Resultados da pesquisa por 'preconceito'

    Foto: Marta Azevedo

    Espelho: Cápsulas de autoestima, vacinas contra o preconceito, anabolizantes da igualdade

    Foto: Marta Azevedo por Flavia Oliveira no O Globo Da galeria de imagens inesquecíveis da edição 2016 do Globo de Ouro, premiação dos correspondentes estrangeiros nos EUA aos melhores da TV e do cinema, fará parte a ocupação do palco pelo clã de Denzel Washington. Homenageado com o troféu Cecile B. DeMille pelo conjunto da obra cinematográfica, o astro americano foi econômico nas palavras, mas emocionou a audiência planeta afora quando levou a mulher, Pauletta, também negra, e três dos quatro filhos do casal — só faltou Malcolm, homônimo do líder do movimento pelos direitos civis que o ator encarnou em 1992 — para acompanhá-lo durante o discurso. Denzel quebrou o protocolo para avisar ao mundo que uma família afro-americana pode ascender ao topo da montanha de Hollywood. E ensinar que a escalada dos negros na pirâmide social é projeto familiar, coletivo, nunca individual, solitário. Não ...

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    (Baluchis/Thinkstock)

    Suicídio de Victória, uma garota trans brasiliense provoca apelo contra preconceito

    Victória se matou no apartamento em que vivia com a bisavó materna. Familiares, amigos e militantes se queixam de exclusão social Por ÉRICA MONTENEGRO, do Metópoles  (Baluchis/Thinkstock) O suicídio de uma garota trans brasiliense de apenas 18 anos colocou em alerta a comunidade que luta pelos direitos da população LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, pessoas trans e intersex). A jovem, que estava em processo de transição de gênero, matou-se na sexta-feira da semana passada (4/1), depois de enviar mensagens a amigos e publicar textos nas redes sociais reclamando de preconceito e exclusão. Victória nasceu Victor em julho de 2000, filha de Alessandra Jugnet, 42 anos, e Pablo Grossi, 38. Segundo a mãe conta, desde cedo a família percebeu que os interesses do filho estavam mais relacionados ao que, convencionalmente, associa-se ao universo feminino. “Para mim, isso não era motivo de preocupação e, muito menos, razão para que eu ...

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    Helen Tavares. Foto: Livres & Iguais/Kriollscope

    ‘Ser LGBT significa lutar contra preconceito e violência todo dia’, diz ativista cabo-verdiana

    Helen Tavares sabia que ela era diferente, mas levou muito tempo para aceitar sua própria identidade sexual e de gênero por causa da pressão e expectativas sociais. Embora a homossexualidade não seja ilegal em Cabo Verde, as pessoas LGBT sofrem preconceito e violência. Da ONU Helen Tavares. (Foto: Livres & Iguais/Kriollscope) Aos 29 anos, Tavares é hoje a presidente da Associação LGBT em Santiago, uma organização cabo-verdiana que recebe apoio da campanha das Nações Unidas Livres & Iguais. No país, a iniciativa é coordenada pela ONU Mulheres. Helen Tavares sabia que ela era diferente, mas levou muito tempo para aceitar sua própria identidade sexual e de gênero por causa da pressão e expectativas sociais. Embora a homossexualidade não seja ilegal em Cabo Verde, as pessoas LGBT sofrem preconceito e violência. Casamentos do mesmo sexo não são reconhecidos e existe uma discriminação desenfreada contra lésbicas, gays, bissexuais ...

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    imagem: Freepik

    Preconceito – Discriminação Racial e Racismo à Brasileira

    imagem: Freepik Por Tiago Neto da Silva enviado para o Portal Geledés A ideia preconcebida de “preto correndo é ladrão parado é suspeito”está instituído no imaginário social coletivo da população. Por que o corpo negro é sistematicamente seguido no centro comercial (shopping center)? Estranhamente aquela noção de parecer ser algo que deve ser naturalizado como procedimento comum se instaura. Reconhecemos a existência de preconceito racial no Brasil. Apesar de persistir no senso comum a lógica de paraíso racial. Precisamos afirmar sobre representação negativa da população negra nas telenovelas dos grandes meios de comunicação oligopolizados até aos cinemas. Da literatura nacional ao aos livros didáticos. O estigma, o estereótipo, a hierarquização, a violência simbólica do “isso só poder ser coisa de preto”ou na famigerada sentença “preto quando não suja na entrada, suja na saída”. Não irei falar do “preto de alma branca”ou do “você está denegrindo minha imagem”. A perversidade ...

