segunda-feira, julho 6, 2020

    Resultados da pesquisa por 'feminicídio'

    Falta de informação, racismo e desigualdade: o que está por trás dos altos índices de feminicídio negro

    Vitória Marques nasceu aos pés do Morro da Polícia – como é conhecido o Morro da Glória, na zona leste de Porto Alegre. Os bisavós dela estiveram entre os primeiros moradores do local. Aos, 26 anos, Vitória, cabeleireira, resolveu mudar o endereço e subir o morro também. Ali encontrou uma vocação, começou a trabalhar com mulheres, se tornou promotora legal pública (PLP), promotora de saúde e presidente da Associação de Mulheres Unidas pela Esperança (AMUE). por Fernanda Canofre no Sul21 Hoje, Vitória é uma testemunha do que a violência doméstica e de Estado pode fazer na vida das mulheres. Principalmente das mulheres negras, maioria no Morro. A mesma demografia de mulheres que, segundo o último Mapa da Violência, seriam os maiores alvos de feminicídio no Brasil. Enquanto o número de assassinatos de mulheres brancas caiu 10% nos últimos anos, o de mulheres negras deu um salto gigante com 54% de ...

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    Feminicídio: Sobrinha-neta de Sarney foi estuprada por cunhado antes de ser morta, diz polícia

    A polícia do Maranhão apresentou, na manhã desta quarta-feira (23), o resultado do laudo do corpo da sobrinha-neta do ex-presidente José Sarney, assassinada no dia 13 de novembro. Segundo a polícia, Mariana Costa, 33, foi estuprada e lutou contra o agressor --o cunhado dela, o empresário Lucas Porto-- para evitar ser violentada e morta. Por Carlos Madeiro Do Uol Segundo o delegado Geral da Polícia Civil, Lawrence Melo, o crime está esclarecido, e o inquérito foi encaminhado à Justiça ontem. "A autoria está determinada, as circunstâncias também estão esclarecidas, tanto pela prática do crime estupro, quanto homicídio qualificado", declarou. Melo afirmou que o laudo apontou marcas de violência na vítima, que indicam que ela tentou evitar o estupro e a morte. "Há marcas de extrema violência, demostrando que ela não queria praticar nenhum ato sexual. Isso demonstra a defesa da vítima, com várias lesões apontadas na necropsia", informou. Segundo o delegado, ...

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    A desumanização das vitimas de feminicídio

    A violência doméstica mata:  Por hora 5 mulheres em todo mundo (Action Aid) Por dia 119 mulheres (Nações Unidas) No Brasil, por dia são 15 mulheres assassinadas. O Brasil é de 84 países, o quinto que mais mata mulheres, superando a Síria. por Verinha Kollontai no Feminismo sem Demagogia Não bastou no Brasil que exista uma lei, a de numero 8.305/14 que classifica o feminicídio como crime hediondo e modificou o Código Penal, incluindo o crime entre os tipos de homicídio qualificado… Ás mulheres seguem morrendo assassinadas por companheiros e ex- companheiros e até mesmo por homens com quem nunca se relacionaram, mas que não aceitam o fato de serem rejeitados. Um fato muito interessante sobre o crescimento da mortalidade das mulheres por este tipo de crime é que elas tornam – se números, são apenas estatísticas, sem rosto, sem história e sem humanidade. Se tantas mulheres morrem da mesma forma no ...

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    Dossiê online busca ser nova ferramenta no combate ao feminicídio no Brasil

    A plataforma interativa para acesso via internet, traz conteúdos sobre o tema começando pelo básico: o que é feminicídio / Reprodução Instituto Patrícia Galvão Por Juliana Gonçalves Do Brasil de Fato Segundo o Mapa da Violência 2015, o  Brasil é o 5º país com a maior taxa de assassinatos de mulheres no mundo. Esse e outros dados revelam como as mulheres brasileiras convivem com inúmeras violências cotidianas. Para ajudar no combate desse cenário, o Instituto Patrícia Galvão (IPG) lançou nesta segunda-feira (7) o Dossiê Feminicídio #InvisibilidadeMata. O material apresenta o compilado dos dados mais recentes sobre o tema, problematiza os serviços de proteção existentes, traz a legislação no Brasil e América Latina, além de um guia de fontes para jornalistas e a discussão de políticas a ações preventivas. "O nosso desafio foi produzir um material que dialogasse com pessoas que não entendem muito do assunto e com aquelas que buscam pesquisas e dados ...

