Resultados da pesquisa por 'Jogos Olímpicos'

    Divulgação/FIVB

    Alan é eleito MVP da Copa do Mundo de Vôlei: ‘A ficha ainda não caiu’

    Jogador de 26 anos foi o destaque da campanhada seleção na conquista do torneio No A Tarde Foto: Divulgação/FIVB Vencedor da edição de 2019 da Copa do Mundo, a seleção brasileira masculina de vôlei teve a sua superioridade no torneio reconhecida com a escolha do time ideal do torneio. Afinal, a equipe teve três atletas eleitos, incluindo o MVP do torneio, o oposto Alan. Alan, de 25 anos, já havia sido eleito o melhor jogador do Sul-Americano, torneio que a seleção já havia vencido nesta temporada. E destacou ter vivido uma temporada especial pelo Brasil. "A ficha ainda não caiu. É o meu primeiro ano aqui na seleção e já consegui conquistar bastante coisa. Para mim está sendo muito importante toda essa experiência e estar com todo esse pessoal que é extremamente importante dentro do voleibol, que fez e ainda faz história. Estou muito contente com ...

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    Eliud Kipchoge na chegada da maratona dos Jogos Olímpicos do Rio — Foto: Matthias Hangst/Getty Images

    Malária em 2002 e ouro na Rio 2016: conheça Eliud Kipchoge, o 1º homem a correr uma maratona em menos de 2h

    Nascido em Kapsisiywa, no Quênia, atleta começou a correr por conta própria ainda no ensino médio. Marca histórica de 1h59min40s2 foi conquistada neste sábado em desafio em Viena No GE Eliud Kipchoge na chegada da maratona dos Jogos Olímpicos do Rio — Foto: Matthias Hangst/Getty Images O dia 12 de outubro de 2019 ficará marcado para sempre na história do atletismo. Foi na manhã deste sábado que o queniano Eliud Kipchoge correu um desafio organizado por um patrocinador em Viena, na Áustria, em 1h59min40s2, tornando-se o primeiro homem a completar uma maratona em menos de 2h. Aos 34 anos, Kipchoge tem uma carreira marcada por muitas conquistas numa prova cujos vencedores costumam se alternar constantemente. O queniano também teve de superar um drama aos 18 anos. Foi em 2002 que ele contraiu malária, tendo de se afastar do atletismo por quase um ano. - Treinei quatro ...

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    Em entrevista à ONU Mulheres, ginasta Daiane dos Santos fala sobre enfrentamento ao racismo

    Em 1999, a ginasta Daiane dos Santos — na época, aos 16 anos — disputava os Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, no Canadá. A competição lhe renderia suas primeiras medalhas na categoria sênior da ginástica artística: prata no salto e bronze por equipes. Da ONU Mulheres    Aos 34 anos e com graduação plena em educação física (licenciatura e bacharelado), a ex-ginasta Daiane dos Santos se especializou em gestão esportiva e coordena o projeto social Brasileirinhos em Paraisópolis, em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1 Duas décadas depois, Daiane conversou com a ONU Mulheres Brasil sobre as conquistas nos esportes de alto rendimento e sobre o racismo enfrentado durante sua carreira. “Posso dizer que sofri muito mais racismo no Brasil do que fora do país. Mais de 50% de nossa população é composta por pessoas que se autodeclaram negras, mas o preconceito ainda existe. Dizem que se ...

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    Seleção feminina mobiliza torcedores e ganha apoio em desembarque após Copa

    A maior parte da delegação da seleção brasileira feminina desembarcou na manhã de hoje em São Paulo e foi recepcionada com festa por um grupo de torcedores pela participação na Copa do Mundo. O Brasil foi eliminado no último domingo pela França com derrota por 2 a 1, após prorrogação, nas oitavas de final do torneio. por Diego Salgado no Esporte UOL imagem - UOL A recepção calorosa surpreendeu a atacante Cristiane. "Nunca vi assim, nem quando ganhamos medalha", disse a veterana, que estava presente nas conquistas das medalhas de prata nos Jogos Olímpicos de 2004 e 2008, além do vice-campeonato no Mundial de 2007. Um grupo com mais de 100 pessoas chegou cedo ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, com cartazes de incentivo à seleção. "Valorize o futebol feminino", "Eu torço por todas", "Foi um prazer ver vocês jogarem", "O sonho continua, continuaremos ...

