Resultados da pesquisa por ' discriminação racial '

    Procedimentos a serem adotados em Crimes de Discriminação Racial

    Uso da legislação de combate ao racismo no Brasil A prática tem demonstrado que às vítimas de discriminação racial se deparam com muitas dificuldades para levar adiante casos de racismo ou mesmo de injuria qualificada por conotação racial. As vitimas de racismo e injuria qualificada via de regra sofrem uma dupla discriminação, a primeira o fato em si perpetrado pelo ofensor que pode ser inclusive um representante do Estado ou ainda em casos mais comuns perpetrado por um particular. É fato que ao buscarem a tutela jurisdicional do Estado muitas vítimas sentem-se humilhadas e menosprezadas com o atendimento que lhes é dispensado nos distritos policiais, posteriormente pelo Ministério Publico e mais tarde pelo próprio judiciário, eis que infelizmente não se da a importância necessária aos crimes de racismo, acreditamos que por esta razão o governo do Estado de São Paulo tenha recriado a Delegacia Especializada em crimes raciais DECRADI. Muito ...

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    RacismoCrime1

    Auxiliar de limpeza ganha indenização por discriminação racial

    "Essa negra, para vir trabalhar, está doente, mas para pular carnaval está boa." Esta foi apenas uma das muitas atitudes discriminatórias, cometidas de forma explícita ou velada por um preposto, que levaram a Justiça do Trabalho a condenar a Fundação Educacional Encosta Inferior do Nordeste (FACCAT), da cidade de Taquara (RS), a pagar indenização de R$ 3 mil a uma auxiliar de limpeza, por dano moral pela prática de racismo. DO TST A condenação foi confirmada pela Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que rejeitou recurso de revista da fundação na sessão de julgamento de 19.11.2008. "Muito me admira que ainda se tenha que decidir litígios por conta dessa espécie de comportamento - retrógrado, ultrapassado, desrespeitoso, que atinge a dignidade da pessoa", assinalou o presidente da Quinta Turma, ministro Brito Pereira. O relator, ministro Emmanoel Pereira, lembrou que o julgamento ocorria na véspera do Dia da Consciência Negra, comemorado ...

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    As não Brancas- Identidade Racial e Colorismo no Brasil

    No decorrer da história, as classificações raciais no Brasil sofreram diversas mudanças. Por volta do século XV, a Europa era considerada o centro do mundo – em uma visão de 3 continentes, agrupando também África e América. As relações econômicas eram baseadas no trabalho escravo. O africano escravizado era um objeto, uma máquina de trabalho. Ao mesmo tempo, um produto mercantil de grande valor. Por Gabriele de Oliveira da Silva, Do Fala Universidades  As mulheres não brancas. (Ilustração: Ana Luiza Pips) Posteriormente, com a abolição da escravatura, em 1888, o negro torna-se livre no Brasil. Porém, é marginalizado por diversos setores da sociedade, inclusive o Estado. Iniciou-se, então, um projeto de miscigenação, cujo objetivo era o extermínio gradativo da população negra. O processo ocorreu através do estupro de mulheres negras e indígenas – medida considerada civilizatória, na época. No primeiro censo demográfico nacional, em 1872, as ...

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    Foto: Russell Lee/Domínio Público

    Considerações sobre a segregação racial nos Estados Unidos (EUA)

    Contemporaneamente a segregação racial ainda pode ser definida como uma espécie de política do Estado que visa separar os indivíduos ou grupos de indivíduos de uma mesma sociedade com base em critérios étnicos ou raciais. Tal medida foi executada particularmente ao final do século XIX e encontrou ênfase no século XX, em países como a Alemanha nazista, que empreendera uma política antissemitista, na África do Sul, com a instituição do apartheid e igualmente nos EUA. Nesse último país, a questão racial reporta ao processo de formação dos EUA, principalmente em razão de diferenças básicas entre o Sul e o Norte. Os EUA inicialmente foram colonizados pelos ingleses, que originaram as famosas Treze Colônias no leste do país. No entanto, as colônias do Sul obtiveram desenvolvimento diferente das colônias do Norte. Pois, enquanto que no Norte firmou-se o modelo de pequena propriedade privada, do trabalho livre e assalariado, propiciando o desenvolvimento ...

