Resultados da pesquisa por 'Preta Gil'

dobbs01

Mattiwilda Dobbs

Mattiwilda Dobbs nasceu em 11 de julho de 1925 em Atlanta, Georgia, Estados Unidos, onde seus pais eram líderes da comunidade afro-americana. É um soprano coloratura e uma das primeiras cantoras negras a seguir importante carreira internacional na ópera. Dona de voz pequena, porém vibrante, foi admirada por sua refinada técnica vocal e por suas expressivas interpretações. Após vencer o Concurso Internacional de Música em Genebra, Suíça, em 1951, estreou profissionalmente na ópera por ocasião do Holland Festival, no papel de Rouxinol, em Le Rossignol, de Stravinsky, em 1952. Em breve ela se apresentava nos principais festivais e teatros de ópera na Europa. Estreou no Festival de Glyndebourne, no papel de Zerbinetta, em Ariadne auf Naxos, em 1953. No mesmo ano apresentou-se no Teatro La Scala, como Elvira, em L´italiana in Algeri. Foi também a primeira vez que um artista negra cantou naquele teatro. Em Londres cantou na Royal Opera ...

Leia mais
osmundo

Movimento Negro e a Crítica das Representações Raciais – Osmundo de Araujo Pinho

"...Is arising. The sun is arising " . A mensagem otimista e radiante de Bob Marley expressa bem a transfiguração típica das formas culturais do Atlântico Negro que transcendem a dor e o sofrimento do "terror racial" em formas de representação de uma identidade em trânsito fundada na luta por libertação e dignidade (Gilroy, 2001). Estas formas são parte integrante da luta e do ambiente político simbólico e material que ao ser representado se inscreve. Ora, não existindo saber político fora de sua representação o momento da ação política "deve ser pensado como parte da história de sua forma de escrita" (Bhabha, 2000: 15). Não existe um campo exterior à representação para pensar o conjunto dos problemas da emancipação e da dominação destacados de sua contingência e de sua materialidade, nesse sentido, este texto faz parte da história de escritura dedicada à reinvenção de posições de sujeito afrodescendentes no Brasil ...

Leia mais
tubman00

Harriet Tubman

Harriet Tubman nasceu Araminta "Minty" Ross e seus pais, Harriet ("Rit") Green e Ben Ross eram escravos. Rit pertencia a Mary Pattison Brodess e, mais tarde a seu filho Ben, enquanto Ben pertencia legalmente ao segundo marido de Mary, Anthony Thompson, proprietário de uma grande fazenda perto do Rio Blackwater, em Cambridge, Maryland.2 Conforme ocorreu como muitos escravos nos Estados Unidos, a data e o local de seu nascimento não foram registrados e os historiadores divergem quanto a esta questão. Kate Larson registro o ano de 1822, baseada em um pagamento feito a uma parteira e em vários outros documentos históricos,3 enquanto Jean Humez afirma que "as evidências à nossa disposição sugerem que Tubman nasceu em 1820, mas isto pode ter ocorrido um ou dois anos mais tarde".4 Catherine Clinton observa que a própria Tubman declarou que o ano de seu nascimento foi 1825, ao passo que sua certidão de óbito menciona 1815 ...

Leia mais

Ufes está entre as universidades mais ‘generosas’ para cotistas

A Ufes está entre as universidades que mais investem no sistema de cotas em todo o país. Neste ano, ex-alunos da rede pública vão ocupar 40%, 45% ou 50% das vagas, dependendo curso. Por Carla Nascimento , do Gazeta Online Foto: Fernando Madeira/ A Gazeta A diferença não está apenas na porcentagem da reserva. Na maioria das vezes, as universidades intercalam as chamadas cotas sociais - para ex-alunos da rede pública - com as raciais. É o caso, por exemplo, da Universidade do Estado do rio de Janeiro (Uerj). Nela, os candidatos passam pela primeira etapa sem escolher o curso ou participar da reserva de vagas. Na fase discursiva, há reserva de 45% das vagas para alunos considerados carentes, distribuídos entre os oriundos da rede pública, negros e pessoas com deficiência, indígena ou filhos de policiais mortos ou incapacitados em razão do serviço. O professor Antônio Carlos Moraes, que é secretário ...

