Resultados da pesquisa por 'soldado gay'

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    Josephine Baker

    Josephine Baker (03 de junho de 1906 – 12 de abril de 1975), foi uma atriz e artista de teatro de variedades americana que mudou-se para a França, onde tornou-se cidadã francesa em 1937.  Destacou-se sobretudo como cantora, mas também se distinguiu como dançarina no início de sua carreira.  Ficou sendo conhecida como a “Vênus de Bronze” ou a “Pérola Negra”, bem como a “Deusa Crioula” nas nações de língua inglesa.  Na França sempre foi conhecida como “La Baker”. Josephine Baker foi a primeira afro-americana a desempenhar o principal papel numa grande produção cinematográfica, a primeira a apresentar-se perante uma platéia de brancos e negros numa sala de concertos americana, a primeira artista negra de teatro de variedades a se tornar  mundialmente famosa.  Notabilizou-se também por sua contribuição ao Movimento pelos Direitos Civis, nos Estados Unidos (foi-lhe oferecida a liderança do movimento por Coretta Scott King, em 1968, após o ...

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    Superior Tribunal Militar afasta militar homossexual do Exército

    O Superior Tribunal Militar decidiu nesta quinta-feira (11), por sete votos a três, reformar o tentente-coronel Osvaldo Brandão Sayd, que servia em Curitiba, por ele ter tido um relacionamento homossexual com um militar subordinado. Sayd foi acusado de ferir o decoro militar por ter tido relações com um soldado "fora da administração militar”, de acordo com o processo. Para o relator do caso no STM, ministro José Américo, o comportamento do tenente-coronel “denegriu” as Forças Armadas. Segundo ele, a condenação não se trata de coação devido à opção do militar, mas de punição a “excessos” incompatíveis com a função de oficial. “A opção sexual não há de ser recriminada, mas excessos têm de ser tolhidos para o bem da unidade militar. Não se pode permitir liberalidade a ponto de denegrir o instamento militar”, disse o ministro. Américo, acompanhado de seis ministros, decidiram que o tenente-coronel “não reúne condições de permanecer como militar em exercício” e, portanto, ...

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    “Com a criminalização da homofobia, muitos crimes não ficarão impunes”, diz MV Bill

    Fonte: A Capa Por Marcelo Hailer* O cantor carioca de rap, MV Bill, 35, surpreendeu muita gente quando, no dia 17 de dezembro de 2008, foi publicado no site "Não Homofobia" uma declaração sua em defesa da criminalização da homofobia e pela liberdade da manifestação gay. Também no site da Central Única das Favelas (CUFA), organização fundada pelo cantor, há um tópico onde a entidade questiona se não é a hora de o movimento hip hop abraçar a causa gay. MV Bill ganhou as manchetes dos grandes meios de comunicação quando, em 1999, se apresentou no extinto Free Jazz Festival - atual Tim Festival - portando uma arma falsa em sua cintura. Na época, ele disse à imprensa que se tratava de um manifesto contra a violência. As polêmicas em torno do cantor não parariam por aí. Sempre contundente em suas composições, quis também levar suas críticas ao vídeo. Deu ...

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    “Com a criminalização da homofobia, muitos crimes não ficarão impunes”, diz MV Bill

    Fonte: A Capa Por Marcelo Hailer* Foto: Fernanda Testa/G1 O cantor carioca de rap, MV Bill, 35, surpreendeu muita gente quando, no dia 17 de dezembro de 2008, foi publicado no site "Não Homofobia" uma declaração sua em defesa da criminalização da homofobia e pela liberdade da manifestação gay. Também no site da Central Única das Favelas (CUFA), organização fundada pelo cantor, há um tópico onde a entidade questiona se não é a hora de o movimento hip hop abraçar a causa gay. MV Bill ganhou as manchetes dos grandes meios de comunicação quando, em 1999, se apresentou no extinto Free Jazz Festival - atual Tim Festival - portando uma arma falsa em sua cintura. Na época, ele disse à imprensa que se tratava de um manifesto contra a violência. As polêmicas em torno do cantor não parariam por aí. Sempre contundente em suas composições, quis também levar suas críticas ...

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    ©Reuters

    Piedad Córdoba

    Terminei a entrevista (...) perguntando-a sobre os turbantes que usa. O que escondem? ?Uma cabeça cheia de idéias?, me respondeu com um sorriso, para logo explicar que o turbante, para ela, significa meu orgulho total por pertencer à afrodescendência da América Latina e Colômbia. Piedad Esneda Córdoba Ruiz (Medellín, 25 de enero de 1955), es una abogada y política de Colombia. Senadora de la República desde 1994. Ha sido miembro del Partido Liberal durante toda su vida política y es la líder del movimiento Poder Ciudadano Siglo XXI, ubicado en el ala izquierda de este partido político. Como congresista ha trabajado principalmente por los derechos de la mujer, las minorías étnicas y sexuales y los derechos humanos. En agosto de 2007 Córdoba se involucró en el tema del acuerdo humanitario entre las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) y el gobierno del presidente Álvaro Uribe autorizada por el gobierno del ...

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