Resultados da pesquisa por 'violências'

    hillary clinton

    Hillary pressiona Kinshasa a acabar com as violências sexuais contra mulheres

    GOMA, 11 Ago 2009 (AFP) - A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, ardente defensora dos direitos da mulher, pediu nesta terça-feira em Goma, leste da República Democrática do Congo (RDC), que o presidente Joseph Kabila detenha e condene os militares responsáveis por violências sexuais.   Fonte: G1   A chanceler chegou na véspera na capital Kinshasa, quarta etapa de seu giro por sete países da África, e foi nesta terça-feira para Goma, no leste do país, onde prometeu ajuda americana.   Esta região está desestabilizada por rebeldes hutus ruandeses das Forças democráticas de libertação do Ruanda (FDLR) e ugandeses do Exército de resistência do senhor (LRA).   Os rebeldes e também soldados do exército regular (FARDC) cometem regularmente violências contra os civis, em particular contra as mulheres, vítimas de estupro, utilizada como arma de guerra.   Segundo a ONU, ao menos 200.000 mulheres foram estupradas desde 1996 no leste ...

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    "Nos levantamos para lutar contra o empobrecimento do capitalismo, contra a colonização do sionismo e contra a violência à qual os mais humildes estão condenados" (Foto: Helena Zelic/Marcha das Margaridas)

    Mulheres da Assembleia Internacional dos Povos ratificam sua luta contra a violência

    "Saudamos a luta feminista que as mulheres e as diversidades estão realizando nos cinco continentes contra o patriarcado, o capitalismo, o imperialismo, o sionismo e o racismo". Assim as mulheres integrantes da Assembleia Internacional dos Povos, uma articulação internacional de movimentos populares, partidos de esquerda e sindicatos, ratificam seu compromisso com o feminismo no marco do Dia Internacional de Combate à violência contra a mulher, celebrado nesta quarta-feira, 25 de novembro. Em uma nota divulgada hoje, as militantes recuperam a história da data, criada em memória de Patria, Minerva e María Teresa Mirabal, as três irmãs perseguidas e assassinadas em 1960 por ordem do ditador da República Dominicana, Rafael Leónidas Trujillo. "Esta é a mesma história de muitas mulheres em todo o mundo que, apesar da violência típica do sistema patriarcal na nossa vida cotidiana, também confrontamos a violência política e social que os Estados cometem contra nós e nossos ...

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    Crédito: Getty Images/iStockphoto

    Educação antirracista em narrativa confessional, decolonial e insurgente: ser corpo- território negro e docente na rede pública. ¹

    Se alguém imagina um texto carregado de formalidades acadêmicas e de discussões metodológicas de planos de aula com receitas pedagógicas, sugiro que não o leia, pois a frustração será companheira da primeira à última linha. Aqui me permito a liberdade de escrever em primeira pessoa com toda a carga de subjetividade não sonegada, afinal não cruzei com intelectuais do nível (altíssimo) de minha avó, Conceição, xará de outra, a Evaristo, minha mãe Alice, Carolina Maria de Jesus, Sueli Carneiro, Beatriz Nascimento entre tantas referências que me ensinaram a não ter receio de me implicar e bordar com linhas autobiográficas a escrita que busco validar dentro das regras científicas. Sou grata ao feminismo negro e a epistemologia decolonial por me fazerem enxergar em todas elas intelectuais, agentes do conhecimento, portadoras de talento e criatividade ancestrais. Dessa fonte beberei independente das credenciais acadêmicas que venha a colecionar. Dispostes? O ano era 2001.Especial ...

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    Foto: NAPPY STUDIO

    A vida de nossos idosos negros também importa

    Novembro é o mês em que parte da população entende a necessidade de pensar na consciência, no corpo, nas condições de vida e na identidade das pessoas negras no nosso país. E é justamente nesse mês que o presidente da República transfere para cidadãos e cidadãs o fracasso do Estado no enfrentamento de uma sindemia, além de uma pandemia. Sindemia pelo fato de ser um acúmulo de diversas crises: sanitária, política (em que impera o negacionismo), econômica (crescente número de desalentados e desempregados), conflitos raciais (isolamento e distanciamento não foram capazes de amenizar as práticas violentas contra grupos sociais desprivilegiados) e a Covid-19. São essas crises que simbolizam as marcas do racismo, pois são as pessoas negras as mais afetadas. Estamos lutando pelo direito de respirar, parafraseando o filósofo camaronês Achille Mbembe, e os idosos negros talvez sejam o grupo a quem esse direito é mais proibido de vivenciar. No ...