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    Foto: ACNUR/Martim-Gray-Pereira

    Equidade e igualdade racial devem orientar ação dos Estados na resposta à COVID-19

    Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas disseram em comunicado divulgado nesta segunda-feira (6) que a discriminação estrutural pode exacerbar a desigualdade no acesso a cuidados de saúde e tratamento para a COVID-19, levando a disparidades raciais nos resultados de saúde e aumento da mortalidade e morbidade entre afrodescendentes. Da ONU Foto: ACNUR/Martim-Gray-Pereira Um número desproporcional de pessoas de ascendência africana trabalha em indústrias de serviços, vive em comunidades densamente povoadas, enfrenta insegurança alimentar e falta d’água e muitas vezes não tem acesso a moradias seguras. Especialistas em direitos humanos da ONU fizeram um apelo urgente aos governos para se comprometerem com a equidade racial e a igualdade racial na prestação de serviços de saúde para todos durante a crise da COVID-19 ou arriscar uma taxa de mortalidade mais alta por causa da discriminação. O Grupo de Trabalho de Especialistas em Pessoas de Ascendência Africana disse em ...

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    Madam C. J Walker: uma aula racial para você assistir

    Aviso: Esse texto contém spoilers. Por Luana Daltro, no Medium Mulheres Negras dançam ao redor de Madam C.J Walker. Fonte: Netflix Eu abri a Netflix e eis que me deparo com uma grata surpresa, o lançamento da série “A vida e a história de Madam C.J. Walker”, a primeira mulher negra milionária nos EUA. Confesso que desconhecia a história, mas desde as primeiras cenas fui tocada pela narrativa que aborda o empreendedorismo da mulher negra por meio de uma dor: a perda dos nossos cabelos. Imediatamente me fez relembrar do meu TCC, no qual tive a oportunidade de falar sobre cabelo crespos, especificamente, da transição capilar da mulher negra, e os impactos na sociedade. Meu objetivo é mostrar, em alguns exemplos da série, como podemos aprender na prática como racismo, machismo, colorismo e muito mais acontece. Portanto, te convido a imergir nesta história comigo. Conhecendo Sarah. ...

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    Imagem retirada do site

    A juventude que fortalece a luta por igualdade racial

    O Brasil foi o último país do ocidente a libertar negros escravizados. A sanção da Lei Áurea aconteceu em 13 de maio de 1888 e jogou sobre a princesa Isabel o protagonismo de um processo que, na verdade, foi construído e conquistado por diferentes setores da sociedade. Um processo sobretudo popular. Pioneiro, o Ceará foi a primeira província do País a libertar a população negra que era explorada, castigada, subalternizada. A abolição no Estado aconteceu quatro anos antes do restante do Brasil, em 25 de março de 1884, marco histórico que em 2011 se tornou a Data Magna do Ceará, através de lei publicada no Diário Oficial do Estado. Mais que um feriado, uma data que não pode passar despercebida, momento para impulsionar reflexões e celebrar um grupo étnico que compõe a cearensidade e conta com a vivacidade de uma juventude que já não aceita narrativas engessadas e manuais de ...

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    Matilde Ribeiro

    Políticas de igualdade racial: refazendo o feito e o desfeito

    Estamos atônitos diante dos desfeitos e desmontes. Porém, temos de nos munir de energias para reavaliar os feitos e, se necessário, revê-los e refazê-los Por Matilde Ribeiro, do Teoria e Debate Matilde Ribeiro (Foto: Pedro Borges/Alma Preta) Em 2020, se finda a segunda década do século 21 e a sociedade ainda se posiciona com perplexidade e distanciamento diante de questões humanitárias, principalmente no diz respeito à população negra, em particular sobre a construção de agenda de igualdade racial. Conforta-nos (aos inconformados com a apatia, hipocrisia e desumanidade) que, mesmo diante de estruturas sociais e institucionais racistas, foram conquistados diversos direitos tardios. Deve-se considerar que a abolição de 1888 não aboliu. Isso promoveu um verdadeiro arrastão da situação de desigualdade e violência, atribuída historicamente a população negra. O racismo está vivo, após 122 anos da abolição da escravização, mesmo com incessantes vozes chamando por justiça racial. Nesse ...