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    Tanto Brasil quanto Argentina têm leis contra o feminicídio, mas isso não basta

    A diferença é que a pena na Argentina é perpétua, enquanto no Brasil a pena é de reclusão de 12 a 30 anos, podendo ser agravada em casos específicos por LÍVIA MAGALHÃES, do AzMina  O assassinato brutal da jovem argentina, Lucía Pérez, de 16 anos, chocou não apenas seus conterrâneos como também toda comunidade internacional. A jovem foi drogada e estuprada e, segundo a polícia, Lucía faleceu em virtude do empalamento sofrido – um objeto pontiagudo foi inserido na sua vagina e no seu ânus. A barbárie contra Lucía provocou a comoção das argentinas que, na última quarta-feira, 19/10, organizaram uma manifestação para pedir justiça e para que não haja mais Lucías no país. A greve das mulheres foi chamada de #NiUnaMenos, hashtag que alcançou o status de mais comentada mundialmente, às 16h, no dia da mobilização. Não é novidade que a cultura machista está arraigada não apenas no Brasil, como ...

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    Feminicídio choca a Argentina, e mulheres prometem parar o país

    Milhares de mulheres devem se reunir em passeatas e em uma greve geral que deve durar uma hora nesta quarta-feira (19), em diferentes cidades da Argentina para protestar contra um caso brutal de feminicídio que chocou o país. Do HuffPost Brasil Lucía Pérez morreu, aos 16 anos, em um caso que foi classificado pela juíza responsável pelas investigações como "uma aberração desumana". Pelo menos três homens são suspeitos de envolvimento no estupro e na morte da jovem, ocorrido em Mar Del Plata, cidade litorânea a cerca de 400 km da capital, Buenos Aires. Segundo o jornal Clarín, os três - que tem 23, 41 e 61 anos - estão presos. Após cometer o crime, eles lavaram o corpo da vítima, trocaram suas roupas e levaram a adolescente a um hospital, alegando que Lucía estava sofrendo uma overdose. Os médicos tentaram reanimá-la, mas ela já estava morta ao dar entrada no local, ...

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    Ministério Público cria grupo para combater feminicídio

    A iniciativa foi proposta pelo Centro de Apoio Operacional da Violência Doméstica do Ministério Público (CAO) e tem como objetivo cumprir a meta de reduzir o crime de feminicídio Do Correio do Brasil O Ministério Público do Rio de Janeiro anunciou a criação do Grupo Especial de Combate a Homicídios de Mulheres (Gecohm). O objetivo é de reduzir a violência de gênero no Estado do Rio de Janeiro. Uma das metas é mapear os crimes que se enquadrem em feminicídio, homicídio de mulheres praticado motivado por questão de gênero. A iniciativa foi proposta pelo Centro de Apoio Operacional da Violência Doméstica do Ministério Público (CAO). Tem como objetivo cumprir a meta de reduzir o crime de feminicídio. Conforme estabelece a Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp). A metodologia foi aprovada em março deste ano pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Homicídios de mulheres Em uma primeira etapa, ...

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    Autor de feminicídio é condenado em tempo recorde em São Paulo

    Um homem mata uma mulher porque não consegue aceitar o fim do relacionamento. A mídia chama de crime passional e a justiça se utiliza de mil maneiras para que o crime não seja enquadrado em feminicídio. Mas nem sempre as coisas acontecem assim – ainda bem! por Carol Patrocinio no Odda Alexsandro Teixeira de Lima, denunciado pelo Ministério Público em abril por ter matado a ex-companheira, Edileusa Araújo de Jesus, porque não aceitava o término do relacionamento, foi condenado na última sexta-feira (2/9) pelo júri popular, apenas cinco meses depois do crime. O julgamento foi o mais rápido da história de Barueri (SP), o primeiro júri popular de feminicídio realizado no município e realizado 100% de maneira digital. A condenação foi de 29 anos e 4 meses de reclusão pelo crime de feminicídio, 5 anos de reclusão e 17 dias-multa por um crime conexo de roubo – após matar a companheira, ele usou ...

