Resultados da pesquisa por 'racismo'

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    Enegrecer o Feminismo: A Situação da Mulher Negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero

    "São suficientemente conhecidas as condições históricas nas Américas que construíram a relação de coisificação dos negros em geral e das mulheres negras em particular. Sabemos, também, que em todo esse contexto de conquista e dominação, a apropriação social das mulheres do grupo derrotado é um dos momentos emblemáticos de afirmação de superioridade do vencedor. " No Brasil e na América Latina, a violação colonial perpetrada pelos senhores brancos contra as mulheres negras e indígenas e a miscigenação daí resultante está na origem de todas as construções de nossa identidade nacional, estruturando o decantado mito da democracia racial latino-americana, que no Brasil chegou até as últimas conseqüências. Essa violência sexual colonial é, também, o “cimento” de todas as hierarquias de gênero e raça presentes em nossas sociedades, configurando aquilo que Ângela Gilliam define como “a grande teoria do esperma em nossa formação nacional”, através da qual, segundo Gilliam: “O papel da ...

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    Monteiro Lobato vai para o trono? – Por: Muniz Sodré

    Um incidente pré-carnavalesco trouxe de novo à cena a figura de Monteiro Lobato, que frequentara com alguma assiduidade as páginas da imprensa no ano passado, quando o Conselho Nacional de Educação (CNE) considerou racista o livro Caçadas de Pedrinho. Agora é a camiseta desenhada por Ziraldo para o bloco carioca "Que merda é essa?", em que Lobato aparece sambando com uma mulata. Houve manifestação popular e protestos, dos quais o mais veemente e consistente foi o da escritora Ana Maria Gonçalves, autora de Um Defeito de Cor, romance notável no panorama da literatura brasileira contemporânea. Nenhum jornal reproduziu o teor da carta ponderada e judiciosa da escritora ao cartunista, admitindo que poderia tê-la estendido a outros destinatários, nomes importantes no chama do corredor literário. Há, porém, a internet, e graças a ela se fica a par dos argumentos da romancista, todos inequívocos quanto ao racismo do consagrado autor de Caçadas de Pedrinho. Pela imprensa ...

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    Avalia Cuba em Genebra Ano Internacional de Afrodescendentes

    Por Fausto Triana, enviado especial   Genebra, 3 mar (Prensa Latina) Cuba avaliou no Conselho de Direitos Humanos (CDH) das Nações Unidas a celebração do Ano Internacional dos Afrodescendentes, mas lamentou que ainda os avanços estejam longe das expectativas da Conferência de Durban. Em uma intervenção durante a 16 sessão do CDH aqui, o delegado cubano Luis Alberto Amorós recordou que Durban marcou uma meta transcendental na luta pela igualdade de direitos entre todos os seres humanos. No entanto, recordou que depois de 10 anos do encontro na cidade sul-africana, "lamentamos que os avanços no tema não se correspondam com as expectativas da comunidade internacional". Pelo contrário, ressurgem novas e mais sofisticadas formas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância. Persiste a criação de associações e partidos políticos com uma plataforma racista, xenófoba e anti-imigrante, acrescentou. O diplomata afirmou que é conhecido que nos países do Norte rico e industrializado ...

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    III Festival Alagoano das Palavras Pretas acontece em 21 de março.

    Por Arísia Barros   A 3ª edição do Festival Alagoano das Palavras Pretas, acontece no Dia Internacional de Luta Contra o Racismo,o 21 de março, como um prosseguimento da experiência de plantar espaços mais amplos e democráticos, para a palavra despir-se da roupagem convencional, invadindo continentes alheios ao nosso conhecimento cotidiano, criando sinergias, articulando as muitas e diversas gentes que gostam de gostar da emoção do encontro com poesia. Será mais uma noite especialmente poética de uma segunda-feira, 21 de março, com o cheiro e sabor das palavras despindo as amarras: “minha-mãe-não-deixa-não”, rasgando alguns silêncios sociais. O III Festival Alagoano das Palavras Pretas conta com o “apadrinhamento artístico” do ator e militante do movimento negro, Milton Gonçalves e experimenta algo novo. O novo assusta? O Festival tem a intenção de criar uma maior intimidade com os diversos mundos existentes na palavra-poesia. Mundos que quebram barreiras,promovem a abolição de códigos caducos, racistas e ...

