sexta-feira, outubro 30, 2020

    Resultados da pesquisa por 'racismo'

    Celeo Alavares Casildo

    Celeo Alvarez Casildo

    {xtypo_quote}Buscamos voces que acallen el silencio{/xtypo_quote} Céleo Avarez Casildo es licenciado en Economía. Nació en la remota comunidad garífuna de Plaplaya, Gracias a Dios. En sus primeros años trabajó lustrando zapatos en el parque central de La Ceiba y posteriormente se convirtió en el primer presidente negro del Sindicato de Trabajadores de la Medicina, Hospitales y Similares (Sitramedhys), donde tuvo una destacada labor. Al retirarse del sindicalismo, a comienzos de los 90, fundó la Organización de Desarrollo Etnico Comunitario (Odeco) de la cual sigue siendo su presidente. Su lucha ha sido por la discriminación, la xenobia, el racismo, el marginamiento y la pobreza de las comunidades indígenas y negras de Centroamérica. Entrevista realizada por:  Meldy Escobar 12/07/99  www.garinet.com Estamos aquí con el Sr. Celeo Alvarez Casildo uno de los dirigentes de la Organización de Desarrollo Etnico comunitario (ODECO) con cede en la ciudad de la Ceiba Honduras. P) ¿Cómo Nace ...

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    Romero Rodriguez

    Romero Rodriguez é director general de Mundo Afro, organización no gubernamental de la colectividad negra uruguaya fundada en 1987. Director de Alianza Estrategia de Afrodescendientes de América Latina y el Caribe. Ha dedicado toda su vida al estudio del tema del racismo y a la defensa de los derechos del pueblo negro uruguayo por lo que ha sido reconocido como experto en el tema de racismo por Naciones Unidas. Romero Rodriguez "Millones de africanos llegaron de forma forzada a nuestra América. De sus vidas, culturas y civilizaciones prácticamente nada se dice en los programas oficiales de historia. Muchos de nuestros adolescentes y jóvenes no saben que sus raíces están ubicadas en un continente que dio origen al género humano".   La cita es del Manual de los Afrodescendientes de las Américas y el Caribe, publicado en 2006 y fruto de un proyecto conjunto de UNICEF y ...

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    Geledés e a Pesquisa Acadêmica

    Articula-se com centros de estudos e pesquisas para a produção de conhecimento no tema das relações raciais, gênero e de direitos humanos. Através do diálogo entre ativistas e acadêmicos, tem por finalidade a construção de uma base de conhecimento que possibilite identificar os obstáculos que ainda se impõem na superação das desigualdades. Participa dos seguintes projetos: Projeto de pesquisa Ensino religioso em escolas públicas: ameaças ao Estado laico e aos direitos reprodutivos Este é um projeto ligado o Grupo de Pesquisa "Discriminação, Preconceito e Estigma" da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), coordenado pela Profa. Dra. Roseli Fischamnn. É um projeto aprovado pelo CNPq no Edital MCT/CNPq/SPM-PR/MDA nº 57/2008 - Relações de Gênero, Mulheres e Feminismo / Edital nº 57/2008 - Categoria 1processo nº 402923/2008-1 com duração de 18 meses com início em 01/12/2008. O Geledés Instituto da Mulher Negra participa deste projeto, na condição de organização ...

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    Epsy Campbell Barr

    Epsy Campbell Barr

    Epsy Campbell Barr é ativista feminista e antiracista e ex-deputada. Economista e uma das fundadoras do Partido Ação Cidadã da Costa Rica. Ela anunciou a intenção de se candidatar à presidência de seu país nas próximas eleições que ocorrerão em 2010, sendo a primeira mulher negra a almejar este posto na Costa Rica. Entrevista com Epsy Campbell Entrevista concedida ao Jornal Irohin “Este é o momento para que nós, homens e mulheres negras, nos percebamos como estadistas” – afirma Epsy Campbell Epsy Campbell se autodefine como uma feminista negra latino-americana. Com formação em Economia, aos 42 anos de idade, preside o Partido Ação Cidadã (PAC), tendo sido eleita, em 2002, a quinta deputada negra da Assembléia Nacional da Costa Rica. Em 2006, ficou a um ponto percentual de se tornar vice-presidenta de seu país e derrotar candidatos tradicionais da direita local. Dirigiu até 2005 o Centro de Mulheres Afro-Costarricenses, organização ...

