Resultados da pesquisa por 'preconceito'

    Preconceito de gênero também se manifesta por meio de gesto e piadas

    A cada esquina, um olhar de repreensão seguido de comentários maldosos e até ameaças de agressão. Mesmo assim, o jornalista e artista Gabriel Peixoto, de 21 anos, segue pelas ruas de Belo Horizonte “pleno”, como gosta de dizer. A saia cor-de-rosa e a blusa curta verde, usadas por ele numa tarde quente, serviram de senha para homofóbicos de plantão destilarem o mesmo ódio que já matou 282 lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBTs) no país, sendo 31 em Minas, apenas neste ano. Gabriel Peixoto não mais se intimida com olhares e piadas que sofre ao andar com roupas consideradas femininas; hoje, a postura dele é a de enfrentar o preconceito Por Tatiana Lagôa Do Hoje em Dia Os números levantados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) mostram o extremo da violência. Existem, porém, outros tipos de agressões que não entram nas estatísticas. “O preconceito contra a comunidade LGBT se revela por ...

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    O preconceito e a divisão da cidade na propaganda da nova linha de Metrô do Rio de Janeiro

    A abertura da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro, que vai de Ipanema até a Barra da Tijuca, (mas que, através de conexões e baldeações, liga pontos distantes da cidade, como o bairro da Pavuna, até a Barra), foi anunciada prometendo conectar o Rio “de ponta a ponta”. Do Hypeness Um usuário do Facebook, porém, fotografou a propaganda da Linha 4 para mostrar a publicidade sublinhando preconceitos e divisões sociais – há, no cartaz, como que duas cidades: uma “ponta” branca, e outra negra. É evidente que o slogan “conectando o Rio de ponta a ponta” se refere ao dois pontos mais extremos de tais conexões do metrô: a estação Pavuna e a estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca. fotos: divulgação/Facebook A diferença entre esses dois pontos, porém, não é somente geográfica, pois enquanto a Barra é um bairro rico da cidade, a Pavuna é um bairro mais pobre. Ver cada “ponta” do tal cartaz representada por um ...

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    Zezé Motta relembra preconceito: “Pensei em diminuir o bumbum para ser aceita”

    A atriz Zezé Motta recebeu Karol Conka em seu apartamento, no Rio de Janeiro, para uma entrevista especial para o Superbonita, do canal GNT. No bate-papo, a eterna Xica da Silva relembrou o preconceito que sofreu na juventude. “Na minha adolescência, eu me achava muito feia porque minhas colegas me diziam que meu nariz era chato, meu cabelo era ruim e minha bunda era grande. Sofria com isso. Passei por um processo de tentativa de embranquecimento, comecei a alisar o cabelo e usava peruca chanel. Meu sonho era juntar dinheiro para fazer uma cirurgia no nariz e afiná-lo. Pensei em diminuir o bumbum para ser aceita", revela Zezé. Do Caras  Ela conta que demorou um bom tempo para se aceitar e entender que sofria racismo. "Só comecei a me aceitar em 1969, quando tinha 25 anos e viajei para os Estados Unidos com Augusto Boal. Via negros lindos na rua, com cabelos black power lindíssimos. Essa ...

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    Cármen Lúcia: machismo e preconceito sustentam violência contra mulher

    A declaração foi dada na manhã de hoje (18/8) durante a abertura da XI Jornada Maria da Penha, no Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) Do Correio Braziliense A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, voltou a falar do machismo e do preconceito de gênero como um dos pilares que sustentam a violência contra a mulher. “Eu sei que o preconceito é difícil de passar, ainda é grande, e eu falo de cátedra. Eu não preciso do testemunho de ninguém para saber que há preconceito contra a mulher. Tem contra mim. Claro que a manifestação contra mim, enquanto juíza do STF, é diferente de uma mulher que não tem um trabalho, uma independência financeira, independência psicológica ou que não tem condições de uma formação intelectual, mas ele existe contra mim e é exercido, ainda que não dito. Também não preciso de ninguém para me lecionar isso”, disse ...

