancas com protagonismo. Algumas mulheres brancas que, inclusive, muitas vezes por suas condutas liberais, apoiam mais homens brancos do que nós, feministas negras. Então ao ver a capa logo de cara já me ...

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    Mestranda brasileira é idealizadora de exposição em New York que protagonizará mulheres negras brasileiras

    Sandra Regina Barbosa Soares Coleman, mais conhecida como Sandra Coleman, a rainha negra. Fala fluentemente três idiomas e está estudando a língua francesa. Está no último ano de mestrado na SUNY New Paltz, New York. Do Amanda Martins Web Mulher negra brasileira, nasceu em São Gonçalo, Região Metropolitana da cidade do Rio de Janeiro. Sua família é formada pela irmã mais nova e sua mãe. Sandra visa enaltecer mulheres negras, e vem causando notória movimentação nos cenários brasileiro e norte-americano por ser a  idealizadora de uma exposição sobre mulheres negras brasileiras, nos EUA. Sandra Coleman Sandra vem de uma família muito pobre, seu pai trabalhava e recebia muito pouco, o que fez com que a mãe  tivesse que trabalhar também. A família residia em um único quarto, a vida não lhes sorriu muitas vezes. Ela tinha  8 anos de idade quando sua mãe começou a lavar roupas para treze famílias e ...

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    Cinco textos feministas centenários que continuam atuais

    No início do século 20, mulheres já escreviam sobre a relação do feminismo com os partidos políticos, o aborto e a divisão do trabalho doméstico Por Tory Oliveira Do Carta Capital Apesar de terem conquistado novos espaços de discussão nos últimos anos, há muito tempo mulheres debatem e escrevem sobre o feminismo. Ao observar textos antigos, de 100 anos atrás, é inescapável a sensação de deja-vu nos temas abordados e nos argumentos das feministas de então. De lá para cá, muita coisa mudou, mas os principais desafios permanecem. No livro A Revolução das Mulheres - Emancipação Feminina na Rússia Soviética (Boitempo), antologia de artigos, atas, panfletos e ensaios de mulheres e feministas russas escritos nas duas primeiras décadas do século 20, encontram-se temas debatidos até hoje, como a questão do aborto, a divisão do trabalho doméstico e o tratamento dispensado às mulheres nos partidos políticos. “Infelizmente, as questões que essas mulheres discutiam ...

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    12 mulheres que fizeram história ligando o foda-se

    Modelos de vida. Por Hannah Jewell Do Buzz Feed 1. Elizabeth Blackwell (1821–1910): A médica inglesa Elizabeth Blackwell foi a primeira mulher a exercer a medicina nos Estados Unidos. Rejeitada por muitas faculdades por causa do seu gênero, ela acabou conseguindo uma vaga na Faculdade de Medicina de Geneva (Geneva Medical College), em Nova York, onde teve de aguentar muitos colegas de classe babacas e um professor que achava que ela deveria sair da sala na hora das palestras sobre anatomia reprodutiva para proteger sua “frágil sensibilidade”. Acontece que ela estava pouco se fodendo para essa tal de “frágil sensibilidade” e acabou se tornando uma obstetra mundialmente famosa. 2. Annie Smith Peck (1850–1935): Acima, possivelmente o melhor retrato já feito da expressão “pouco me fodendo”, uma cortesia da alpinista Annie Smith Peck. Peck escalou todas as maiores montanhas da Europa, partindo depois para a América do Sul, onde tornou-se a primeira pessoa ...

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    Feminismos negros e a renovação política do “Dia Internacional das Mulheres”

    Este artigo integra o “Dossiê Feminismo e Política”, do Blog da Boitempo, por ocasião do “Dia Internacional das Mulheres”. A propósito, que outras palavras mais poderiam ser ditas na ambiência desta efeméride? Que fios puxar de um novelo entrelaçado que tece a história das mulheres, particularmente das mulheres negras? O que abordar em tempos de franco retrocesso na legislação brasileira no que diz respeito às questões de gênero, com medidas retrógradas, para dizer o mínimo, que avançam em velocidade de cruzeiro?* Onde afixar a história do feminismo negro na contemporaneidade? Qual o legado e quais as perspectivas que as mulheres negras vêm aportando para a política, em escalas local, regional e global? Por Rosane Borges Do Blog da Boitempo As respostas a essas questões, ainda que parciais e provisórias, solicitam a tarefa de situarmos a trajetória dos feminismos negros no Brasil e no mundo, delineada por mulheres de várias matizes e ...