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    Cadernos Geeledes nº 1

    Saúde Reprodutiva da População Negra no Brasil: Entre Malthus e Gobineau

    Saúde reprodutiva da população negra representa um novo campo de produção de estudos e conhecimentos, que se encontra em construção no Brasil a partir da confluência de duas áreas de estudos: a da saúde reprodutiva e a das relações raciais. Representa ao mesmo tempo um campo de produção teórica e de ação política. Por Edna Roland Délcio da Fonseca Sobrinho destaca três grandes momentos da história do planejamento familiar no Brasil (Congresso Nacional, 1993). O primeiro, anterior a 1964, "cujas origens remontam ao período imperial e primórdios do republicano, era marcado por um sentimento natalista difuso e pela ideia racista de busca de melhoria da raça brasileira". O segundo caracterizou-se pela polêmica do controle versus anticontrole, da qual participaram os militares, "que buscavam argumentos de ordem estratégica e de segurança nacional, a Igreja, que alinhava razões de ordem moral e religiosa, e as correntes de esquerda, que argumentavam tratar-se de ...

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    Saúde reprodutiva da população negra representa um novo campo de produção de estudos e conhecimentos, que se encontra em construção no Brasil a partir da confluência de duas áreas de estudos: a da saúde reprodutiva e a das relações raciais.

    Programa de Saúde – Memória Institucional de Geledés

    Edna Roland foi diretora do Geledés e coordenadora do Programa de Saúde até 1996.  Saúde Reprodutiva da População Negra no Brasil: Entre Malthus e Gobineau Saúde reprodutiva da população negra representa um novo campo de produção de estudos e conhecimentos, que se encontra em construção no Brasil a partir da confluência de duas áreas de estudos: a da saúde reprodutiva e a das relações raciais. Representa ao mesmo tempo um campo de produção teórica e de ação política. Délcio da Fonseca Sobrinho destaca três grandes momentos da história do planejamento familiar no Brasil (Congresso Nacional, 1993). O primeiro, anterior a 1964, "cujas origens remontam ao período imperial e primórdios do republicano, era marcado por um sentimento natalista difuso e pela ideia racista de busca de melhoria da raça brasileira". O segundo caracterizou-se pela polêmica do controle versus anticontrole, da qual participaram os militares, "que buscavam argumentos de ordem estratégica e ...

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    Maria José Anacleto Cunha

    Vítima: MARIA JOSÉ ANACLETO CUNHA Ação de Indenização pó dano Moral e material. Ré: Denise Conti Bristotti Preambulo - A vítima teve sua honra, dignidade e decorro atingidas por ato ilícito cometido ofensora, que utilizou-se de elementos inerentes a raça e cor da vítima com o objetivo de desmoraliza-la em público, expondo-a a situação vexatória. Síntese dos fatos - O fato que deu origem à ação penal ocorreu em março de 2000, quando a vítima transitava pela calçada do bairro onde residem ambas e a ofensora passeava com seu cão e este ao ver a vítima avançou-lhe, o que prontamente a vítima teve a reação de se proteger, passando a ofensora a proferir as seguinte frase: "Meu cão só avançou em você, porque você é preta, e eu e meu cão não gostamos de negros...." A vítima procurou o 46 Distrito Policial, onde lavrou boletim de ocorrência e posteriormente procurou ...

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    SIDNEY DA SILVA E outros

    VÍTIMA: SIDNEY DA SILVA E outros Responsabilidade Civil do Estado - Dano Moral e Material Réu: UNIÃO (ato praticado por policiais rodoviários federais)   Preâmbulo - As vitimas, três jovens afrodescendentes foram alvo de disparos efetuados por policias rodoviários federais na rodovia Presidente Dutra quando retornavam de uma apresentação realizada no Estado do Rio de Janeiro.   Síntese dos fatos processuais:   Em viagem de retorno a capital paulista as vítimas que trafegavam pela rodovia Presidente Dutra, foram alvejados por disparos efetuados por entes do estado (policiais rodoviários federais), que em completo desacordo com os procedimentos a serem adotados em uma abordagem causaram prejuízos morais e matérias as vítimas.   As vítimas em razão dos disparos efetuados pelos prepostos da União colidiram contra a mureta de proteção da pista, o que lhe causou vários ferimentos pelo corpo, além dos projéteis disparados terem atingido dois dos quatro passageiros do veículo. Após ...