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    Mike Segar/Reuters

    Ex-CEO do Grammys alega discriminação e corrupção na premiação

    Deborah Dugan alega que o Grammy é atormentado por uma cultura de discriminação racial e baseada em gênero, e que artistas do Rap e Rnb foram marginalizados pela corrupção dos eleitores. Por Ruan Fellipe, do Rapmais Deborah Dugan (Foto: Mike Segar/Reuters) Deborah Dugan, ex-presidente e CEO da Academia Nacional de Artes de Gravação que foi demitida de seu emprego no início desta semana, alegou que a Academia de Gravação e seu principal evento, o Grammy Awards, estão repletos de questões profundas, incluindo corrupção, encobrimento casos de estupro e má conduta sexual e uma mentalidade avassaladora de “clube dos meninos”. Em uma queixa arrepiante registrada na Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego pelo advogado de Dugan, Douglas Wigdor, Dugan alega que ela foi assediada sexualmente pelo ex-membro do conselho e presidente do conselho do Grammys. Ela também afirma que o conselho negou o fato de que ...

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    Márcia Lima, durante o seminário Diálogos, no auditório do Cebrap, em 2016 - Moacyr Lopes Junior - 2.mai.16:Folhapress

    Discriminação e desigualdades raciais no Brasil: obra de Carlos Hasenbalg quarenta anos depois

    Em 1978, Carlos Hasenbalg defendeu na Universidade de Berkeley, sob a orientação de Robert Blauner, a sua tese de doutorado intitulada Race Relations In Post-Abolition Brazil: The Smooth Preservation of Racial Inequalities. Em 1979, a tese foi publicada como livro com o título Discriminação e desigualdades raciais no Brasil, dando início a uma nova linha de interpretação sobre o lugar da raça na compreensão da desigualdade. Neste texto comemorativo dos quarenta anos desta obra, procuro registrar alguns aspectos que fazem desse livro um divisor de águas na literatura sobre o tema e demonstrar o porquê de esta obra permanecer crucial para aqueles que desejam entender as dinâmicas de raça e classe no Brasil. Por Márcia Lima, do Novos Estudos Márcia Lima, durante o seminário Diálogos, no auditório do Cebrap, em 2016 - Moacyr Lopes Junior - 2.mai.16:Folhapress Organizado em três partes – perspectivas teóricas, evolução das desigualdades raciais ...

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    Arte GloboEsporte.com

    Cresce número de casos de injúria racial no esporte brasileiro

    Dados do Observatório da Discriminação Racial apontam 47 ocorrências em 2019 ante 44 no ano passado Por Gonçalo Junior, do Terra Arte GloboEsporte.com Depois que foi chamado de "macaco" pelos irmãos Adrierre e Natan Siqueira da Silva e recebeu uma cusparada no rosto, o segurança Fábio Coutinho não queria contar para ninguém. O vigilante temeu que não acreditassem na sua versão, pois não sabia que a agressão havia sido filmada. Hoje, ele fala sobre o tema por acreditar que está no meio de uma causa coletiva, que casos de injúria racial continuam a acontecer, mas evita ver o vídeo do dia 10 de novembro feito nas arquibancadas do Mineirão. As dificuldades de Fábio estão mesmo inseridas em um contexto mais amplo: o aumento dos casos de injúria racial no esporte brasileiro em 2019. O Observatório da Discriminação Racial, entidade dedicada a pesquisar e discutir o tema, ...

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    Prêmio homenageia sete personalidades que se destacam na luta por igualdade racial

    Evento será realizado no próximo dia 14 de novembro como parte do Mês da Consciência Negra Por Ana Cristina Sampaio e Joanna de Ângelis, Da Agência Alagoas Homenageados da solenidade do Tia Marcelina 2018 (Foto: Letícia Sobreira) Sete personalidades serão agraciadas este ano com o Prêmio Tia Marcelina, uma homenagem à ex-escrava de origem africana, descendente do Quilombo dos Palmares e matriarca do Candomblé em Alagoas. O evento acontecerá no próximo dia 14, no Jatiúca Hotel & Resort, em Maceió, a partir das 18h30. O Prêmio Tia Marcelina é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (Semudh), em parceria com o Conselho de Promoção da Igualdade Racial de Alagoas (CONEPIR). Foi criado em 2016 pelo governador Renan Filho para reconhecer e agraciar pessoas e entidades que atuam na luta pela igualdade racial e trabalham para ...