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    (LiteraRUA:Reprodução)

    Dona Jacira: “Pelo preconceito que sofri, cresceu uma fera dentro de mim”

    Em Café, livro recém-publicado, a artista de 54 anos divide memórias de infância que a inspiram até hoje Por Anna Laura Moura no Revista Claudia  (LiteraRUA:Reprodução) De primeira, o olhar é reflexivo, meio desconfiado, mas não demora para Jacira Roque de Oliveira, a dona Jacira, deixar escapar seu riso solto. O que não lhe falta é história para contar. Aos 54 anos, a mestre em artes e ofícios e poetisa lançou sua autobiografia, Café (LiteraRUA e Laboratório Fantasma, 44,90 reais). Além dos fatos, dividiu angústias adormecidas que a escrita despertou – o título, por exemplo, faz alusão às lembranças que surgem com o cheiro da bebida feita pela mãe. “Eu tinha enterrado muitas dessas coisas, revivê-las não foi fácil”, conta. Filha caçula, nunca conheceu o pai, que morreu três meses antes de seu nascimento. A mãe trabalhava muito e levava a menina à igreja sempre que ...

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    Foto: Luis Antonio Hangai / Agência RBS

    Preconceito: uma luta sem fim

    Presidente da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra da OAB fala sobre a importância de recontar histórias e promover a reparação social Por Pedro Moraes, no Folha de Londrina   Humberto Adami. (Foto: Luis Antonio Hangai/Agência RBS)   A assinatura da Princesa Isabel marcou uma mudança sem precedentes na sociedade brasileira. Naquele dia 13 de maio de 1888, a Lei Imperial nº 3.353 - popularmente conhecida como Lei Áurea - extinguiu a escravidão no Brasil. O último país das Américas a tomar essa decisão, no entanto, não havia planejado a inclusão dos negros na sociedade. Passados 130 anos, as consequências estão expostas nas páginas de noticiário. O racismo e a desigualdade social são apenas duas das muitas cicatrizes ainda abertas. Numa tentativa de combater tais problemas e aumentar a visibilidade da história dos negros, o conselho federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) criou ...

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    Joana D’Arc Félix esteve em Porto Velho para palestrar sobre educação científica. (Foto: Mayara Subtil/G1)

    PhD em Harvard fala sobre racismo e educação: ‘conheci todas as formas de preconceito’

    Joana D’Arc Félix, de 45 anos, esteve em Porto Velho para palestrar sobre educação científica em congresso. De origem humilde, professora coleciona 101 prêmios. Por Mayara Subtil, no G1   Joana D’Arc Félix esteve em Porto Velho para palestrar sobre educação científica. (Foto: Mayara Subtil/G1)   A voz serena junto ao jeito tímido e sutilmente cômico de se comunicar não escondem o empoderamento que a professora Joana D’Arc Félix, de 45 anos, carrega de berço. Ela é mestre, PhD em química pela Universidade de Harvard, dos Estados Unidos e coleciona 101 prêmios como cientista. Para tal conquista, Joana, que se especializou em estudos sobre resíduos gerados no setor coureiro-calçadista encarou a fome, o racismo dentro e fora do Brasil e a pobreza.   "Eu passei a acreditar que se eu estudasse, ia vencer na vida. Mas não foi fácil. Enfrentei tudo de cabeça erguida com apoio da ...

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    Apenas 3% dos pretos e pardos fazem parte da classe A, enquanto o número de brancos é de 15%  Foto: Rede Nossa São Paulo

    Pesquisa diz que sete em cada dez paulistanos acreditam que preconceito se manteve ou aumentou na última década

    Pesquisa diz que sete em cada dez paulistanos acreditam que preconceito se manteve ou aumentou na última década. 'Não existiria racismo se as cidades não fossem construídas para produzir desigualdade' por Rede Brasil Atual Apenas 3% dos pretos e pardos fazem parte da classe A, enquanto o número de brancos é de 15%Foto: Rede Nossa São Paulo De cada dez paulistanos, sete acreditam que o preconceito se manteve ou aumentou nos últimos dez anos. O dado faz parte do levantamento “Viver em São Paulo: Relações raciais na cidade”, lançado na terça-feira 13 pela Rede Nossa São Paulo, em parceria com o Ibope Inteligência e o Sesc. A pesquisa alerta para os problemas e injustiças raciais neste mês da Consciência Negra, 130 anos após o fim oficial da escravidão. A pesquisa contou com 800 pessoas entrevistadas, entre elas, 52% se declararam brancas e 44% como negras. Para os negros, houve piora no ...

