terça-feira, dezembro 1, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Moçambique'

    Samora Machel (Fundação Mário Soares/Estúdio Kok Nam)

    Samora Machel – 15 anos depois da sua morte

    "Não é difícil ser-se chefe de Estado, ser-se intelectual ou acadêmico. Mas não é tão frequente ser-se guerrilheiro, combatente pela liberdade do povo. Eu permaneço "guerrilheiro", um combatente pelos interesses do meu país e do meu povo". Samora Moisés Machel O "guerrilheiro", morreu há 15 anos. Através do livro Samora, Homem do Povo, editado pela Maguezo, traçamos-lhe o perfil. Figura incontornável da história de libertação de Moçambique, Samora Machel morreu há já 15 anos. Para a nova geração de moçambicanos ele é "apenas" o proclamador da independência e o primeiro presidente de um Moçambique independente. Mas o contributo de Samora Moisés Machel para a história vai mais longe. O seu papel na libertação de África, principalmente a Austral, e a sua luta para o desenvolvimento do povo moçambicano são aspectos que não podem cair no esquecimento. Sob a chancela da editora moçambicana Magueso foi recentemente publicada a biografia "Samora, Homem ...

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    congado

    Ponto de Cultura luta para preservar a arte dos congadeiros

    Fonte: New. Divirta-se   Sete Lagoas - Em dias de festa, eles se alinham em duas ou três filas indianas. Devidamente fardados, os soldados mantêm viva uma tradição que, aos poucos, vem perdendo espaço nas grandes cidades. Mas ela resiste devido ao amor e à dedicação dos congadeiros.Em Sete Lagoas, o Ponto de Cultura Cecília Preta quer se tornar referência para a cultura afrobrasileira. Com verba de R$ 180 mil, o projeto vai beneficiar comunidades carentes. O local escolhido não poderia ser melhor: o "quartel general" das guardas de congo, a Associação Regional dos Congadeiros de Sete Lagoas, cidade da Região Central do estado, a 70 quilômetros de Belo Horizonte. Criada há 30 anos, a entidade reúne 22 grupos. Se forem contabilizadas outras manifestações afrodescendentes, como pastorinhas e folias de reis, 50 irmandades atuam por lá. De acordo com o presidente da associação, capitão-mor Geraldo Simeão Machado, o ponto de ...

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    UNESCO prevê aplicar meio milhão de dólares no projecto A rota dos escravos

    Fonte: Angola Press - Luanda - A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (UNESCO) prevê aplicar meio milhão de dólares americanos para a implementação do programa "A Rota dos Escravos", nos próximos dois anos. Esta informação foi revelada, em Luanda, pelo vice-presidente do Comité Cientíifico Internacional (CCI) do referido projecto, o angolano Simão Souindoula, no quadro da celebração do Dia Internacional do Tráfico Negreiro e da Sua Abolição, que hoje se assinala. Este montante, segundo a fonte responsável, servirá para relançar as diferentes actividades da "rota", no espírito das novas linhas estratégicas traçadas pela última reunião do seu Comité Científico Internacional, que teve lugar em Paris, em Fevereiro passado. Afirmou que as acções previstas se assentarão principalmente na preservação dos arquivos e dos corpus das tradições orais, a continuação do inventário dos lugares de memória, a investigação científica, a produção de suportes pedagógicos, a promoção dos ...

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    SIRASTOCK VIA GETTY IMAGES

    Concurso Literatura para Todos

    A realização do Concurso Literatura para Todos é uma das estratégias da Política de Leitura do Ministério da Educação, que procura democratizar o acesso à leitura, constituir um acervo bibliográfico literário específico para jovens, adultos e idosos recém alfabetizados e criar uma comunidade de leitores. Esse novo público é chamado de neoleitores. Do  MEC  Foto: SIRASTOCK VIA GETTY IMAGES O MEC publica e distribui as obras vencedoras às entidades parceiras do Programa Brasil Alfabetizado, às escolas públicas que oferecem a modalidade EJA, às universidades da Rede de Formação de Alfabetização de Jovens e Adultos, aos núcleos de EJA das Instituições de Ensino Superior e às unidades prisionais. Em 2009, em sua terceira edição, os candidatos concorrem nas categorias prosa (conto, novela ou crônica), poesia, texto de tradição oral (em prosa ou em verso), perfil biográfico e dramaturgia. Serão selecionadas duas obras das categorias: prosa, poesia e ...

