Resultados da pesquisa por 'violência'

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    Mulheres negras sofrem mais com a violência obstétrica; ouça debate

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) 140 milhões de partos são feitos todos os anos no mundo, No entanto, é difícil precisar quantos foram violentos. O termo violência obstétrica vem ganhando fôlego no mundo e ajudando a estabelecer limites na relação entre gestante e equipe médica. Aqui no Brasil, um levantamento da Fundação Perseu Abramo aponta que violência obstétrica atinge uma em cada quatro mulheres brasileiras. As agressões, no entanto, são ainda maiores quanto há um recorte racial. Mulheres negras têm mais chances de terem atendimento negado, peregrinar até achar uma maternidade, serem impedidas de ter acompanhante durante o parto, não receberem anestesia para alívio da dor e ouvirem diferentes agressões verbais. Os exemplos acima são alguns dos citados pela doula Daniela Rosa, mestre em sociologia pela Unicamp e educadora e pela médica Denise Ornelas, mestre em saúde da família pela Unifesp. Elas participaram do episódio desta semana. Ouça ...

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    (Foto: China Photos / Getty Images)

    Como proteger idosos da violência patrimonial durante a pandemia

    Com a recomendação de permanecer em casa durante a pandemia de Covid-19, os idosos se tornam alvo de possíveis fraudes e golpes envolvendo seus nomes. O alerta foi feito pela ministra Damares Alves, da pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). "Quero falar com advogados e líderes religiosos: cuidado com alguns filhos espertinhos, que estão neste momento pegando procuração de pai e mamãe para ir ao banco ou procuração de amplos poderes para antecipar herança ou vender bens. Atenção, donos de cartórios: cuidado com o aumento de procurações que começam a surgir”, salientou Damares, ao tratar da violência patrimonial contra pessoas da terceira idade. Segundo dados da ouvidoria do MMFDH, de 17 de março a 24 de abril, foram 705 denúncias pelo Disque 100 somente contra pessoas idosas relacionadas às consequências da pandemia do novo coronavírus (canal específico aberto nesse período) – a grande maioria ...

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    Combate à violência doméstica em tempos de pandemia: o papel do Direito

    Em tempos de Covid-19, têm surgido demandas de maior atuação do Estado em diversos domínios, como na economia e na saúde pública. Ao mesmo tempo, discute-se a realocação de verbas governamentais de diversas áreas para a garantia de padrões mínimos de vida para milhões de brasileiros que perderão empregos e renda por conta do confinamento que a pandemia impõe. Nesse contexto, é imprescindível que operadores jurídicos e formuladores de políticas públicas tenham em mente que a garantia de padrões mínimos de vida em confinamento passa, necessariamente, por garantir que a população esteja livre de qualquer forma de violência. Por Heloisa Bianquini, Do ConJur  (Foto: POLONEZ / SHUTTERSTOCK) Uma forma de violência que merece especial atenção é a violência doméstica. Este tipo de agressão ocorre muitas vezes de forma invisível e insidiosa, principalmente por se dar na esfera privada e doméstica. 1. Pandemia e violência doméstica A ...

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    CAROLINE LIMA/ESPECIAL PARA O HUFFPOST BRASIL

    Promotora cria rede de apoio e reúne 700 “justiceiras” contra violência

    Ao ser vítima de violência doméstica, uma mulher sabe como proceder? Para quem recorrer quando se precisa conhecer seus direitos e buscar apoio emocional, jurídico e psicológico? Por Fabiana Batista, do Universa A promotora Gabriela Manssur (Caroline Lima/Especial para o Huffpost Brasil) Num período em que se acredita que o isolamento social, aliado à crise financeira e abuso de álcool e drogas possa alavancar o número de mulheres agredidas em casa, nasceu uma rede de justiceiras -mulheres com diversas formações voltadas para apoiar, voluntariamente, outras mulheres por meio do Whatsapp —(11) 99639-1212. Em quarentena com os filhos após voltar dos Estados Unidos, a promotora de Justiça de São Paulo Gabriela Manssur conta que a necessidade de isolamento fez o projeto sair mais rápido do papel e que se surpreendeu ao receber 700 pedidos de mulheres que queriam ser voluntárias no projeto. Leia a seguir trechos da ...