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    Movimento negro protesta no ensaio do bloco “Que merda é essa?!”

    Por: Patricia de Paula   RIO - O ensaio do bloco "Que merda é essa?!", no bar Paz e Amor, em Ipanema, foi marcado por um protesto de integrantes do movimento negro contra com o enredo que reverencia o escritor Monteiro Lobato, considerado por eles racista. — Ficamos indignados pelo enredo defender Monteiro Lobato. Viemos aqui para esclarecer a população que ele pregou a exterminação do negro — disse José Ricardo Almeida, que panfletava na porta do bar Paz e Amor, na Garcia D´Ávila, onde os integrantes do "Que Merda é Essa?!" ensaiavam. O protesto reuniu cerca de 20 pessoas, que distribuíam um folheto e cópia do parecer do Conselho Nacional de Educação emitido em 2010 que classifica o livro Caçadas de Pedrinho como racista. Para o diretor do bloco, Paulo Costa, trata-se de uma questão de ponto de vista: — Defendemos que as pessoas venham mostrar seu ponto de ...

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    Os negros nas histórias em quadrinhos – parte 1

    A Era de Ouro (1934 – 1955) Anseio, Conceito e Preconceito Antes de começarmos a analisar o surgimento de personagens negros nos comics books americanos, precisamos entender uma coisa que talvez muitos fãs desse tipo de arte nunca tenham percebido: os quadrinhos, tal qual a literatura, cinema, música e outras expressões artísticas, são reflexos dos anseios, conceitos e até mesmo dos preconceitos da sociedade que os produziram. por Cláudio Roberto Basílio no HQ Maniacs Dito tudo isso, vamos dar uma boa olhada nesse período da história das histórias em quadrinhos conhecido como “Era de Ouro” e ver como surgiram os primeiros “negões” nas páginas coloridas dos gibis. Em meados dos anos trinta, os quadrinhos já eram bastante populares, inclusive sendo fator decisivo para a maior ou menor venda da maioria dos jornais da América. Com o surgimento dos comic books, a produção de quadrinhos atingiu níveis industriais e sua popularidade junto à criançada ...

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    Em novo ataque, John Galliano é filmado dizendo “amo Hitler”

      O estilista britânico, John Galliano, suspenso na semana passada pela maison Dior por supostos insultos antissemitas, foi filmado dizendo "eu amo Hitler", segundo vídeo divulgado na segunda-feira (28) pela imprensa britânica. "Amo a Hitler", dizia o estilista de 50 anos com voz titubeante e visivelmente alcoolizado, a um grupo de pessoas sentadas próximo a ele em um café. No vídeo de 40 segundos, publicado no site do tablóide The Sun, Galliano aparece proferindo frases de impacto como: "gente igual a vocês deveriam estar morta hoje. Suas mães, seus antepassados, deveriam ter sido acabados pelo gás". A gravação foi feita por uma das pessoas do grupo no mesmo café no bairro de Marais, centro de Paris, França, onde ocorreu um incidente similar na semana passada. Depois das palavras ditas por Galliano, uma voz feminina diz: "Meu Deus, você tem problemas", ao que o estilista responde: "Você é feia". O tablóide ...

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    Herança maldita: na Era Hartung, mais da metade das vítimas de homicídios foi de jovens

      O Ministério da Justiça lançou, em parceria com o Instituto Sangari, o Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil nesta quinta-feira (24). O documento é um estudo minucioso sobre a violência do País e que, assim como em outros anos, traz o Espírito Santo com um dos piores índices em relação aos homicídios entre a população geral e, principalmente entre os jovens, na faixa etária que vai dos 15 aos 24 anos. O relatório explicita que o Estado, junto com Alagoas e Pernambuco, com suas taxas acima de 100 vítimas jovens a cada 100 mil habitantes, ostentam marcas que não têm comparação mundial e, justamente por conta do número elevado, ultrapassam a categoria de violência epidêmica. O estudo revela a extrema diferença dos homicídios entre a população não-jovem (0 a 14 anos e acima de 25 anos) e a jovem. Se entre a população não-jovem só 1,8% ...

