terça-feira, abril 20, 2021

Resultados da pesquisa por 'ideologia de gênero'

WIKIMEDIA COMMONS

Lobato, os jecas e a questão racial no pensamento social brasileiro

Por: Ricardo Augusto dos Santos Este texto narra a construção da figura simbólica do Jeca Tatu e é parte de uma biografia sobre Monteiro Lobato, tendo como cenário o pensamento social brasileiro. Uma análise das representações sociais e literárias sobre o país, destacando um aspecto pouco presente na literatura acadêmica, que examina a difusão dos textos, sem uma investigação rigorosa das condições históricas de produção do pensamento social e político. Portanto, sem articulação da identidade cultural com a criação dos tipos sociológicos, que em vários momentos, foram "retratos" desta identidade: Jeca-Tatu, Macunaíma, Policarpo Quaresma e outros. Consideramos que a contribuição deste trabalho consiste em investigar a participação dos membros do movimento sanitarista na adoção de idéias e práticas de educação higiênica e, ao mesmo tempo, nas interpretações sobre a sociedade brasileira. Em outras palavras, julgamos relevante construir um projeto que relacione as imagens simbólicas da obra lobatiana às políticas de ...

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Reprodução/Editora Globo

Conselho Nacional de Educação emite parecer sobre livro de Monteiro Lobato em escola

Monteiro Lobato (1882-1948), um dos maiores autores de literatura infantil, está na mira do CNE (Conselho Nacional de Educação). Um parecer do colegiado publicado no "Diário Oficial da União" sugere que o livro "Caçadas de Pedrinho" não seja distribuído a escolas públicas, ou que isso seja feito com um alerta, sob a alegação de que é racista. Para entrar em vigor, o parecer precisa ser homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O texto será analisado pelo ministro e pela Secretaria de Educação Básica. O livro já foi distribuído pelo próprio MEC a colégios de ensino fundamental pelo PNBE (Programa Nacional de Biblioteca na Escola). Em nota técnica citada pelo CNE, a Secretaria de Alfabetização e Diversidade do MEC diz que a obra só deve ser usada "quando o professor tiver a compreensão dos processos históricos que geram o racismo no Brasil". Publicado em 1933, "Caçadas de Pedrinho" relata uma aventura da ...

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A representação do negro na política brasileira

Por Antonio Ozaí da Silva “A sociedade brasileira largou o negro ao seu próprio destino, deitando sobre seus ombros a responsabilidade de reeducar-se e de transformar-se para corresponder aos novos padrões e ideais de homem, criados pelo advento do trabalho livre, do regime republicano e do capitalismo”. (Florestan Fernandes, 1978: 20) Resumo: Os negros escravos foram comparados a instrumentos de trabalho e animais: era-lhes negado o status de humanos. Com a abolição, o negro foi relegado ao status de cidadão de segunda classe, excluído dos direitos sociais e de cidadania e desconsiderado por uma concepção de história branca e européia que enfatizava o movimento operário na perspectiva do branco imigrante europeu. Mesmo em condições adversas os negros atuaram politicamente. Para compreender sua política é preciso considerar a política para além das instituições estatais. O artigo analisa as práticas políticas dos negros brasileiros através das suas organizações e a inserção na política ...

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A questão dos direitos humanos e o combate às desigualdades: discriminação e violência

1. Raça e direitos humanos no Brasil É de Joaquim Nabuco a compreensão de que a escravidão marcaria por longo tempo a sociedade brasileira porque ela não teria sido seguida de “medidas sociais complementares em benefício dos libertados, nem de qualquer impulso interior, de renovação da consciência pública.” Na base dessa contradição perdura uma questão essencial acerca dos direitos humanos: a prevalência de uma concepção de que certos humanos são mais ou menos humanos do que outros e por conseqüência a naturalização da desigualdade de direitos. Se alguns estão consolidados no imaginário social como portadores de uma humanidade incompleta torna-se natural que não participem igualitariamente do gozo pleno dos direitos humanos. Uma das heranças da escravidão com a qual contribuiu, posteriormente, o racismo científico do século XIX que dotou de suposta cientificidade a divisão da humanidade em raças estabelecendo hierarquia entre elas e conferindo-lhes estatuto de superioridade ou inferioridade naturais. ...