Leia mais
Agencia-do-Trabalhador

Oportunidade de Trabalho – Lista

Supervisão de Depto. Pessoal. Empresa: DELL  em Ortolândia / SP Experiência/domínio dos processos de Depto. Pessoal, especificamente folha de folha (ADP SYSTEM). Nível superior: administração ou contábeis; Inglês fluente; Contatar: [email protected]   ASSISTENTE ADMINISTRATIVO (2 vagas) Remuneração de R$1.440,45 Local de Trabalho: Av. Brigadeiro Faria Lima - Pinheiros/SP Formação: Letras / Administração de Empresas (cursando ou concluído) Atividades a serem desenvolvidas: - Controle da emissão e envio de faturas, de acordo com a complexidade do caso - Alimentação dos sistemas de controles, de acordo com a complexidade do caso - Preparo de documentação para INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), cadastro do caso e envio, de acordo com a complexidade do caso - Revisão formal dos textos para depósitos, preparação das figuras e listagem de seqüência, de acordo com a complexidade - Suporte ao controle de prazos, de acordo com a complexidade do caso - Comunicação para assuntos administrativos, com ...

Leia mais
Adriana Graciano

Literatura e Cultura, por Adriana Graciano

Adriana Graciano para o Portal Geledés A coletânea Literatura e Cultura, organizada por Heidrun Krieger Olinto e Karl Erik Schollhammer e publicada pela Editora PUC-Rio em parceria com as Edições Loyola é fruto do aprofundamento dos temas debatidos no seminário Estudos de Literatura e de Cultura que ocorreu em agosto de 2002. O encontro, encabeçado pelos dois professores acima citados, inscreveu-se na área dos Estudos de Literatura, no Programa de Pós-Graduação do Departamento de Letras da PUC-Rio e objetivou fomentar novos diálogos entre os âmbitos literário e cultural a partir da reunião de vozes de estudiosos de Letras e de Antropologia. A precisa enunciação dos organizadores na apresentação da coletânea merece ser destacada: As questões abordadas sugerem a convergência tácita de diversas concepções de cultura a partir da idéia de sua dupla função de orientadora e tradutora de processos comunicativos, materializados em múltiplos sistemas simbólicos, convicções e valores, responsáveis tanto pela ...

Leia mais
octavi-ianni

Entrevista – Otavio Ianni: O Preconceito Racial no Brasil

  Na entrevista realizada no dia 11 de dezembro passado, Octavio Ianni revela vários traços de sua personalidade como o autêntico scholar, ao examinar a trajetória do pensamento acadêmico paulista dentro do panorama brasileiro, relembrando a contribuição dos grandes mestres e definindo os dados principais das controvérsias em que a USP se engajou. Ele não se furta à oportunidade de emitir sua opinião a respeito de um tema que hoje se tornou candente - as cotas para os estudantes negros na universidade brasileira. Como sua postura como scholar é completada por um outro traço de sua personalidade - o militante que dá o melhor de si a fim de contribuir para a alteração de uma realidade social inaceitável e injusta -, Ianni analisa o preconceito racial em termos mundiais, onde "esses surtos de diferentes manifestações de racismo e intolerância estão imbricados com a dinâmica da sociedade". Aqui apresentamos os principais ...

Leia mais
Foto: Marcus Steinmayer

Raça, Cultura e Classe no Brasil – Sueli Carneiro

"Não sou, nem nunca fui favorável a algo que pudesse provocar, de qualquer forma, a igualdade social e política entre as raças branca e a negra; não sou, nem nunca fui favorável à transformação de negros em eleitores ou jurados, ou à sua aceitação para cargos públicos... A isso acrescentarei que existe uma diferença física entre a raça negra e a branca que, segundo creio, para sempre impedirá que as duas raças vivam em condições de igualdade social e política. E, na medida em que isso não pode ocorrer, enquanto permanecerem juntas, deve haver uma posição de superior e inferior e tanto quanto qualquer homem, prefiro que a posição superior seja atribuída à raça branca" (Abraham Lincoln, presidente dos EUA, 1894)1" Diferentemente de Abraham Lincoln, o sociólogo Gilberto Freire, inventor do mito da democracia racial brasileira, estabeleceu os parâmetros segundo os quais a sociedade brasileira deveria regular as suas relações ...