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    Taxa de feminicídios no Brasil é quinta maior do mundo

    Lançadas nesta semana, diretrizes nacionais sobre feminicídio querem acabar com violência de gênero. Documento publicado nesta semana foi elaborado pela ONU Mulheres Brasil, por órgãos do governo brasileiro e pelo Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas. no ONU O objetivo é incluir a perspectiva de gênero nos processos de investigação e julgamento de crimes de feminicídio, aprimorando as condutas dos diversos profissionais envolvidos. Sentimento de posse sobre a mulher, controle sobre seu corpo, desejo e autonomia e limitação de sua emancipação profissional, econômica, social ou intelectual são citados nas Diretrizes como motivações de gênero para o crime de feminicídio. Foto: Agência Brasil / Arquivo / Marcelo Camargo Em parceria com o governo brasileiro e o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), a ONU Mulheres publicou na sexta-feira (8) as “Diretrizes Nacionais para Investigar, Processar e Julgar com Perspectiva de Gênero as Mortes Violentas de Mulheres ...

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    Feminicidio: Unb decreta luto de três dias e convoca ato oficial contra violência

    O evento acontecerá no Teatro Arena do campus Darcy Ribeiro e terá representantes da ONU Mulheres Brasil Por Camila Costa Do Correio Braziliense Está previsto para segunda-feira, às 15h30, um ato oficial contra a violência, no teatro de arena do campus Darcy Ribeiro. A convocação foi feita em nome da Universidade de Brasília (UnB) para que alunos, professores, técnicos-administrativos e toda a comunidade se unam em uma homenagem à estudante Louise Maria da Silva Ribeiro, 20 anos, assassinada em um laboratório da universidade. O evento contará com a participação de membros da administração superior, docentes da Universidade e representantes da ONU Mulheres Brasil. Em nota, a UnB reiterou a indignação com o crime e o pesar pela morte violenta da aluna. “A instituição se solidariza com a família e os amigos de Louise e se coloca à disposição para conceder o apoio necessário”, declarou em sua página na internet. A UnB ...

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    Qual é o perfil das mulheres vítimas de homicídio/feminicídio?

    Essa é a pergunta que consta no Mapa da Violência 2015 - Homicídio de Mulheres no Brasil, onde acrescentei a nomenclatura feminicídio, devido a designação ser recente no meio jurídico brasileiro (conforme a Lei 13.104/2015), para dar assim visibilidade a essa violência de gênero específica. Entre 1980 e 2013 os quantitativos passaram de 1.353 homicídios para 4.762, um crescimento de 252,0%. Considerando o aumento da população feminina no período, o incremento das taxas foi de 111,1%. Do Fendepol Em relação às mulheres assassinadas, se tomarmos como ponto de partida a idade de 18 anos aos 30, a proporção sobe para 43% do total de homicídios: acima de 4 em cada 10 mulheres, foram vítimas de feminicídio cometido pelo parceiro ou ex-parceiro. Em 2013 morreram assassinadas, proporcionalmente ao tamanho das respectivas populações, 66,7%mais meninas e mulheres negras do que brancas. Houve, nessa década, um aumento de 190,9% na vitimização de negras. ...

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    Feminicídio: acusado de matar Rosilene na Univasf é condenado a 21 anos de prisão

    O julgamento de José Luiz da Silva Irmão foi realizado nessa terça-feira (24) em Petrolina. Mulheres organizadas cobraram justiça e o cumprimento da ‘lei do feminicídio’. Enviado por James Oliveira da Silva via Guest Post para o Portal Geledés  Nessa terça-feira (24) foi realizado o julgamento de José Luiz da Silva Irmão, acusado de matar Rosilene do Rio, 32 anos, estudante de enfermagem da Universidade Federal do Vale do São Francisco. Rosilene foi brutalmente assassinada com 40 golpes de faca deferidos por José luiz, ex-companheiro da vítima, no restaurante universitário da Univasf, localizado no Campus Sede, em Petrolina-PE. O crime aconteceu na presença de vários estudantes que tentaram socorrer a estudante que foi levada para o Hospital Universitário, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O caso teve grande repercussão, mobilizando mulheres de vários núcleos da Marcha Mundial das Mulheres e grupos feministas espalhadas por diversos estados do país, impulsionando a ...