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As Elizas do Brasil e suas mortes anunciadas

AS ELIZAS DO BRASIL E SUAS MORTES ANUNCIADAS Por Cecilia Sardenberg   Neste mês de agosto, quando se comemora o quarto aniversário da promulgação da Lei 11.340/2006 - denominada Lei Maria da Penha em homenagem a Professora Maria da Penha, uma vítima da violência doméstica que denunciou o Brasil por negligência às cortes internacionais -  vários casos de mulheres brutalmente assassinadas por seus companheiros ocupam as principais manchetes dos jornais do país e da nossa mídia televisiva, demonstrando a relevância e pertinência dessa nova legislação. Dentre esses casos, tem chamado atenção especial o da jovem Eliza Samúdio. Além do suposto mandante do crime ser um jogador de futebol de certa projeção, a forma em que a jovem foi assassinada e o corpo “desovado” vem chocando a opinião pública. Seu corpo ainda não foi encontrado, mas depoimentos colhidos pela polícia indicam que Eliza foi esquartejada, seus restos mortais jogados a cachorros e os ...

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Estatuto da Igualdade Racial: sonegação informativa e as novas bases para enfrentar o racismo

Por: Beto Almeida   O Estatuto da Igualdade Racial foi sancionado esta semana pelo presidente Lula. O episódio mereceria um destaque muito maior por parte dos meios de comunicação. Mas, sem surpreender, a grande mídia comercial noticiou apenas discretamente o evento. Nenhum grande jornal deu na primeira página. E o Jornal Nacional da TV Globo fez apenas uma notinha curtíssima para a importância do fato, sem imagens. Ou seja, na proporção inversa da ampla divulgação que deu, por meses, à campanha do DEM contra as cotas para alunos pobres e negros na universidade. O artigo é de Beto Almeida.     "Uma notícia ta chegando lá do interior Não deu no rádio, no jornal ou na televisão..." Milton Nascimento e Fernando Brant   Nesta semana que termina o Estatuto da Igualdade Social foi sancionado pelo presidente Lula. Para um país que teve quase 4 séculos de escravatura, sendo o último ...

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Alô alô, mestiçagem

por Liv Sovik   A identificação do Brasil como país mestiço foi, no início do século XX, uma resposta da auto-estima brasileira à ideologia do embranquecimento, uma inovação emancipatória no discurso de identidade nacional. E continua sendo, de certa forma, quando se trata das relações com o eurocentrismo. Em um país mestiço, os brancos são irrelevantes, pois a questão é de misturar-se, deixar-se misturar, reconhecer-se como produto da mistura, o que, paradoxalmente, sempre é possível sem deixar de ser branco. Pois ser branco no Brasil é ter a pele relativamente clara, que funciona como uma espécie de senha visual e silenciosa para entrar em lugares de acesso limitado. O problema do branco se coloca, hoje, porque a militância cultural e política negra e as estatísticas oficiais informam que o Brasil não é só um país de mestiços, mas de negros-e-pardos, de um lado, e de brancos, de outro. Nesse sentido, ...

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Mais que vuvuzelas

por: Ney Lopes Por cerca de um mês, por força do futebol, o mundo se voltou para a África, o que propiciou uma saudável revisão de ideias preconcebidas e opiniões aceitas sem discussão. Nesse quadro, vuvuzelas e outros ruídos à parte, a musicalidade africana e seus desdobramentos não poderiam deixar de ser revistos e analisados. Continente onde música e dança não se dissociam, fazendo-se presentes em todas as situações da vida social e cotidiana, do nascimento à morte, a África foi decisiva na formatação da arte musical nas Américas. Desde o século 17 os sons das fazendas e das senzalas, já ecoavam nos salões das casas-grandes e nas ruas citadinas, do sul dos Estados Unidos ao Prata. Na segunda metade do século 19, essa irradiação já ensejava inclusive o nascimento de formas musicais que acabaram por se tornar marcas de vários países, como foi a rumba cubana, do merengue haitiano, ...