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    Ricardo Stuckert / CBF

    A gigante Formiga no futebol brasileiro

    Estamos prestes a presenciar um momento histórico no futebol, aliás, no esporte como um todo.   Por Tayguara Ribeiro, do Brasil de Fato      A atacante Formiga, de 41 anos irá disputar a sua sétima Copa do Mundo. Está a primeira vez que um atleta disputa sete edições do Mundial. Isso considerando, inclusive, o futebol masculino. Um feito tão grande como a carreira da atacante. Formiga (Ricardo Stuckert / CBF) A jogadora integra a seleção brasileira que disputará a Copa do Mundo de futebol feminino, na França. Campeão da Copa América, o Brasil compõe o grupo C ao lado da Jamaica, da Itália e da China. O torneio começa dia 07 de junho. Hoje atuando no Paris St Germain, Formiga já dedicou 24 anos a seleção brasileira. Ela participou de duas medalhas de prata nos Jogos Olímpicos e de um vice-campeonato mundial.

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    imagem- Tweeter

    O racismo, a moda, e a diversificação dos padrões de beleza: o exemplo de Iman, top model Somali dos anos 70/80

    imagem- Tweeter por Joana Passos1 no Scielo RESUMO: Muito do trabalho desenvolvido por pensadoras feministas dos anos 70 aos anos 90 teve por objectivo denunciar a forma como a sociedade patriarcal não respondia as várias necessidades das mulheres nela inseridas. Nos anos 90, o debate feminista diversificou-se em termos geopolíticos, incluindo questões de raça, religião e multiculturalismo. Ao mesmo tempo, promoveram-se estilos de vida alternativos, normalizando diferentes modelos de género. É no âmbito desta última prática que se coloca a questão de figuras precursoras. Quem mudou a noção do que é socialmente aceitável? Quem estabeleceu novas possibilidades? A minha investigação centra-se no mundo da alta costura, esfera com um forte apelo internacional, promovendo ideais de beleza e elegância. O caso de estudo que proponho constitui uma história de superação de padrões racistas na moda. A minha comunicação explora a carreira de Iman, modelo Somali que se tornou uma ...

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    Dossiê sobre racismo na revista ECO-Pós, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da UFRJ

    Racismo Revista ECO-Pós v. 21, n. 3, 2018 Enviado por Liv Sovik para o Portal Geledés do Revista do UFRJ PARAISO TROPICAL - Rosana Paulino Impressão digital sobre papel, linoleogravura, ponta seca e colagem. 48,0 x 33,0 cm. 2017. O tema deste dossiê, Racismo, foi sugerido por estudantes de pós-graduação da Escola de Comunicação da UFRJ aos editores da revista ECO-Pós, que me convidaram a elaborar um call for papers e organizar o conteúdo. Nunca antes a revista recebeu uma resposta tão grande: foram 30 trabalho submetidos, dos quais foram escolhidos cinco para acompanhar textos de convidados. Foi demanda represada? O tema do racismo, que se mostrou instigante para tantos, não tem sido muito discutido na área de Comunicação, comparada com outras como Antropologia, Sociologia e Letras. Os motivos podem ser vários: a fundação da área sob a égide do apagamento das diferenças culturais nacionais pelos ...

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    Foto Marta Azevedo

    Fundo do poço, fim do caminho por Flávia Oliveira

    O Rio de Janeiro foi desmoralizado pelo comportamento nefasto de seus líderes políticos por Flávia Oliveira no O Globo Foto Marta Azevedo Eu queria escrever uma carta de amor aos livros, em resposta ao apelo emocionado de Luiz Schwarcz. O presidente da Companhia das Letras propôs que os brasileiros façam da literatura presente de Natal para evitar o colapso das editoras, após os pedidos de recuperação judicial das duas redes de livrarias mais importantes do país, Cultura e Saraiva. Pretendia contar que razões subjetivas influenciam crescentemente o comportamento do consumidor e, por empatia, muita gente está, sim, disposta a comprar livros neste fim de ano. Mas o Rio de Janeiro não deixa. A quinta-feira amanheceu com Luiz Fernando Pezão preso. Rebatizado em memes nas redes sociais — porque a gente perde até o estado, mas mantém a piada — Prezão foi o quarto governador fluminense encarcerado ...