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    Victor Tongdee/Adobe

    Escrito em Nego

    Quando buscaram os Negros na África, trazendo-os como bichos amontoados em uma nau, ignorando suas paixões, estórias e a própria raiz ancestral, Foi escrito em negro e nos negros: sina trágica! No momento em que chegavam ao Cais do Valongo, Mortificados em corpo e alma pelos dissabores do trajeto; Travessia oceânica que pelo medo, pela ira e pela fome fazia-se mais longa, Escrito em pele negra foi: Objetos! No momento em que chegavam às senzalas com seus cabelos “Sarárá,” pele negra, dentes brancos, falando em dialetos nagô, suaíli ou banto, o povo da casa grande se perdia em olhares; ainda que ninguém se atrevesse nada a falar; Era ali escrito em negras pele, talvez por medo ou ignorância: Espanto. Na ração regrada e seca que aos negros era ofertada, Na água barrenta e lameada que não lhes provia da sede a saciedade, No preparar e não comer os quitutes da ...

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    Divulgação

    Intolerável e criminoso: O racismo mata e precisa ser punido e combatido

    No país da desigualdade e do racismo genocida, o Dia da Consciência Negra começa assim: abrindo os jornais, tomamos conhecimento de que João Alberto Silveira Freitas, um homem negro, morreu espancado por seguranças terceirizados de um supermercado multinacional – o Carrefour. Trata-se, sem dúvida, de um assassinato criminoso, que deixa um rastro de dor e trauma para quem fica e luta. Mas devemos ter a responsabilidade de olhar além. No caso em questão, o que grita é um padrão: o padrão racista de uma sociedade que dirige violência moral, física e simbólica contra a sua população negra cotidianamente. Não se trata de um “caso isolado”, há um histórico de violência racista – e, portanto, criminosa - dentro da mesma cadeia de supermercados Carrefour. As redes, organizações e movimentos abaixo assinados solidarizam-se com a família de João Alberto e com todas as pessoas negras de nosso país, sujeitas diariamente à violência ...

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    @CANTADASPROGRESSISTAS

    A cultura do estupro e o “estupro culposo”

    Nos últimos dias ganhou grande repercussão o caso do processo criminal de estupro de vulnerável envolvendo a modelo Mariana Ferrer e o empresário André de Camargo Aranha. Acerca do caso muito vem sendo debatido e comentado na internet, principalmente por meio de mídias sociais, no entanto pouco se sabe de fato sobre o processo em razão de este tramitar em segredo de justiça. Nesse sentido, e firme na convicção de que no crime de estupro o segredo de justiça vem para defender o mínimo de integridade e privacidade da vítima (art. 5º, LX, da Constituição da República combinado com art. 201, §6º, do Código de Processo Penal), e não para poupar eventuais estupradores, aliado ao fato de que a própria Mariana já demonstrou o interesse em tornar o processo público (conforme noticiado aqui), bem como que a sentença já circula amplamente na internet, motivo pelo qual pude a ela ter ...

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    Arte: Romulo Arruda

    Dia da Consciência Negra e luta antirracista

    “O racismo não é um ato ou um conjunto de atos e tampouco se resume a um fenômeno restrito às práticas institucionais; é, sobretudo, um processo histórico e político em que as condições de subalternidade ou de privilégio de sujeitos racializados é estruturalmente reproduzida²”. Impera no Brasil uma normalidade na forma subalternizada como o negro ocupa lugar na sociedade. Assim, ver “pessoas de cor” em estratos sociais inferiores é percebido como algo dentro da ordem das coisas, seja pedindo esmola na rua, limpando espaços públicos e privados ou residindo em lugares sem o mínimo de infraestrutura e dignidade humana. Isto se deve a uma ideologia arraigada pelos séculos de escravidão que o país viveu a maior parte de sua História. Características de uma sociedade escravocrata são muito mais comuns em nosso cotidiano do que se supõe, elas se manifestam e se reproduzem no discurso dominante, na mídia, nos espaços de ...