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    Marcos Santos/USP

    O que acontece após a vítima de violência doméstica fazer um B.O. online?

    Mulheres vítimas de violência doméstica podem, desde o começo do mês, registrar boletins de ocorrência pela internet em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo e no Distrito Federal. A medida foi tomada em caráter de emergência por causa do aumento de casos do crime durante a pandemia de Covid-19 e também por causa da subnotificação provocada pelo isolamento social. Por Priscila Gomes, da Universa Marcos Santos/USP Em São Paulo, embora não haja ainda dados oficiais, que devem ser divulgados apenas no fim do mês, todos os dias o registro desse tipo de ocorrência cresce entre 10% e 15% em relação ao dia anterior. Mas o que acontece depois que uma mulher emite, de casa, esse grito de socorro? Conversamos com advogadas e a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para descobrir. Como obter provas em um B.O. pela internet? Assim como os demais ...

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    POLONEZ / SHUTTERSTOCK

    Prisões em flagrante em casos de violência doméstica crescem 51%, diz MP-SP

    O Ministério Público de São Paulo divulgou nota técnica que compara os números da violência doméstica durante o isolamento para combater a pandemia de coronavírus. O estudo foi realizado pelo Núcleo de Gênero da entidade e contempla os meses de fevereiro e março. Por Rafa Santos, da Conjur  POLONEZ / SHUTTERSTOCK O dado que mais chama atenção é o das prisões em flagrante por violência contra a mulher: aumento de 51% em março em comparação ao mês anterior. O número de medidas protetivas de urgência também aumentou 29% em março em relação a fevereiro. Os descumprimentos de medidas protetivas caíram durante a quarentena. E os pedidos de medidas preventivas de urgência, entretanto, registraram, de modo geral, um aumento. O documento também aborda o problema da subnotificação dos casos de violência. Conforme o MP-SP, a tendência é que o isolamento gere uma queda nos registros de boletins de ocorrência em números absolutos ...

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    Violência doméstica e os precipícios do machismo

    Nas janelas, lenços brancos denunciam opressão. Surgem redes solidárias. No Congresso, propostas punitivas só arranham o patriarcado. Uso emergencial de hotéis durante isolamento é opção — mas elas terão até de ser expulsas de casa?… Por SOS Corpo, Do Outras Palavras (Foto: Getty Images) Uma questão que tem se destacado como um problema na situação de confinamento social por conta da pandemia é tanto o agravamento quanto o aumento da violência doméstica contra as mulheres. Lideranças do mundo todo reforçam e tomam medidas para efetivar o isolamento social como medida fundamental para conter o vírus. #Fiqueemcasa está entre as hashtags mais usadas nas últimas semanas em todas as redes sociais, por personalidades, organismos internacionais e Estados. O governo Bolsonaro segue isolado, remando contra a maré. Até Donald Trump, que ensaiou ser contra as medidas de isolamento social, reviu sua posição. O que é a solução para ...

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    A professora e advogada Luciana Temer, presidente do Instituto Liberta - Mathilde Missioneiro - 4.nov.19/Folhapress

    Coronavírus e violência sexual infantil

    Um único assunto toma praticamente todos os espaços das mídias tradicionais e digitais: o coronavírus. Isso não é só compreensível como necessário; afinal, estamos no meio de uma pandemia. Mas assuntos conexos —como a questão da vulnerabilidade social agravada (e o medo da violência a partir daí) e o aumento da violência doméstica (em razão do confinamento)— começam a despontar. Quero propor aqui um outro, urgente! O risco de aumento da violência sexual contra crianças e adolescentes. Explico. Em 2018, escrevi neste mesmo espaço sobre o perigo de se admitir o ensino domiciliar no Brasil. Citava um estudo da Universidade de Wisconsin que constatou que 76% das crianças vítimas de violência intrafamiliar grave nos EUA não frequentavam a escola. Tratava-se, à época, de risco iminente e excepcional, mas agora estamos todos em um isolamento absolutamente necessário e não há escolas nem outros espaços de convívio onde crianças possam pedir socorro. ...