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    RODRIGO DE MATOS NOGUEIRA

    Vítima: RODRIGO DE MATOS NOGUEIRA Ação de Indenização pó dano Moral e material.   Ré: PREFEITURA MUNICIPAL DA CIDADE DE SANTO ANDRÉ Preâmbulo A vítima teve sua honra, dignidade e decorro atingidas por ato ilícito cometido ofensora, que utilizou-se de elementos inerentes a raça e cor da vítima com o objetivo de desmoraliza-la em público, expondo-a a situação vexatória. Síntese dos fatos O fato que deu origem à ação penal ocorreu em fevereiro de 2004, quando ambos trabalhavam juntos na Prefeitura de Santo André, no setor de mecânica de máquinas pesadas, sendo á vítima subordinado ao réu que o ofendeu após ter solicitado que alguém o ajudasse para realização de um serviço quando o réu passou a ofender sem nenhum motivo aparente proferindo as seguintes palavras: "Você não faz nada, faz tudo errado, primeiro olha a sua cor e olha a minha, seu macaco...." A vítima procurou o 2o. Distrito ...

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    SONIA MARIA DONIZETE

    VITIMA: SONIA MARIA DONIZETE Caso de discriminação racial, art. 140 § 3º e art. 129 , ambos do Código Penal. RÉ: ROSILDA STIANO LINHARES RODRIGUES Preâmbulo - A vítima foi ofendida em sua honra, dignidade e decoro dentro de sua residência, e ainda ameaçada em sua integridade física juntamente com seu filho de dois anos de idade. Foram abertos dois procedimentos um pela ameaça e invasão de domicilio e outro pela injúria qualificada por preconceito racial   Síntese dos fatos processuais: Trata-se de caso iniciado em fevereiro de 2007, quando a vítima foi ofendida e teve sua integridade sua física ameaçada, bem como a do filho de 2 anos apenas pela ré e seus familiares. A vitima lavrou boletim de ocorrência junto ao 39 distrito Policial da Capital de São Paulo, B.O n.º: 158/06. Feito o pedido de instauração de inquérito policial, ouvidas as partes e suas testemunhas. Crime tipificado ...

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    Rosangela Santos Ferreira

    VÍTIMA: ROSANGELA SANTOS FERREIRA Caso de discriminação racial, art, 140º 3º do Código Penal RÉ: PRISCILA KARAN DE LIMA Preâmbulo - A vítima foi ofendida em sua honra, dignidade e decoro por via telefônica. Configuração do art. art. 140 § 3º e 141, inciso III, ambos do Código Penal. Síntese dos fatos processuais:   A vítima prestava serviços domésticos para a ré, após 15 dias de trabalho a vítima foi dispensada por telefone e ao perguntar quando quanto aos seus serviços prestados referindo-se ao valor combinado foi ofendida pela ré que disse as seguintes palavras: "NEGONA PILANTRA, SÓ É BOA PRA FAXINA" Ato contínuo a ré informou que a vítima nada tinha a receber, eis que esta havia danificado algumas peças de roupa e portanto seria uma compensação pelos danos causados: "HÁ PORRA, NÃO ACHA QUE TENHO O DIREITO DE DESCONTAR, BEM QUE MEU MARIDO FALOU QUE VOCÊ ERA UMA ...

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    Geledés no Monitoramento e Incidência em Políticas Públicas

    Geledés participa de diversas iniciativas da sociedade civil de monitoramento e incidência em políticas públicas, nos âmbitos municipal, estadual e federal, atuando em diversas instâncias de controle social tais como: Fórum Itinerante e Paralelo da Previdência Social, Fórum Brasil do Orçamento, Movimento Nacional pró Reforma Política, Campanha Nacional em Defesa da Legalização do Aborto, da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Relatoria do Direito Humano à Educação, GT Educação do Movimento Nossa São Paulo, Fórum Permanente de Educação e Diversidade Etnicorracial do Estado de São Paulo, Rede Nacional de Controle Social e Saúde da População Negra. Na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, participa do esforço de diversas organizações da sociedade civil das Américas pela aprovação da Convenção Interamericana Contra Todas as Formas de Discriminação Racial, e da Convenção Interamericana dos Direitos Sexuais e dos Direitos Reprodutivos. Geledés participa ainda dos seguintes espaços de incidência e monitoramento em políticas públicas:  II ...