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    Atriz Lucy Ramos fala sobre estética e preconceito em rede social

    “Mude os fatos não o Afro”, disse a atriz Da Redação No Instagram, Lucy Ramos compartilhou com seus seguidores seu novo visual, com tranças afro.Junto com a foto a atriz reproduz o depoimento de uma seguidora que não consegue usar tranças no emprego. Lucy Ramos/ Foto: @art_marydutra/Reprodução Instagram  “Fiz essas tranças para um trabalho e dentre todas as meninas que gostaram um depoimento me chamou atenção.Ela achou lindo e adoraria fazer tb, porém disseram que por ela ser professora não poderia fazer que não iria cair bem uma professora com tranças”, escreveu a atriz. Junto com o importante depoimento da seguidora Lucy Ramos se posicionou sobre o assunto, “Agora me fala o que as tranças influenciaria no seu desenvolvimento como professora? (…) 1 em 5 mulheres negras sentem pressão social para alisar no ambiente profissional.”   Ver esta publicação no Instagram   🙅🏽‍♀️ Mude os fatos não o Afro 💪🏾 Fiz ...

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    Professora denunciada por preconceito contra nordestinos no Twitter é demitida

    Mulher, identificada como @RezendeLoraC no Twitter, comentou postagem da cearense na rede social com ofensas contra nordestinos. Agressora apagou o perfil, mas foi descoberta por outras redes sociais e acabou demitida de seu emprego de professora municipal. Denúncias ao MPF e PF também foram feitas Por SAMUEL PIMENTEL, do O Povo  Após postar reportagem denunciando a atuação de facção criminosa na proibição de campanha de candidato à Presidência em área da Cidade, uma jornalista cearense teve o post replicado no Twitter com insultos preconceituosos contra nordestinos. Uma mulher, identificada na rede social como @RezendeLorac, afirmou: "Por isso tem que separar norte e sul. Se f*** esses nordestinos alienados. Fiquem com os presidentes comunistas perfeitos de vocês." Após repercução do caso, a mulher deve ter a demissão do cargo de professora da rede muncipal oficializada em breve pela Prefeitura de Teresópolis, no Rio de Janeiro. O comentário da mulher foi registrado pela ...

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    Abena Busia - Pedro Ladeira:Folhapress

    Preconceito reduz lazer de mulheres e negros, diz embaixadora de Gana

    Especialista em questões étnicas e de gênero, Abena Busia fala em evento nesta sexta (31) em São Paulo no Folha de São Paulo Abena Busia - Pedro Ladeira:Folhapress Numa visita oficial a Salvador, a embaixadora de Gana, Abena Busia, 65, se espantou: no vídeo feito para divulgar a cultura e a natureza baianas, os negros só apareciam como serviçais ou no papel da própria atração turística. “Essa cegueira racial é um fracasso em reconhecer que africanos e seus descendentes podem ser também turistas”, diz a especialista em questões étnicas e de gênero, que formou-se e viveu nos Estados Unidos durante três décadas e está em Brasília há seis meses. São barreiras simbólicas, invisíveis, que impedem que grupos inteiros desfrutem momentos de lazer, diz a professora visitante no Programa de Estudos Africanos e Afro-americanos na Universidade Yale. O problema é pouco visível porque, diz ela, o lazer ...

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    Escola Municipal Joaquim Augusto Ferreira Mourão registrou dois casos de preconceito (Foto: Reprodução/G1)

    Escola em SP registra segundo caso de preconceito em poucos dias: ‘Retardado’

    Menino de 11 anos, portador de deficiência intelectual leve, sofre agressões físicas e ofensas de colegas no litoral paulista. Menina de 12 já havia sofrido com racismo na mesma unidade. Por Mariana Nadaleto, do G1  Escola Municipal Joaquim Augusto Ferreira Mourão registrou dois casos de preconceito (Foto: Reprodução/G1) Mais um caso de preconceito foi registrado na Escola Municipal Joaquim Augusto Ferreira Mourão, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Desta vez, a vítima é um menino de 11 anos, portador de uma deficiência intelectual leve. Por diversas vezes, ele já foi chamado de 'retardado', e também sofreu agressões físicas. Esse é o segundo episódio desse tipo registrado na mesma unidade de ensino. Na última sexta-feira (24), o G1 denunciou o caso de uma menina de 12 anos, que foi vítima de ameaças de morte e ofensas racistas por parte de uma colega. O desabafo da mãe nas redes socias teve ...