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    50 anos depois, o homem do punho negro fala de racismo no desporto e de Colin Kaepernick

    Passaram 50 anos da corrida de 200 metros nos Jogos Olímpicos da Cidade do México em que Tommie Smith ganhou o ouro e bateu o recorde mundial. Mas não foi este feito que o transportou para a História do desporto. Foi o punho negro erguido pelos direitos humanos. Agora fala sobre isso a um jornalista da revista The Atlantic Por Ana Mafalda Inácio Do Dn Ele estava de joelhos e eu de pé, mas os nossos gestos representaram a mesma coisa." A frase é de Tommie Smith, o homem que há 50 anos, nos Jogos Olímpicos da Cidade do México, em 1968, arrecadou a medalha de ouro na corrida de 200 metros para os Estados Unidos da América e protagonizou um dos gestos míticos queficou para a História do Desporto e da humanidade como o gesto The Black Power,do Poder Negro. Smith levantou o braço direito de punho cerrado e a mão coberta ...

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    AFP

    Discriminação contra LGBTs passa a ser crime em Tóquio, no Japão

    Uma das principais potências econômicas do mundo, mas com histórico de conservadorismo e de restrição à comunidade LGBT, o Japão deu um passo importante para conter a discriminação contra essa população em seu território. Por  Tiago Minervino, do Observatório G AFP Agora, a discriminação às LGBTs em Tóquio passa a ser considerada crime. Além de punir aqueles pegos em atos LGBTfóbicos, a comunidade arco-íris local terá o direito de visitar seus pares em hospitais, por exemplo. A modernização na lei da capital japonesa deve-se, em parte, ao fato do país asiático ser a próxima sede dos Jogos Olímpicos, que acontecerão em 2020. É importante ressaltar que, apesar do conservadorismo, dentro da Ásia, o Japão é um dos países mais progressistas quando levado em consideração as necessidades das lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Algumas cidades como Fukuoka, por exemplo, reconhecem a união entre pessoas do mesmo sexo.

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    Protesto de Tommie Smith e John Carlos marcou Jogos Olímpicos de 1968, no México (Foto: John Dominis)

    Após 50 anos, punhos erguidos na Olimpíada de 1968 se tornaram atemporais

    O ano de 1968 foi um marco da violência em um contexto de grande simbolismo cultural e cívico. A Guerra do Vietnã, o conturbado Maio de 68 na França e a Primavera de Praga estavam nas manchetes, enquanto o movimento por direitos civis dos negros norte-americanos perdia uma de suas principais vozes, Martin  Luther King, assassinado. Neste cenário os Jogos Olímpicos daquele ano foram marcados não por recordes esportivos ou medalhas conquistadas, mas por dois punhos erguidos no pódio. Cinquenta anos depois, tal protesto nunca pareceu tão atual. Em 16 de outubro de 1968, na Cidade do México, Tommie Smith e John Carlos levaram ouro e bronze, respectivamente, na prova dos 200m rasos. No pódio, durante o hino dos Estados Unidos, os velocistas ergueram punhos fechados com luvas pretas, o gesto inconfundível do movimento ‘Black Power’. O protesto, à época, estendeu ao esporte uma luta duramente travada há anos nos ...

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    Festival de desconhecidos e um título: a camisa 23 de LeBron na história dos Lakers

    Astro será o 15º jogador a usar o número na franquia para deixar um novo legado com seu nome na NBA Do SporTV Acamisa 23 é histórica por ter sido a escolhida por Michael Jordan em sua carreira no basquete. Sabidamente um perseguidor das marcas do ex-jogador, LeBron James também entrou com o mesmo número na NBA, a liga americana de basquete. Só não usou em sua passagem pelo Miami Heat pela decisão da franquia de aposentá-lo em uma homenagem a Jordan, mesmo sem ele jamais ter defendido o time. Mas nem sempre, essa camisa foi utilizada por jogadores icônicos em todas as franquias. No Los Angeles Lakers, novo time de LeBron, 14 jogadores usaram o número na história, mas nenhum deles foi capaz de deixar uma marca suficiente para fazer a franquia aposentá-lo. Veja abaixo quem foram os antecessores do Rei. LeBron James no Los Angeles Lakers (Foto: Reprodução / ...