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    Imagem: Lifetime/Divulgação

    Sobrevivi a R. Kelly e a violência contra mulheres negras

    Ser mulher negra é enfrentar a luta cotidiana, tentar sobreviver e seguir mais adiante.  A dor não vai passar, mas a mulher negra se levanta generosamente para lutar de forma que outras não experimentem o que ela viveu. − Jurema Werneck Por Ricardo Corrêa, enviado para o Portal Geledés  R. Kelly  (Imagem: Lifetime/Divulgação) Está disponível no catálogo da Netflix a série documental Sobrevivi a R. Kelly (2019) abordando histórias de mulheres negras que acusam o rapper afro-americano R. Kelly, atualmente preso¹, de crimes de abuso sexual e psicológico. A série é dividida em seis episódios, e confesso que durante a exibição fui acometido por vários sentimentos. No primeiro momento, decepção, já que na adolescência as músicas do artista embalaram muitos bailes de black music que eu freqüentava. Depois, revolta e indignação, ao refletir sobre as condições das mulheres negras que são vítimas de inúmeros casos de violências, ...

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    Violência, intolerância e a falsa cordialidade dos brasileiros

    A escritora e antropóloga Lilia Schwarcz fala sobre a conjuntura política do país e coloca em xeque a imagem de cordialidade projetada pelos brasileiros no exterior Por Marcelo Menna Barreto, Do Extra Classe “A grande ideologia do branqueamento no Brasil esconde uma sociedade de privilégios muito estabelecidos. E são privilégios brancos” (Foto: Renato Parada) Professora titular do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP) e visitante em Princeton, a escritora e antropóloga Lilia Schwarcz declina do rótulo de historiadora mais importante da atualidade no Brasil. “Agradeço, mas não sou”, avisa a autora de Raça e Diversidade e As barbas do Imperador. Modéstia à parte, seu mais recente trabalho, Sobre o autoritarismo brasileiro (Cia. das Letras, 2019, 280 p.) foi publicado pela Princeton University Press sete meses após o lançamento no Brasil e, agora em abril, será lançado em Portugal pela Objectiva. Doutora em Antropologia ...

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    Aonde mora a violência contra a mulher?

    No dia 23 de julho de 2019, a jornalista Cláudia Collucci publicou um artigo no jornal Folha de São Paulo intitulado: Mulher corre mais risco de ser morta em casa do que na rua. No texto, a autora apresenta dados do Atlas da Violência de 2018, em especial a informação sobre o aumento de 17,1% do número de mulheres mortas dentro de casa entre 2012 e 2017, enquanto, no mesmo período, os assassinatos em locais públicos caíram 3,3%. Por Camila Miranda Sousa Race, enviado para o Portal Geledés  Foto da Campanha Feminicídio: uma realidade que queremos acabar do Ministério Público da Bahia. Esses dados trazem um paradoxo: em um país marcado por conflitos urbanos e violência nas ruas, a mulher é mais assassinada em casa. Ademais, outro ponto sensível é o fato da mulher negra ser a maior vítima de feminicídio no país, perfazendo 61% das ...

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    Núcleo de Defesa da Mulher permanece em atendimento por telefone

    Defensoria Pública orienta sobre casos de violência doméstica durante a pandemia da Covid-19

    Apesar da necessidade de isolamento social, as vítimas de violência doméstica precisam sim buscar os meios necessários para a sua segurança Por Ângela Ferry, do Governo do Estado do Piauí Núcleo de Defesa da Mulher permanece em atendimento por telefone ( Imagem retirada do site Governo do Estado do Piauí) O Núcleo de Defesa da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar da Defensoria Pública do Estado do Piauí orienta às mulheres que venham a sofrer qualquer tipo de violência doméstica durante o período em que durar a pandemia provocada pelo novo coronavírus, que recorram aos canais de atendimento disponibilizados pela Defensoria, bem pela rede de proteção. Segundo a coordenadora do Núcleo da Mulher, defensora pública Lia Medeiros do Carmo Ivo, o período de confinamento imposto pela necessidade de cada pessoa se proteger do contágio do vírus pode levar que mulheres que estejam sofrendo violência ...