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    A síndrome “cansei” da feminista branca: uma resposta a Nancy Fraser

    Por Brenna Bhandar e Denise Ferreira da Silva, no Critical Legal Thinking, em 21/10/13 | Trad. UniNômade BrasilEsta é uma resposta ao artigo de Nancy Fraser publicado no The Guardian, em 2/10/13, e republicado pela UniNômade: “Como o feminismo se tornou a empregada do capitalismo; e como resgatá-lo“. Do Uninômade  No recente texto “Como o feminismo se tornou a empregada do capitalismo, e como resgatá-lo”, Nancy Fraser usa seu próprio trabalho em teoria política para argumentar que o feminismo, na melhor das hipóteses, foi cooptado pelo neoliberalismo e, na pior, se tornou um empreendimento do projeto neoliberal. O que à primeira vista parece uma autorreflexão razoável, uma que assume o ônus e a responsabilidade pelas alianças do passado e pelas celebrações de manobras estratégicas em nome da melhoria da vida das mulheres; num segundo momento, acaba revelando a miopia inata e repetitiva do feminismo branco em levar em conta, conversar ...

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    Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro

     Resumo: Por muito tempo mulheres negras têm ocupado posições marginais em ambientes acadêmicos. Argumento que muitas intelectuais negras têm feito uso criativo de sua marginalidade, do seu status de outsider within, para produzir um pensamento feminista negro capaz de refletir um ponto de vista especial em relação ao “self”, à família e à sociedade. Descrevo e exploro o significado sociológico de três temas característicos deste pensamento: 1. a autodefinição e a autoavaliação das mulheres negras; 2. a natureza interligada da opressão; e 3. a importância da cultura das mulheres afro-americanas. Após considerar como mulheres negras, em suas posições de outsider within, tratam destes temas chaves com o objetivo de criar distintas perspectivas quanto aos paradigmas sociológicos existentes, sugiro, em minha conclusão, que outros sociólogos iriam se beneficiar ao depositarem mais confiança no potencial criativo de suas próprias biografias pessoais e culturais. Palavras-chaves: outsider within, pensamento feminista negro, autoavaliação, autodefinição, natureza ...

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    (Foto: Reprodução/As Mina na História)

    28 mulheres negras ativistas que você precisa conhecer

    As contribuições das mulheres negras para moldar e mudar o mundo para melhor são muitas vezes minimizadas. Reunimos uma lista com algumas das mulheres negras ativistas para as quais devemos ser gratos: Ella Baker (Foto: Reprodução/As Mina na História) Ella Baker começou seu envolvimento com a NAACP em 1940. Ela trabalhou como secretária de campo e, em seguida, atuou como diretora de 1943 até 1946. Em 1957, Baker se mudou para Atlanta para ajudar a organizar nova organização de Martin Luther King, a Southern Christian Leadership Conference (SCLC). Ela também fez uma campanha de registro de eleitores chamados  “A Cruzada para a Cidadania”. Em 1 de Fevereiro de 1960, um grupo de estudantes universitários negros de North Carolina A & T University foram impedidos de almoçar em um restaurante no  Greensboro, Carolina do Norte. Baker deixou o SCLC após esse acontecido. Ela queria ajudar os novos estudantes porque ...

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    Não sou uma mulher? Mulheres negras, gente ou bicho?