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    Segundo ato #MulheresContraCunha, contra o aumento de 54% do feminicídio de negras

    Manifestantes em defesa dos direitos das mulheres protestaram, nesta quinta-feira 12, em São Paulo, contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e contra o Projeto de Lei 5069. As manifestantes levaram cartazes e entoaram gritos em alusão aos escândalos de corrupção envolvendo o parlamentar e criticaram o projeto de lei, de sua autoria, que dificulta o acesso à pílula do dia seguinte e obriga as vítimas de estupro a passarem por exame de corpo de delito antes de poderem abortar no rede pública de saúde -- medida que ignora, por exemplo, o fato de que muitas vítimas de violência sexual não apresentam marcas. por Marcelo Pellegrini  no Carta Capital Eram frequentes cartazes com dizeres como "Meu útero não é da Suíça para ser da sua conta" e "Cunha, o inimigo número 1 da mulher". Além disso, as manifestantes também entoaram cantos pedindo a cassação do mandato do deputado, investigado por corrupção e lavagem ...

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    Por que precisamos falar sobre feminicídio?

    Até quando assassinatos como o da dançarina Ana Carolina Vieira serão tratados como crimes passionais? no Revista Claudia  por Ana Carolina Castro A dançarina cearense Ana Carolina de Souza Vieira, de 30 anos, foi encontrada morta na manhã desta quarta-feira (4) no apartamento em que morava na Rua Vergueiro, no Sacomã, Zona Sul de São Paulo. O corpo da dançarina foi encontrado pelos zeladores do prédio, que suspeitaram do forte mau cheiro vindo do apartamento onde Ana Carolina morava. Ao entrar no local, eles encontraram o corpo da jovem na cama do quarto, coberto. As janelas estavam fechadas, havia um ventilador ligado e muitos incensos acesos. A polícia revelou que o corpo tinha sinais de violência e que a dançarina teria morrido há pelo menos três dias. O ex-namorado dela, Anderson Rodrigues Leitão, confessou o crime. Em depoimento à polícia ele assumiu que estrangulou Ana Carolina e disse ainda que tomou veneno de rato para ...

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    Assédios e até suicídio: O feminicídio também usa farda policial no Brasil

    A punição para os policiais envolvidos em casos de assédio sexual e moral foi defendida em audiência publica interativa na Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher, nesta terça-feira (22), no Senado. no Brasil Post Dados recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que 40% das policiais das guardas municipais, perícia criminal, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Polícia Federal já sofreram algum tipo de assedio moral ou sexual. Na maioria dos casos, o agressor é um superior hierárquico, indica o estudo, segundo o qual apenas 12% das vítimas denunciam o abuso. Cerca de 48% das policiais afirmaram não saber como denunciar os casos, e 78% das que registram queixa não ficarão satisfeitas com o desfecho dos episódios. "Se temos policiais travestidos de bandidos dentro das corporações temos que eliminá-los, mas não deixar que a instituição sofra qualquer abalo, porque o estado democrático de direito necessita, ...

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    América Latina mobiliza-se contra feminicídios

    Começam em toda região — com força especial na Argentina — mobilizações de rua e ações culturais para enfrentar violência que vitima mulheres. Brasil participará? por María Lekant, no RT | Tradução: Inês Castilho no Outras Palavras Nada meno de 88 mulheres assassinadas por seus maridos ou pares na Colômbia; 83 no Peru, 71 na República Dominicana, 46 em El Salvador, 25 no Uruguai, 20 no Paraguai e 17 na Guatemala. Estas são só algumas das arrepiantes cifras apresentadas num informe da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) sobre o feminicídio em 2014, que demonstram quão distante se está de resolver o problema da violência de gênero na América Latina. Em 3 de junho, milhares de cidadãos de várias cidades da região saíram às ruas para exigir o fim da violência contra a mulheres. Contudo, apesar das medidas que tomam os governos, apesar dos esforços dos defensores dos direitos humanos, apesar da crescente condenação da sociedade, ...