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    (Foto: Geledés)

    Racismo no Carrefour

      Desde 2009 registramos casos de violência racial nas dependências da rede Carrefour, e apesar das inúmeras manifestações e denúncias dos movimentos negros sobre as práticas racistas, a situação ocorrida no último dia 19 de novembro reafirma a existência de um padrão institucionalizado de desrespeito e violência destinado à população negra, sem possibilidade de reversão. Apresentamos um dossiê que reúne as violências sofridas por pessoas negras, e também  as várias tentativas de diálogo propostas pelos movimentos negros visando o enfrentamento do racismo institucional na rede Carrefour, compromisso que não se efetiva na  empresa. Segue a linha do tempo:  https://www.geledes.org.br/homem-negro-espancado-suspeito-de-roubar-o-proprio-carro/ Manifesto: Racismo e crimes no Hipermercado Carrefour No dia 07 de agosto de 2009 Januário Alves de Santana, funcionário da Universidade de São Paulo - USP foi com sua esposa, dois filhos, irmã e cunhado fazer compras no Hipermercado Carrefour, na loja da Avenida dos Autonomistas, em Osasco. Na dependência do estabelecimento ...

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    Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

    Há esperança em um futuro com mulheres negras eleitas

    A população brasileira se mobilizou ontem (15) para exercer sua cidadania, nessa que por si só já é uma eleição histórica para o país. Pandemia global, aumento das desigualdades e resistência cotidiana para reforçar a importância da participação política de mulheres na definição dos caminhos possíveis de transformação do Brasil. Durante os últimos meses aproveitei este espaço para apresentar as mais diversas ferramentas e ações que construímos dentro do Instituto Marielle Franco para visibilizar, fortalecer e impulsionar candidaturas de mulheres negras nestas eleições, hoje, pretendo exercitar meu imaginário sobre este futuro liderado por estes corpos que - assim como a minha irmã - movimentam as estruturas cotidianas de poder. Primeiro, é importante dizer que o trabalho para fortalecer mulheres negras começa muito antes do período eleitoral. É comum utilizarmos estes períodos de 2 a 2 anos para debatermos sobre as questões que rondam o espectro político, inclusive as noções de ...

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    (FOTO: MÁRIO VASCONCELLOS/CMRJ)

    O mandato interrompido e o legado de Marielle Franco

    Hoje, 14 de novembro, véspera das eleições municipais em todo o Brasil, é impossível deixar de lembrar que se completam 32 meses do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Já se passam 976 dias depois de um crime brutal, contra uma das mais notáveis vereadoras da história do Brasil, e ainda não sabemos quem mandou matar Marielle e por quê. Amanhã, as 51 cadeiras disponíveis na Câmara Municipal do Rio de Janeiro estarão em disputa. Uma delas foi ocupada brilhantemente por Marielle, até que sua trajetória foi cruelmente interrompida. Há quatro anos era eleita como uma das vereadoras mais votadas da cidade do Rio de Janeiro, mas não conseguiu terminar o seu mandato. São 1.758 candidatos na cidade do Rio —as mulheres correspondem a menos de um terço do total de candidaturas, e olhando para o recorte de mulheres negras esse número é ainda menor. Na internet, é possível ...

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    Adeptos das religiões afro-brasileiras foram as maiores vítimas de intolerância religiosa no país em 2019 (Foto: Marcelo Camargo/ABr)

    Manifesto pede que candidaturas respeitem Estado laico; mil pastores disputam eleição

    Cerca de 80 organizações da sociedade civil e centros religiosos assinaram um manifesto, divulgado na semana das eleições municipais, para pedir comprometimento das candidaturas com a laicidade do Estado. O Brasil é um Estado laico há 130 anos. Ou seja, desde 1890, diferentes legislações estabelecem que o governo não tem posição religiosa definida e que todo cidadão tem liberdade de praticar sua religião. Além disso, o Estado também deve evitar que grupos religiosos exerçam interferência em questões políticas. "Nosso país vive uma onda crescente de ódio, de violências raciais, de classe, gênero e religiosas. Não podemos reeditar a história de opressão, perseguição e discriminação religiosas, patrocinada pelo fascismo (ou pela ideia de que há um Deus verdadeiro e um Deus falso)", diz o manifesto. Segundo levantamento do portal Metrópoles, 2.093 candidatos nas eleições 2020 se identificam como líderes religiosos. A maioria são pastores, 1.012. A lista também inclui padre, bispo, ...

