quarta-feira, setembro 23, 2020

    Resultados da pesquisa por 'desigualdade'

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    II Plano Nacional de Políticas para Mulheres

    O II Plano Nacional de Políticas para Mulheres (II PNPM) é resultado da mobilização de quase 200 mil brasileiras que participaram, em todo o País, das Conferências Municipais e Estaduais, e elegeram 2.700 delegadas à II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (II CNPM), realizada em agosto de 2007. O II PNPM expressa a vontade política do Governo Federal em reverter o padrão de desigualdade entre homens e mulheres em nosso País. Este não é um Plano da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. É um Plano de Governo. Este não é um Plano que traz benefícios só para as mulheres. É um Plano que beneficia toda a sociedade. Para que o II PNPM seja implementado, é imprescindível a parceria entre a União,governos estaduais e governos municipais. É igualmente fundamental que a sociedade civil, em especial as mulheres, conheça as ações propostas para que possa acompanhar sua execução. ...

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    Roseli Fischmann

    O ódio genocida ao Outro

    "Para racistas, os seres humanos que são seu alvo simplesmente não merecem viver no planeta" Roseli Fischmann* - O Estado de S.Paulofonte: jornal O Estado de São Paulo (Alíás) data: 26/04/2009A Conferência da ONU em Genebra traz questionamentos, reforçando a pergunta: por que há tanta dificuldade no debate sobre o racismo?Uma resposta é que a atual geopolítica se baseou em ideologias racistas, expressas nos colonialismos, submetendo alguns povos aos interesses de outros, com repercussões perversas até hoje. Questionar a situação é questionar a história e encontrar formas de reparação, considerando o prejuízo causado a gerações e à dignidade humana (conforme Dworkin e Arendt). Pesa também o desconforto de precisar mudar algo "que sempre foi assim", como a preguiça imoral propõe para fugir ao debate, já que as mudanças requeridas pedem desde novas atitudes individuais à proposta de novas estruturas sociais para superar injustiças.Tentando esboçar identificador universal para o flagelo, o ...

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    Dissimulação e hipocrisia

    Edson Lopes Cardoso fonte: jornal Irohin - Opinião data: 25/04/2009 Foto: Fabiana Karine “Aqueles que, em pleno século 21, insistem em ressuscitar o conceito de raça e em criar legislações baseadas na premissa de que eles merecem tratamento diferenciado pelo Estado devem ser contidos em suas ações e pretensões, sob pena de incitarem, em algum momento do futuro, processos odiosos que não podem ser aceitos pela humanidade.” O parágrafo transcrito acima foi escrito por José Serra (PSDB), governador de São Paulo, e faz parte de artigo publicado ontem no jornal “Folha de S. Paulo” ( “Nenhum genocídio deve ser esquecido”, 24.03.2009, p.A3). Depois de evocar o extermínio dos armênios promovido pelos turcos, em 1915, José Serra, preocupado e atento às possibilidades de ocorrência de novas práticas genocidas, alerta no final de seu artigo os leitores da Folha para o perigo que representa no Brasil a “incitação de processos odiosos” realizada ...

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    Conferência de Durban

    Vitoriosas, porém insatisfeitas

    Intervenção das organizações não-governamentais Criola, Geledés , Cfemea e Agere na Revisão de Durban. Há oito anos, os movimentos de mulheres latino-americanos e caribenhos (negras, indígenas, lésbicas e anti-racistas) iniciaram e intensificaram suas ações para fazer valer a Declaração e o Plano de Ação aprovados em Durban. Com muito esforço político, com recursos escassos, participamos dos processos de construção dos Fóruns da Sociedade Civil das Américas e da Conferência Regional para a revisão destes documentos, realizada em junho de 2008, no Brasil, e finalmente chegamos este espaço das Nações Unidas para Conferência de Revisão de Durban. Viemos porque estamos comprometidas com a Conferência de Durban e porque sabemos que o racismo é uma enorme injustiça e um dos maiores entraves que a humanidade tem de enfrentar para acabar com a violência e avançar no sentido da realização progressiva, plena e universal dos direitos humanos. Por que sabemos que há interesses ...