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    Angola e Moçambique Experiência Colonial e Territórios Literários

    Resenha: Adriana Graciano Rita Chaves é uma potente voz no cenário acadêmico brasileiro. Raríssima combinação de excelência tanto em sua prática docente quanto de pesquisadora reitera a relevância de seu trabalho e a agudeza de seus olhares no impecável Angola e Moçambique Experiência Colonial e Territórios Literários publicado pelo Ateliê Editorial em 2005. A autora integra o corpo docente da Universidade de São Paulo onde leciona Literaturas Africanas de Língua Portuguesa e dirige o Centro de Estudos Portugueses. Além de ser pesquisadora associada do Centro de Estudos Afro-Asiáticos da Universidade Candido Mendes, também atuou como professora na Universidade Eduardo Mondlane durante dois anos. Sua obra inclui A Formação do Romance Angolano e a co-organização de Portanto... Pepetela, Literaturas em Movimento - Hibridismo Cultural e Exercício Crítico e Brasil/África: Como se o Mar Fosse Mentira. A breve, mas nem por isso menos precisa, apresentação de Benjamin Abdala Junior antecipa os pontos cardeais da trajetória percorrida pela professora ...

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    linha_de_passe

    Passe racista do Linha de passe

    Chegamos ao cinema cedo. Tivemos tempo para aquele docinho que após o almoço ninguém rejeita. Água para rebater e refrescar a consciência e aliviar seu peso. Bom lugar no centro da sala. Enquanto aguardávamos, cometendo nosso delitozinho açucarado, comentamos um penteado em cabelo crespo de uma mulher que entrara e fora sentar mais à frente. Era um penteado simples, porém realçava o rosto feminino. Umas tranças presas à frente e o restante do cabelo bem lua cheia, o que se chamou na década de 70 de "black-power", que de power teve pouca duração, pois logo retornou a febre dos alisantes e surgiu essa mania de raspar que, no Brasil, teve início com alguns jogadores de futebol complexados e se alastrou. O penteado da moça era mesmo uma obra de arte que fez minha parceira - uma das muitas (ainda poucas) que ousa não alisar nem fritar seu cabelo -, ficar ...

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    Clóvis Moura foi um grande estudioso da luta de classes com atenção ao papel do trabalhador negro brasileiro e sua história. (Foto: Imagem retirada do site Observatório Social)

    Clóvis Moura: 5 anos sem o “pensador quilombola”

    "Eu aprendi a me conhecer lendo Clóvis Moura. Sou negro e me vi em Brasil: raízes do protesto negro". (Aílson do Carmo de Souza) Em 23 de dezembro, faz 5 anos que perdemos Clóvis Moura. De forma antecipada, e como parte das reflexões sobre a Semana da Consciência Negra, nada mais apropriado do que homenageá-lo. Sua obra e sua militância foram a melhor síntese da práxis que uniu a reflexão teórica e a luta por um Brasil de igualdade racial. Desde que Zumbi passou a ser reconhecido como símbolo da luta antiescravista brasileira, foi reconsiderada parte de nossa visão de história, não feita por heróis, mas tendo o Quilombo dos Palmares como personificação e síntese da luta dos negros, nos mais de 300 anos de escravidão em nosso País, e nos quase 500 anos de luta pela liberdade e contra o preconceito. Foi justamente isto que os movimentos negros, independente ...

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    Declaração Mar Del Plata

    Quarta Cúpula das Américas Declaração de Mar del Plata MAR DEL PLATA, ARGENTINA - 5 DE NOVEMBRO DE 2005 Criar Trabalho para Enfrentar a Pobreza e Fortalecer a Governabilidade Democrática 1.    Convencidos da necessidade de aprofundar a democracia e consolidar a liberdade nas Américas, de acordo com os princípios constantes da Carta da Organização dos Estados Americanos e da Carta Democrática Interamericana, e de sua plena aplicação como fundamento de nossa comunidade hemisférica, nós, os Chefes de Estado e de Governo dos países democráticos das Américas, reunidos na cidade de Mar del Plata, Argentina, por ocasião de nossa Quarta Cúpula, reafirmamos nosso compromisso de combater a pobreza, a desigualdade, a fome e a exclusão social para melhorar as condições de vida de nossos povos e fortalecer a governabilidade democrática nas Américas. Conferimos ao direito ao trabalho, tal como está estipulado nos instrumentos de direitos humanos, um lugar central na agenda ...

