Resultados da pesquisa por 'racismo'

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    Para Educadores: Educação não tem cor

      Com discussões e projetos bem elaborados, é possível combater o preconceito racial que existe, sim, na escola. Está nas suas mãos, professor, o sucesso dessas crianças, negras e brancas, como alunas e cidadãs Por Roberta Bencini  , do UOL A aluna Roseane queria ter os cabelos trançados como os da colega Juliana: ampliação dos padrões de beleza Foto: Ricardo B. Labastier/ Sorvo   Roseane Souza de Queirós, 8 anos, tem os cabelos lisos e claros, mas queria que eles fossem trançados e escuros como os da colega de sala de aula Juliana Francisca de Souza Claudino, uma garota negra também de 8 anos. Um dia, apareceu com o mesmo penteado afro. A atitude de Roseane surpreende. É muito, muito mais comum a criança negra desejar se parecer com a maioria dos heróis dos contos de fadas europeus, com as modelos estampadas em revistas e jornais e com os colegas que ...

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    Estatuto Racial: Canto a Palmares – por: Edna Roland*

    Após a aprovação do Projeto 6264/2005, que institui o Estatuto da Igualdade Racial, pela Câmara dos Deputados, no dia 9/9/2009, fato que foi festejado por alguns setores do Movimento Negro e lamentado por outros, fomos confrontados por novas exigências e propostas de vetos do Senador Demóstenes Torres, relator do projeto que retornou ao Senado, numa fase em que só são admitidas emendas supressivas. Eliminação dos termos raça, racial, raciais. dimensão racial O parecer do Senador Demóstenes Torres é claramente inspirado no pensamento do grupo dos pesquisadores do Rio de Janeiro que vem lutando para derrubar, desde o projeto originário, o Estatuto da Igualdade Racial sob a alegação de que se trata de uma proposta racista, atribuindo ao mesmo a crença nas raças biológicas. No mesmo estilo, atribuindo ao Projeto de Lei 6264 o que ele não contém, o Relator propõe o veto em diversos artigos ao uso das palavras raça, ...

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    “Então é verdade, no Brasil é duro ser negro?”

    Fonte: Sociedade - - Eliane Brum - A mais importante atriz de Moçambique diz ter sofrido discriminação racial em São Paulo Fazia tempo que eu não sentia tanta vergonha. Terminava a entrevista com a bela Lucrécia Paco, a maior atriz moçambicana, no início da tarde desta sexta-feira, 19/6, quando fiz aquela pergunta clássica, que sempre parece obrigatória quando entrevistamos algum negro no Brasil ou fora dele. "Você já sofreu discriminação por ser negra?". Eu imaginava que sim. Afinal, Lucrécia nasceu antes da independência de Moçambique e viaja com suas peças teatrais pelo mundo inteiro. Eu só não imaginava a resposta: "Sim. Ontem".   Lucrécia falou com ênfase. E com dor. "Aqui?", eu perguntei, num tom mais alto que o habitual. "Sim, no Shopping Paulista, quando estava na fila da casa de câmbio trocando meus últimos dólares", contou. "Como assim?", perguntei, sentindo meu rosto ficar vermelho.Ela estava na fila da casa ...

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    Comunidade quilombola Onze Negras mais perto dos benefícios previdenciários

    Fonte: jornal Irohin online - Extraído de: Ministério Público de Pernambuco -   A comunidade Onze Negras, no Cabo de Santo Agostinho, está mais perto de garantir o acesso dos quilombolas aos direitos previdenciários previstos na legislação brasileira. Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e a gerência Recife do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vão se reunir nas próximas semanas para firmar um acordo que vise facilitar o trâmite dos processos relacionados aos quilombolas. Posteriormente, será feita uma reunião na própria comunidade. Estas providências foram acertas nesta sexta-feira (19) em uma reunião na sede do MPPE com a presença do ouvidor da instituição, Gilson Barbosa, da promotora Irene Cardoso e da assistente social Muirá Belém (integrantes do GT Racismo) e da promotora do município, Gláucia Hulse de Farias.Onze Negras possui cerca de 460 moradores, dos quais 35 já estão em idade de se aposentar. Além disso, há 55 crianças na ...