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    Nem falso, nem inócuo. Exemplar

    O ódio genocida ao Outro

    Roseli Fischmann* - O Estado de S.Paulo fonte: jornal O Estado de São Paulo (Alíás) data: 26/04/2009 A Conferência da ONU em Genebra traz questionamentos, reforçando a pergunta: por que há tanta dificuldade no debate sobre o racismo? Uma resposta é que a atual geopolítica se baseou em ideologias racistas, expressas nos colonialismos, submetendo alguns povos aos interesses de outros, com repercussões perversas até hoje. Questionar a situação é questionar a história e encontrar formas de reparação, considerando o prejuízo causado a gerações e à dignidade humana (conforme Dworkin e Arendt). Pesa também o desconforto de precisar mudar algo "que sempre foi assim", como a preguiça imoral propõe para fugir ao debate, já que as mudanças requeridas pedem desde novas atitudes individuais à proposta de novas estruturas sociais para superar injustiças. Tentando esboçar identificador universal para o flagelo, o racismo é uma atitude que se permite considerar que os seres humanos que ...

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    comunicacao

    Treinamento de Mídia

      TREINAMENTO DE MÍDIA: Intercâmbio entre organizações que lutam pela promoção da igualdade racial e de gênero APRESENTAÇÃO Treinamentos de Mídia para Lideranças do Movimento de Mulheres Negras Brasileiras é um dos projetos do Programa de Comunicação do Geledés – Instituto da Mulher Negra, que teve como público alvo privilegiado mulheres negras feministas  e ativistas que trabalham com questões gênero e raça, com perspectiva de intervir na mídia em favor da mudança de mentalidade na própria mídia e conseqüentemente na sociedade sobre os preconceitos e discriminações que afetam suas vidas, de sua família e de sua comunidade. Baixe o documento em PDF Treinamento de Comunicação Mídia e Advocacy AÇÕES AFIRMATIVAS: a polêmica das cotas nos vestibulares do Rio ‘‘Não podemos continuar com políticas universalistas. Estudos mostram que nos últimos 70 anos a escolaridade dos brancos se mantém superior à dos negros, por exemplo. Os sistemas de cotas corrigem as desigualdades.’’ ...

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    suelaine

    Suelaine Carneiro – Programa de Educação

    Suelaine Carneiro [email protected] Suelaine Carneiro é socióloga, coordenadora do Programa de Educação. Geledés concebe a educação como um direito humano pautando sua ação para proteger, assegurar e expandir os direitos educativos de negras e negros. Desenvolve projetos e ações de formação de professoras e professores na temática racial e de gênero, projetos de ação afirmativa para jovens negros em parcerias com escolas, faculdades e universidades, bem como parcerias em projetos desenvolvidos por empresas, promovendo e criando condições para o ingresso no ensino superior, em escolas públicas ou privadas, visando a diminuição das desigualdades raciais no que concerne ao acesso, permanência e sucesso de pessoas negras no ensino superior. Atua também como Assessora da Relatoria do Direito Humano à Educação, projeto vinculado à Plataforma DHESCA (Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais), uma articulação de trinta e quatro organizações e redes nacionais de direitos humanos. A Relatoria tem por objetivo verificar e ...

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    Foto: Marcus Steinmayer

    Sueli Carneiro – Coordenação Executiva – Portal Geledés – app JUNTAS

    Sueli Carneiro - Coordenação Executiva [email protected] Filósofa, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo; coordenadora executiva de Geledés Instituto da mulher Negra; coordenadora da área de Direitos Humanos de Geledés; editora do Portal Geledés e coordenadora do Projeto PLP 2.0 aplicativo de combate a violência contra a mulher vencedor do Desafio de Impacto Social Google .  É também diretora vice-presidente do Fundo Brasil de Direitos Humanos. É ativista do Movimento Feminista e do Movimento Negro do Brasil; autora de artigos sobre gênero, raça e direitos humanos em diversas publicações nacionais e internacionais. É também membro do Grupo de Pesquisa “Discriminação, Preconceito e Estigma” da Faculdade de Educação da USP, membro do Conselho Consultivo do projeto Saúde das Mulheres Negras do Conectas em parceria com o Geledés, do Conselho Consultivo da Ouvidoria da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, do Conselho Consultivo do Projeto Mil Mulheres, e membro da Articulação ...

