quinta-feira, julho 16, 2020

    Resultados da pesquisa por 'escravidão'

    Mãe Preta – Memória da escravidão, maternidade e feminismo em exposição na galeria pretos novos de arte contemporânea

    As conhecidas imagens das amas-de-leite negras, registradas desde meados do século XIX ao início do século XX, são o ponto de partida da pesquisa das artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa para a exposição MÃE PRETA, com a curadoria de Marco Antonio Teobaldo, na Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea, do Instituto de Pesquisa e Memória dos Pretos Novos (IPN), na Gamboa. Visitação até 25 de setembro. Entrada franca. Do POLIFONIA PERIFÉRICA  A exposição MÃE PRETA integra o Circuito Cultural Rio, idealizado pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio, para a programação cultural dos períodos Olímpico e Paraolímpico, que vai de maio a setembro de 2016. A mostra, que também faz parte da programação oficial do FotoRio 2016, busca traçar os elos e ressonâncias entre a condição social da maternidade durante a escravidão e as vozes de mulheres e mães negras na contemporaneidade. A exposição reúne obras em fotografia, gravuras, vídeo e instalações criadas especialmente ...

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    UNESCO: memória sobre escravidão é importante para construir futuro melhor

    No Dia Internacional para Relembrar o Tráfico de Escravos e sua Abolição, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, afirmou que a memória sobre o tráfico de escravos e a escravidão é importante para a luta contra novas formas de servidão, racismo, preconceito, discriminação racial e injustiça social. Do Nações Unidas A coragem dos homens e mulheres que em agosto de 1791 se revoltaram contra a escravidão no Haiti “criou obrigações para nós”, disse a chefe da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, no Dia Internacional para Relembrar o Tráfico de Escravos e sua Abolição, completando que “toda a humanidade é parte dessa história” e dos esforços para a construção de um futuro melhor. “A revolta foi um ponto de mudança na história da humanidade, afetando fortemente o estabelecimento de ...

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    O casamento do nazismo com a escravidão no Brasil. Por Marcos Sacramento

    A história do país é cheia de episódios indigestos, que não viram enredo de escolas de samba ou pretexto para as aventuras da Glória Maria no Globo repórter. Por Marcos Sacramento, do DCM  Mas uma vez ou outra surge um documentário para invocar fantasmas do passado, como “Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil”, de Belisario Franca, lançado no mês passado e em exibição em Florianópolis, Niterói, Rio de Janeiro, Santos e Vitória. Baseado na tese de doutorado do historiador Sidney Aguilar Filho pela Unicamp, o trabalho conta a história de 50 crianças órfãs levadas do Educandário Romão de Mattos Duarte, no Rio de Janeiro, para uma propriedade rural no interior de São Paulo, onde foram submetidas a trabalho escravo. O traslado sinistro ocorreu nos primeiros anos da década de 1930. Iludidos com a promessa de que iriam viver em um lugar onde poderiam brincar e estudar livremente, os meninos, a ...

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    ‘Time’ comenta o ‘esquecido legado’ da escravidão no Rio de Janeiro

    Em artigo publicado na terça (2), a revista americana "Time" fala sobre o “esquecido legado” da escravidão que obscurece a Olimpíada. O texto conta como mais de 2 milhões de negros trazidos da África como escravos desembarcaram no Rio de Janeiro e como a cidade, que teve um dos maiores portos de movimentação de escravos no mundo, foi influenciada por isso.   Do G1 O artigo faz ainda uma conexão com a violência policial aos negros, ao lembrar que em 1809 foi formada a Divisão Militar da Guarda da Polícia Real, uma percussora da atual Polícia Militar, e que era famosa pelos espancamentos públicos de escravos.   Ele também lembra que a primeira favela carioca, no Morro da Previdência, surgiu em 1897 com a concentração de uma comunidade de ex-escravos e veteranos de uma recente guerra civil, todos muito pobres para se estabelecerem longe do porto e mais perto do ...