Leia mais
fatima oliveira

Afinal, o que os letrados chamam de “racialização”?

Por: Fátima Oliveira     {xtypo_quote}"Mas é preciso ter força, é preciso ter raça/ É preciso ter gana sempre/ Quem traz no corpo a marca/ Maria, Maria mistura a dor e a alegria/ Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça/ É preciso ter sonho sempre/ Quem traz a fé nessa marca/ Possui a estranha mania de ter fé na vida"... (Maria, Maria, Fernando Brant e Milton Nascimento){/xtypo_quote} É certo que não construiremos um país justo e democrático sem que os brancos compartilhem com os negros os seus privilégios seculares. No caso brasileiro, compartilhar privilégios significa também que os brancos terão menos do que sempre foi exclusivamente seu. Não há como ser diferente. O caderno Mais! da Folha de S.Paulo, de 9 de julho de 2006, sob a manchete "A guerra das cotas", além de outros textos contém duas entrevistas exemplares das posições pró e contra as cotas: Peter ...

Leia mais
octavi-ianni

Entrevista – Otavio Ianni: O Preconceito Racial no Brasil

Na entrevista realizada no dia 11 de dezembro passado, Octavio Ianni revela vários traços de sua personalidade como o autêntico scholar, ao examinar a trajetória do pensamento acadêmico paulista dentro do panorama brasileiro, relembrando a contribuição dos grandes mestres e definindo os dados principais das controvérsias em que a USP se engajou. Ele não se furta à oportunidade de emitir sua opinião a respeito de um tema que hoje se tornou candente - as cotas para os estudantes negros na universidade brasileira. Como sua postura como scholar é completada por um outro traço de sua personalidade - o militante que dá o melhor de si a fim de contribuir para a alteração de uma realidade social inaceitável e injusta -, Ianni analisa o preconceito racial em termos mundiais, onde "esses surtos de diferentes manifestações de racismo e intolerância estão imbricados com a dinâmica da sociedade". Aqui apresentamos os principais trechos ...

Leia mais
movi

História recente dez anos dos movimentos negros

Hamilton Cardoso Há uma década, apenas, em 1978 os movimentos negros travaram, principalmente na cidade de São Paulo, o seguinte debate: o que fazer, no dia 13 de Maio, data da abolição da escravatura? Hoje o debate pertence a toda sociedade. A Globo, por exemplo, diz Axé. Na época, duas tendências da esquerda digladiavam-se, ao mesmo tempo que se contrapunham ao setor mais tradicional, favorável a comemorações da abolição. Uma delas queria uma postura passiva: "não devemos fazer nada, no dia 13", diziam. "Não devemos, sequer trabalhar". A outra queria uma denúncia ativa, com ampla participação, sob forma de protesto, de todas atividades comemorativas. Os ativistas partiam de algumas premissas: uma delas era o reconhecimento de que, independente da reflexão ou do caráter da abolição decretada no Brasil, a maior parte da população negra sempre comemorou no candomblé e na umbanda, nas congadas e escolas de samba e outras entidades ...

Leia mais

As Máscaras de Gelede

As energias que se tornam visíveis na dança Gęlędę, valorizadas pelos trajes, têm um paralelismo na fascinante imaginária de suas máscaras. Ao retratar praticamente tudo o que pode ser visto no universo iorubá, as máscaras Gęlędę documentam e comentam o domínio das mães, isto é, o mundo. Apesar da enorme diversidade das imagens em Gęlędę , a forma ou morfologia das máscaras pouco varia. Em contraste, a morfologia das mascaradas noturnas de Ęfę, tais como Arabi, as mães noturnas ou Ọrọ Ęfę, variam significativamente de uma região a outra e até mesmo entre as comunidades. Reconhecimento dos papéis Os Iorubá dividem todas as máscaras Gęlędę em categorias masculinas (akǫgi) e femininas (abogi), algumas vezes baseadas no tema retratado na máscara. Por exemplo, uma máscara com um penteado feminino seria denominada abogi (literalmente "madeira feminina"); uma que usasse um gorro masculino seria identificada como akǫgi (literalmente "madeira masculina"). Um tema relacionado ...