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    arisia_barros

    Quando admitimos e reconhecemos o quanto somos sim racistas, temos mais elementos para refletir sobre nós mesmos.

    Por Arísia Barros Esse é o Brasil real, aquele que [email protected] e [email protected] fazem questão de não interpretar, vendendo a imagem da democracia racial ,da romanceada miscigenação brasileira. Vale a pena ler \ conclusão do estudo da psicóloga Sylvia Nunes.... As manifestações sutis de discriminação racial estão cada vez mais presentes no dia-a-dia da sociedade brasileira. Segundo a psicóloga Sylvia Nunes, que pesquisou sobre o preconceito sutil no Instituto de Psicologia da USP, as pessoas ainda precisam pensar e discutir o tema de forma mais eficaz, a fim de reconhecer o racismo. Como aponta o estudo, a discriminação, da maneira como vem sendo perpetuada, está cada vez mais "escondida", porém, ainda existente e resistente, tornando a luta contra o preconceito racial mais difícil. O preconceito sutil se utiliza de brincadeiras, piadas, e apelidos que parecem "inocentes" De acordo com o trabalho de Sylvia, já houve épocas em que a forma ...

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    Mulatas Puro Sangue e a cultura do negro, por Jamyle Vanessa Brasil

    E no Brasil, não foi diferente a exclusão das culturas afro-brasileiras, sempre envolveram certas tradições que expandiram a cultura de massa, influenciadas por contribuições que só podem ser atribuídas a cultura negra.   Na trajetória da cultura do negro, podemos acompanhar momentos históricos na sociedade brasileira, como: O deslocamento da cultura européia, muitas vezes imposta forjou padrões de cultura, que excluíram simultaneamente o restante do mundo, digamos em especial o continente africano.E no Brasil, não foi diferente a exclusão das culturas afro-brasileiras, sempre envolveram certas tradições que expandiram a cultura de massa, influenciadas por contribuições que só podem ser atribuídas a cultura negra. No tocante a influência européia, o fascínio pelo sabor erótico e pelas diferenças étnicas , culturais e sexuais, uma total oposição do antigo olhar da alta cultura européia, mas lembra e muito o momento que houve no modernismo com o primitivo no inicio do século 19, o ...

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    Carta Aberta ao Ziraldo, por Ana Maria Gonçalves

    Num extenso e substancial texto a escritora Ana Maria Gonçalves nos revela as entranhas do pensamento racista de Monteiro Lobato e do seu mais novo herdeiro Ziraldo, autor da camiseta do Bloco Carnavalesco "Que merda é essa" que desfila no bairro de Ipanema, zona sul carioca, região de alta classe média do Rio de Janeiro. Num vídeo em que o link (Que merda é essa?) está no texto abaixo, vê-se que o bloco foi fundado por um grupo com negros frequentadores das praias e bares de Ipanema fazendo exatamente aquela "mistura racial" em que o negro se vê constrangido a ridicularizar-se para ser aceito no grupo como normalmente acontece na democracia racial brasileira. Carta Aberta ao Ziraldo Imagem: Arte de Ziraldo   Ana Maria GonçalvesCaro Ziraldo,Olho a triste figura de Monteiro Lobato abraçado a uma mulata, estampada nas camisetas do bloco carnavalesco carioca "Que merda é essa?" e ...

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    Políticas públicas de permanência: um passo decisivo para a Universidade democrática e popular

    A Assistência Estudantil é, sem dúvida alguma, uma das disputas mais perenes travadas pelo movimento estudantil no debate acerca do ensino superior público brasileiro. Isso se dá pelo triste fato de que a Universidade brasileira não tem priorizado as políticas de permanência nas suas estruturas administrativas e políticas. As políticas de permanência (ou a falta delas) têm um impacto imensurável na vida daquelas pessoas que não possuem meios de se manter estudando por dificuldades de diversas ordens, mas essencialmente sociais e financeiras. Afinal de contas, não podemos desprezar o fato de que, apesar de a Universidade ser pública, não tem se mostrado de fato gratuita. Transporte, residência, creche, alimentação, xérox, livros, cultura e esporte são alguns dos principais fatores que podem comprometer a formação do estudante que não puder acessá-los plenamente durante a vida universitária. Isso acentua as desigualdades que já existem fora dos muros das universidades. Precisamos passar a ...