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    o-grito-do-ipiranga-quadro-de-pedro-americo-1888-museu-do-ipiranga-sp1

    As dores do pós colonialismo

    - Folha de S.Paulo 11 de Agosto de 2006 - Boaventura de Sousa Santos   Cento e oitenta quatro anos depois, o Brasil parece finalmente estar a passar do período da pós-independência para o período pós-colonial. A entrada neste último período dá-se pela constatação, discutida  na esfera pública, de que o colonialismo, longe de ter terminado com a independência, continuou sob outras formas mas sempre em coerência com o seu princípio matricial: o racismo como uma forma de hierarquia social não intencional porque assente na desigualdade natural das raças. Esta constatação pública é o primeiro passo para se iniciar a viragem descolonial, mas esta só ocorrerá se o racismo for confrontado por uma vontade política desracializante firme e sustentável. A construção dessa vontade política é um processo complexo mas tem a seu favor, não só um punhado de convenções internacionais, como também e, sobretudo, a força política dos movimentos sociais ...

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    Capacitação e Profissionalização em Geledés

    Programa de Capacitação e Profissionalização de Geledés – Memória Institucional

    O Projeto Brio - Parte do Programa de Capacitação e Profissionalização  gera igualdade de Oportunidade foi criado em julho de 96 como resultado de uma demanda de ampliação do Projeto Rappers. O Projeto Brio surgiu como proposta de um projeto de formação de jovens no I Concurso de Capacitação para Jovens da Associação de Apoio ao Programa Comunidade Solidária. Apresentado e apoiado, o Projeto Brio hoje cresceu, oferecendo cursos profissionalizantes para jovens e adolescentes negros, na faixa etária de 14 a 21 anos (distribuídos eqüitativamente entre homens e mulheres), através de convênios com instituições de capacitação de mão de obra nas instâncias públicas e privadas. Essa é uma das maneiras encontradas pelo Geledés de garantir possibilidades de capacitação de maior grau de especialização para a mão de obra negra. Cresce a consciência em nossa sociedade de que para realizar a igualdade de oportunidades, um princípio democrático, é necessário atuar sobre ...

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    Folha Imagem

    CNE Relatório de Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva

    O Movimento Negro honrou-me, em 2002, ao indicar, aos senhores Presidente da República e Ministro da Educação, meu nome, que foi aceito, para compor o Conselho Nacional de Educação, ocupando função de conselheira junto à Câmara de Educação Superior.Ao final do mandato, em abril 2006, consultados meus registros pessoais e os feitos pela assessoria do CNE, foi possível constatar que, nestes 4 anos, examinei cerca de 160 processos, relatei 148, formulei 4 indicações, participei de 8 comissões internas, de 3 comissões externas, de 8 reuniões do Fórum Brasil de Educação, de 20 reuniões de debates a respeito  de temáticas contundentes na Educação Brasileira, visitei 9 instituições de ensino superior, coordenei reuniões de trabalho com outros representantes do Movimento Negro que entre 2002 e 2003 exerciam funções em órgãos públicos em Brasília, elaborei 7 documentos de diferente natureza .Entre estes documentos, destaco a proposta que foi entregue à Comissão de Transição ...

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    Inclusão da História da África nas Escolas

    Após décadas de lutas por políticas educativas de  inclusão da história da população negra na história oficial do Brasil, em 9 de janeiro de 2003 entrou em vigor, a Lei Federal 10639/2003, alterando a Lei 9.394 que estabelece as diretrizes curriculares e bases da educação nacional (escolas públicas e privadas, e qualquer estabelecimento e modalidade de ensino de 1º, 2º e 3º graus), onde, em seu artigo 26-A, torna obrigatória a inclusão do estudo das “Relações Étnico-Raciais e o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana”. A Lei 10.639 é um grande avanço, mas que até o momento não foi implementada com suficiente energia, existindo até o momento apenas ações tímidas e parciais, diferente do que está descrito na lei. Da Ação Educativa @_WILLPOWER_ Diante da constatação de que a existência da Lei não significou uma mudança do Estado na forma de agir e ver a população negra, em ...