    “Aquele homem ali diz que mulheres têm que ser ajudadas para subir nas carruagens, e levantadas sob as valetas, e ter o melhor lugar onde seja. Ninguém nunca me ajuda a subir em carruagens, ou sobre lamaçais, ou me dá lugar melhor nenhum! Não sou eu uma mulher? Eu dei à luz treze crianças, e vi quase todas serem vendidas para escravização, e quando eu chorei meu pesar de mãe, ninguém além de Jesus me ouviu! Não sou eu uma mulher?” Por Emanuelle Goes* para a Revista Afirmativa No População Negra e Saúde (Sojourner Truth, 1851)** Evocando o discurso de Sojourner de 1851, começo a minha reflexão sobre o que somos, alem de um saco preto arrastado no asfalto.  Já se passaram dois anos e é como se nada tivesse acontecido, faz dois anos que Claudia Ferreira foi assassinada brutalmente, sendo arrastada como um saco preto sobre o asfalto. Mulher ...

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    (Foto: Ayalla Salvador)

    Feminismos negros e a renovação política do “Dia Internacional das Mulheres”

    Este artigo integra o “Dossiê Feminismo e Política”, do Blog da Boitempo, por ocasião do “Dia Internacional das Mulheres”. A propósito, que outras palavras mais poderiam ser ditas na ambiência desta efeméride? Que fios puxar de um novelo entrelaçado que tece a história das mulheres, particularmente das mulheres negras? O que abordar em tempos de franco retrocesso na legislação brasileira no que diz respeito às questões de gênero, com medidas retrógradas, para dizer o mínimo, que avançam em velocidade de cruzeiro?* Onde afixar a história do feminismo negro na contemporaneidade? Qual o legado e quais as perspectivas que as mulheres negras vêm aportando para a política, em escalas local, regional e global? Por Rosane Borges Do Blog da Boi Tempo As respostas a essas questões, ainda que parciais e provisórias, solicitam a tarefa de situarmos a trajetória dos feminismos negros no Brasil e no mundo, delineada por mulheres de várias matizes ...

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    Natalícia Tracy chegou aos EUA como doméstica e, hoje, está em curso de obter um pós-doutorado

    A doméstica brasileira que virou líder trabalhista nos EUA

    O auditório da Assembleia Legislativa do Estado de Massachusetts estava cheio quando uma mulher com uma camiseta verde-amarela foi chamada ao microfone. Por João Fellet, do BBC Diretora executiva do Centro do Trabalhador Brasileiro em Boston, Natalícia Tracy pediu aos legisladores que aprovassem uma lei em discussão que impediria policiais de prender imigrantes só por estarem no país ilegalmente. Horas antes, Tracy falara num evento da prefeitura de Boston e, após deixar a assembleia, ainda participou de um painel sobre trabalho doméstico na Universidade Harvard, uma das mais prestigiadas do mundo. A movimentada agenda reflete a projeção alcançada pela brasileira, que se mudou para os Estados Unidos em 1989 e se tornou uma destacada líder nos movimentos de trabalhadores e imigrantes do país. Hoje com 45 anos, Tracy foi recrutada aos 19 em São Paulo para acompanhar uma família brasileira numa temporada de dois anos em Boston. Além de cuidar de ...

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    Sobre feminismos, empatia, sororidade e respeito ao outro

    No dia 12 de junho, autora do blog Cientista que virou mãe, ser mãe com consciência publicou o texto “’Você é gentil. Você é inteligente. Você é importante’ – O poder do discurso de todos nós” esse texto se baseia em uma pequena fala do filme Histórias cruzadas (The help, 2011). Esse filme é excelente por mostrar a segregação racial dos Estados Unidos na década de 1960, o papel da mulher negra na economia da comunidade afro-americana, o modo como os feminismos não eram democráticos, a complexa naturalização de um grupo oprimido se tornar opressor, e várias outras possibilidades, inclusive negativas como a protagonista de uma história negra ser uma mulher branca. Ironicamente, o post que fala sobre o poder do discurso de todos nós, parece não se atentar para o fato de que produzir um discurso é silenciar muitos outros e a autora, em seu trabalho pontual, ignora outras ...