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    Deliberações do XVI Congresso Nacional do MNU

    Fonte: Fazer Valer a Lei Por: Reginlado Bispo Coordenação Nacional de Organização - MNU     XVI CONGRESSO NACIONAL DO MNU DELIBERA QUESTÕES FUNDAMENTAIS PARA A LUTA DA ENTIDADE E DE NEGRAS E NEGROS BRASILEIROS. O XVI Congresso Nacional do MNU realizado no ultimo fim de semana em Itapecerica da Serra - SP, teve participação dos estados do MA, CE, PE, SE, BA, DF, RJ, SP, PR, SC, RS. Durante três dias, os delegados debateram: 1. Avaliação da conjuntura; 2.Projeto Politico do Povo Negro para o Brasil; 3.Reparação Historica e Humanitária e de 5.Um Plano de Lutas por bandeiras emergenciais do Povo Negro. Muitas foram as analises, ppropostas e resoluções nestes temas, em geral baseadas na única Tese " Por um MNU autônomo, independente, compromissado e profundamente inserido na população negra", assinada por militantes-delegados de Campinas-SP, e aprovada em seus principais temas pela ampla maioria dos delegados. Os congressistas também ...

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    Jônatas Conceição da Silva: Outros Palmares

    OUTROS PALMARES  Foi um dos objetivos da literatura negra brasileira, produzida a partir da década de setenta do século vinte, desconstruir o racismo instituído no Brasil e enraizado em todas as instâncias sociais do país. Esta desconstrução objetivava revelar uma versão da história de luta por liberdade ocorrida nos quilombos que foi ocultada, e reverter a imagem do negro "pai-joão- vagabundo preguiçoso- fedorento-inferior", mostrada na maior parte da literatura brasileira feita segundo os cânones racistas do século dezenove. A partir daquela década, os escritores negros do país começam a se conhecer, formar grupos, como o Quilombhoje, em São Paulo, Negrícia, no Rio de Janeiro, e GENS - Grupo de Escritores Negros de Salvador, e trocar experiências através de encontros nacionais. Outros palmares mostra, neste segundo volume de Outros sertões, três escritores afro-brasileiros que colocaram o seu talento a serviço, também, de desconstruir, via literatura, o racismo instituído no Brasil: o ...

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    Marcha Zumbi + 10 – Documento da manifestação

    Fonte:Jornal Írohin - Memória   Por Edson Lopes Cardoso, ativista do Movimento Negro emestre em Comunicação Social (UnB) No ano passado, os negros novamente foram às ruas lembrar ao povo e aos governantes que muitas de suas reinvidicações ainda são atuaisComo herdeiros e herdeiras de Zumbi de Palmares, que lutou e morreu pela liberdade e pela afirmação de nossa dignidade humana, estamos aqui um dia após os 116 anos de Proclamação da República para denunciar que jamais fomos parte do projeto republicano brasileiro e que esta realidade está profundamente evidenciada no padrão alarmante de desigualdade racial e nas práticas cotidianas de discriminação e racismo contra homens negros e mulheres negras que, por séculos, sustentaram a acumulação de riquezas deste país.Como herdeiras e herdeiros de Dandara estamos aqui, transcorridos 310 anos do massacre imperial e colonial contra Palmares, para dizer que a Vida e a Liberdade são para nós - mulheres ...

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    Cotas

    Cotas Raciais-xeque-mate nos 113 autoproclamados “cidadãos anti-racistas”

    por: Celso Lungaretti Fonte: Blog de um sem Mídia     Em abril do ano passado, 113 autoproclamados "cidadãos anti-racistas" endereçaram uma carta ao presidente do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes para fazer lobby contra o programa ProUni e a instituição de cotas raciais compensatórias em vestibulares para universidades estaduais. O movimento foi visivelmente inspirado nas teses de Ali Kamel, diretor de Jornalismo da Rede Globo e autor de Não Somos Racistas, livro de cabeceira de alguns dos piores porta-vozes da direita golpista na mídia brasileira. Foi até constrangedor vermos, ao lado dos Reinaldos Azevedos da vida, alguns intelectuais e artistas que admirávamos ou, pelo menos, tinham nosso respeito: Caetano Veloso, Ferreira Gullar, Gerald Thomas, João Ubaldo Ribeiro, José Goldemberg e Nelson Motta, dentre outros. Igualmente constrangedora foi a intenção evidente de, usando o peso de suas assinaturas, pressionarem o STF a tomar decisão favorável a dois questionamentos judiciais das cotas ...