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    Cotas_para_negros

    A ação do DEM contra as cotas – semeando ódio para colher votos

    Fonte: Congresso em Foco- Por Bajonas Teixeira de Brito Júnior* {xtypo_quote}"Mexendo o cafezinho para que ele esfriasse, Nelson dizia a Abdias:Nos Estados Unidos, o negro é caçado a pauladas e incendiado com gasolina. Mas no Brasil é pior: ele é humilhado até as últimas consequências."Ruy Casto, em O Anjo Pornográfico, a vida de Nelson Rodrigues, p. 203.{/xtypo_quote}   Às vezes é mais acertado começar pelo mais óbvio, mesmo que seja o menos evidente. E é para isso que chamo a atenção dos leitores: imaginem que a ação do DEM, conduzida voluntariamente pela procuradora do Distrito Federal Roberta Kaufmann, contestando a constitucionalidade das cotas no STF, seja bem sucedida. Suponham que o ministro Gilmar Mendes, quem irá julgá-la, e que foi orientador de mestrado da procuradora Roberta Kaufmann, que escreveu o prefácio do seu livro, e que hoje é seu colega em cursos de Especialização e outros eventos bem remunerados (ver ...

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    África: lugar das primeiras descobertas, invenções e instituições humanas

    Introdução A África mantém-se como um continente desconhecido para a maioria da população brasileira, seja ela docente ou discente. As escolas de ensino infantil, fundamental, médio e universitário (para não dizer superior), no geral, não abordam o passado africano. Muito embora, esse passado esteja tão presente no cotidiano nacional, seja através das palavras faladas, da cultura, das religiões, das instituições, da economia etc. por Dagoberto José Fonseca no Unesp-Araraquara O desconhecimento e o silêncio sobre o passado dos diversos países africanos nos cursos superiores das diferentes áreas do conhecimento é imenso. Esses desconhecimento e silêncio têm sido uma opção arbitrária e política dos nossos educadores, docentes e lideranças políticas e econômicas. A África subsaariana, principalmente, foi desprezada pelas sociedades e sistemas de ensino ocidentais aparentemente pela idéia de que ela fosse destituída da escrita. Essas sociedades e grupos sociais, étnicos, sexuais e religiosos precisam ser estudados, pois têm e estão na ...

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    q1

    Qudus Onikeku

    A dança ambulante de Qudus Onikeku Praças circulares, gramados em desnível, ruelas estreitas e becos sem saída. Lançados ao acaso e à tensão vivificadora das ruas, dois dançarinos e um grupo de artistas performáticos dão início aos primeiros movimentos de uma cena coreográfica solta, improvisada, atraente e livre de academicismos. Em poucos minutos, pedestres, garis, carroceiros, mendigos e trabalhadores - potenciais espectadores - cessam o seu próprio movimento e aglomeram-se curiosos em torno do mais novo espaço criado para a dança. A cena urbana faz parte do documentário Precisamos de Cola-Cola para dançar?(Do We Need Cola-Cola to Dance?), realizado em julho de 2007 em países africanos pelo YK Projects, um coletivo de artistas da nova geração nigeriana, residindo ou estudando na França. À frente dele está o nigeriano Qudus Onikeku, ganhador do prêmio de Bailarino do Ano pela Future Awards 2009 (Nigéria), que aos 17 anos partiu para a França, ...

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    'A África que existe na cabeça das pessoas é folclorizada', diz Mia Couto

    ‘A África que existe na cabeça das pessoas é folclorizada’, diz Mia Couto

    por Natalia da Luz, Maputo Ele é referência quando se trata de literatura africana. Exímio poeta, Antônio Emílio Leite Couto, mais conhecido como Mia Couto é um homem incansável, com absoluta consciência do seu papel na sociedade. Jornalista, biólogo e escritor que assume várias vertentes, é acima de tudo cidadão. E ele está no Brasil para, nesta sexta-feira (26), participar de um bate-papo no Sesc da Avenida Paulista e, depois disso, ir ao Rio para o Festival de Teatro da Língua Portuguesa, onde será homenageado. Aos 54 anos, o dramaturgo e cidadão moçambicano de Beira (uma das cidades mais afetadas pela guerra civil, que se prolongou de 1976 a 1992), coleciona 23 livros e prêmios importantes como o Vergílio Ferreira (1999), União Latina de Literaturas Românticas (2007) e o título de um dos 12 melhores livros africanos do século XX por "Terra sonâmbula", eleito na Feira Internacional do Livro do ...