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    Ao som dos tambores africanos

    Novo espaço da cultura negra em Curitiba apresenta oficinas de música afrobrasileira A CASA AFRO - Casa de Cultura Afrobrasileira e Africana de Curitiba está iniciando suas atividades com objetivo de expandir a cultura negra para os diversos públicos. Promovendo a valorização dessa cultura e automaticamente aproximando da igualdade racial. 2011 foi escolhido pela ONU como Ano Internacional da Afrodescedencia, com isso já se estabeleceu a programação de 2011 mesclando discussão e atividades culturais. Já está fechado para realização em conjunto com outras entidades Oficinas permanentes de samba, dança afro, teatro, Cursos de Formação para Educadores com base na lei 10.639/2003 (que torna obrigatório o ensino da história afrobrasileira e africana na escolas), Festival de Teatro Negro, Festival de Cinema Negro, Seminário Violência e Racismo e Bienal do Livro. As atividades ocorrem no CASARÃO DA União Paranaense dos Estudantes -UPE Rua Carlos Cavalcanti, 1157 - Largo da Ordem. A UPE ...

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    ZIRALDO: Como usar os negros para criar factoides e voltar a tona

    Fonte: Afropress O racismo enrustido de Ziraldo O cartunista e escritor Ziraldo, o mesmo que, em 1.971, deu início a campanha que levou à destruição da carreira artística e, posteriormente, à morte mesmo, do cantor negro Wilson Simonal, apresentado injustamente e sem qualquer prova como dedo duro da ditadura, voltou a atacar. Decidiu que é de reinventar o conceito de racismo e, lançando mão de sua criatividade gagá, o dividiu em dois: o racismo com ódio e o sem ódio. O sem ódio, segundo o autor de "O Menino Maluquinho", “não é problema”. Tudo “prá acabar com essa brincadeira de que a gente é racista”, defende-se, sem que até o momento alguém o tivesse acusado. O drama de Simonal e o papel de Ziraldo, Jaguar e companhia é exposto no documentário “Ninguém sabe o duro que dei”, de 2009, dirigido por Cláudio Manoel, Calvito Leal e Micael Langer, que mostra ...

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    Ministra se compromete a fortalecer sistema de cotas

    Por Luís Michel Françoso Fotos: Elói Correia/Agecom Em entrevista concedida ao Portal Áfricas, ontem (31), a Ministra Luiza Bairros, 57, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR) comentou sobre suas principais metas agora à frente de cargo executivo no governo federal.  A atual ministra ocupava anteriormente cargo titular na Secretaria de Promoção da Igualdade do Estado da Bahia (Sepromi), residindo na cidade de Salvador. A ministra Luiza Bairros nasceu no Estado do Rio Grande do Sul, na cidade de Porto Alegre, é socióloga, e militou no Movimento Negro Unificado (MNU). Sobre os investimentos do ministério nos Clubes Sociais Negros a ministra destacou a estratégia de ampliar a relação da SEPPIR com a Fundação Cultural Palmares como forma de fortalecer o programa “Clubes Sociais Negros”. A ministra destacou ainda que é necessário aprofundar a relação da SEPPIR com a Fundação Palmares e que vai ...

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    felipe

    Ontem, dia de aniversário de 5 anos de minha filha, mataram um pouco de nós

    Bom dia, Nunca imaginei que depois de tanto colaborar com o EU-REPORTER, tivesse que viver na pele a dor de um cidadão agredido com sua família em um dia de festa. Escolhemos o quiosque Espaço OX, no Leme para comemorarmos o aniversário de 5 anos de minha filha mais nova, com amigos e familia, num total de 20 pessoas. Reservamos e chegamos, com as crianças, as 19h00. Realizamos a comemoração comas minhas filhas, Lia e Dora, que durante todo o tempo brincaram nas dependências do quiosque as vistas dos funcionários. Todos os convidados consumiram regiamente e pagaram suas despesas com tranquilidade. Aos nos prepararmos para ir embora, as 22h30, a funcionária Loi impediu minhas filhas, Lia (9 anos) e a aniversariante Dora (5 anos) de entrarem no quiosque ao retornarem do banheiro. O motivo: alegou que seriam crianças de rua, por serem negras e terem cabelos crespos. Para encurtar uma ...