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    Foto: IEA

    Kabengele Munanga – “África e Imagens de África”

    Foto: IEA (...)o problema é que nós sabemos que muitas destas identidades podem ser manipuladas na luta pelo poder. Por exemplo, muitos dos conflitos que hoje chamam-se de conflitos étnicos na África, do meu ponto de vista, são guerras civis, em que as pessoas manipulam as identidades étnicas ou regionais para ter acesso ao poder. SANKOFA: Professor Kabengele Munanga, muito obrigado pela sua presença. Temos aqui três blocos de questões: a) sobre a África e os estudos de África; b) sobre os estudos de África no Brasil; c) sobre educação, África e os afro-descendentes. Começando o 1º bloco temos uma pergunta acerca da importância do saber e do conhecimento africano na época dos movimentos de independência. A geração intelectual que participou dos movimentos de independência nacional na África lutou por um sujeito africano do saber. O Sr. acredita que este é um objetivo alcançável hoje? MUNANGA: ...

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    Cotas

    Políticas de Ação Afirmativa em Benefício da População Negra no Brasil – Um Ponto de Vista em Defesa de Cotas

    Fonte: Revista Espaço Acadêmico Por KABENGELE MUNANGA*   Um breve histórico As chamadas políticas de ação afirmativa são muito recentes na história da ideologia anti-racista. Nos países onde já foram implantadas (Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Índia, Alemanha, Austrália, Nova Zelândia e Malásia, entre outros), elas visam oferecer aos grupos discriminados e excluídos um tratamento diferenciado para compensar as desvantagens devidas à sua situação de vítimas do racismo e de outras formas de discriminação. Daí as terminologias de "equal oportunity policies", ação afirmativa, ação positiva, discriminação positiva ou políticas compensatórias. Nos Estados Unidos, onde foram aplicadas desde a década de sessenta, elas pretendem oferecer aos afro-americanos as chances de participar da dinâmica da mobilidade social crescente. Por exemplo: os empregadores foram obrigados a mudar suas práticas, planificando medidas de contratação, formação e promoção nas empresas visando a inclusão dos afro-americanos; as universidades foram obrigadas a implantar políticas de cotas e outras ...

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    Em busca de uma infância cidadã: socialização, identidade e pertencimento racial

    Eliane Cavalleiro2 Referência bibliográfica: COSTA, M. F. V. ; COLACO, V. F. R. ; CAVALLEIRO, E. . Em busca de uma infância cidadã: socialização, identidade e pertencimento racial. In: Fátima Vasconcelos da Costa,Veriana Rodrigues Colaço e Nelson Barros da Costa. (Org.). MODOS DE BRINCAR,LEMBRAR E DIZER: DISCURSIVIDADE E SUBJETIVAÇÃO. 01 ed. Fortaleza: Editora da UFC, 2007, v. , p. 117-139. Considerações iniciais Quando pensamos na infância, no direito à proteção e aos cuidados que toda criança deve ter, consideramos importante trazer à luz um tema controverso: o racismo presente na sociedade brasileira e a maneira como esse afeta o processo de socialização das nossas crianças. O debate, no Brasil, em torno das relações raciais mostra-se em crescente visibilidade desde o final do século passado. A atualidade da discussão evidencia a existência e a permanência do racismo e seus derivados na dinâmica sociedade. Torna-se portanto necessária a compreensão de como os ...

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    Negros relatam sofrer preconceito no ensino superior

    Segurança barrou aluno por achar que se tratava de um ladrão de carro. 25% dos negros e pardos estão na universidade, contra 58% dos brancos. Fonte: G1 Foi na universidade que Cleiton Silva Menezes, 21 anos, enfrentou a situação mais humilhante de sua vida. Negro e portador de deficiência física que afeta a coordenação motora, ele foi barrado pelos seguranças na saída do estacionamento. O motivo? Os vigias acharam que o jovem estivesse roubando um carro.   "Eu dirigia o carro do meu pai, mas disseram que eu não tinha como ter um carro daquele nem ser aluno dali", afirma Cleiton, que cursava economia em uma universidade particular da Grande São Paulo.   Mesmo com o documento do carro e a carteira de estudante em mãos, Cleiton foi retido até o estacionamento esvaziar. "Só aí se convenceram de que eu era o dono." De tão humilhado, o jovem nem fez ...

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    COTAS E A BIBLIEX

    Fonte: Blog Jorge da Silva -   Em foco uma falsa questão, a das cotas. Reproduzo abaixo mensagem enviada a mim e a outras pessoas no dia 29 de maio, em que o emissor externa a sua estranheza com a republicação pela BIBLIEX de livro que, a seu ver, constitui-se num retrocesso democrático, patrocinado com o dinheiro público. Tenho afirmado que a polêmica em torno das cotas, na base do contra ou a favor, é redução grosseira de uma questão cara a todos os brasileiros, independentemente de raça (que não existe entre os humanos) ou cor/aparência (que existe), que é a de se saber se temos ou não uma questão racial não resolvida no Brasil. Ora, é preciso reconhecer que, tanto os que são contra quanto os que são a favor têm razão, o que tem a ver muito mais com a identidade social dos que sustentam uma coisa ou ...