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    Bruna Piva

    Marcas anunciam retirada de campanhas com Júlio Cocielo após comentário sobre Mbappé

    Itaú e Submarino falaram em retiradas de campanhas do ar, enquanto Coca-Cola diz que não tem planos de trabalhar com o youtuber novamente; Cocielo se desculpou pelo caso. Por Marta Cavallini no G1 A polêmica em que se envolveu o youtuber Júlio Cocielo após fazer um comentário considerado racista sobre o jogador da França Kylian Mbappé acabou afetando suas relações comerciais. Após a repercussão do caso, marcas que já fizeram ações de marketing com o Cocielo se posicionaram contra o ocorrido e anunciaram retiradas de campanhas do ar. O Itaú, por exemplo, exibiu até o dia 30 um vídeo para a Copa no qual aparecia Cocielo. Depois da repercussão do caso, o banco informou que “o youtuber não faz mais parte de qualquer peça de comunicação” da campanha. O Submarino também diz que retirou uma campanha do ar após as notícias sobre o caso. Em nota enviada ao G1, a ...

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    Pedro Ventura/Agência Brasília.

    Afro-empreendedorismo e a importância da representatividade no mercado cosmético em debate

    A Inoar Cosméticos realiza mais uma vez em São Paulo o Congresso Cabelo & Ciência. Nesta quinta edição, o encontro vai abordar o Afro-empreendedorismo no Brasil, o Cabelo afro – A força está nos cachos, e a importância da Representatividade no mercado cosmético, painel que contará com a presença da atleta de natação paraolímpica Maiara Barreto, da atleta de wrestling Aline Silva, do gestor da Casa Florescer Alberto Silva e do cabeleireiro especialista em cabelos crespos e cacheados Wally Custódio. Do [email protected] Pedro Ventura/Agência Brasília. O congresso também irá apresentar estudos da área capilar para profissionais do setor com destaque para os protocolos de aplicação do Ácido Glioxílico. Liderada pela pesquisadora associada ao Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) da UFSCar, onde coordena o Laboratório de Cosmetologia, Dra. Valéria Longo, a palestra “Cabelo afro. A força está nos cachos” abordará os aspectos peculiares da estrutura do cabelo afro e modificações físico-químicas, em sua estrutura, decorrentes de alisamentos básico ...

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    Exclusivo da Rússia: titular da telinha na Copa, confira o bate-bola com o repórter Abel Neto sobre futebol, racismo e vinhos, sua paixão

    Chegou a hora: a bola vai rolar, enfim, na Copa do Mundo. Fã ou não de futebol, todas as atenções do sorocabano e do planeta estarão voltadas, nas próximas quatro semanas, para o Mundial da Rússia. A abertura oficial acontece nesta quinta, 14, e às 12h da quinta-feira, 14, na moderna arena Luzhniki, em Moscou. E a exatos 30 dias, 15 de julho, no mesmo horário, a grande final, a qual, dedos cruzados e a torcida de mais 200 milhões de brasileiros, poderá estar a única seleção pentacampeã do mundo disputando o hexacampeonato. Por Marco Merguizzo, do  Jornal Cruzeiro do Sul Foto: Abel Neto (Arquivo pessoal) Pachequismos à parte, o Brasil é, ao lado das temidas Alemanha, França e Espanha - e por que, não? - da tumultuada mas sempre perigosa Argentina de Lionel Messi, um dos grandes favoritos, tendo todas as condições de trazer o caneco uma vez mais e, ...

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    Ser um atleta medalhista olímpico não apaga sua cor, diz ex-levantadora Fofão

    A história da ex-levantadora Fofão, 48, preencheria vários capítulos de uma enciclopédia do vôlei brasileiro. Por DANIEL E. DE CASTRO, da Folha de S.Paulo  Foto: Bruno Santos/Folhapress Nos 30 anos de carreira profissional (1985-2015), ela disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos, ganhou três medalhas e trabalhou com os dois principais treinadores do esporte no país: José Roberto Guimarães e Bernardinho. Dez anos após o ouro olímpico em Pequim, a ex-atleta dedica-se a projetos pessoais e profissionais. O mais recente é a sua biografia, que será lançada na terça-feira (10). No livro, conta-se a história de como a tímida Hélia Souza virou Fofão ainda na adolescência, por causa das bochechas proeminentes, além dos momentos mais doloridos, vitoriosos e turbulentos com a seleção brasileira. Criada na periferia de São Paulo, Fofão diz em entrevista que se vê como referência para mulheres brasileiras e que o racismo ainda é realidade no esporte nacional. Folha ...