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    Imagem: iStock

    Como e quando você se tornou feminista?

    Recentemente fui convidada para conversar com adolescentes negras/os, estudantes de escolas públicas que estavam reunidas/os num curso virtual de introdução à Cultura Afro-brasileira. Uma iniciativa do Coletivo Re-Existência Nzinga Calabar, um projeto político literário desenvolvido a partir da periferia soteropolitana. Falei do meu lugar de mundo, da minha trajetória artística e acadêmica. Fui apresentada como mulher-cis, negra, atriz, professora de Teatro, mestra em Artes Cênicas e Feminista. Bom, a fala dizia sobre todas essas categorias que desenham a minha existência.  No momento de abertura para as perguntas, uma adolescente ‘manda pra mim’: “Como e quando você se tornou feminista?” e essa questão me pôs em xeque! Eu nunca tinha pensado em responder a isso. Eu nunca havia sido questionada sobre “como e quando”. Já precisei falar sobre as leituras que faço, sobre os livros que compro, sobre as teorias que aprendi e como eu as articulo às minhas práticas artísticas ...

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    Reprodução/Facebook

    Instituto Liberta lança campanha #nãosecale para incentivar denúncias de exploração sexual infantil

    Lançada em julho deste ano, a campanha #nãosecale é uma ação do Instituto Liberta - que tem como missão o enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil - e parceiros, que estimula as denúncias de violências sofridas neste momento de flexibilização da quarentena e retorno das pessoas às ruas e às escolas. O foco da campanha é o ambiente escolar, visto que grande parte dos casos são relatados neste local. Segundo os registros do SINAN, mais de 70% dos casos de violência sexual entre crianças e adolescentes acontecem na casa da vítima. Com a pandemia do Covid-19, a estimativa é que os casos tenham aumentado pela convivência das vítimas com seus agressores. Por este motivo, a volta às aulas é uma oportunidade para que os alunos encontrem um lugar de segurança nas escolas para falarem sobre os casos ocorridos. Luciana Temer, presidente do Instituto, reforça: "Nosso objetivo ...

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    Simony dos Anjos, de 34 anos, é candidata à Prefeitura de Osasco (Foto: Imagem retirada do site O Globo)

    Pesquisa mostra violência política sofrida por mulheres negras durante campanha

    Simony dos Anjos, de 34 anos, é uma mulher negra e candidata à Prefeitura de Osasco, em São Paulo, pelo PSOL. Dos seis candidatos homens, Simony é a única postulante feminina e negra no município. Ela relata que, durante a campanha, sofreu ataques virtuais com mensagens LGBTfóbicas, sexistas e racistas em um grupo de Whatsapp exclusivo para trocar informações sobre a candidata. O ataque a Simony não é um caso isolado. Um levantamento feito pelo Instituto Marielle Franco com apoio da Terra de Direitos e Justiça Global contabilizou que 78% das candidatas negras relataram ter sofrido ataques virtuais no período eleitoral. De 21 a 28 de outubro, 142 mulheres negras candidatas pertencentes a 93 municípios (em 21 estados) e 16 partidos responderam a um questionário para analisar o cenário da violência política eleitoral neste ano. De acordo com o relatório, os principais autores dos ataques virtuais são grupos não identificados ...

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    Capa do dossiê, com a MC Carol Dal Farra (Reprodução)

    Dossiê traz dados e análise interseccional da realidade LGBTI e negra no Brasil

    “Qual é a cor do invisível?” é a pergunta engenhosa que o Instituto Internacional sobre Raça, Igualdade e Direitos Humanos coloca no título do seu dossiê, a ser lançado na quinta-feira da semana que vem (5) e que se propõe a delinear ao longo de mais de 200 páginas “a situação de direitos humanos da população LGBTI negra no Brasil” – o subtítulo do material. Preta, Preto, Pretinhos (PPP) teve acesso ao documento, em finalização. Em um contexto em que dados oficiais sobre o universo LGBTI são escassos – e essa é uma das preocupações e reivindicações da comunidade, que vê no vazio de registros uma aresta da invisibilidade -, o dossiê reúne, contextualiza e articula dados de diversas entidades para oferecer um panorama construído com profusão de informações. No primeiro semestre de 2020, por exemplo, o documento (a partir de informações da Associação Nacional de Travestis e Transexuais – Antra) ...