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    História e Cultura Afrobrasileira

    Apresentação e contextualização  @DAZZLE_JAM Na década de 90 o Governo Brasileiro, durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, reconheceu publicamente a existência do racismo no país, acatando parte das reivindicações e confirmando antigo apontamento e constatação, tanto por parte do Movimento Negro (MN) quanto de pesquisadores da área de Educação e Relações Étnico-Raciais, que uma educação fundada em uma visão eurocêntrica do mundo perpetua a discriminação racial e fere a auto-estima das pessoas que não se sentem contempladas e portanto não encontram identificação no ambiente escolar. Por: Suelaine Carneiro e Tania Portella, da Ação Educativa A ação mais explícita de reconhecimento do racismo brasileiro pelo Governo Federal foi a criação do Grupo de Trabalho para Valorização da População Negra no dia 20 de novembro de 1995, data de tricentenário de Zumbi dos Palmares. Implementado no âmbito do Ministério da Justiça mas com caráter interministerial, o chamado GTI População Negra, foi ...

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    Geledés e o Projeto Geração XXI

    O Projeto Geração XXI foi uma ação afirmativa fundamentada e dirigida na perspectiva do desenvolvimento humano sustentável que, por meio de uma proposta político-pedagógica inovadora, toma 21 jovens negros/as como sujeitos de direitos, produz condições de aprendizado e de desenvolvimento de talentos, acesso a novas linguagens e tecnologias, amplia as possibilidades de equidade nas condições econômicas, sociais e culturais, contribuindo para o aperfeiçoamento e fortalecimento da construção democrática no Brasil. Os/as 21 adolescentes negros/as, com idade inicial entre 13 e 15 anos, integrantes de famílias com renda per capita entre um e dois salários mínimos, residentes na cidade de São Paulo são acompanhados/as e têm seus estudos custeados da 8º série do ensino fundamental ao término da graduação universitária, por um período de 9 anos. As atividades foram iniciadas em março de 1999. Diversas escolas públicas (diretores/as e professores/as ) e algumas entidades sociais da cidade de São Paulo foram ...

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    Geledés e a Pesquisa Acadêmica

    Articula-se com centros de estudos e pesquisas para a produção de conhecimento no tema das relações raciais, gênero e de direitos humanos. Através do diálogo entre ativistas e acadêmicos, tem por finalidade a construção de uma base de conhecimento que possibilite identificar os obstáculos que ainda se impõem na superação das desigualdades. Participa dos seguintes projetos: Projeto de pesquisa Ensino religioso em escolas públicas: ameaças ao Estado laico e aos direitos reprodutivos Este é um projeto ligado o Grupo de Pesquisa "Discriminação, Preconceito e Estigma" da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), coordenado pela Profa. Dra. Roseli Fischamnn. É um projeto aprovado pelo CNPq no Edital MCT/CNPq/SPM-PR/MDA nº 57/2008 - Relações de Gênero, Mulheres e Feminismo / Edital nº 57/2008 - Categoria 1processo nº 402923/2008-1 com duração de 18 meses com início em 01/12/2008. O Geledés Instituto da Mulher Negra participa deste projeto, na condição de organização ...

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    Cadernos Geeledes nº 1

    Saúde Reprodutiva da População Negra no Brasil: Entre Malthus e Gobineau

    Saúde reprodutiva da população negra representa um novo campo de produção de estudos e conhecimentos, que se encontra em construção no Brasil a partir da confluência de duas áreas de estudos: a da saúde reprodutiva e a das relações raciais. Representa ao mesmo tempo um campo de produção teórica e de ação política. Por Edna Roland Délcio da Fonseca Sobrinho destaca três grandes momentos da história do planejamento familiar no Brasil (Congresso Nacional, 1993). O primeiro, anterior a 1964, "cujas origens remontam ao período imperial e primórdios do republicano, era marcado por um sentimento natalista difuso e pela ideia racista de busca de melhoria da raça brasileira". O segundo caracterizou-se pela polêmica do controle versus anticontrole, da qual participaram os militares, "que buscavam argumentos de ordem estratégica e de segurança nacional, a Igreja, que alinhava razões de ordem moral e religiosa, e as correntes de esquerda, que argumentavam tratar-se de ...

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    Saúde reprodutiva da população negra representa um novo campo de produção de estudos e conhecimentos, que se encontra em construção no Brasil a partir da confluência de duas áreas de estudos: a da saúde reprodutiva e a das relações raciais.