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    Procedimentos a serem adotados em Crimes de Discriminação Racial

    Uso da legislação de combate ao racismo no Brasil A prática tem demonstrado que às vítimas de discriminação racial se deparam com muitas dificuldades para levar adiante casos de racismo ou mesmo de injuria qualificada por conotação racial. As vitimas de racismo e injuria qualificada via de regra sofrem uma dupla discriminação, a primeira o fato em si perpetrado pelo ofensor que pode ser inclusive um representante do Estado ou ainda em casos mais comuns perpetrado por um particular. É fato que ao buscarem a tutela jurisdicional do Estado muitas vítimas sentem-se humilhadas e menosprezadas com o atendimento que lhes é dispensado nos distritos policiais, posteriormente pelo Ministério Publico e mais tarde pelo próprio judiciário, eis que infelizmente não se da a importância necessária aos crimes de racismo, acreditamos que por esta razão o governo do Estado de São Paulo tenha recriado a Delegacia Especializada em crimes raciais DECRADI. Muito ...

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    Cotas raciais tabuleiro e peas do xadrez

    COTAS – Perguntas e respostas

          A seguir, apresentamos as perguntas mais comuns sobre a adoção de cotas. As respostas reforçam o objetivo desta publicação, oferecendo argumentos favoráveis às políticas de ação afirmativa como forma de construção de um mundo mais justo e democrático para todos e todas.   Esse negócio de cotas pra negros(as) não é racismo ao contrário? A inclusão de políticas de ação afirmativa tanto no debate público como na pauta do governo é uma conquista de segmentos do movimento negro, que há anos denunciam a desigualdade social e racial no Brasil em vários setores: saúde, educação, mercado de trabalho, moradia, entre outros. Tratar de maneira diferenciada um grupo que teve menos oportunidades - e, portanto, que está em situação de desvantagem - é uma tentativa de diminuir essas desigualdades, restituindo direitos há muito negados. Não é um privilégio. É, na realidade, o exercício da democracia, respeitando a diversidade étnicoracial ...

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    Cotas Raciais Por que sim?

    Apresentação Discutir aspectos relativos às ações afirmativas, especialmente cotas raciais, e oferecer argumentos favoráveis à sua adoção são os objetivos desta cartilha - fruto de uma série de debates ocorridos nos meses de maio e junho de 2005, em escolas públicas e particulares na cidade do Rio de Janeiro. Algumas das questões levantadas nesses encontros, organizados pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e instituições parceiras,1 são aqui abordadas; e muitas dúvidas dos(as) jovens sobre as políticas de ação afirmativa são reveladas e esclarecidas ao longo da publicação. Esperamos que a cartilha Cotas raciais, por que sim? seja útil para demonstrar a importância das políticas de ação afirmativa como mecanismo de inclusão social e racial, ajudando a produzir novos argumentos e pontos de vista que contribuam para uma sociedade mais justa e democrática. Para ilustrar a maioria das situações que expomos na cartilha, utilizaremos os dados da Universidade ...

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    Cotas

    10 MITOS SOBRE AS COTAS

            ORIENTAÇÃO: Reproduzir e divulgar nas universidades e junto aos parlamentares o documento abaixo, que explicita conceitualmente a pertinência e justeza da nossa luta pela implementação das Cotas raciais e sociais nas Universidades.   PROGRAMA POLÍTICAS DA COR NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA LABORATÓRIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS UNIVERSIDADE   1- As cotas ferem o princípio da igualdade, tal como definido no art. 5º da Constituição, pelo qual "todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza". São portanto, inconstitucionais.   Na visão, entre outros juristas, dos Ministros do STF, Marco Aurélio de Mello, Antonio Bandeira de Mello e Joaquim Barbosa Gomes, o princípio constitucional da igualdade, contido no art. 5º, refere-se à igualdade formal de todos os cidadãos perante a lei. A igualdade de fato é tão-somente um alvo a ser atingido, devendo ser promovida, garantindo a igualdade de oportunidades como manda o art. 3º da mesma ...

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