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Alô alô, mestiçagem

por Liv Sovik A identificação do Brasil como país mestiço foi, no início do século XX, uma resposta da auto-estima brasileira à ideologia do embranquecimento, uma inovação emancipatória no discurso de identidade nacional. E continua sendo, de certa forma, quando se trata das relações com o eurocentrismo. Em um país mestiço, os brancos são irrelevantes, pois a questão é de misturar-se, deixar-se misturar, reconhecer-se como produto da mistura, o que, paradoxalmente, sempre é possível sem deixar de ser branco. Pois ser branco no Brasil é ter a pele relativamente clara, que funciona como uma espécie de senha visual e silenciosa para entrar em lugares de acesso limitado. O problema do branco se coloca, hoje, porque a militância cultural e política negra e as estatísticas oficiais informam que o Brasil não é só um país de mestiços, mas de negros-e-pardos, de um lado, e de brancos, de outro. Nesse sentido, cabe ...

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Contribuição da ciência na elaboração de teorias racistas no séc.XIX, e seus efeitos nas relações raciais no Brasil

Por: Maria Auxiliadora de Paula Gonçalves Holanda   Introdução Algumas reflexões sobre o que nos revelam os dados - Os quesitos raça/cor ganham espaço nas pesquisas.   O Brasil é um país de grandes contrastes sociais e desigualdades resultantes de um longo período de colonização e exploração das populações indígenas e negras. Ainda hoje as conseqüências do regime escravocrata persistem mostrando estatísticas nas quais essas populações aparecem em grandes desvantagens em relação aos brancos. Essas constatações hoje já começam a ser aceitas pelos governos, e medidas de equalização dos quadros de desigualdades começam a serem tomadas.   É necessário e urgente que a garantia dos direitos fundamentais como saúde, educação e trabalho, seja efetivada com justiça, de forma que as camadas desfavorecidas da sociedade brasileira possam ter um aumento significativo de qualidade de vida. Algumas ações governamentais têm sido implementadas nesse sentido, dentre as quais podemos citar a obrigatoriedade de ...

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Bulgarelli

“O importante é a diversidade de ideias.”

Ironias para enfrentar gente de má fé e alerta para ingênuos  sobre a diversidade que realmente importa por: Reinaldo Bulgarelli Nossas organizações empresariais já não são por demais brancas, branqueadas e branquejantes, masculinas, masculinizadas e masculinizantes, heteronormativas, "davincianas" quanto à imagem do homem perfeito no círculo nada plural da existência? Se alguém dúvida, basta ler jornais ou, com um pouco mais de interesse, procurar a pesquisa do Instituto Ethos/IBOPE sobre o Perfil das 500 Maiores Empresas no Brasil. Segundo o último estudo, em 2007, tínhamos 96,5% de brancos, 89,5% de homens e 99,6% de pessoas sem deficiência no quadro executivo das empresas. É um lugar no qual são tomadas decisões importantes sobre as atividades da empresa num país plural, diverso, em rápido e profundo processo de mudança. Eduardo Barros, do Info Money, escreveu que "Se você é homem, de cor branca e de meia-idade, com diploma em um curso superior e sem ...

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Oposição ao regime em Cuba é negra, diz Carlos Moore

Salvador - Na condição de único dissidente exilado no Brasil por crime de subversão racial, o etnólogo e cientista político Carlos Moore, rompe o silêncio guardado a sete chaves por setores da esquerda brasileira, que evita tocar em tocar em temas incômodos ao regime cubano, e declara: "Os cubanos vivem sob um regime altamente repressivo, racista e discriminador. Em Cuba, ser negro e ser "criminoso" é a mesma coisa na perspectiva do regime. O fato realmente novo é o enegrecimento da oposição interna. E essa oposição é uma nova oposição, com características e demandas radicalmente diferentes da oposição externa - majoritariamente branca - de extrema direita", afirma. Em longa entrevista ao Jornalista Responsável e Editor de Afropress, Dojival Vieira, Moore, que foi assessor do líder negro norte-americano Malcoml X (com quem aparece na foto) nos anos 60, vive em Salvador e só pode voltar ao país com autorização do regime. ...