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    literatura

    Brasil: Colóquio reúne estudantes africanos em universidade brasileira para promover intercâmbio e trocas culturais

    Rio de Janeiro, Brasil, 24 Jun (Lusa) - O desafio de mostrar a presença de estudantes africanos nas universidades brasileiras motivou a realização do primeiro colóquio "África no Brasil: Visão Universitária", afirmou o promotor do evento, o guineense Lenine Djù, para quem o desenvolvimento passa pela educação. Fonte: Expresso/Portugal "Esta oportunidade de estudar fora não é em vão, é o sonho de qualquer jovem guineense ter uma formação académica", disse à Agência Lusa Djù, de 26 anos, nascido em Bissau, que está no Brasil há três anos para estudar Publicidade na Universidade Federal do Rio de Janeiro. O futuro publicitário disse que escolheu o Brasil por ser um país referência na sua área de formação. Djù é um das centenas de jovens africanos que integra o Programa Estudante Convénio de Graduação (PECG). Este é um dos instrumentos de cooperação educacional que o Governo brasileiro oferece a outros países em vias ...

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    02113444900

    “Então é verdade, no Brasil é duro ser negro?”

    Fonte: Sociedade - - Eliane Brum - A mais importante atriz de Moçambique diz ter sofrido discriminação racial em São Paulo Fazia tempo que eu não sentia tanta vergonha. Terminava a entrevista com a bela Lucrécia Paco, a maior atriz moçambicana, no início da tarde desta sexta-feira, 19/6, quando fiz aquela pergunta clássica, que sempre parece obrigatória quando entrevistamos algum negro no Brasil ou fora dele. "Você já sofreu discriminação por ser negra?". Eu imaginava que sim. Afinal, Lucrécia nasceu antes da independência de Moçambique e viaja com suas peças teatrais pelo mundo inteiro. Eu só não imaginava a resposta: "Sim. Ontem".   Lucrécia falou com ênfase. E com dor. "Aqui?", eu perguntei, num tom mais alto que o habitual. "Sim, no Shopping Paulista, quando estava na fila da casa de câmbio trocando meus últimos dólares", contou. "Como assim?", perguntei, sentindo meu rosto ficar vermelho.Ela estava na fila da casa ...

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    Países africanos buscam exemplo brasileiro para se despontar no cenário econômico mundial

    - Fonte: Agência Brasil - Recife - O Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, concluiu no sábado (13) uma missão empresarial à Gana, ao Senegal, à Nigéria e à Guiné Equatorial, na África. Para outubro próximo, o ministério prepara mais um périplo africano. Da próxima vez, o roteiro deverá incluir a África do Sul, o Zimbábue, Angola e Moçambique, que será a terceira missão à África este ano. O interesse pelo continente se explica pelas ligações históricas, mas também pela perspectiva econômica: em breve, os africanos serão uma população de 1 bilhão de pessoas.   No momento, a África desponta como a parte do mundo menos atingida pela crise econômica mundial, extremamente rica em produtos estratégicos - petróleo e minério, por exemplo -, e carente de produtos e serviços que as empresas brasileiras acumularam alguma experiência, como a execução de grandes obras.   Diversos países africanos precisam ...

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    movi

    História recente dez anos dos movimentos negros

    Hamilton Cardoso Há uma década, apenas, em 1978 os movimentos negros travaram, principalmente na cidade de São Paulo, o seguinte debate: o que fazer, no dia 13 de Maio, data da abolição da escravatura? Hoje o debate pertence a toda sociedade. A Globo, por exemplo, diz Axé. Na época, duas tendências da esquerda digladiavam-se, ao mesmo tempo que se contrapunham ao setor mais tradicional, favorável a comemorações da abolição. Uma delas queria uma postura passiva: "não devemos fazer nada, no dia 13", diziam. "Não devemos, sequer trabalhar". A outra queria uma denúncia ativa, com ampla participação, sob forma de protesto, de todas atividades comemorativas. Os ativistas partiam de algumas premissas: uma delas era o reconhecimento de que, independente da reflexão ou do caráter da abolição decretada no Brasil, a maior parte da população negra sempre comemorou no candomblé e na umbanda, nas congadas e escolas de samba e outras entidades ...

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    O ex-presidente de África do Sul, Nelson Mandela, sorri desde a tribuna na praça Trafalgar durante o show pela democracia sul-africana, celebrado em Londres (Reino Unido), para enfatizar os sete anos de democracia no país, em 2001. (Foto: REUTERS)

    Ilha onde Nelson Mandela ficou preso é atração turística na Cidade do Cabo

    Nelson Mandela, principal líder da luta anti-apartheid na África do Sul, e Jacob Zuma, atual presidente do país, ficaram presos em Robben Island, na Cidade do Cabo, durante 18 e 10 anos, respectivamente. Tempo de sobra para que eles experimentassem todos os horrores de um regime de segregação que também castigou vários prisioneiros anônimos. Hoje, alguns desses anônimos voltam à ilha para contar um pouco sobre esse período da história sul-africana. Durante um tour pela Robben Island, que fica a cerca de 20 minutos de barco do centro da Cidade do Cabo, os turistas (700 por dia na baixa temporada, 2.000 na alta) ouvem dos guias os detalhes de como era o dia a dia na prisão de segurança máxima. "Além da opressão, tínhamos que manter toda a ilha limpa e fazer a nossa própria comida, seguindo um cardápio definido por quem nos controlava", conta Itumeleng Malcuela, de 50 anos, ...