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    A escravidão nas Américas

    “Se houvesse um inquérito no qual todos os escravos pudessem depor livremente, todos os brasileiros haveriam de horrorizar-se ao ver o fundo de barbárie que existe em nosso país debaixo da camada superficial de civilização, onde quer que essa camada esteja sobreposta à propriedade do homem pelo homem”.  Joaquim Nabuco (1849-1910). Enviado por Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite via Guest Post para o Portal Geledés  No transcorrer do século XV, a expansão de Portugal, ao longo da costa africana, favoreceu, com o aval de bulas papais, o tráfico negreiro. Totalizando 1.552.000 escravizados, trazidos nos tumbeiros ou navios negreiros, a América espanhola perde em índice numérico para o Brasil que, segundo estudos recentes na Universidade de Emory, em Atlanta, atingiu o total de 4,8 milhões de escravizados.   O número inferior de escravizados negros, na América espanhola, justifica-se pelo fato de que o nativo conhecia técnicas de mineração e já havia ...

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    ‘Mais que escravidão, escola deve mostrar o que fazemos de bom no Brasil’, diz MC Soffia rapper de 12 anos que cantará na Rio 2016

    "Espero que Beyoncé me veja", disse à BBC Brasil a rapper paulistana MC Soffia, de 12 anos, sobre a apresentação que fará diante de cerca de 70 mil pessoas na abertura dos Jogos Olímpicos do Rio, no Maracanã. por Camilla Costa no BBC Será a primeira vez em que sobe ao palco para um público tão grande, mas ela não se impressiona. "Não estou nervosa, estou animada, só", afirma, escolhendo as palavras com cuidado. MC Soffia virou uma espécie de porta-voz mirim das mulheres negras por causa das músicas falando da importância de meninas negras aceitarem seus cabelos e sua cor. "Menina pretinha/Exótica não é linda/Você não é 'bonitinha'/Você é uma rainha", diz uma de suas canções. A participação da garota na cerimônia de abertura da Rio 2016, em dueto com a rapper curitibana Karol Conka, será breve, mas ela promete uma música nova, feita pelas duas, sobre "empoderamento". "Eu fiquei ...

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    Império e Escravidão

    Um breve resumo do tráfico transatlântico de escravos –Parte V por David Eltis (Emory University) no Slave Voyages Na segunda metade do século XVIII, havia seis sistemas imperiais em torno do Atlântico, cada um sustentado por uma rede de tráfico de escravos. Ingleses, franceses, portugueses, espanhóis, holandeses e dinamarqueses operavam todos por trás de barreiras comerciais (denominadas restrições mercantilistas) e produziam uma gama de produtos em plantations — açúcar, arroz, anil, café, fumo, álcool e alguns metais preciosos —, mas o açúcar era normalmente o mais valioso. É extraordinário que a busca dessa limitada gama de bens de consumo exóticos, que contribuiu coletivamente tão pouco para o bem-estar humano dos consumidores, possa ter acarretado durante tanto tempo os horrores e misérias da travessia do Atlântico e da escravidão nas plantations. Dada a predominância dos traficantes de escravos portugueses e britânicos, não é de estranhar que o Brasil e as Américas britânicas tenham ...

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    The Birth Of a Nation – Drama sobre a escravidão ganha trailer completo emocionante

    The Birth Of a Nation, longa vencedor do Festival de Sundance 2016, ganhou seu primeiro trailer completo: Filme conta a história de Nat Turner, um escravo alfabetizado e pregador, cujo proprietário Samuel Turner (Armie Hammer) aceita uma oferta para usar sua forma de pregar para subjugar os escravos rebeldes. Após testemunhar inúmeras atrocidades - contra si e outros escravos - ele organiza uma revolta na esperança de conduzir seu povo para a liberdade. você sabe quem foi Nat Turner? Nate Parker protagoniza, dirige e escreve o filme, que já é considerado por muitos um dos favoritos ao Oscar 2017. Nate Parker of 'The Birth of a Nation' poses for a portrait at the 2016 Sundance Film Festival Getty Images Portrait Studio Hosted By Eddie Bauer At Village At The Lift on January 25, 2016 in Park City, Utah O lançamento no Brasil é previsto para 26 de janeiro ...