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    “A luta antirracista é tão importante quanto a batalha contra o patriarcado”

    A ativista feminista Marai Larasi acredita que as lutas contra o machismo e racismo são tão necessárias quanto o combate “à homofobia, discriminação por classe ou deficiência”. Por Tatiana Merlino, do Ponte  A luta pelo fim da violência contra mulheres e jovens negras, refugiadas e de minorias étnicas mobiliza a feminista Marai Larasihá mais de 20 anos. Ativista em mídia, juventude, gênero e violência e diretora executiva da Imkaan, organização não governamental feminista negra, sediada no Reino Unido, ela foi uma das palestrantes do I Seminário Internacional Cultura da Violência contra as Mulheres, ocorrido entre 20 e 21 de maio, em São Pauloe organizado pelo Instituto Patrícia Galvão e Instituto Vladimir Herzog. Em entrevista à Ponte Jornalismo, Marai explica que “mulheres e meninas negras, jovens e de minorias étnicas experienciam violências de maneiras similares às outras mulheres. Isso inclui assédio sexual, abuso sexual na infância, exploração sexual, tráfico e violência por ...

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    50 tons de bege

    'Essa é a história de Cécile. Ela é uma menina normal, como eu e você. Cécile é linda, inteligente, engraçada, mas muito tímida. Cécile gosta muito de maquiagem, mas nunca comprou nada, muito menos provou algo no seu rosto. Ela tem vergonha de que a olhem diferente, que a chamem de palhaço, que zombem por ela colocar algo diferente em sua pele preta.  Toda semana ela compra revistas de moda e perde horas do seu dia lendo. Cécile olha as mulheres das revistas, todas diferentes dela, mas muito bonitas. Ela adora o fato de que todas as mulheres nas revistas usam maquiagem e isso fica bem nelas. Mas Cécile não se enxergar nessas mulheres. Ela lê tutoriais, sabe fazer tranças em cabelos lisos. A última revista que ela comprou, tinha uma matéria muito importante sobre como não ficar rosada no frio. Por Naomi Faustino, do The Black Cupcake Um dia, lendo essas ...

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    Quem tem medo do feminismo negro?

    O feminismo negro começa a ganhar força a partir da segunda onda do feminismo, entre 1960 e 1980, por conta da fundação da National Black Feminist, nos EUA, em 1973 e porque feministas negras passaram a escrever sobre o tema criando uma literatura feminista negra. por Djamila Ribeiro Do Lugar de Mulher Porém, gosto de dizer que, bem antes disso, mulheres negras já desafiavam o sujeito mulher determinado pelo feminismo. Em 1851, Sojourner Truth, ex escrava que tornou-se oradora, fez seu famoso discurso intitulado “E eu não sou uma mulher?” na Convenção dos Direitos das Mulheres em Ohio. Dentre alguns questionamentos, ela diz: “Aquele homem ali diz que é preciso ajudar as mulheres a subir numa carruagem, é preciso carregar elas quando atravessam um lamaçal e elas devem ocupar sempre os melhores lugares. Nunca ninguém me ajuda a subir numa carruagem, a passar por cima da lama ou me cede ...

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    15 ativistas negras que todos deveriam conhecer

    O For Harriet publicou uma lista bem interessante que achei legal dar uma traduzida e publicar por aqui. A publicação original lista 27 ativistas, mas acabei resumindo para 15 por conta do meu pouco tempo para fazer a tradução e afins (infelizmente não vivo só de fazer este bloguinho). No Brasil o Blogueiras Negras sempre faz uma lista de mulheres influentes na web, a revista Raça Brasil também já fez uma lista de mulheres negras importantes no Brasil em diversas frentes de atuação. Confira abaixo: As contribuições das mulheres negras para moldar e mudar o mundo para melhor, são muitas vezes minimizados. Em cada momento da história, as mulheres negras têm trabalhado ao lado dos seus mais famosos companheiros homens. Nós montamos uma lista de apenas algumas das mulheres as quais devemos ser gratos. Sojourner Truth Ex-escrava, abolicionista e defensora do direitos das mulheres Sojourner Truth, nasceu Isabella, passou os ...