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    Preconceito e culpabilização à vítima são comuns em casos de estupro

    Especialistas alertam que culpabilizar a mulher é torná-la mais vítima de uma situação em que ela já foi colocada neste papel por Gabriela Florêncio no A Notícia "Mas onde você estava? Você tinha bebido quando isso aconteceu? Que roupa você estava usando? Você provocou ele, né?". Ver o comportamento da vítima – e não do autor – colocado em questão é vivência comum entre as mulheres em situação de violência sexual. Os questionamentos listados acima são ouvidos com frequência e menosprezam o sofrimento e responsabilizam as mulheres, como se a agressão pudesse ser justificada. Culpabilizar a mulher é torná-la mais vítima de uma situação em que ela já foi colocada neste papel, alertam os especialistas. — É preciso acolher essa mulher e não a culpabilizar, não a tornar cada vez mais vítima da situação. Porque ela mesma já vai se auto responsabilizar. É como se houvesse sempre um promotor dentro da ...

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    ‘Não aceitamos crianças’: avanço da onda ‘childfree’ é conveniência ou preconceito?

    No resort do sul do país, "é permitida a hospedagem apenas de maiores de 18 anos, para manter o clima de sossego total para nossos hóspedes". No restaurante de São Paulo, crianças com menos de 14 anos são vetadas porque "o espaço não está adaptado para recebê-las". Na companhia aérea internacional, a "zona silenciosa" é exclusiva para "viajantes com dez anos ou mais e para viajantes que não estejam viajando com menores de dez anos", porque "todos precisamos de um pouco de paz e silêncio". Direito de imagemILUSTRAÇÃO: RAPHAEL SALIMENA Por Paula Adamo Idoeta Do BBC No Brasil e no mundo, formou-se um nicho de espaços que rejeitam a presença de crianças, com a justificativa de garantir a tranquilidade dos demais clientes. O nicho vem na esteira do movimento "childfree" - "livre de crianças" -, que existe desde os anos 1980 nos Estados Unidos e no Canadá para agrupar adultos que ...

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    Esta imagem escancara o preconceito e a luta contra ele

    Uma propaganda escancarou o preconceito e a intolerância da sociedade, mas os responsáveis pela publicidade reagiram no Catraca Livre Uma propaganda de lingerie mostra qual pode ser o papel da publicidade no combate aos mais diversos tipos de preconceito. Trata-se de um outdoor que exibe peças de roupa íntima da marca Blush, criado pela agência DDB Berlin. Ao contrário das imagens convencionais, que mostram mulheres com medidas e características de beleza padronizadas, a DDB inovou ao colocar um homem usando os trajes. "Para todas as mulheres. Nós dissemos 'todas'", diz o texto que acompanha a imagem, colocada em uma rua da capital alemã na mesma época de eventos pró-LGBT que aconteceriam na cidade, em julho. Infelizmente, o preconceito da sociedade agiu rápido: uma pessoa se dispôs a perder o seu tempo e arrancou o cartaz, de 8 metros quadrados. Ao saber do caso, a marca não se calou. Pelo contrário: fez ...

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    Aaron Favila / AP

    Serena relata preconceito por ser mulher negra

    A tenista Serena Williams publicou um artigo no site “Fortune”, em que defende a equiparação salarial para mulheres negras. Segundo a atleta, nos Estados Unidos, as negras ganham 37 por cento  menos, em comparação aos homens. Além da desvalorização das negras sofrida na América, Serena relata que sofreu o preconceito por ser mulher negra dentro do esporte, e que “graças ao ténis” deixou de ser mais uma oprimida no país. no Jornal do Desportos “Se eu nunca tivesse pegado numa rede, eu seria mais uma delas. Felizmente, sou abençoada por ter uma unidade interior, e um apoio de familiares e amigos que me encorajam a ir para a frente. Mas essas injustiças ainda doem”, escreveu Williams, actual 15ª colocada no ranking mundial “Os ciclos da pobreza, descriminação, e sexismo são muito, mas muito mais difíceis de quebrar do que os recordes de títulos em Grand Slam”.