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    Jadson Oliveira de Jesus, 21, estuda engenharia do Insper; bolsista, ele afirma que a ênfase de sua mãe em sua educação desde a primeira infância o ajudou a superar barreiras impostas a meninos pretos, mas que além disso precisou de sorte - Bruno Santos/Folhapress

    Desigualdade racial transparece em notas de meninos negros, mostra pesquisa

    Aumento da renda tem impacto menor no desempenho do grupo, diz estudo Por Érica Fraga, da Folha da S.Paulo A enorme desvantagem educacional de meninos pretos que vivem em São Paulo em relação a garotos brancos da mesma faixa etária é ainda maior se ambos pertencerem a famílias de nível socioeconômico mais elevado. Isso significa que, embora a renda dos pais tenha grande impacto sobre o desempenho escolar das crianças no Brasil, parte desse poder de alavanca é perdida dependendo da combinação entre gênero e cor da pele do aluno. A conclusão —reforçada por outros dados— é de um estudo inédito da Fundação Tide Setubal, com foco nas notas de alunos do 5º ano do ensino fundamental em língua portuguesa, na rede pública da capital paulistana, que será divulgado nesta semana. A análise da intersecção entre renda, cor e sexo dos alunos mostra que há um padrão de desempenho escolar ...

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    Discurso da meritocracia ignora 'bolha branca' e discriminação no mercado de trabalho / Foto: CEERT

    Discurso da meritocracia ignora ‘bolha branca’ e discriminação no mercado de trabalho

    Trabalhar relações raciais e de gênero em instituições esbarra em pacto não verbalizado de fortalecimento entre iguais Por Cida Bento, no CEERT Discurso da meritocracia ignora 'bolha branca' e discriminação no mercado de trabalho / Foto: CEERT Há alguns meses, trabalhando com equidade e diversidade numa grande empresa, ouvi a seguinte frase de uma liderança da área de recursos humanos: “Se nossa empresa viveu por décadas líder do seu ramo sem precisar lidar com a questão dos negros, por que temos de falar sobre o assunto agora?”. A liderança, uma jovem mulher branca, explicitava o desconforto de tratar da exclusão e da sub-representação de negras e negros em seu local de trabalho, ante a decisão da empresa de implantar uma política de equidade de raça e gênero. O desafio de trabalhar as relações raciais e de gênero, interseccionadas, em instituições públicas ou privadas, esbarra no que ...

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    Centro de Diabetes e Endocrinologia do Estado da Bahia (Cedeba)r (Foto: Elói Corrêa/GOVBr)

    Desigualdade racial no Brasil se expressa também no acesso à saúde

    Política pública de 2009 para combate à discriminação no setor ainda carece de adesão da maioria dos municípios Mayara Paixão, do Brasil de Fato Dez anos após implementação da Política Nacional de Saúde da População Negra, somente 57 municípios do país a implantaram - Créditos: Elói Corrêa/GOVBA Dez anos após implementação da Política Nacional de Saúde da População Negra, somente 57 municípios do país a implantaram / Elói Corrêa/GOVBA A data de 27 de outubro marca o Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra. A ocasião propõe refletir e agir sobre as desigualdades raciais existentes no sistema de saúde brasileiro. Dados do Ministério da Saúde mostram que negras e negros, maior parcela da população, são os mais afetados por doenças como a anemia falciforme, hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2. Neste último caso, a incidência da doença em homens negros é 9% maior do ...

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    Alvo de injúria racial e assédio, agente de viagens ouviu colega desejar volta da escravidão

    Eunice de Oliveira, de 30 anos, se disse 'paralisada' e relata não ter recebido o suporte de chefes próprios; colega foi demitido Por Johanns Eller, Do O Globo Agressor de Eunice lhe disse queria 'a volta da escravidão' (Foto: Ilustração Gabriel Benedito) A agente de viagens Eunice Cides de Oliveira, de 30 anos, está na segunda licença médica desde que foi vítima de um episódio de injúria racial e assédio sexual no ambiente de trabalho, no dia 10 de setembro. Segundo seu relato, um colega se aproximou dela durante o almoço, no escritório do resort Club Med , na Zona Sul do Rio, onde trabalham, dizendo desejar a volta da escravidão para que pudesse fazer “o que quisesse” com ela, simulando movimentos sexuais e chocando as testemunhas ao redor. Diagnosticada com estresse pós-traumático, Eunice foi orientada a buscar uma psiquiatra e a tirar uma licença — ...