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    Recifenses lançam websérie para discutir racismo, violência de estado e desigualdade

    Em frente à câmera, artistas, políticos, líderes religiosos, comunicadores e ativistas sociais compartilham experiências como se conversassem com os telespectadores. Fazendo uso de uma linguagem direta, a websérie Novo mundo, no YouTube, discute sobre preconceito, violência de estado e desigualdade social. O projeto, composto por 16 depoimentos, foi desenvolvido pelos diretores e roteiristas recifenses Natara Ney e Gilvan Barreto e tem entre os personagens pessoas comuns com experiências marcantes, como a ativista Bruna da Silva, mãe de Marcos Vinícius, estudante morto aos 14 anos pela polícia na comunidade da Maré, no Rio de Janeiro, a atriz pernambucana Mohana Uchôa e o pastor Henrique Vieira. O primeiro episódio estreou nesta semana e, durante as próximas 15 terças-feiras, outros serão lançados. A página pode ser acessada pelo link (clique aqui). Por Juliana Aguiar, Do Diário de Pernambuco A arquiteta e urbanista Tainá de Paula está entre as 16 ...

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    “O Brasil é um modo de violência racista” diz Luiz Eduardo Soares

    Luiz Eduardo Soares é escritor, dramaturgo, antropólogo, cientista político e pós-doutor em Filosofia Política. Foi Secretário Nacional de Segurança Pública, Sub-Secretário de Segurança Pública e Coordenador de Segurança, Justiça e Cidadania do Estado do Rio de Janeiro, além de Secretário Municipal de Prevenção da Violência em Porto Alegre e Nova Iguaçu. É professor visitante da UFRJ, professor aposentado da UERJ e ex-professor do IUPERJ e da UNICAMP. Foto: Gabriel Sayad Luiz Eduardo é um dos maiores pesquisadores da violência policial no Brasil e uma das primeiras autoridades da Segurança Pública a fazer o corte racial nessa temática, destacando o impacto do racismo estrutural nas formações das polícias e em suas instituições, temática que aborda em dois de seus livros, Desmilitarizar; segurança pública e direitos humanos (Boitempo, 2019) e O Brasil e seu Duplo (Todavia, 2019). Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, durante a campanha “Memória ...

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    Imagem: Getty Images

    Coronavírus: violência contra mulher pode aumentar durante quarentena; veja como e onde buscar ajuda

    Delegacias da Mulher do Rio continuam funcionando 24 horas; denúncias também podem ser feitas pela internet Por Leda Antunes, do O Globo Durante o confinamento na China, ONGs que atuam na defesa e acolhimento de mulheres vítimas de violência doméstica afirmam que receberam três vezes mais denúncias de agressão  (Imagem: Getty Images) Apesar de ser uma das principais medidas de combate à pandemia do coronavírus, a quarentena pode se tornar um pesadelo para mulheres que sofrem violência doméstica. Na China, ativistas de direitos humanos afirmam que as denúncias de agressão a mulheres no ambiente familiar subiram três vezes durante o período de confinamento e muitas das vítimas não tinham ideia a quem recorrer. Infelizmente, o mesmo pode acontecer no Brasil neste período de isolamento, de acordo com especialistas. A ONU Mulheres afirma que, em um contexto de emergência, os riscos de violência doméstica contra mulheres e ...