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O Vodu e a Resistência Negra no Haiti

Resumo No dia 12 de janeiro de 2010 o Haiti foi atingido por um terremoto que destruiu parte do território do país e deixou milhares de mortos e feridos. O Haiti teve uma árdua experiência de luta contra a colonização e foi o primeiro país das Américas a acabar com a escravidão e se tornar independente. Essa luta protagonizada pela população negra do país desembocou na primeira república negra das Américas. Após esse terremoto declarações de um pastor norte-americano e do cônsul do Haiti no Brasil geraram polêmicas na mídia a nível mundial, ambos associam a catástrofe ambiental a escolha religiosa do povo haitiano, o Vodu. Este presente ensaio aborda a trajetória que levou o Haiti a independência em 1804 e o papel que o Vodu cumpriu nesse processo, além da perseguição religiosa sofrida pelos praticantes do Vodu antes e depois desse período. Palavras-chave: Vodu, Haiti, Intolerância religiosa, negros. Os comunicados ...

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Lei 10.639: Luta por legitimação

Lei 10.639: Luta por legitimação

O Supremo Tribunal Federal será palco, no primeiro semestre deste ano, de debates sobre as cotas raciais em universidades - divisor de opiniões sobre a chaga do racismo no país. O fato de o tema ter chegado a tal instância é um indício de sua efervescência na sociedade. É a primeira vez na história nacional que o assunto marca presença na mais alta corte federal. Mas chega com atraso de pelo menos duas décadas em relação a países de passado igualmente escravista, como os Estados Unidos, onde uma agenda pós-racial, em que a educação tem papel de destaque na promoção da igualdade social, desaguou na eleição do primeiro presidente negro do país, o democrata Barack Obama. Por aqui, o martelo da Corte pode funcionar como um divisor de águas para as políticas públicas na medida em que poderá significar a admissão do racismo e constituir-se no primeiro passo para o reconhecimento ...

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O Vodu e a Resistência Negra no Haiti

Jaqueline Lima Santos* Resumo No dia 12 de janeiro de 2010 o Haiti foi atingido por um terremoto que destruiu parte do território do país e deixou milhares de mortos e feridos. O Haiti teve uma árdua experiência de luta contra a colonização e foi o primeiro país das Américas a acabar com a escravidão e se tornar independente. Essa luta protagonizada pela população negra do país desembocou na primeira república negra das Américas. Após esse terremoto declarações de um pastor norte-americano e do cônsul do Haiti no Brasil geraram polêmicas na mídia a nível mundial, ambos associam a catástrofe ambiental a escolha religiosa do povo haitiano, o Vodu. Este presente ensaio aborda a trajetória que levou o Haiti a independência em 1804 e o papel que o Vodu cumpriu nesse processo, além da perseguição religiosa sofrida pelos praticantes do Vodu antes e depois desse período.   Palavras-chave: Vodu, Haiti, ...

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Plataforma das mulheres para a I Conferência de Comunicação

    Há tempos as entidades do movimento de mulheres organizadas vêm discutindo o direito humano àcomunicação, a necessidade de democratização da mídia e a imagem das mulheres veiculadas nosgrandes meios, que alimenta e reproduz estereótipos e preconceitos. Temos questionado ainvisibilidade seletiva, sobretudo das negras, indígenas e lésbicas, mas também de nossasreivindicações sociais e políticas, e de nossa pluralidade. A falta de democratização dos meios decomunicação tem representado, na história do nosso país, o crescente monopólio do setor, cujoefeito mais danoso no cotidiano das mulheres tem sido o papel da mídia na disseminação damercantilização de nossos corpos e vidas e na reprodução da violência contra as mulheres.   Questionamos a imagem deturpada e estreita da mulher na mídia – uma imagem que não reflete anossa diversidade e pluralidade, que nega visibilidade a nossas demandas sociais e políticas,quando não as ridiculariza ou criminaliza, que nos desumaniza e usa como enfeite para ...