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    Rotas da escravidão

    É difícil saber quantos africanos foram trazidos para o Brasil ao longo de três séculos de tráfico negreiro. Muitos registros que poderiam tornar os dados mais precisos foram perdidos ou destruídos. As estimativas indicam que entre 3.300.000 e oito milhões de pessoas desembarcaram nos portos brasileiros para serem vendidas como escravas, de meados do século XVI até 1850, quando o tráfico foi efetivamente abolido pela Lei Eusébio de Queiroz. As quatro principais rotas dos navios negreiros que ligaram o continente africano ao Brasil foram as da Guiné, Mina, Angola e Moçambique. Elas concentravam o comércio de seres humanos que, na maioria dos casos, eram aprisionados em guerras feitas por chefes tribais, reis ou sobas africanos para esse fim. Os traficantes, principalmente portugueses, mas também de outras nações européias e posteriormente brasileiros, obtinham os prisioneiros em troca de armas de fogo, tecidos, espelhos, utensílios de vidro, de ferro, tabaco e aguardente, ...

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    O educador Paulo Freire, em foto de 1989 Foto: Silvio Correa / Agência O Globo

    Amílcar Cabral – por Paulo Freire

    Amílcar Cabral O Pedagogo da Revolução Paulo Freire Eu conhecia Amílcar Cabral não pessoalmente, mas através das referências que se faziam à Amílcar Cabral, à luta Africana. Parece-me que era impossível, inclusive, comentar, falar dos movimentos de libertação em África, sobretudo, da chamada África de expressão Portuguesa, que para mim é muito mais a expressão de uma postura colonialista portuguesa do que verdadeira essa afirmação, sem falar de Cabral. Eu sempre dizia que não reconhecia as Áfricas, uma de expressão Portuguesa, de expressão Francesa, de expressão Inglesa, para mim o colonialismo pairou e impôs-se sobre a África e sem ter conseguido jamais ter transformá-la em Áfricas de expressão disto ou daquilo. Mas era. E é difícil, pensar sobre os movimentos de libertação dessa chamada falsamente África de expressão Portuguesa, sem se fazer referência a Amílcar Cabral. Amílcar Cabral esteve na gestação de todos os movimentos de libertação das ex-colônias Portuguesa, ...

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    colonias-portuguesas

    As colônias portuguesas: independência tardia

    Um a um, todos os Estados africanos conquistaram a independência, com exceção das colônias portuguesas Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. A África do Sul também constituía um caso à parte, em função do regime de segregação racial, o apartheid, que vigorava no país. As possessões portuguesas estavam entre as mais antigas da África, e foram também as que duraram mais tempo. Os três Estados só chegaram à independência nos anos 70, depois da morte do ditador Antonio Salazar, que governou Portugal entre 1932 e 1970. Moçambique, uma das nações mais pobres do planeta, foi a que permaneceu mais tempo sob domínio colonial: de 1505, quando os portugueses se apossaram de seu litoral, até 1975. O movimento nacionalista surgiu na década de 50 e ganhou impulso em 1962, com a criação da Frente de Libertação de Moçambique, a Frelimo, de linha marxista, liderada por Eduardo Mondlane. Através da tática de guerrilha, a ...

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    Foto: Marcus Steinmayer

    O medo da Raça, por Sueli Carneiro

    Fonte: Jornal Correio Braziliense - Coluna Opinião É emblemático o empenho com que alguns intelectuais se manifestam na arena pública para alertar a sociedade sobre os perigos da raça como suporte de políticas públicas de promoção da igualdade racial. Mais curioso ainda é o fato de serem alguns desses intelectuais especialistas em negros. Negros que, enquanto objeto de estudo, alavancaram sólidas carreiras acadêmicas e adquiriram no plano das idéias absoluta realidade científica realizando o sonho de Sílvio Romero, para quem "o negro não é só uma máquina econômica; ele é, antes de tudo, e malgrado sua ignorância, um objeto de ciência. (...) Apressem-se os especialistas, visto que os pobres moçambiques, benguelas, monjolos, congos, cabindas, caçangas... vão morrendo. (...) Apressem-se, senão terão de perdê-lo de todo". Porém, o negro real sobrevivente desse vaticínio, ao se tornar alvo de políticas públicas específicas, representa para os especialistas uma ameaça ao "estatuto jurídico republicano" ...

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