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    Preconceito e desamparo do poder público marcam vítimas de escalpelamento no Amapá

    Excluídas do mercado de trabalho e sem apoio do governo do estado, mulheres ribeirinhas relatam luta por dignidade Por Lilian Campelo Do Brasil de Fato Em Macapá, no Amapá, as vítimas de escalpelamento — o arrancamento brusco e acidental do escalpo humano, geralmente, por motores de barco — sofrem com o preconceito, desamparo nas políticas públicas e sérios problemas de saúde gerados pelas sequelas ocasionadas pelo acidente. Meninas e mulheres, todas de origem ribeirinha, são as principais vítimas. Franciane da Silva tinha cinco anos quando teve 100% do couro cabeludo arrancado pelo eixo do motor do barco do pai: “Meu escalpelamento aconteceu no dia 5 de julho de 1984”, falou com precisão, embora sejam poucas as lembranças daquele dia. Sabe da história porque a mãe contou: “Caiu a colher da minha mão, eu fui pegar e meu cabelo foi no eixo ”. No acidente, ela perdeu a orelha esquerda e a pele das ...

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    Deputada é vítima de intolerância religiosa e preconceito racial no Amapá

    Diante do fato, Cristina Almeida prestou queixa na administração do PAI, bem como registrou um Boletim de Ocorrência (BO) na 6ª Delegacia de Polícia, localizada em Macapá. Do Diário do Amapá Reprodução Ao acompanhar sua sobrinha que estava com a filha sendo atendida no Pronto de Atendimento Infantil (PAI), a deputada estadual Cristina Almeida (PSB) foi surpreendida na manhã desta terça-feira, 11, por comentários preconceituosos e racistas deferidos por um vigilante que prestava serviço naquela unidade, chamando-a, dentre vários insultos, de ‘preta macumbeira’. Diante do fato, Cristina Almeida prestou queixa na administração do PAI, bem como registrou um Boletim de Ocorrência (BO) na 6ª Delegacia de Polícia, localizada em Macapá. “Não é a primeira vez que cenas dessa natureza acontecem, as humilhações e ofensas recorrentes devem ser combatidas com rigor, pois fere a liberdade e a dignidade humana. Não posso fingir que nada aconteceu, não falo somente por ser uma ...

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    Rapaz trabalha como diarista há 7 anos no ES e diz que não se importa com preconceito

    Para psicóloga e consultora de carreiras, o mercado de trabalho está mudando e ficando cada vez menos preso aos gêneros. Por Poliana Alvarenga Do G1 Os termos "trabalho de homem" e "trabalho de mulher" estão ficando no passado. É que cada vez mais as pessoas têm se empenhado nos mais variados tipos de serviço, seja por paixão ou para driblar o desemprego. É o caso do diarista Maicon Silva, que paga as contas fazendo faxina há sete anos. Maicon começou a trabalhar limpando casas aos 15 anos, quando se mudou do interior do Espírito Santo para a Grande Vitória. Começou morando de favor e hoje, com o rendimento das faxinas, paga o próprio aluguel, ajuda a família e até já tem novos planos, mas sem abandonar a atividade. O jovem conta que o preconceito foi um dos problemas no início da atividade, mas nunca foi uma barreira. "No início foi difícil. ...

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    Cris Vianna fala sobre carreira, beleza e preconceito racial e de gênero

    "Não é fácil ser negra em nenhuma profissão. Não é fácil ser mulher nesta sociedade machista e, se você for mulher e negra, pior ainda", dispara a atriz de 40 anos no Vogue Otempo não para, ou melhor, não passa para Cris Vianna. Aos 40 anos, a belíssima atriz arrumou uma brecha em sua puxada rotina de ensaios para o musical Rio mais Brasil – o nosso musical, que acaba de estrear no Rio de Janeiro, para dar vazão a seu lado modelo no ensaio exclusivo que você confere ao longo da página. Fotografada por Thiago Bruno, com styling de Ale Duprat, maquiagem deEwerton Pacheco e cabelo by Marcelo Matos, Cris posa a bordo de peças Patricia Bonaldi, Apartamento 03 e Lucas Magalhães. A seguir, confira um papo exclusivo com a beldade, que solta o verbo sobre preconceito de raça e gênero e conta as dificuldades do início da carreira. "Não ...