    Programa de Saúde – Memória Institucional de Geledés

    Edna Roland foi diretora do Geledés e coordenadora do Programa de Saúde até 1996.  Saúde Reprodutiva da População Negra no Brasil: Entre Malthus e Gobineau Saúde reprodutiva da população negra representa um novo campo de produção de estudos e conhecimentos, que se encontra em construção no Brasil a partir da confluência de duas áreas de estudos: a da saúde reprodutiva e a das relações raciais. Representa ao mesmo tempo um campo de produção teórica e de ação política. Délcio da Fonseca Sobrinho destaca três grandes momentos da história do planejamento familiar no Brasil (Congresso Nacional, 1993). O primeiro, anterior a 1964, "cujas origens remontam ao período imperial e primórdios do republicano, era marcado por um sentimento natalista difuso e pela ideia racista de busca de melhoria da raça brasileira". O segundo caracterizou-se pela polêmica do controle versus anticontrole, da qual participaram os militares, "que buscavam argumentos de ordem estratégica e ...

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    USP descobre racismo na rede de saúde

    Pelo menos mil mulheres por ano dão entrada nas unidades básicas de saúde com pedido para fazer laqueadura no serviço de planejamento familiar da Prefeitura de Ribeirão Preto, segundo pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. Mas um dado complementar, que ainda nem foi passado para a Secretaria da Saúde da Prefeitura, incomoda bastante a coordenadora da pesquisa, Elizabeth Meloni Vieira, professora do departamento de Medicina Social: 5% das pessoas não conseguem ser atendidas no serviço de planejamento familiar, alegando que encontraram “obstáculos institucionais”. - Uns dizem que não foram chamados, outros que o prontuário sumiu, que o médico dele não foi ou o nome desapareceu da listagem. O diferente nelas é a cor: a maioria dessas pessoas é negra. Isso já foi encontrado no Brasil em outros estudos, mostrando que a cor é um fator de desigualdade social - afirma a pesquisadora. Esterilização cirúrgica O estudo ...

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    Clóvis Moura foi um grande estudioso da luta de classes com atenção ao papel do trabalhador negro brasileiro e sua história. (Foto: Imagem retirada do site Observatório Social)

    Clóvis Moura: 5 anos sem o “pensador quilombola”

    "Eu aprendi a me conhecer lendo Clóvis Moura. Sou negro e me vi em Brasil: raízes do protesto negro". (Aílson do Carmo de Souza) Em 23 de dezembro, faz 5 anos que perdemos Clóvis Moura. De forma antecipada, e como parte das reflexões sobre a Semana da Consciência Negra, nada mais apropriado do que homenageá-lo. Sua obra e sua militância foram a melhor síntese da práxis que uniu a reflexão teórica e a luta por um Brasil de igualdade racial. Desde que Zumbi passou a ser reconhecido como símbolo da luta antiescravista brasileira, foi reconsiderada parte de nossa visão de história, não feita por heróis, mas tendo o Quilombo dos Palmares como personificação e síntese da luta dos negros, nos mais de 300 anos de escravidão em nosso País, e nos quase 500 anos de luta pela liberdade e contra o preconceito. Foi justamente isto que os movimentos negros, independente ...

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    Getty Images

    Declaração Mar Del Plata

    Quarta Cúpula das Américas Declaração de Mar del Plata MAR DEL PLATA, ARGENTINA - 5 DE NOVEMBRO DE 2005 Criar Trabalho para Enfrentar a Pobreza e Fortalecer a Governabilidade Democrática 1.    Convencidos da necessidade de aprofundar a democracia e consolidar a liberdade nas Américas, de acordo com os princípios constantes da Carta da Organização dos Estados Americanos e da Carta Democrática Interamericana, e de sua plena aplicação como fundamento de nossa comunidade hemisférica, nós, os Chefes de Estado e de Governo dos países democráticos das Américas, reunidos na cidade de Mar del Plata, Argentina, por ocasião de nossa Quarta Cúpula, reafirmamos nosso compromisso de combater a pobreza, a desigualdade, a fome e a exclusão social para melhorar as condições de vida de nossos povos e fortalecer a governabilidade democrática nas Américas. Conferimos ao direito ao trabalho, tal como está estipulado nos instrumentos de direitos humanos, um lugar central na agenda ...

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