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    feminismo negro

    Por que um feminismo negro? – por Mara Gomes

    Tenho a impressão que essa discussão sobre feminismo, geralmente, se limita apenas a algumas mulheres. Não que seja um feminismo limitado, um feminismo classista, obviamente não, porque a idéia central do feminismo é igualdade, igualdade essa que deve ser de gênero e também entre mulheres. Mas então por que um feminismo negro se esse feminismo deve englobar todas mulheres? O feminismo tem seu inicio, como um movimento social, na época de XVIII e XIV quando as mulheres buscavam a igualdade de direitos civis, principalmente o direito ao voto, essa época era chamada de primeira onda feminista. Nesse momento as lutas eram centradas nos EUA e Inglaterra e a mulher negra não se incluía assiduamente nessa discussão, porém não significa que não existiam negras feministas nessa época. A exemplo de Sojourner Truth e Harriet Tubman, além de outras, no século XIX a luta dessas mulheres negras era por uma liberdade diferente. ...

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    lumumba

    Meu querido Patrice – Carta a Patrice Lumumba

    No cinquentenário de assassinato de Patrice Lumumba por forças imperialistas no Congo, Ama Biney presenteia a nós leitores com esta interessante carta a Patrice na qual ela faz uma profunda análise da situação política no Congo e por extensão a todo continente africano em sua luta por liberdade e justiça social. Meu querido Patrice, No 52º aniversário de seu brutal assassinato em 17 de janeiro de 1961, o seu povo, constituído por 60 milhões de pessoas, ainda não sabe o que seja paz, justice ou liberdade. O povo continua a sangrar profusamente até morrer. O estupro virou uma arma de guerra contra milhares de mulheres congolesas. Entre agosto de 1998 e abril de 2007, mais de seis milhões de congoleses morreram de atrocidades impronunciáveis, doenças, fome e subnutrição. Esta estatística é quase o número de judeus mortos no holocausto, o que nos leva a questionar: será que é porque eles ...

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    Vamos falar de outras feminilidades: Se não sou uma mulher?

    "Se não sou uma mulher" . Essa frase tem ecoado muito na minha cabeça. É uma frase que todas nós conhecemos, obviamente, do famoso discurso que Sojourner Truth fez, de mesmo título. É uma frase que, pra mim, evoca a depreciação histórica da mulheridade negra nos Estados Unidos da América do Norte. O que a sra. Truth disse, na Ohio de 1851, durante a Convenção de Mulheres em Akron foi o seguinte : "Aqueles homens ali dizem que as mulheres têm que ser ajudadas para subir nas carruagens, e que têm que ser levantadas sob as valas, e que merecem ganhar o melhor lugar, onde quer que estejam. Ninguém nunca me ajuda a subir nas carruagens, nem a passar pelo lamaçal, muito menos me dá lugar melhor nenhum! E eu não sou uma mulher?" Por : Laverne Cox Ela continua: "Eu dei à luz 13 crianças, e vi a maioria delas ...

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    douglass00

    Frederick Douglass

    Frederick Douglass (nascido Frederick Augustus Washington Bayley (c.1818 - 20 de fevereiro de 1895) foi um abolicionista americano, sufragista, editor, orador, autor, estadista e reformista. Denominado "O Sábio de Anacostia" e "O Leão de Anacostia", Douglass é uma das mais proeminentes figuras da história dos afro-americanos e dos Estados Unidos. Ele acreditava firmemente na igualdade de todas as pessoas, fossem elas negras, mulheres, indígenas americanos ou imigrantes recentes. Gostava de dizer: "Eu me uniria a todas as pessoas que agissem corretamente e a ninguém que agisse erradamente." Frederick Augustus Washington Bailey, mais tarde conhecido como Frederick Douglass, nasceu escravo no Condado de Talbot, Maryland, entre Hillsboro e Cordova, em um barraco a leste de Tappers Corner e a oeste de Tuckahoe Cree.1  Foi separado de sua mãe, Harriet Bailey, ainda criança. Ela morreu quando Douglas tinha cerca de sete anos e ele foi morar com sua avó materna, Betty Bailey. É ...

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