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    Atriz Lupita Nyong’o fala sobre preconceito com cabelo crespo: “É visto como incivilizado ou selvagem”

    Vencedora do Oscar, com mais de dez filmes no currículo, eleita mulher mais bonita do mundo pela revista People e… discriminada por ter cabelos crespos. Lupita Nyong’o falou sobre o assunto em entrevista à Revista Porter. A atriz é a capa da edição de setembro da publicação. Da Revista Donna  Sometimes opening up can be so easy! @portermagazine #coverstory @mario_sorrenti (📸) @carolynkormann (writer) @vernonfrancois (hair) @dilokritbarose (make-up) @cathykasterine (stylist) @lucy_yeomans (editor) @theannabelbrog (editor) @deborahlippmann (nails) Uma publicação partilhada por Lupita Nyong'o (@lupitanyongo) a 6 de Ago, 2018 às 7:05 PDT “Meu cabelo, historicamente, tem sido evitado. Quero dizer, com que frequência você ouve: ‘Você não vai conseguir emprego com um cabelo assim’?”, questionou a atriz de 35 anos, em entrevista à revista. “Natural, africano, o cabelo crespo – muitas vezes é visto como incivilizado ou selvagem”, completou Lupita. Ela lembrou um episódio envolvendo a revista inglesa Grazia. No ano passado, a atriz fez um post em seu perfil no Twitter criticando a publicação ...

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    Julho das Pretas: programação especial contra o preconceito

    Durante o mês de julho acontece em Curitiba uma série de eventos que debatem o racismo e a misoginia. O “Julho das Pretas” terá feiras, palestras, oficinas, exposições, apresentações culturais e atos de mobilização social educativa em prol da igualdade de oportunidades. Do  Massa News Curitiba Divulgação “As mulheres negras passam pelo preconceito oriundo do sexismo e do racismo. Queremos chamar atenção para essa realidade e fazer parte da mudança. É preciso se mobilizar”, destaca Silvana Gonçalves da Silva, uma das organizadoras do evento. A mobilização em julho faz parte do Dia da Mulher Negra Afro-Latino-Americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho. No Brasil a referência é Tereza de Benguela, ícone da resistência negra no Brasil Colonial. “O Julho das Pretas é um marco para a reafirmação da identidade, da história, da resistência e da luta dessas mulheres brasileiras. É importante que o nosso povo se organize e mostre a ...

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    Afropotências: Não só luta contra o preconceito, mas poder para o povo preto!

    Uma negritude protagonista, com poder para ser o que quiser. Não aceita mais ser minoria social, e reivindica ser em todos os espaços a mesma maioria que são no país, onde mais da metade da população é preta ou parda.  Por isso decidem chutar a porta e ocupar tudo. Criam um novo mundo em que a pele preta é força e poder, e não fraqueza. Por Lais Rocio Do Negro Belchior A primeira de uma série de reportagens sobre pretas e pretos protagonistas no Empreendedorismo, Arte, Justiça e Educação do Espírito Santo e de destaque nacional Foto: Reprodução/ Negro Belchior Fazem tudo isso sob o mesmo solo em que o racismo extermina vidas negras. Por isso resistem e lutam só ao existir, mas não apenas existem: são potências, transformam tudo, valorizam a própria história. Inventam um passado não só feito de senzala e escravidão, mas de quilombo, capoeira, ...

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    PRECONCEITO: O que é? Possuímos? Como evitá-lo?

    Entre o nascer e o morrer nós somos, e esse ser é perpassado por um torna-se sem cessar. Por isso ninguém poderia se banhar num mesmo rio duas vezes: ao entrarmos, sairmos e retornarmos, as águas já teriam passado e seriam outras e nós mesmos já teríamos, ainda que minimamente, nos transformado também e seriamos outros. Há, portanto, um ser e um estar sendo nesse exato momento e que nos constituem. Mas o que constitui esse ser e esse estar sendo? Por Lucas Jairo C. Bispo para o Portal Geledés  Foto: Reprodução/ YouTube É possível que entre aquilo que nos constitui e o que está nos constituindo existam preconceitos. Em caso positivo, uma das características desses preconceitos na relação conosco é não se apresentarem como preconceitos para nossa consciência. Isto porque, como veremos, na medida em que a consciência percebe um preconceito como um preconceito este se desfaz enquanto um preconceito. ...