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    A campanha “Ni Una Menos” e por que não temos uma marcha contra o feminicídio no Brasil?

    Texto de Bia Cardoso para as Blogueiras Feministas. Dia 03 de junho de 2015, centenas de pessoas saíram as ruas da capital Buenos Aires para protestar contra o feminicídio ao grito de “Ni una menos”. A marcha também ocorreu em 110 cidades da Argentina além de Chile, Uruguai e México. “É pela vida, chega de mortes”, “o machismo mata”,“nem a roupa nem os costumes podem justificar o abuso”; foram algumas das frases escritas em cartazes. As imagens são impactantes. Milhares de pessoas protestando e pedindo a aplicação da lei de proteção integral contra a violência as mulheres, aprovada em 2009 mas dependente de regulamentação efetiva. A frase “Ni una menos” viralizou nas redes sociais e levou multidões às ruas com o apoio de figuras públicas como a presidenta Cristina Kirchner, o jogador Lionel Messi, a ativista Estela de Carlotto, a cartunista Maitena, a atriz Érica Rivas, o Papa Francisco, entre ...

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    ONU Mulheres condena estupro coletivo e feminicídio em Castelo do Piauí

    Agência da ONU afirmou que o crime – um estupro coletivo – choca todo o Brasil e a América Latina pela crueldade com que as adolescentes, entre 15 e 17 anos, foram alvo da violência sexista, tendo seus corpos violados, torturados e mutilados. No Nações Unidas A ONU Mulheres Brasil divulgou nesta quarta-feira (10) uma nota pública se solidarizando com as quatro vítimas de estupro coletivo, ocorrido na cidade de Castelo do Piauí (PI). A agência da ONU afirmou que o crime choca todo o Brasil e a América Latina pela crueldade com que as adolescentes, entre 15 e 17 anos, foram alvo da violência sexista, tendo seus corpos violados, torturados e mutilados. Na nota, a ONU Mulheres destaca que, desde março deste ano, o Brasil assegurou o feminicídio – assassinato de mulheres e meninas com requintes de crueldade – como crime hediondo no Código Penal. Leia Também: PLP 2.0 – ...

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    Precisamos da Lei do Feminicídio. E precisamos abalar as estruturas do machismo

    Sempre me incomodou como brasileira, cidadã e, principalmente como advogada, como o descaso com o cumprimento de regras por parte de parte da população leva a uma hiperatividade legislativa apenas para tornar mais severas punições para desvios de conduta que já não conseguíamos punir. Ou seja, as leis surgem para "corrigir" a falta de fiscalização de uma lei anterior que se fosse corretamente aplicada de forma isonômica já proporcionaria um convívio harmonioso em sociedade. Por Tayná Leite, do Brasil Post  É fato que paira sobre nós a ilusão de que a severidade da pena de alguma forma inibe a conduta criminosa coisa que eu particularmente sempre questionei. Ninguém deixa de beber e dirigir porque a multa está mais alta mas muitos o fazem quando as blitz começam realmente a acontecer. Maior prova disso é o fato de termos cidades em que a Lei Seca "pegou" e outras em que tudo corre ...

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    Milhares saem às ruas na Argentina para protestar contra feminicídio

    Mobilização ocorre após caso de adolescente de 14 anos assassinada; governo registra morte de uma mulher a cada 30 horas vítima de violência masculina no Opera Mundi Milhares de pessoas saíram às ruas na Argentina nesta quarta-feira (03/06) para protestar contra o feminicídio. As manifestações que tomaram as principais cidades do país aconteceram após a morte da adolescente Chiara Paez, 14 anos, assassinada e enterrada em um quintal pelo namorado. Segundo informações oficiais do governo argentino, uma mulher morre a cada 30 horas vítima de um ato de violência praticado por um homem no país. No Twitter, a presidente CristinaKirchner saudou a multidão nas ruas e afirmou que as agressões, estupros e mortes de mulheres são consequência de “uma cultura devastadora contra as mulheres” e de transformação das mulheres em objeto. Kirchner também advertiu para o que considera "uma cultura devastadora do feminino, qualquer que seja o seu lugar". Além ...

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