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    (stevanovicigor/Thinkstock/Getty Images)

    Violência sexual intrafamiliar e aborto: Quem comete o crime, afinal?

    O tema do aborto é cercado de questões que ultrapassam o direito penal, envolve aspectos médicos, filosóficos, religiosos e políticos. Além disso, é inevitável dissociar essa problemática da discriminação de gênero e do racismo. Em diversas oportunidades, o Instituto Brasileiro de Ciências Criminais manifestou-se neste mesmo espaço editorial a respeito do tema (Boletins n. 216 e 226), reafirmando seu compromisso com o respeito à Constituição da República, com a nítida separação entre Religião e Estado, bem como preocupação com o fundamentalismo político-religioso que entrava a discussão. O Instituto busca constantemente o diálogo interdisciplinar, promovendo mesas de debates e eventos para discutir o assunto, além de inúmeras publicações sobre o tema e o ingresso como amicus curiae na importante ADPF 442, marcando presença, inclusive, em audiência pública realizada no Supremo Tribunal Federal. No último mês de agosto, veio ao conhecimento público a barbárie cometida contra uma menina de 10 anos no ...

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    Divulgação

    Igualdade de Gênero na Educação Básica: mais de cinquenta entidades lançam edital público

    Até o dia 29 de novembro estarão abertas as inscrições para o Edital Público Igualdade de Gênero na Educação Básica: prevenindo violências, enfrentando desigualdades e promovendo direitos. Escolas, universidades, organizações da sociedade civil, coletivos juvenis, movimentos sociais e profissionais de educação estão convidadas/os a apresentarem propostas de planos de aula, projetos interdisciplinares e sequências didáticas. Serão valorizadas propostas que articulem gênero, raça e diversidade sexual em uma perspectiva interseccional. As propostas aprovadas serão reconhecidas publicamente em evento virtual e vão compor um banco de aulas público, disponível para todas as escolas do Brasil. As dez mais criativas e engajadoras receberão um leitor digital e uma bolsa de estudos para um curso à escolha no Centro de Formação Educação Popular, Cultura e Direitos Humanos da Ação Educativa. Acesse o edital completo: link do edital Promovido por diversas instituições e redes comprometidas com a luta pelo direito humano à educação de qualidade, pela democracia e ...

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    Foto: Mídia Ninja/CC

    Precisamos de mais mulheres negras na politica!

    Estamos diante de mais uma eleição só que agora a nível municipal, e ainda que os tempos difíceis que viemos passando parecem não ter mais fim, é preciso termos um pouco de esperança neste momento. Esperançar no sentido freiriano da palavra, o quer dizer ir à luta, construir coletivamente possibilidades de um futuro melhor, e será no campo das disputas políticas que juntos iremos pavimentar o caminho em direção a esta realidade. Apesar dos efeitos trágicos que uma pandemia tem nos submetido, os últimos anos no país tem sido de grandes ataques a democracia e aos direitos sociais, tão importantes para o desenvolvimento digno da sociedade civil, além das constantes violências contra minorias e do genocídio da população negra. Os ataques a estes direitos que foram conquistados por meio de muitas lutas, fazem parte da agenda neoliberal implantada por governos de direita que tem ocupado o poder. E o que ...

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    Adobe

    Mate o amor romântico antes que ele te mate: por outras insurgências do amar

    As nossas mártires, as nossas matriarcas, as nossas mais velhas carregaram em seus corpos negros a insuficiência da realização do amor romântico. A tradução desse lamento pode-se perceber pela hereditariedade trazida por nós, mulheres negras, que ainda insistimos (in)conscientemente na busca desse amor.  A aspiração desse desejo imposto tem um caminho enraizado por conta das mediações do colonialismo patriarcal e a formação da sociedade capitalista. Normatizar os padrões do sentir, e hierarquizar socialmente os estágios da felicidade e realização pessoal, foram algumas maneiras de contagiar as pessoas com a ideologia da romantização do amor.  Um amor substantivo, único e essencializado. Construído a partir de dispositivos de controle dos corpos e da mente a fim de designar ao outro a total responsabilidade do servir amor. Essa subserviência enquanto consubstancialidade de uma relação afetiva é a morte para os nossos povos pretos.  Afinal, a construção histórica das nossas sociabilidades - desde as ...

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