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    UNE promoverá III Encontro de Negros, Negras e Cotistas

    A previsão é de que cerca de 600 pessoas - entre estudantes, militantes e observadores - participem do III Encontro de Negros, Negras e Cotistas da UNE (União Nacional dos Estudantes).O evento, que incluirá, entre as atividades, debates, palestras e apresentações musicais, será realizado em Salvador, nos dias 20, 21 e 22 de maio. Esta terceira edição tem como objetivo levar os participantes a refletirem sobre o tema que dá nome ao encontro. “O Brasil após a expansão das políticas de ações afirmativas”. “O III ENUNE 2011 abrirá um espaço para os estudantes pensarem a política de cotas, que hoje já é uma realidade em mais de 70 instituições públicas de ensino superior no Brasil, mesmo que encontre  resistências em setores da sociedade. Nosso objetivo é avaliar os avanços e pensar em perspectivas futuras, o que significa avaliar estes programas (de concessão de cotas para estudantes afrodescendentes) e traçar diretrizes”. ...

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    A reputação internacional do Brasil de país tolerante na questão racial é manchada pela discriminação contra negros

      A reputação internacional do Brasil de país tolerante na questão racial é manchada pela discriminação contra negros, na opinião de diplomatas americanos que revelam, em telegramas passados ao GLOBO pelo WikiLeaks, a preocupação dos Estados Unidos com o racismo brasileiro. Um pacote de 25 telegramas da embaixada dos EUA em Brasília e do consulado em São Paulo, de 2004 a 2009, mostra que os americanos creem que os brasileiros não dão a devida atenção ao assunto. "Muitos alegam que o racismo não existe, apesar das evidências esmagadoras do contrário", diz um telegrama. "A discriminação contra afro-brasileiros mancha a reputação internacional do Brasil de país tolerante e lar acolhedor para centenas de grupos indígenas e imigrantes de todos os cantos do mundo", afirma outro. Os americanos questionam a vontade dos brasileiros de tomar atitudes em relação à discriminação, afirmando que os setores público e privado têm obrigação de dar passos ...

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    panacada_jovem

    Quem segurava com força a chibata, agora usa farda, engatilha a macaca, escolhe sempre o primeiro Negro pra espancar

    “Todo mundo avisou, todo mundo implorou” e os policiais: “é vagabundo tem de apanhar” Neste post aqui reproduzi um vídeo do Jornal da Globo cujas câmeras de segurança de um prédio em Feira de Santana flagraram dois policiais agressores espancando um jovem negro. Mas o Jornal da Record fez uma reportagem bem mais interessante sobre o caso do adolescente que foi brutalmente espancado quando chegava ao trabalho. Não sou policial, mas sei reconhecer um mecânico. O guri que pilotava a moto estava de macacão com a cor azul e o mesmo modelo usado em oficinas mecânicas. Não se justifica a polícia espancar ninguém em plena luz do dia, pois a escravidão já foi abolida no Brasil, mas este é mais um indício para percebermos como agem os policiais diante da juventude negra, não importa que ela estampe sua roupa de trabalho, que mostre todos os sinais de que não é ...

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    luiza-bairros-ministra-da-seppir-tn

    Ministra pedirá a bancos e centrais que coibam discriminação

    S. Paulo - Na primeira entrevista exclusiva concedida à Afropress a nova ministra da SEPPIR, socióloga Luiza Bairros, disse que aproveitará o fato de 2011 ser o Ano declarado pela ONU como dos Afrodescedentes para propor aos bancos, empresas de segurança, supermercados, shoppings e centrais sindicais, que façam um esforço para combater o racismo institucional e coibam situações de discriminação cada vez mais freqüentes, nas relações de consumo. O caso mais recente ocorreu com uma criança negra - T., de apenas 10 anos - levado para um quartinho por seguranças do Hipermercado Extra, da Marginal Tietê, Zona Leste de S. Paulo, onde foi submetido à humilhações e ameaças, segundo denuncia da família. “Nós somos inadequados para os bancos, nós somos inadequados para os supermercados, somos inadequados para qualquer tipo de lugar no, qual historicamente, a presença branca foi predominante”, afirmou, acrescentando que o apelo será para que esses setores “se ...

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