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    Cacau Protásio fala de quebra de padrões e conta episódios de preconceito na infância

    “Posso dizer que quando bebezinha eu fui feliz. Era a única neném rechonchuda e pretinha da creche, meio cara de bebê Johnson. Por dois anos, fui ‘miss de passarela’, a última bolacha do pacote. Depois fui para uma escola que se chamava Abelhinha e eu adorava meus amiguinhos. Nunca pensei que meu conceito sobre amizade mudaria depois dos 3 anos, e que seria para sempre”. por Bruna Ferreira no VIX Esse é apenas um dos trechos do livro “Gordelícias”, lançado pela Editora Planeta, que conta com relatos de quatro atrizes famosas, divertidas e empoderadas como Fabiana Karla, Mariana Xavier e Simone Gutierrez. A autora desta crônica, que fala sobre a descoberta do preconceito e do bullying na infância é Cacau Protásio, responsável por tantas gargalhadas do público em novelas como “Avenida Brasil” e humorísticos como “Vai que Cola”, do Multishow. Diferente dos seus trabalhos mais conhecidos na televisão, nesta crônica, ...

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    Milton Nascimento lembra como o preconceito racial despertou sua consciência política

    Compositor traz ao Rio o show ‘Semente da Terra’, no qual revê a carreira pela ótica da política Do O GLOBO Em 2010, Milton Nascimento foi batizado pelos índios Guarani Kaiowá como Ava Nheyeyru Iyi Yvy Renhoi — ou Semente da Terra. Sete anos depois, o nome indígena — que, acredita-se, sintetiza a essência de quem o carrega — é dado ao show que artista apresenta hoje no Rio, no Km de Vantagens Hall. A repetição do nome não é gratuita. No espetáculo, o cantor e compositor revê sua carreira pela perspectiva política — uma política que aparece na sua obra não necessariamente pela ótica partidária. Ao lado de canções que clamam a mobilização popular (“Credo”), remetem à resistência à ditadura militar (“Nada será como antes” e “Clube da esquina 2”) ou às passeatas pelas Diretas Já (“Coração de estudante”), há outras que se afirmam politicamente ao se identificarem, de forma ...

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    Rodo cotidiano: eu, um motorista, o preconceito e 2 fuzis

    Poderia ser apenas mais uma história para ilustrar o rodo cotidiano em uma madrugada qualquer no subúrbio do Rio de Janeiro. Poderia, mas não é. Aconteceu comigo. Foto: Arquivo Pessoal   Por Henrique Rodrigues Enviado para o Portal Geledés  Sábado. Dia 13/05/17. 04:00h. Saí de um show e pedi um carro pelo aplicativo. Confirmei a placa, abri a porta do carona, conversei um pouco, confirmei o destino e dormi. Quando acordei, percebi: estávamos quase na Av. Martin Luther King. Como tem muito assalto naquela região, falei que seria melhor virar à direita, na próxima bifurcação, e entrar na Av. Brasil, mais a frente. Recado dado, virei pro lado. Dormi novamente. Em um romance, Machado de Assis cria um fictício personagem que, depois de morto, escreve sua própria biografia, onde registra até seus últimos momentos antes de sua morte. Pois então. A partir deste ponto, é assim que eu me vejo: Morto. Mas ...

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    Alunos de religiões afro-brasileiras relatam preconceito em sala de aula

    Estudantes são obrigados a rezar o Pai Nosso e tirar adereços O Globo Todos os dias, quando chegava à escola, Kayque Ferraz era obrigado a rezar o Pai Nosso. Adepto do candomblé, o menino de 8 anos se recusava a cumprir a ordem: dizia que era filho de Xangô e, portanto, permaneceria em silêncio. A professora e os colegas, no entanto, insistiam. A ponto de o menino, às vezes, voltar para casa sem ter conversado com ninguém no colégio. Grazielle, mãe de Kayque, percebeu o comportamento estranho e foi conversar com a diretora. Pediu para que a fé da criança fosse respeitada, mas nada mudou. — Os professores e a diretora diziam que ele devia rezar porque era a regra da escola — lembra. — A situação era ainda pior quando passávamos em frente a outro colégio, onde os alunos o chamavam de macumbeiro e o mandavam ir para a ...