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    Moradores da comunidade da Maré participam de manifestação organizada por ONGs que trabalham dentro do complexo (Foto: AFP/Arquivos)

    Marcha na Maré reivindica lutas de Marielle Franco

    Uma marcha com cerca de 2.500 pessoas no complexo de favelas da Maré, um dos mais violentos do Rio, reivindicou neste domingo (18) a memória e as lutas da vereadora Marielle Franco, nascida e criada nesta comunidade da zona norte da cidade e assassinada na noite de quarta na região central. "A voz da Marielle não foi calada", gritou um dos organizadores da passeata, usando um megafone. Mulher negra que denunciava o racismo na sociedade brasileira e mãe solteira, Marielle Franco surpreendeu muitos ao ser eleita vereadora em 2016. Ela ganhou fama como ativista dos direitos humanos, particularmente por denunciar a violência policial nas comunidades. "A voz da Marielle não se cala. O que vocês estão vendo aqui vai acontecer todos os dias. Hoje, todas as mulheres se chamam Marielle Franco", afirmou, durante a marcha, Mônica Cunha, fundadora de uma associação de mães de vítimas de abusos da Polícia. Marielle, ...

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    “Preto não pode andar de táxi?” Rafaela Silva relata abuso policial

    Campeã mundial de judô em 2013 e medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, Rafaela Silva relatou ter sido vítima de preconceito nesta quinta-feira (22), no Rio de Janeiro. no EsportUOL A judoca afirma que foi parada por um policial ao pedir um táxi no aeroporto. Segundo ela, o homem só entrou na viatura e foi embora depois de perguntar ao taxista se ele a havia “pegado na favela”. "Na altura do campeonato, chegando no Rio de Janeiro, tive que passar vergonha e descobrir que preto não pode andar de táxi agora. Passaram 4 policiais dentro do carro e ficaram encarando o táxi que eu estava dentro", começou a relatar em um vídeo publicado no Instagram. "Eu continuei mexendo no celular, fingi que não era nem comigo. Daqui a pouco eles ligam a sirene e mandam o taxista encostar. Levaram o taxista pra um lado, e o outro ...

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    Nós nos importamos

    Quando cerca de 140 meninas e mulheres vítimas de abuso sexual juntam forças para denunciar o seu agressor é de se esperar que a imprensa repercuta o fato e a sociedade proteste pedindo justiça. Mas não é o que tem acontecido desde que vieram à tona, a partir do segundo semestre de 2017, as diversas denúncias de atletas da seleção americana de ginástica contra Larry Nassar, ex-médico da equipe e da Michigan State University. Do Think Olga Depois de anos de rumores e denúncias que foram abafadas, ignoradas ou relativizadas, Nassar, já condenado a 60 anos por posse de pornografia infantil, está finalmente sendo julgado. Diversas atletas e ex-atletas – da ginástica, do futebol, do vôlei e da patinação artística – confrontam o ex-médico em audiência que iniciou na terça-feira, 16, no tribunal em Lansing, no Michigan. Em depoimentos perturbadores, elas revelaram detalhes dos abusos disfarçados de exames médicos e que ...

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    Nove exemplos de machismo cotidiano que deveriam ser erradicados

    A feminista Laura Bates fundou o site Everyday Sexism há cinco anos. Após 150.000 testemunhos, publica livro que reúne alguns dos insultos registrados Por BEGOÑA GÓMEZ URZAIZ, do El Pais  Capa do livro ‘Sexismo cotidiano’. Neste ano, muitas mulheres pararam alguns segundos na frente de seu computador ou celular e viram a proliferação de #metoo e #eutambém em sua timeline do Facebook ou seu perfil do Twitter, e se perguntaram: eu também? E um número muito importante respondeu que sim, que #elastambém, apesar de até aquele momento não terem sido vistas como vítimas de agressão sexual, simplesmente porque ser agredida é “o normal”. A feminista britânica Laura Bates se guiou por uma ideia semelhante, visibilizar o invisível, quando abriu em 2012 seu site Everyday Sexism, na qual qualquer mulher pode denunciar casos de machismo cotidiano, do comentário de um chefe a um anúncio visto no metrô e até — é deprimente, mas é comum — ...

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