Leia mais
O educador Paulo Freire, em foto de 1989 Foto: Silvio Correa / Agência O Globo

Amílcar Cabral – por Paulo Freire

Amílcar Cabral O Pedagogo da Revolução Paulo Freire Eu conhecia Amílcar Cabral não pessoalmente, mas através das referências que se faziam à Amílcar Cabral, à luta Africana. Parece-me que era impossível, inclusive, comentar, falar dos movimentos de libertação em África, sobretudo, da chamada África de expressão Portuguesa, que para mim é muito mais a expressão de uma postura colonialista portuguesa do que verdadeira essa afirmação, sem falar de Cabral. Eu sempre dizia que não reconhecia as Áfricas, uma de expressão Portuguesa, de expressão Francesa, de expressão Inglesa, para mim o colonialismo pairou e impôs-se sobre a África e sem ter conseguido jamais ter transformá-la em Áfricas de expressão disto ou daquilo. Mas era. E é difícil, pensar sobre os movimentos de libertação dessa chamada falsamente África de expressão Portuguesa, sem se fazer referência a Amílcar Cabral. Amílcar Cabral esteve na gestação de todos os movimentos de libertação das ex-colônias Portuguesa, ...

Leia mais

Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA

LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.   PHOTOGRAPH BY GETTY IMAGES   O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Título I Das Disposições Preliminares Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente. Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade. Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade. Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros ...

Leia mais
Cadernos Geeledes nº 1

Saúde Reprodutiva da População Negra no Brasil: Entre Malthus e Gobineau

Saúde reprodutiva da população negra representa um novo campo de produção de estudos e conhecimentos, que se encontra em construção no Brasil a partir da confluência de duas áreas de estudos: a da saúde reprodutiva e a das relações raciais. Representa ao mesmo tempo um campo de produção teórica e de ação política. Por Edna Roland Délcio da Fonseca Sobrinho destaca três grandes momentos da história do planejamento familiar no Brasil (Congresso Nacional, 1993). O primeiro, anterior a 1964, "cujas origens remontam ao período imperial e primórdios do republicano, era marcado por um sentimento natalista difuso e pela ideia racista de busca de melhoria da raça brasileira". O segundo caracterizou-se pela polêmica do controle versus anticontrole, da qual participaram os militares, "que buscavam argumentos de ordem estratégica e de segurança nacional, a Igreja, que alinhava razões de ordem moral e religiosa, e as correntes de esquerda, que argumentavam tratar-se de ...

Leia mais
Saúde reprodutiva da população negra representa um novo campo de produção de estudos e conhecimentos, que se encontra em construção no Brasil a partir da confluência de duas áreas de estudos: a da saúde reprodutiva e a das relações raciais.

Programa de Saúde – Memória Institucional de Geledés

Edna Roland foi diretora do Geledés e coordenadora do Programa de Saúde até 1996.  Saúde Reprodutiva da População Negra no Brasil: Entre Malthus e Gobineau Saúde reprodutiva da população negra representa um novo campo de produção de estudos e conhecimentos, que se encontra em construção no Brasil a partir da confluência de duas áreas de estudos: a da saúde reprodutiva e a das relações raciais. Representa ao mesmo tempo um campo de produção teórica e de ação política. Délcio da Fonseca Sobrinho destaca três grandes momentos da história do planejamento familiar no Brasil (Congresso Nacional, 1993). O primeiro, anterior a 1964, "cujas origens remontam ao período imperial e primórdios do republicano, era marcado por um sentimento natalista difuso e pela ideia racista de busca de melhoria da raça brasileira". O segundo caracterizou-se pela polêmica do controle versus anticontrole, da qual participaram os militares, "que buscavam argumentos de ordem estratégica e ...