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    Negros denunciam preconceito, sobretudo na periferia, com hashtag #NaFortalezaRacista

    Campanha reúne relatos de quem vivenciou o racismo na pele, inclusive em abordagens policiais, e busca conscientizar a população e mostrar que o preconceito é cotidiano Do O Povo   Com o objetivo de denunciar o racismo no cotidiano de Fortaleza, jovens negros da periferia da Capital usam a hashtag #NaFortalezaRacista para compartilhar relatos que inclui racismo cotidiano, institucional, violência policial e assédio. As postagens tiveram início no começo desta semana, mas são planejadas há pelo menos 15 dias por grupos que integram o movimento negro. San Souza, 29, morador do Bom Jardim, fotógrafo e integrante do Coletivo Motim, particiou do planejamento da implantação da iniciativa. "Nosso objetivo é mostrar o que acontece com pessoas negras na Cidade. Aqui a gente percebe o racismo muito instaurado nas instituições, a exemplo da Guarda Municipal e da Polícia Militar. É muito visível e eles não fazem questão de esconder", aponta. Souza indica ...

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    Mulheres fazem apresentação para falar sobre machismo, violência e preconceito em Cariacica

    As apresentações de 'Mulher na pele que sou' são gratuitas e contarão com bate papo sobre a vivência de mulheres negras Do Folha Vitória Foto: Juane Vaillant Música, poesia, teatro e reflexão são pontos chave das apresentações de 'Mulher na pele que sou', que acontecerá nos dias 21, 23, 28 e 30 de junho e 05 e 07 de julho, no teatro do Centro Cultural Frei Civitella, em Campo Grande, Cariacica. O projeto é contemplado pela lei de incentivo à cultura de Cariacica, João Bananeira. 'Mulher na pele que sou' surgiu a partir da união de artistas interessadas em debater o papel da mulher negra na sociedade. O intuito desse projeto é promover um espetáculo musical para discutir as questões do racismo, violência e machismo. A apresentação é composta de músicas que falam sobre infância, aceitação da pele, do corpo, de protagonismo de suas histórias de vida e renovação. Após as ...

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    As faculdades de Direito, o racismo e a reprodução de preconceito

    A lei garante reserva de vagas para negros e negras em concursos públicos, mas candidatos seguem submetidos ao arbítrio da banca examinadora por Luciane Soares da Silva, da Carta Capital  'Diariamente bancos com portas giratórias travam segundo cor e classe do cliente' (Rovena Rosa/Agência Brasil) A alta qualificação de alunos que ingressaram em programas de pós-graduação, passadas quase duas décadas do início da implementação das ações afirmativas, não aparece refletida nos concursos públicos que seguem reproduzindo um modelo de recrutamento racialmente branco. O caso recente de concurso com reserva de vagas para negros no IFCS/UFRJ explicita a precariedade das soluções para a questão racial: a lei 12.990 de 2014 torna obrigatória a reserva de vagas para negros e negras. Mas os candidatos seguem submetidos ao arbítrio da banca examinadora. Quanto ao quadro de professores da PUC, segundo dados do Sistema de Gerência Universitária, dos 1.985 professores da instituição, 86 são ...

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    As médicas-imigrantes cubanas e os preconceitos encadeados

    Mulheres, oriundas de país socialista, muitas delas negras, tiveram que lidar com vários obstáculos e se tornaram as preferidas dos usuários do SUS Por Patricia Villen, da CartaCapital Foto: RAWPIXEL.COM No final de 2013, com a implantação do Programa Mais Médicos, foram contratados mais de 12 mil médicos para trabalhar na rede nacional de atendimento básico de saúde pública, em regime temporário. A nacionalidade cubana representou, nessa primeira fase do programa, cerca de 80% desses médicos, com mais da metade desse percentual composto por mulheres. Esse elevado número de mulheres alinha-se com as tendências globais dos movimentos migratórios hoje, em sua ligação com o funcionamento do mercado de trabalho. Cerca da metade das populações em movimento é formada por mulheres que, na maioria das vezes, encontram condições muito precárias de inserção laboral nos países de destino, sobretudo no trabalho doméstico e de cuidado, mas também na indústria e nos serviços. Todavia, o caso das médicas mostra como ...

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