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    Alunos africanos de intercâmbio falam sobre dificuldades e preconceito no Brasil

    Confira as histórias de estudantes que vieram para o país por meio de programa de estudos e imigração. Por Raquel Baes*, G1 Issimo na colação de grau da graduação em economia (Foto: Arquivo Pessoal/Issimo Monteiro) Morar fora para estudar nem sempre é um mar de rosas. Dificuldades com sustento, restrições de trabalho e discriminação são alguns dos problemas, relataram universitários africanos ao G1. Até sábado (27), a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) promove a 13ª Semana Acadêmica Africana. Há 9 anos em São Carlos, o guiné-bissauense Ivaldino Monteiro, mais conhecido como Issimo, contou que estudar em um país estrangeiro sempre foi um sonho, já que o pai passou pela experiência e os dois irmãos vivem essa realidade no Rio de Janeiro. Em 2008, Issimo agarrou a oportunidade de cursar engenharia da computação na Universidade de São Paulo (USP). Na época, ele recebia dinheiro da família e morava no alojamento ...

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    PhD em Harvard, brasileira supera fome e preconceito e soma 56 prêmios na carreira…

    "Toda mulher dá a sua vida pelo que ela acredita". A frase é atribuída à Joana D'Arc, a famosa heroína francesa que viveu no século XIV, mas pode muito bem ser usada para resumir a história de uma brasileira que tem o mesmo nome mais de 600 anos depois. Joana D'Arc Félix de Souza, 53 anos, superou a falta de estrutura, a fome e o preconceito para se tornar cientista, PhD em química pela renomada Universidade de Harvard, dos Estados Unidos. Hoje, ela soma 56 prêmios na carreira, com destaque para a eleição de 'Pesquisadora do Ano' no Kurt Politizer de Tecnologia de 2014, concedido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abquim). Desde 2008, ela também é professora da Escola Técnica Estadual (ETEC) Prof. Carmelino Corrêa Júnior, mais conhecida como Escola Agrícola de Franca, cidade do interior de São Paulo, e molda novas gerações a seguirem sua trajetória inspiradora. Trajetória que começou na própria ...

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    Foto: Gregg DeGuire / Getty Images

    Atriz de “Preciosa” desabafa sobre preconceito sofrido em loja famosa e marca se manifesta

    Famosa por seu trabalho no longa “Preciosa” e atualmente vista na série “Empire”, a atriz Gabourey Sibide resolveu relatar um incidente ocorrido quando tentava comprar óculos novos em uma loja da Chanel, em Chicago. Segundo a estrela, a atendente da grife tentou dispersá-la a todo custo e só foi tratá-la bem quando outras funcionárias disseram quem ela era. Foto: Gregg DeGuire / Getty Images Por Pedro Hosken Do Hugo Gloss “A vitrine de óculos estava próxima à porta. Assim que entrei, cumprimentei a vendedora, que me olhou como se eu estivesse perdida ali. ‘Posso dar uma olhada em seus óculos’, perguntei. ‘Nós não temos nenhum. Nós só temos armações, há uma loja do outro lado da rua que vende óculos’, ela respondeu. ‘Do outro lado da rua?’, perguntei, confusa. ‘Sim. No prédio do outro lado da rua, no quinto andar’. Ela me deu o nome de um ...

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    9 novos super-heróis da Marvel contra o preconceito

    Homens fortes, viris, brancos e bonitos. Este era o padrão nas HQs de heróis. Super-Heróis estampando na capa um modo do público reconhecer que pra ser “super” em alguma coisa precisava se espelhar naquele homem de uniforme. As crianças - assim como adolescentes e adultos - ficam fascinadas com as tramas envolvendo poderes, garotas indefesas e vilões maléficos. No século XXI, a tendência para a desconstrução desses padrões, que refletiam a autoestima e identificação dos nossos jovens no mundo a fora, precisava ganhar ascensão. Contudo, pairamos no século XX. Heróis negros não são recebidos com tanto sucesso quanto um herói branco; heroínas são alvo de piadas - questionando o poder feminino; e heróis LGBTs são colocados contra a parede, num preconceito heteronormativo.  por Douglas Hinckel no Info Geek Corp A famosa marca editorial de quadrinhos Marvel Comics está pra lançar uma linha de histórias envolvendo os substitutos de heróis tradicionais, ...

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