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    Cem Anos e Mais de Bibliografia sobre Negro no Brasil

    Obs.: Esta é uma lista de Títulos e não os textos Para conhecer todos os títulos abra o anexo após o sumário (Obra revisada, corrigida e ampliada - classificação por assunto) Organizador: Kabengele MunangaPesquisadores: Antonia de Lourdes dos SantosKabengele MunangaEquipe Técnica (Digitação e Preparação):Antonia de Lourdes dos SantosJosselito Batista de JesusRevisão: Antonia de Lourdes dos SantosCapa:Apoio:UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOCENTRO DE ESTUDOS AFRICANOSFUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES SUMÁRIO 1.ÁFRICA........................................................................................... 11.1. CULTURAS....................................................................................11.2. HISTÓRIA.....................................................................................141.3. LITERATURA ................................................................................251.4. RELAÇÕES SUL-SUL / BRASIL-ÁFRICA ............................................301.5. OUTROS......................................................................................442. BIBLIOGRAFIAS............................................................................. 523. CONGRESSOS/SEMINÁRIOS ............................................................ 584. CULTURAS NEGRAS NO BRASIL......................................................... 614.1. RELIGIÕES...................................................................................614.1.1. Candomblé ................................................................................614.1.2. Macumba...................................................................................1054.1.3. Umbanda ..................................................................................1074.1.4. Irmandades ..............................................................................1214.1.5. Sincretismo ..............................................................................1274.1.6. Catolicismo ...............................................................................1344.1.7. Vodum......................................................................................1394.1.8. Outros.......................................................................................1424.2. DANÇA/MÚSICA/ESPORTE.............................................................. 1784.2.1. Carnaval ...................................................................................1944.2.2. Samba........................................................................................2014.2.3. Bumba-meu-boi ..........................................................................2064.2.4. Capoeira .....................................................................................2094.2.5. Outros .........................................................................................2134.3. ARTE/LITERATURA/MEDICINA ........................................................... 2214.4. LÍNGUA .......................................................................................... 2554.5. CULINÁRIA...................................................................................... 2604.6. OUTROS.......................................................................................... 2635. DEMOGRAFIA ...................................................................................... 2896. DICIONÁRIOS...................................................................................... 3038. RELAÇÕES RACIAIS/INTERÉTNICAS.........................................................3068.1. RAÇA, CLASSE, PRECONCEITO, DISCRIMINAÇÃO, RACISMO, SEGREGAÇÃO E APARTHEID 3068.2. MERCADO DE TRABALHO, POLÍTICA, LAZER, SAÚDE..............................4218.3. EDUCAÇÃO........................................................................................4488.4. MULHER NEGRA, RELAÇÕES DE GÊNERO..............................................4828.5. ...

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    Comparando abolicoes - EDUCADOR

    121 anos de abolição: continuamos amordaçados

    Fonte: Amazônia-Brasil - Escrito por José Reis Dualibi   Eu não entendo mas procuro compreender do porque o Estado do Amapá procurou ou escolheu o "estrangeiro" Senador PRECONCEITUOSO e RACISTA José Sarney para representar o Estado no Senado da República Federativa do Brasil. Apesar do Senador José Sarney ter criado a Fundação Palmares, hoje rebatizada como FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES, este Órgão Federal até o presente momento, apesar de ter mais de 20 anos, ainda não disse para que veio, não vejo cumprir nenhuma função em relação a população NEGRA, a que foi criada. Vejo apenas como um CURRAL ELEITORAL para a família Sarney assim como é a Secretaria Especial a Igualdade Racial - SEPPIR, criada pelo Presidente Lula para atender a todos os políticos do PT. O nobre Senador José Sarney não tem nada a haver, com cara e o Estado do Amapá e sim do Maranhão. O Exmo. Senhor ...

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    “RENASCIMENTO AFRICANO” NA EUROPA OU CONSCIÊNCIA POLÍTICA E IDENTITÁRIA?

    Fonte: Terra Longe - As coisas, as pessoas e/ou as situações são o que parecem ser ou o que elas são na realidade? É uma pergunta recorrente que me assalta à alma quando penso na situação social, jurídica e existencial dos negros e seus descendentes na Europa. A questão é, aparentemente, simples. As coisas acabam por se afirmar na manifestação das suas formas - de acordo com a sua natureza (racismo latente ou patente, xenofobia envergonhada, aporofobia ou até mesmo num novo fenómeno que a que chamarei de agorafobia global em face dos fenómenos migratórios que a fome poderá vir a dar uma visibilidade considerável). Já no que concerne às pessoas as coisas são mais complexas: são (a) o que parecem ser, (b) o que social establishment diz que são ou (c) o que são na realidade? Seja qual for a resposta, ela acaba por determinar a situação (subjectiva e ...