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    Maria Carolina Trevisan (Foto: André Neves Sampaio)

    Violência policial contra negros é denunciada à OEA

    Há cem dias, a Polícia Militar de São Paulo entrou no baile funk da DZ7, em Paraisópolis, e causou um tumulto que provocou a morte de nove jovens. Na última sexta (6), a Corregedoria da PM concluiu que os policiais devem ser absolvidos e usou a excludente de ilicitude para justificar o que considerou como legítima defesa, ou seja, os 32 policiais não devem ser responsabilizados pela ação que resultou nessas mortes. Por Maria Carolina Trevisan, enviado para o Portal Geledés Maria Carolina Trevisan (Foto: André Neves Sampaio) O órgão ignora que os policiais não seguiram o protocolo sigiloso de controle de distúrbios civis da Força Tática, ao qual o UOL teve acesso com exclusividade. Também não considera outras irregularidades na conduta dos PMs no socorro às vítimas, que tinham entre 14 a 23 anos. A maioria era negra. A violência policial contra a população negra ...

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    Ato de mulheres aconteceu na Praça das Flores, em Natal — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi

    Mulheres fazem ato contra violência de gênero e por direitos em Natal

    Manifestação aconteceu no Dia Internacional de Luta pelos Direitos da Mulher, celebrado neste domingo (8) Por Inter TV Cabugi, no G1 Ato de mulheres aconteceu na Praça das Flores, em Natal — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi Um ato em homenagem ao Dia Internacional de Luta pelos Direitos da Mulher aconteceu na manhã deste domingo (8) em Natal. O movimento aconteceu na Praça das Flores, no bairro Petrópolis e culminou com uma passeata pela ruas da Zona Leste da capital potiguar. Centenas de pessoas compareceram ao ato político e cultural organizado por coletivos, movimentos de mulheres e partidos políticos contra a violência de gênero e por direitos. Homens também participaram da manifestação em apoio às pautas. "Hoje é o Dia Internacional das Mulheres. É um dia de luta, de denúncia, de resistência pela democracia, contra o facismo e pelo direito das mulheres. Mas também estamos comemorando ...

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    "Nos revoltamos simplesmente porque por muitas razões não podemos mais respirar." Arte homenageia Faton - Tony Webster/ Wikicommons

    Como combater um mundo estreito e repleto de violência

    Dossiê do Instituto Tricontinental insere o pensamento do intelectual negro Frantz Fanon na atualidade Por Nara Lacerda, do Brasil de Fato "Nos revoltamos simplesmente porque por muitas razões não podemos mais respirar." Arte homenageia Faton - Tony Webster/ Wikicommons Em 1961, sofrendo com os sintomas de uma leucemia em estágio terminal, o pensador, pesquisador e militante negro Frantz Fanon, ditou seu último livro Os condenados da terra, no qual faz um relato angustiante sobre as divisões sociais. Nas palavras do intelectual, o sistema colonial deixava uma herança a ser combatida “um mundo estreito, repleto de violência”. Quase 60 anos depois, o pensamento e a percepção de Fanon parecem carregar ainda mais o peso da realidade. No dossiê Frantz Fanon: o brilho do metal, o Instituto Tricontinental de Pesquisa Social faz uma análise sobre a atualidade das pesquisas e conclusões do intelectual. Nascido na ilha caribenha Martinica ...

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    Foto: Red Records

    Campanha acende alerta para luta contra feminicídio e violência contra a mulher em MG

    A ideia do vídeo, produzido em Poços de Caldas, é dar voz às mulheres que não tem, como forma de conscientização e alerta para relacionamentos abusivos. Por Beatriz Mendes, do G1 Foto: Red Records Um estúdio de Poços de Caldas (MG) lançou a campanha "Nenhuma a Menos" contra o feminicídio. O projeto produziu um vídeo, no qual o tema é retratado com música autoral e ainda uma encenação. O Brasil é o quinto país em taxas de feminicídio no ranking mundial, segundo levantamento usado no material. A ideia do projeto surgiu a partir da insatisfação com o aumento de casos de feminicídio no país e na cidade de Poços de Caldas (MG). Em uma conversa, um grupo de artistas teve a ideia de expor a temática de forma didática e que pudesse ser facilmente repercutida. “Nós pensamos no formato de vídeo por conta da forma como ...

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