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    Escravidão moderna atinge 45,8 milhões de pessoas no mundo

    Cerca de 45,8 milhões de pessoas em todo o mundo estão sujeitas a alguma forma de escravidão moderna. A estimativa é do relatório Índice de Escravidão Global 2016, da Fundação Walk Free, divulgado nesta terça-feira (30). Por: Andreia Verdélio, do UOL Segundo o documento, 58% dessas pessoas vivem em apenas cinco países: Índia, China, Paquistão, Bangladesh e Uzbequistão. Já os países com a maior proporção de população em condições de escravidão são a Coreia do Norte, o Uzbequistão, o Camboja e a Índia. De acordo com a Walk Free, o Brasil tem 161,1 mil pessoas submetidas à escravidão moderna - em 2014, eram 155,3 mil. A escravidão moderna ocorre quando uma pessoa controla a outra, de tal forma que retire dela sua liberdade individual, com a intenção de explorá-la. Entre as formas de escravidão estão o tráfico de pessoas, o trabalho infantil, a exploração sexual, o recrutamento de pessoas para conflitos armados e ...

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    O dia seguinte ao fim da escravidão

    Imagine um amigo seu ou um parente que fosse tratado como um animal. Imagine as pessoas que você ama vivendo sem ter nenhum direito, podendo ser vendidos, trocados, castigados, mutilados ou mesmo mortos sem que ninguém ou nenhuma instituição pudesse intervir em seu favor. Por Douglas Belchior Do Negro Belchior Imagine você, seu pai, sua mãe ou seu filho sendo tratados como coisa qualquer, como um porco, um cavalo, ou um cachorro. Imagine sua filha sendo levada ou mesmo ao seu lado, estuprada, todos os dias e depois, grávida à serventia do negócio de seu dono. Clóvis Moura (Moura, 1989, p.15-16), faz o relato sem personagens. Eu os incluí para pedir que imagine. Você que já chorou diante das cenas que remetem o sofrimento de Jesus Cristo, na sexta feira da paixão; Você que fechou os olhos frente às fortes imagens de Django Livre; Você que se emocionou com 12 anos ...

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    A família negra no tempo da escravidão

    Há alguns anos venho investigando as experiências de vida familiar de africanos e afro-descendentes na Bahia oitocentista, enfatizando a forma como as mudanças sociais, econômicas e políticas do período influíram na estrutura, dinâmica e vida cotidiana dos negros submetidos ou não ao regime de cativeiro. por Isabel Crsitina Ferreira dos Reis Do Fundação Pedro Calmon Para a realização deste estudo tenho realizado ampla pesquisa documental a partir da combinação de fontes demográficas, favoráveis às análises quantitativas (a exemplo do Censo de 1872, registros de casamentos, listas de matrículas de escravos, listas de cativos classificados para a alforria pelo Fundo de Emancipação, “Relação dos africanos livres existentes na Província da Bahia”, etc.); algumas fontes que se prestam tanto à quantificação quanto a uma história social e cultural fundamentada em análises qualitativas (testamentos e inventários post mortem e cartas de alforrias); e fontes que discorrem sobre episódios cotidianos da vida familiar e afetiva (notícias em ...

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    A escravidão no Brasil: do ciclo do café à abolição

    Nas primeiras décadas do século 19, o ciclo da economia brasileira foi representado pela produção do café, considerado o “Ouro Verde”. O braço escravo, novamente, foi o sustentáculo desse ciclo da nossa economia. O patriarcalismo, o latifúndio e escravidão  representam o sustentáculo do mando político de uma nova oligarquia que se estabelecia no cenário brasileiro:  os barões do café. Por Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite*, do Pagina Global  O Ciclo do Café Na segunda década do século 18, em 1727, o café chegou ao Brasil por meio do sargento-mor Francisco de Melo Palheta (1670 – 1750). As primeiras sementes eram originárias da Guiana Francesa. No início o café era plantado nos morros das regiões próximas da cidade do Rio de Janeiro.  Após a experiência do plantio, naquele local, expandiu-se até o Vale do Paraíba onde havia condições mais favoráveis para o seu desenvolvimento.  A partir desta região, o plantio do ...

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    Negras Empoderadas lutam contra as “formas de escravidão modernas” do Brasil

    Criada pela empresária e advogada Eliane Dias e pela Consulesa da França no Brasil, Alexandra Loras, grupo busca compartilhar ideias e experiências para combater o racismo e o machismo Texto: Juca Guimarães para Ponte Jornalismo / Foto: Juca Guimarães No Alma Preta A união é o elemento principal para se vencer uma guerra e mudar os rumos da história, assim como o uso das armas certas. O compartilhamento de ideias e experiências também é fundamental para o fortalecimento de uma causa. Desse modo, uma nova história está sendo escrita por cinquenta mulheres independentes e bem-sucedidas que participam do grupo Negras Empoderadas, criado pela empresária Eliane Dias e pela consulesa da França no Brasil, Alexandra Loras. Vivendo há três anos no Brasil, a consulesa francesa Alexandra percebeu o quanto o racismo e a falta de oportunidades impactam na vida das mulheres negras. Muitas vezes de forma velada, algumas vezes explícitas e violentas, as manifestações de ...

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    JEAN-BAPTISTE DEBRET

    Na sala de aula te acorrentam com olhares, como na escravidão

    Fico me perguntando, quando um professor fala sobre escravidão, ou cita algo sobre um acontecimento ou movimento que envolve negros, seu olhar pousa sem pausa no aluno negro, ou a sala te olha descaradamente, esperando que você levante o punho para o alto. Ou que comece uma discussão, corrigindo o que o professor diz. Mas, não! Simplesmente, só quero ouvir, sobre a matéria e não precisar me distrair, com olhares que se fixam em mim. E, ficar oprimida por que, parece que estão falando dos meus parentes. Talvez, ancestrais. Desde o ensino fundamental, sofri com tudo isso, o assunto sempre era escravidão, e nunca sobre como Martin Luther King Jr. foi importante, nem como Dandara foi uma mulher forte, Mandiba? Somente escravidão. por Taynara Ferreira via Guest Post para o Portal Geledés JEAN-BAPTISTE DEBRET Em algumas vezes, fingia me ocupar com algo para que a professora não ...

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    Lutar contra prisões em massa e pena de morte é lutar contra escravidão dos tempos modernos, diz Angela Davis

    Em entrevista concedida junto com a irmã, Fania Davis - uma das principais expoentes da justiça restaurativa nos EUA, ressalta a necessidade de se criar um processo para 'curar os traumas raciais que continuam sendo reencenados' Por Sarah van Gelder, do Opera Mundi  “Assumimos uma luta que nos vincula aos abolicionistas que se opuseram à escravidão. As instituições da prisão e da pena de morte são os exemplos mais óbvios de como a escravidão continua a assombrar nossa sociedade”, diz Angela ao explicar a importância do abolicionismo penal, a nova trincheira das irmãs. Fania lembra que “abolimos a instituição da escravidão, mas ela foi substituída pela vassalagem, pelas leis Jim Crow , pelos linchamentos, pelas prisões privadas. A essência da violência racial e do trauma que vimos na instituição da escravidão e nas instituições subsequentes continuam até hoje sob a forma do encarceramento em massa e práticas policiais letais”. Ambas defendem a ...

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    Da escravidão às prisões modernas

    No dia 16 de março de 2014, após operação da Polícia Militar numa favela localizada no Morro da Congonha, zona norte da cidade do Rio de Janeiro, uma mulher negra, empregada doméstica e moradora da favela foi baleada e jogada na patrulha policial. O corpo negro e sem vida era de Cláudia Ferreira da Silva, de 38 anos, que havia sido baleada no pescoço e nas costas. Depois, Cláudia foi colocada no porta-malas da viatura policial para supostamente ser levada ao hospital. No caminho, seu corpo rolou do porta-malas e, preso por um pedaço de roupa, foi arrastado pelo asfalto por mais ou menos 250 metros, sem que os policiais da viatura dessem atenção aos apelos de outros motoristas e pedestres. Por Dina Alves  do Alma preta No dia 28 de novembro de 2015, os jovens negros Roberto Silva de Souza, 16 anos; Wilton Esteves Domingos Júnior, 20 anos; Carlos Eduardo Silva ...

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    ‘Negros não puderam viver luto pela escravidão’

    Entre os séculos 16 e 19, o Brasil recebeu ao menos 4,8 milhões de africanos escravizados, todos forçados a abandonar sua identidade ao embarcar para o país. Por João Fellet Do BBC A produtora Cine Group convidou 150 brasileiros a fazer um exame de DNA para identificar o local de origem de seus antepassados africanos. Após os resultados, a produtora acompanhou as viagens de cinco participantes às regiões de seus ancestrais. As gravações darão origem à série televisiva Brasil: DNA África, a ser lançada nos próximos meses (a produtora ainda negocia os direitos de transmissão). A BBC Brasil entrevistou dois participantes sobre a experiência. "Na Bolívia, onde vivi parte da minha infância, existe uma superstição engraçada. Quando veem um negro, muitos têm o costume de beliscá-lo. Eles acham que isso dá sorte. Voltava da escola cheia de beliscões, e um dia minha mãe teve até que conversar com o diretor. Mesmo ...

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    Logo no início de 'Que horas ela volta?', a personagem de Regina Casé (a empregada Val) aparece vestindo branco ao cuidar do filho dos patrões, mas sem entrar na piscina

    Clube obrigar babá a usar branco é manter estigma da escravidão, diz diretora de ‘Que horas ela volta?’

    Desde que lançou Que horas ela volta?, a diretora de cinema Anna Muylaert virou uma espécie de porta-voz informal para questões envolvendo trabalhadores domésticos. Por Mariana Della Barba, do BBC Seu filme, no qual a atriz Regina Casé vive a doméstica Val, escancara um tipo de relação entre patrão e empregado que é realidade em muitas casas brasileiras. Diante da "novela" das babás de branco que teve início no ano passado, Anna topou falar com a BBC Brasil. Durante a conversa, a diretora falou de sua revolta com as regras de clubes paulistanos em exigir uniforme branca das babás de crianças sócias. O caso começou quando a advogada Roberta Loria, que é sócia do Esporte Clube Pinheiros (zona oeste), resolveu acionar o Ministério Público de São Paulo, após se revoltar com o fato de o local dificultar a entrada da babá de suas filhas por ela não estar com uniforme branco. ...

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    A performance em que Fyodor evocou os “tigres”, escravos que levavam os excrementos de seus senhores para o mar - Divulgação / Pedro Agilson

    A escravidão no Brasil na visão de um artista russo

    Fyodor Pavlov-Andreevich demonstra sofrimento para aludir à desigualdade no país POR NANI RUBIN, do O Globo RIO - Na noite do último domingo, um homem branco acorrentado num poste de luz chamava a atenção de quem passava na esquina da Rua Oswaldo Cruz com a Praia do Flamengo. Uma mulher em um Mercedes-Benz parou e perguntou se precisava de ajuda. Carros da polícia e do Corpo de Bombeiros chegaram alternadamente; os poucos pedestres que passavam àquela hora tardia tiraram fotos. Pele branca, olhos claros num corpo de 1,91m, o russo Fyodor Pavlov-Andreevich, 39 anos, apesar de falar português, não respondeu às perguntas que lhe eram feitas. A não interação fazia parte da performance, uma das sete que compõem o projeto “Monumentos temporários”. A imagem do branco nu (ele sentou sobre um pedaço de jornal, com o qual escondia os órgãos genitais quando necessário), acorrentado numa esquina do Flamengo, não surgiu ...

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    Gregg DeGuire/WireImage

    Compositora e agora roteirista: Beyoncé vai escrever e protagonizar filme sobre escravidão

    Beyoncé já estrelou uma série de longa-metragens no passado – Dreamgirls, Obsessiva – todos muito bem recebidos pela crítica e grandes sucessos de bilheteria, e, aparentemente, ela pretende expandir ainda mais sua carreira no cinema em 2016. no Portal dos Famosos A hitmaker de Drunk in Love é uma das maiores, senão a maior, performers do mundo, mas ainda não é tão levada a sério nas telonas quanto deseja. E, desta vez, o projeto é ainda mais ambicioso: ela romantizará a poderosa história de , uma mulher negra vendida à escravidão por homens escoceses que precisou batalhar seu caminho até a liberdade novamente na corte inglesa. Saartje Baartman. De acordo com o The Mirror, Beyoncé já contratou um time de professores de teatro e roteiristas experientes para ajudá-la a trazer a trajetória de Baartman à realidade. Para completar, a cantora quer estrelar ela própria no filme como Saartjie, e um elenco de peso também pode estar encaminhado, mesmo que ...

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