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    Foto: IEA

    Kabengele Munanga: A difícil tarefa de definir quem é negro no Brasil

    Fonte: Eu, um Negro Foto: IEA PARA O ANTROPÓLOGO Kabengele Munanga, professor-titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, não é fácil definir quem é negro no Brasil. Em entrevista concedida a ESTUDOS AVANÇADOS, no último dia 13 de fevereiro, ele classifica a questão como "problemática", sobretudo quando se discutem políticas de ação afirmativa, como cotas para negros em universidades públicas."Com os estudos da genética, por meio da biologia molecular, mostrando que muitos brasileiros aparentemente brancos trazem marcadores genéticos africanos, cada um pode se dizer um afro-descendente. Trata-se de uma decisão política", afirma. Kabengele Munanga é atualmente vice-diretor do Centro de Estudos Africanos e do Museu de Arte Contemporânea da USP. Nasceu em 19 de novembro de 1942 no antigo Zaire, onde recebeu sua educação primária e secundária. Sua educação superior ocorreu em seu país natal, de 1964 a 1969. Foi o primeiro ...

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    Semana da Moda

    Fonte: Folha de São Paulo - Com a saída de Gisele, as outras modelos ganham atenção. Marcelle Bittar, que na noite de segunda-feira ainda não sabia para quais grifes iria desfilar, comenta o acordo pelo qual a SPFW deve estimular as marcas a utilizar 10% de modelos negros, afrodescendentes ou indígenas em seus desfiles. "Acho bacana por um lado, mas é uma forma de racismo também. Mas, se realmente os estilistas não colocam negros na passarela, eu acho a medida bacana. Pra elas ." A mineira Liliane Ferrarezi também acha "bacana". "Estava vendo os desfiles do Fashion Rio, com várias modelos negras. Lindo! Não deixou de ter a qualidade que tem, né? Pelo contrário." Modelo e atriz, Letícia Birk- heuer também apoia. "No mundo inteiro, está havendo uma revolução, com o primeiro presidente negro nos EUA. E por que não com as modelos? Tem negras lindíssimas. Acho que elas ...

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    silvany

    CARTA ABERTA por Profa. Silvany Euclênio

    Aos / às profissionais da Rede Municipal de Educação de Ribeirão Preto,À Sociedade Ribeirãopretana, Enquanto os leões não tiverem os seus contadores de história, as histórias das caçadas glorificarão os feitos dos caçadores . (Provérbio iorubano) Muitas pessoas vêm acompanhando atentamente o "Projeto Baobá - Ribeirão Preto Educando para a Igualdade Étnico-Racial", concebido em conjunto com o Centro Cultural Orunmilá, coordenado e executado por nós junto à rede municipal de educação de Ribeirão Preto. Pois bem, nesse momento em que solicitamos a nossa exoneração do cargo que vínhamos ocupando na administração municipal de Ribeirão Preto, desde dezembro de 2005, gostaríamos de compartilhar ou talvez rememorar, com todos/as um pouco da história desse projeto e explicitar as motivações que nos conduziram a essa decisão. Para aqueles e aquelas que questionam nosso pedido de exoneração, chamando a nossa responsabilidade para a grandeza do Projeto Baobá, saibam que não estamos saindo da luta, ...

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    FOTO: ADRIANO MACHADO/LATINCONTENT/GETTY IMAGES

    Lula defende inclusão de países pobres no combate à crise

    FOTO: ADRIANO MACHADO/LATINCONTENT/GETTY IMAGES Genebra, 15 jun (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu hoje que a comunidade internacional mantenha o compromisso com os direitos humanos em tempos de crise econômica e dê espaço a todas as nações, ricas e pobres, no debate para solucioná-la. Da UOL "Agora, neste momento de desassossego econômico, mais do que nunca os direitos humanos devem ser um tema indispensável em qualquer estratégia para a superação da crise mundial iniciada em setembro de 2008", disse Lula em Genebra, durante o discurso que fez ao Conselho de Direitos Humanos da ONU. "Apesar de o Brasil fazer parte do G20, devo dizer que a situação de crise exige a participação de todos os países do mundo (na busca de uma solução). Devemos ouvir Obama, mas também os presidentes dos países menos ricos, porque todos, de forma direta ou indireta, sofrem as ...

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