Leia mais
Reprodução/youtube

Elizeth Moreira Cardoso

Elizeth Moreira Cardoso (Rio de Janeiro, 16 de julho de 1920 - 7 de maio de 1990) foi uma cantora brasileira. Reprodução/youtube Elizeth Moreira Cardoso, A Divina, é considerada como uma das maiores intérpretes da canção brasileira e um das mais talentosas cantoras de todos os tempos, reverenciada pelo público e pela crítica. Nasceu na rua Ceará, no subúrbio de São Francisco Xavier, e cantava desde pequena pelos bairros da Zona Norte carioca, cobrando ingresso (10 tostões) das outras crianças para ouvi-la cantar os sucessos de Vicente Celestino. O pai, seresteiro, tocava violão e a mãe gostava de cantar. Primeira apresentação Desde cedo precisou trabalhar e, entre 1930 e 1935, foi balconista, funcionária de uma fábrica de saponáceos e cabeleireira, até que o talento foi descoberto aos dezesseis anos, quando comemorava o aniversário. Foi então convidada para um teste na Rádio Guanabara, pelo chorão Jacob do Bandolim. ...

Leia mais
milton_nascimento

Milton Nascimento

  Milton Nascimento (Rio de Janeiro, 26 de outubro de 1942) é um cantor e compositor brasileiro, reconhecido mundialmente como um dos mais influentes e talentosos cantores e compositores da MPB. Conhecido também pelo apelido de Bituca. Nascido no Rio de Janeiro, filho de Maria do Carmo Nascimento, uma empregada doméstica, foi adotado por um casal cuja esposa (Lília Silva Campos) era professora de música. O pai adotivo, Josino Campos, era dono de uma estação de rádio. Mudou-se para Três Pontas, em Minas Gerais, antes dos dois anos e aos treze anos já cantava em festas e bailes da cidade.   Sobre a família, disse: {xtypo_quote}Sou fascinado pela minha família, acho que eu não poderia ter tido mais amor, educação e liberdade em nenhuma outra família no mundo. Eles moldaram a minha vida. Meu primeiro instrumento foi uma harmônica dada pela minha avó. Ela me deu um acordeão, e foi ...

Leia mais
(Foto: Divulgação/ CBF)

Seleção Brasileira negra de todos os tempos

Para prestar uma homenagem aos melhores jogadores negros da história do Brasil montamos a  Seleção Brasileira negra de todos os tempos. Confira os escolhidos: Goleiro: Manga Destaque do Botafogo, no final da década de 50 e durante quase todos os anos 60, Manga, natural de Recife, ficou marcado pela sua elasticidade. Esteve presente na Copa do Mundo de 1966, mas não tem boas recordações daquela competição, onde entrou no lugar de Gilmar dos Santos Neves contra Portugal e não foi feliz. Defendeu também o Sport, o Grêmio, Operário, Coritiba, Nacional-URU, Barcelona-EQU e Internacional, onde fez parte do esquadrão que conquistou o bicampeonato brasileiro, em 1975 e 76. Após se aposentar, foi treinador de goleiros no Equador e nos Estados Unidos. Lateral-direito: Djalma Santos Um dos maiores craques da história do Palmeiras, Djalma Santos participou das conquistas mundiais do Brasil de 1958 e 1966. Na primeira, inclusive, foi reserva de De Sordi durante ...

Leia mais
Elizeth Cardoso (Foto: Reprodução / Capa LP 'Naturalmente')

Elizeth Cardoso

Elizeth Moreira Cardoso (Rio de Janeiro, 16 de julho de 1920 - 7 de maio de 1990) foi uma cantora brasileira. Elizeth, A Divina, é considerada como uma das maiores intérpretes da canção brasileira e um das mais talentosas cantoras de todos os tempos, reverenciada pelo público e pela crítica. Nasceu na rua Ceará, no subúrbio de São Francisco Xavier, e cantava desde pequena pelos bairros da Zona Norte carioca, cobrando ingresso (10 tostões) das outras crianças para ouvi-la cantar os sucessos de Vicente Celestino. O pai, seresteiro, tocava violão e a mãe gostava de cantar. Primeira apresentação Desde cedo precisou trabalhar e, entre 1930 e 1935, foi balconista, funcionária de uma fábrica de saponáceos e cabeleireira, até que o talento foi descoberto aos dezesseis anos, quando comemorava o aniversário. Foi então convidada para um teste na Rádio Guanabara, pelo chorão Jacob do Bandolim. Apesar da oposição inicial do pai, ...

Leia mais
Página 49 de 50 1 48 49 50

Últimas Postagens

Artigos mais vistos (7dias)

Twitter

Welcome Back!

Login to your account below

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist