Resultados da pesquisa por 'racismo estrutural'

    vilma reis

    Quem tem medo dos editais para as iniciativas culturais afro-brasileiras? por Vilma Reis

    Vilma Reis No contexto das forças políticas os Movimentos Negros e de Mulheres Negras se organizam no país contra a reação conservadora que, se levanta contra as diferentes formas de reparação, seja no mercado de trabalho, no acesso a educação ou no acesso a recursos, para que um grupo majoritário da sociedade brasileira, a população negra, possa apresentar suas narrativas para as gerações atuais e deixe seu legado, na dramaturgia, na dança, na música ou em outra forma de manifestação da cultura, para as gerações vindouras. Essa manifestação do conservadorismo quando não permite a equidade, através de ações afirmativas, impede a partilha dos bens e recursos produzidas por todo povo brasileiro, evidenciando que é o racismo que estrutura o Brasil, onde o medo branco da onda negra permanece como um fenômeno longevo. O Ministério da Cultura, conhecido como MinC, uma instituição com apenas 28 anos de existência, tão jovem como ...

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    Quem tem medo dos editais para as iniciativas culturais afro-brasileiras? por Vilma Reis

    Quem tem medo dos editais para as iniciativas culturais afro-brasileiras? por Vilma Reis

    Vilma Reis No contexto das forças políticas os Movimentos Negros e de Mulheres Negras se organizam no país contra a reação conservadora que, se levanta contra as diferentes formas de reparação, seja no mercado de trabalho, no acesso a educação ou no acesso a recursos, para que um grupo majoritário da sociedade brasileira, a população negra, possa apresentar suas narrativas para as gerações atuais e deixe seu legado, na dramaturgia, na dança, na música ou em outra forma de manifestação da cultura, para as gerações vindouras. Essa manifestação do conservadorismo quando não permite a equidade, através de ações afirmativas, impede a partilha dos bens e recursos produzidas por todo povo brasileiro, evidenciando que é o racismo que estrutura o Brasil, onde o medo branco da onda negra permanece como um fenômeno longevo. O Ministério da Cultura, conhecido como MinC, uma instituição com apenas 28 anos de existência, tão jovem como ...

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    abdias interna

    Prêmio Abdias Nascimento abre inscrições

    Estão abertas até 31 de julho de 2013 as inscrições para a 3ª edição do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento. Podem concorrer jornalistas profissionais de todo o país. Serão distribuídos R$ 35 mil em prêmios, em sete categorias. Criado para valorizar o conteúdo jornalístico capaz de tornar visível o racismo como fator estrutural das desigualdades socioeconômicas do Brasil, o Prêmio simboliza a busca por um jornalismo plural, que valorize a diversidade brasileira. Em 2013, para facilitar as adesões, serão recebidas somente inscrições pela internet. Segundo a coordenadora desta edição, Sandra Martins, um dos desafios este ano é aumentar os inscritos nas categorias Mídia Alternativa/Comunitária e Especial de Gênero Jornalista Antonieta de Barros, além de mobilizar mais profissionais do Norte, do Nordeste, do Centro-oeste e do Sul, sensibilizando para temas que são foco do Prêmio. "Dar visibilidade aos problemas da população negra brasileira, em especial das mulheres negras, de forma equilibrada ...

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    2005AZUL01

    Ela é negra do Brasil

    Nilma Lino Gomes assume a Unilab como a primeira reitora negra do País. Entre tantos desafios, está ampliar as relações internacionais com os países de língua de expressão portuguesa REDENÇÃO, CE, BRASIL, 23-04-2013: Nilma Lino Gomes, professora e atual reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Entrevista com Nilma Lino Gomes para Páginas Azuis. (Foto: Sara Maia/O POVO) A professora mineira Nilma Lino Gomes tomou um susto quando foi convidada para ser reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) no início deste ano. A proposta veio do colega Paulo Speller, reitor-fundador da primeira universidade internacionalizada do Brasil, fincada no Maciço de Baturité, em Redenção, a 40 quilômetros de Fortaleza. Passada a surpresa, veio a percepção do contexto. Seria a primeira mulher negra no comando de uma universidade brasileira.   "Senti-me honrada e, depois do choque, compreendi que o convite tinha ...

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    Ela é negra do Brasil

    Nilma Lino Gomes assume a Unilab como a primeira reitora negra do País. Entre tantos desafios, está ampliar as relações internacionais com os países de língua de expressão portuguesa A professora mineira Nilma Lino Gomes tomou um susto quando foi convidada para ser reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) no início deste ano. A proposta veio do colega Paulo Speller, reitor-fundador da primeira universidade internacionalizada do Brasil, fincada no Maciço de Baturité, em Redenção, a 40 quilômetros de Fortaleza. Passada a surpresa, veio a percepção do contexto. Seria a primeira mulher negra no comando de uma universidade brasileira. "Senti-me honrada e, depois do choque, compreendi que o convite tinha a ver com minha trajetória", afirmou a reitora Nilma Lino ao O POVO em meados de abril, 20 dias após desembarcar em Redenção. Com um sorriso largo e palavras sob medida, à moda de Minas, a doutora ...

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    Abdias Nascimento em Nova York, 1997. (Foto: Cheste Higgins Jr/ ACERVO ABDIAS NASCIMENTO/ IPEAFRO)

    Prêmio Abdias Nascimento

    Criado para valorizar a produção jornalística que torne visível o racismo como fator estrutural das desigualdades socioeconômicas no país, o Prêmio simboliza a busca por um jornalismo plural. Este ano distribuirá R$ 35 mil em sete categorias: Mídia impressa, Televisão, Rádio, Internet, Mídia Alternativa/Comunitária, Fotografia e Categoria Especial de Gênero Jornalista Antonieta de Barros. No lançamento, a coordenadora da iniciativa, Sandra Martins anunciará o recebimento de inscrições somente pela internet, até 31 de julho de 2013 e as metas desta edição Lançamento da 3º edição do Prêmio Abdias discute a cobertura de ações afirmativas Para marcar abertura das inscrições no dia 07 de maio, a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-Rio), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJMPMRJ), recebe às 9h30, o cineasta Joel Zito, o professor da Universidade do Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) João Feres Júnior e a jornalista da TV ...

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    cidabento

    Branquitude – O lado oculto do discurso sobre o negro – Cida Bento

    Maria Aparecida Silva Bento Este artigo constitui-se numa abordagem psicossocial do processo de formação sobre relações raciais do CEERT2 . A experiência do CEERT na formação sobre relações raciais em diferentes instituições tem revelado que. embora cada uma dessas instituições seja diferente - os desafios de ensinar sobre racismo tem sido, mais parecidos do que diferentes. Por conta disso, serão reportadas diferentes experiências de formação, tais como as referentes às áreas de direito, psicologia social e organizacional, educação, uma vez que, independente das áreas, do grau de escolarização e das experiências dos participantes, o tema das relações raciais no Brasil é tão silenciado que, não raro, há mais similaridades do que diferenças no nível de informação sobre o tema, nas questões e nas resistências apresentadas. De qualquer forma, logo de início é bom lembrar que os cuidados para abordar o tema relações raciais junto a grupos mistos de negros(as) e ...

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    Luiza-Bairro-2

    Entrevista com a ministra Luiza Bairros Sobre o Brasil que temos e o Brasil que queremos

    Por: Ana Flávia Magalhães Pinto   A população branca representa cerca de 30% dos cidadãos brasileiros que vivem na extrema pobreza. Os jovens brancos têm 2,5 vezes menos chances de morrer assassinados que os jovens negros. Dos setenta escritores escolhidos pelo governo brasileiro para representar o país numa famosa feira de livros na Alemanha, contamos com a presença de dois homens negros. Sendo assegurado pela Constituição o direito de opinião, um deputado pode dizer publicamente que os africanos e seus descendentes são um povo amaldiçoado por Deus. Vivemos no Brasil uma democracia, ainda que as marcas das profundas desigualdades raciais estejam espalhadas por todos os lados. Mas democracia e racismo não seriam incompatíveis? No último 21 de março, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) completou dez anos de existência. A princípio, a ocasião convida a falar sobre avanços e conquistas, mas ainda são muitos os problemas que ...

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    Escreva, escreva sempre, como souber ou quiser, em verso e prosa, mostre ao mundo quem você é e quem são vocês, quem somos nós.

    Somos mulheres negras e afrodescendentes. Blogueiras com estórias de vida e campos de interesse diversos; reunidas em torno das questões da negritude, do feminismo e da produção de conteúdo. Sujeitas de nossa própria estória e de nossa própria escrita, ferramenta de luta e resistência. Viemos contar nossas estórias, exercício que nos é continuamente negado numa sociedade estruturalmente discriminatória e desigual. Por Charô Nunes O racismo institucional e o mito da meritocracia garantem a distribuição nada democrática dos serviços de saúde e educação promovendo o adoecimento físico e emocional da população negra e afrodescendente; impedindo o acesso à tecnologia, aos recursos naturais e financeiros, aos espaços de poder como universidades e cargos de chefia. Desde a assinatura da lei áurea (grafada em minúscula de propósito) fomos condenados à subcidadania e marginalização. Porém é a invisibilidade que naturaliza o racismo em suas diversas modalidades. Não estamos nas capas de revista, nas bancadas ...

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    panafricanism 1

    Renascimento dos princípios panafricanista – Belarmino Van-Dúnem

    A Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana deste ano teve como lema o “Renascimento do Pan-Africanismo”, que encerra um simbolismo histórico muito grande e é fonte de inspiração e de esperança para muitos povos africanos que continuam a ver gorada a expectativa de melhores condições de vida.Os líderes africanos do período que se seguiu às primeiras independências herdarem um continente que se encontrava à margem do sistema internacional.O cenário das relações internacionais foi projectado para privilegiar as potências vencedoras da II Guerra Mundial, realidade que tem criado dificuldades aos Estados, cujas independências foram proclamadas a partir da primeira metade da década de 1950.O espírito panafricanista tem evoluído ao longo do tempo e, como toda evolução acarreta mudança, o conceito actual pouco ou nada tem a ver com a teoria defendida pelos descendentes de escravos africanos no Caribe, Estados Unidos e na Europa. A perspectiva alterou-se. ...

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    mapa5

    SP: entidades protestam contra ação violenta do Estado nas periferias

    Movimentos sociais fizeram um protesto nesta segunda-feira no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) contra a ação violenta do Estado nas periferias das cidades. Os manifestantes pediram um basta nos homicídios praticados por policiais, principalmente contra a população pobre e negra moradora de bairros periféricos. "A gente vê os massacres diariamente e grita por um basta, mas os crimes não são investigados, são todos arquivados. As autoridades não assumem que existe, dentro das instituições, grupos de extermínio. Eles não querem admitir que existe uma higienização da pobreza", diz Débora Maria da Silva, do Movimento Mães de Maio. Após o ato, os manifestantes, portando bandeiras e cartazes, partiram em caminhada até a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, onde ocorre hoje a entrega do Prêmio Santo Dias. O prêmio, que leva o nome de um operário assassinado durante uma greve em 1979, é entregue anualmente a ...

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    o negro invisivel

    Dennis de Oliveira: Ambivalências raciais e midiatização da sociedade

    Ambivalências raciais e midiatização da sociedade1 Dennis de Oliveira2, Intercom Resumo: Este artigo traz algumas contribuições teóricas para se compreender as estratégias de relacionamento entre negros, movimento negro e mídia dentro da atual sociedade conhecida como "sociedade da informação". Nos debates sobre mídia e racismo se depara, em geral, com a reivindicação de maior visibilidade nos produtos midiáticos. Como reação a esta reivindicação, os produtores (incluindo tanto as empresas de mídia como os seus funcionários mais graduados, entre eles, os autores e produtores de mídia) argumentam que as cotas na mídia ferem a liberdade criativa do autor e a liberdade de expressão. Estes dilemas devem ser analisados tomando como referência as particularidades do racismo no Brasil, articulando-os com os novos paradigmas da sociedade da modernidade líquida e midiatizada. Palavras-chave: processos mediáticos e culturais; mídia e racismo; racismo midiatizado IntroduçãoEste trabalho traz algumas contribuições teóricas para se compreender as estratégias de ...

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    Dennis de Oliveira: Ambivalências raciais e midiatização da sociedade

    Dennis de Oliveira: Ambivalências raciais e midiatização da sociedade

    Ambivalências raciais e midiatização da sociedade1 Dennis de Oliveira2, Intercom Resumo: Este artigo traz algumas contribuições teóricas para se compreender as estratégias de relacionamento entre negros, movimento negro e mídia dentro da atual sociedade conhecida como "sociedade da informação". Nos debates sobre mídia e racismo se depara, em geral, com a reivindicação de maior visibilidade nos produtos midiáticos. Como reação a esta reivindicação, os produtores (incluindo tanto as empresas de mídia como os seus funcionários mais graduados, entre eles, os autores e produtores de mídia) argumentam que as cotas na mídia ferem a liberdade criativa do autor e a liberdade de expressão. Estes dilemas devem ser analisados tomando como referência as particularidades do racismo no Brasil, articulando-os com os novos paradigmas da sociedade da modernidade líquida e midiatizada. Palavras-chave: processos mediáticos e culturais; mídia e racismo; racismo midiatizado Introdução Este trabalho traz algumas contribuições teóricas para se compreender as estratégias ...

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    media-manipulation

    Ambivalências raciais e midiatização da sociedade1

    Por: Dennis de Oliveira2, Intercom Resumo:Este artigo traz algumas contribuições teóricas para se compreender as estratégias de relacionamento entre negros, movimento negro e mídia dentro da atual sociedade conhecida como "sociedade da informação". Nos debates sobre mídia e racismo se depara, em geral, com a reivindicação de maior visibilidade nos produtos midiáticos. Como reação a esta reivindicação, os produtores (incluindo tanto as empresas de mídia como os seus funcionários mais graduados, entre eles, os autores e produtores de mídia) argumentam que as cotas na mídia ferem a liberdade criativa do autor e a liberdade de expressão. Estes dilemas devem ser analisados tomando como referência as particularidades do racismo no Brasil, articulando-os com os novos paradigmas da sociedade da modernidade líquida e midiatizada. Introdução Este trabalho traz algumas contribuições teóricas para se compreender as estratégias de relacionamento entre negros, movimento negro e mídia dentro da atual sociedade conhecida como "sociedade da ...

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    joaquim-barbosa e as cotas

    “O Debate Constitucional sobre as ações afirmativas” por Joaquim Barbosa

    Joaquim B. Barbosa Gomes* Nos últimos tempos, têm sido propostos, no Congresso Nacional, diversos projetos de lei visando à introdução, no Direito brasileiro, de algumas modalidades de «ação afirmativa». Esses projetos, apresentados por parlamentares das mais diversas tendências ideológicas, em geral buscam mitigar a flagrante desigualdade brasileira atacando-a naquilo que para muitos constitui a sua causa primordial, isto é, o nosso segregador sistema educacional, que tradicionalmente, por diversos mecanismos, sempre reservou aos negros e pobres em geral uma educação de inferior qualidade, dedicando o essencial dos recursos materiais, humanos e financeiros voltados à Educação de todos os brasileiros, a um pequeno contingente da população que detém a hegemonia política, econômica e social no País, isto é, a elite branca. Outros projetos, concebidos no louvável afã de tentar remediar os aspectos mais visíveis e politicamente incômodos da nossa triste iniquidade, tentam combater a desigualdade e a discriminação em setores específicos da atividade produtiva, instituindo cotas fixas para negros nesse ou naquele setor da ...

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    Desigualdades

    Desigualdade como legado da escravidão no Brasil

    Impactos de séculos de utilização da mão de obra escrava repercutem nas dimensões social e econômica do país Por Maria Teresa Manfredo Trazidos da África desde o início do século XVI, trabalhadores escravos negros tiveram importante papel na economia do Brasil até o século XIX e ajudaram a compor nossa cultura. Embora os números da chamada "diáspora africana" não sejam precisos, é consenso que nosso país foi o destino mais frequente dos milhões de homens e mulheres feitos cativos no continente africano, por mais de trezentos anos (veja infográfico). "As relações escravistas no Brasil foram complexas e seus impactos culturais são inúmeros", afirma Leandro Jorge Daronco, doutor em História e professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha (IF - Campus Santa Rosa, RS). É preciso lançar pelo menos dois olhares sobre os legados da escravidão no Brasil, segundo o historiador. O primeiro ponto seria os aspectos formadores ...

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    Cotas1-450x300

    Cotas nas federais: Vitória da democracia

    Por Sérgio José Custódio A aprovação das cotas de 50% para a escola pública nas universidades federais, por turno e por curso, respeitando-se a proporção de negros e indígenas por região e um critério de renda, em 7 de agosto de 2012 no Senado da República, com o apoio de todos os partidos políticos no Parlamento brasileiro, representa, acima de tudo, a inequívoca vitalidade da democracia brasileira. Isso porque foi o embate de ideias, o diálogo dos movimentos sociais com o Parlamento e a maturidade das lideranças políticas que propiciaram essa revolução no acesso à universidade no Brasil, quebrando a cota do privilégio, que remete à 'casa grande', em vigência desde 1808. Moído e remoído a exaustão, por longínquos treze anos, o principal derrotado na questão foi o ex-senador Demóstenes Torres, o líder no Parlamento brasileiro da coalizão nacional anti-cotas, que atualizou o discurso do racismo no Brasil. Novos Desafios ...

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    Rio20

    Quilombos, Terreiros e Juventudes: justiça ambiental e práticas culturais africanas e afrodescendentes – Carta Rio+20

      Está disponível, no site da Palmares, minuta da carta resultado do debate promovido no dia 16/06, no âmbito da Rio+20, sobre justiça ambiental e práticas culturais africanas e afrodescendentes. O texto permanece aberto na página da Palmares para eventuais inclusões de temas, sugestões de redação, modificações de conteúdo e críticas construtivas, até o próximo dia 21 de junho. O documento final comporá manifestação da Ministra da Cultura a ser encaminhada ao Secretariado-Geral da Conferência Rio+20. Leia a seguir a minuta da Carta: Carta Rio+20 Considerando as condições de alto risco em que se encontram as populações quilombolas e afrorrurais, povos de terreiro, povos e comunidades tradicionais, indígenas, e populações marginalizadas dos grandes centros, particularmente, suas juventudes, em face da injustiça e do racismo ambiental, provocados por um modelo de desenvolvimento de exclusão, fundado na segregação geográfica, no racismo institucional e estrutural. Considerando o custo para a sociedade mundial da ...

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    quilombos-terreiros

    Quilombos, Terreiros e Juventude: justiça ambiental e práticas culturais africanas e afrodescendentes – Carta Rio+20

    Está disponível, no site da Palmares, minuta da carta resultado do debate promovido no dia 16/06, no âmbito da Rio+20, sobre justiça ambiental e práticas culturais africanas e afrodescendentes. O texto permanece aberto na página da Palmares para eventuais inclusões de temas, sugestões de redação, modificações de conteúdo e críticas construtivas, até o próximo dia 21 de junho. O documento final comporá manifestação da Ministra da Cultura a ser encaminhada ao Secretariado-Geral da Conferência Rio+20. Leia a seguir a minuta da Carta: Carta Rio+20 Considerando as condições de alto risco em que se encontram as populações quilombolas e afrorrurais, povos de terreiro, povos e comunidades tradicionais, indígenas, e populações marginalizadas dos grandes centros, particularmente, suas juventudes, em face da injustiça e do racismo ambiental, provocados por um modelo de desenvolvimento de exclusão, fundado na segregação geográfica, no racismo institucional e estrutural. Considerando o custo para a sociedade mundial da destruição ...

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    452597-Rio-20-Cursos-Gratuitos-2012-1

    RIO +20 e CUPULA DOS POVOS

    Por Reginaldo Bispo - MNU O RACISMO COMO IDEOLOGIA - Coluna vertebral do projeto imperialista de dominação política e econômica no mundo: Genocídio da população negra e indígena. A titulação dos territórios indígenas, quilombolas e dos povos tradicionais; Imperialismo Econômico anglo-saxão e japonês sobre a África, America Latina e Ásia; O saque e a expropriação dos recursos e riquezas naturais desses povos, pelo imperialismo; Impedimentos do progresso das nações subdesenvolvidas e em desenvolvimento; O Pré-sal e os recursos naturais para Reparação dos negros e indígenas e desenvolvimento dos povos; Reparação Histórica e Humanitária e Unidade Africana / Diáspora. RIO + 20: Reafirmação do Racismo como ideologia do Projeto Hegemônico de dominação político-econômico do capitalismo imperialista no mundo, através da expropriação dos recursos e riquezas naturais das nações subdesenvolvidas e em desenvolvimento, através do genocídio das populações negras, indígenas, dos povos tradicionais, destruindo o planeta e condenando as populações trabalhadoras a ...

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