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    Durante eliminação do Brasil pela Bélgica na Copa do Mundo de 2018, Fernandinho foi alvo de ataques racistas por fazer gol contra / Divulgação/FIFA

    Relatório aponta aumento de discriminação no futebol envolvendo brasileiros

    Somente em 2018, houve o registro de 44 ocorrências racistas; número é o maior desde 2014 No Brasil de Fato Durante eliminação do Brasil pela Bélgica na Copa do Mundo de 2018, Fernandinho foi alvo de ataques racistas por fazer gol contra / Divulgação/FIFA Segundo o Relatório Anual da Discriminação Racial no Futebol, em 2018 aconteceram 44 ocorrências racistas em jogos envolvendo brasileiros. O número é o maior desde 2014. 25 desses casos têm como alvo os atletas. Também a arbitragem e os policiais aparecem como vítimas nas ocorrências registradas. Se forem considerados apenas os casos acontecidos no Brasil, o estado onde mais foram registradas ocorrências foi São Paulo, com 16 episódios. Ampliando para competições Sul-Americanas, foi nos embates contra a Argentina que mais casos de racismo foram registrados, com oito ocorrências, sendo seis delas no território do país vizinho e duas no Brasil. Também foram ...

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    Mulher trabalhadora Foto- Márcia Foletto : Márcia Foletto

    Os desafios da inclusão racial no mercado de trabalho

    Pesquisa recente apontou que negros representam são menos de 1% nos grandes escritórios de advocacia Por Robson de Oliveira, do Carta Capital Foto: Márcia Foletto A política de cotas implementada no Brasil vem colaborando para o ingresso cada vez maior da população negra nos cursos universitários. Contudo, os obstáculos e desafios profissionais para as pessoas negras permanecem. Primeiro, ainda durante a faculdade, para o acesso à formação complementar, encontrando estágios voltados à área de formação acadêmica nos diferentes segmentos de atuação. Depois, já com o curso concluído, para ingressar no mercado de trabalho. Trazendo a questão para o ramo do direito, na atualidade, os grandes escritórios do Brasil contam com menos de 1% de advogados negros, o que demonstra que embora estejam tendo acesso à universidade, negros e negras, que são maioria racial brasileira, não ocupam espaço expressivo nesse campo profissional. Sua inclusão, portanto, trata-se de ...

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    #Qualperfil? – origem de uma mobilização por equidade racial no mundo do trabalho

    As indagações que movem essa campanha surgiram ao longo do projeto Central Solidaria de Oportunidades (CSO), uma iniciativa que busca identificar as possibilidades de troca e colaboração que existem entre os jovens de classe popular, empresários e organizações da sociedade civil que trabalham com juventudes nos municípios de São Gonçalo e Niterói, dentro do mercado de tecnologias da informação e comunicação. Por meio de uma plataforma na web, a CSO alimenta e cruza informações em um banco de dados para viabilizar oportunidade efetivas de ingresso de jovens previamente capacitados ao mundo do trabalho. A partir da experiência com o encaminhamento desses jovens, identificou-se uma constante: os jovens mantidos nas vagas eram majoritariamente brancos, e isso independia da sua qualificação, competência demonstrada nos cursos ou mesmo experiência. Buscando o embasamento de dados sérios para pensar o acesso da juventude negra de Niterói e São Gonçalo ao mundo do trabalho, a ONG ...

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    Peter Aprahamian/ iStock.

    MPT e agências fazem pacto pela igualdade racial

    No próximo dia 23 de setembro, em São Paulo, o Ministério Público do Trabalho, juntamente com líderes de algumas das maiores agências do Brasil, vão formalizar um pacto para a maior inclusão de profissionais negros no mercado publicitário. Do Promoview Foto: Peter Aprahamian/ iStock. Mais do que isso, a solenidade marca o comprometimento das empresas do segmento com a valorização de diversas iniciativas em um pacto pela igualdade racial. O documento já foi assinado por Africa, Artplan, BETC, DPZ&T, F/Nazca, FCB, JWT, Leo Burnett Tailor Made, Mutato, Ogilvy, Publicis, SunsetDDB, Talent Marcel, Tribal, WMcCann e Y&R. Desde o primeiro semestre de 2019, o Ministério Público do Trabalho tem convocado os profissionais dos departamentos de RH e diversidade das agências para reuniões mensais em sua sede, em São Paulo, para debater o assunto. Mais recentemente, as principais lideranças das empresas foram chamadas para ajudar na construção e ...

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