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Encuentro y desencuentros de los “saberes” en torno a la africanía latinoamericana

Jesús "Chucho" García TRES ENFOQUES privan a la hora de acercarse a los llamados estudios de la africanía en el contexto definido como "latinoamericano" desde un punto de vista regional mas no cultural:   El primer enfoque Está referido a los enfoques académicos que clasificaron y siguen clasificando arbitrariamente con un bagaje instrumental "científico" el mundo de la africanía.   La academia en torno a los estudios afro no tiene más de setenta años, cuando en la década de los años veinte (1920) estudiosos desde la disciplina antropológica (Herskovits, Ortiz, Nina Rodríguez, Bastide, posteriormente Aguirre Beltrán, Acosta Saignes, Arthur Ramos), o en la etnohistoria (Brito Figueroa, José Luciano Franco, Moreno Fraginals), comienzan a acercarse a la africanía e intentar definirla.   Los pioneros de los estudios de la diáspora afrosubsahariana en la llamada América Latina y el Caribe, como el caso del abogado Fernando Ortiz de Cuba, percibían a los ...

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dojival

Zumbi não tem nada a ver com isso

Fonte: Afropress - por: Dojival Vieira O Brasil não é um país fácil de entender, nem sua interpretação obra para amadores. Há mais coisa entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia, diria Sheakespeare. Não se deve atribuir apenas aos talentos para o negócio de eventos do afro-reitor José Vicente, da Unipalmares, o milagre da multiplicação de juntar em um espaço chique de S. Paulo - a sala S. Paulo - , negros ricos e famosos, lado a lado com a elite econômica e política do país para celebrar Zumbi dos Palmares. Não se negue que Vicente, na linguagem antenada empresarial, é "focado" no que faz: atrair dinheiro de poderosos para negócios - em que negros seriam os supostos beneficiários, seja por meio de bolsas de estudos, seja por intermédio de empregos e estágios nos bancos. Dos Governos, pede-se parcerias, que na prática significam para ...

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A discriminação racial presente em livros didáticos e sua influência na formação da identidade dos alunos

Resumo Produzida e veiculada por vários meios que rodeiam a nossa vida, incluindo, principalmente, o ambiente escolar, a discriminação afeta a vida dos alunos ainda em processo de formação identitária. Assim, percebendo que os livros didáticos possuem forte influência na educação, esse trabalho teve como objetivo apresentar resultados parciais de uma pesquisa realizada como trabalho de conclusão de curso, na qual realizou-se um estudo com imagens e expressões de racismo, presentes em livros didáticos, percebendo se estes trabalham com a questão da discriminação e verificando de que forma a pessoa negra é representada socialmente nestes. Assim, apresenta-se como se constatou que, para a formação de alunos que saibam respeitar as diferenças, há a necessidade de um trabalho com essa questão em sala de aula, bem como uma maior preocupação com a formação de professores. Fonte: Monografias.com   Palavras-chave: Discriminação racial, livros didáticos, formação da identidade.   Racial discrimination in didactical ...

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negro brasil

História e Cotidiano, perspectivas da questão dos negros e das negras no Brasil

João F. da Costa. Publicado in Projeto Escola de Fábrica ASSERS 2005   Fonte: Chico Geografia RESUMO: A discriminação e a exclusão social dos africanos e africanas trazidos ao Brasil, desde 1508, sob a condição de escravos, criou, durante cinco séculos nesse país, uma máscara nacional de “aceitação” da condição dos/das afrodescendentes, como cidadãos, onde disporiam dos mesmos direitos constitucionais, dos demais grupos étnicos existentes aqui. É irreal, que não analisemos o preconceito que ainda é instaurado em nosso cotidiano, quanto a essa questão. O direito à educação, à assistência médica – hospitalar, à socialização e à sociabilidade da raça negra no Brasil, deve ser discutido em escala geral, em todas as bases de nossa sociedade. O presente artigo procura analisar as relações de preconceito e discriminação existentes na sociedade brasileira e, sobretudo, buscar um entendimento sobre a questão junto a grupos relacionados à educação popular. Palavras Chave: Preconceito – ...

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