Resultados da pesquisa por 'racismo'

    A POLÍTICA DE COTAS

    A política de cotas

    Míriam Leitão Em vez de discutir cota, é melhor investir na educação. Não se deve adotar um sistema que separa por raça, pois isso criará racismo. Não se pode ferir o princípio constitucional de que todos são iguais perante a lei. Nunca pode ser revogado o princípio do mérito acadêmico. Os argumentos se repetem e parecem ótimos. Escondem a mesma resistência ao tema racial que temos mantido desde a bolição e as conclusões estão truncadas. Nunca, os que defendem cotas raciais na universidade propuseram a escolha entre cotas e qualidade da educação. Não há essa dicotomia. É uma falsidade para truncar o debate. É fundamental melhorar a educação em todos os níveis. As cotas raciais não revogam essa idéia. O princípio da igualdade perante a lei é a pedra que sustenta as sociedades democráticas e modernas. As ações afirmativas não vão revogá-lo. A igualdade perante a lei sempre conviveu com ...

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    Cotas raciais

    - Fonte: O Globo -         A antropóloga Yvonne Maggie se aproxima da irresponsabilidade intelectual ao reduzir o debate de cotas a uma conspiração entre "racistas" e fundações internacionais para dividir o país entre brancos e negros. Não bastando a perversa inversão de acusar de racistas aqueles que há mais de 60 anos lutam contra o racismo brasileiro e as suas consequências, reduz a uma "alucinação coletiva" décadas de estudos mostrando como o racismo compromete a trajetória de vida das pessoas, independentemente da sua condição social. A mobilização de setores importantes da intelectualidade e da grande mídia contra as cotas optou pela caricatura retórica, em vez de um debate sério sobre a eficácia ou não dessas políticas.             *Carta dos leitores* ATILA ROQUE (por e-mail, 31/5), Brasília, DF

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    A política de cotas

    - Fonte: O GLOBO - Teses e truques - Míriam LeitãoEm vez de discutir cota, é melhor investir na educação. Não se deve adotar um sistema que separa por raça, pois isso criará racismo. Não se pode ferir o princípio constitucional de que todos são iguais perante a lei. Nunca pode ser revogado o princípio do mérito acadêmico. Os argumentos se repetem e parecem ótimos. Escondem a mesma resistência ao tema racial que temos mantido desde a bolição e as conclusões estão truncadas.Nunca, os que defendem cotas raciais na universidade propuseram a escolha entre cotas e qualidade da educação. Não há essa dicotomia. É uma falsidade para truncar o debate. É fundamental melhorar a educação em todos os níveis. As cotas raciais não revogam essa idéia.O princípio da igualdade perante a lei é a pedra que sustenta as sociedades democráticas e modernas. As ações afirmativas não vão revogá-lo. A igualdade ...

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    negro

    Juventude Negra Patrimônio do Brasil – por Eloá Kátia Coelho

    -  Eloá Kátia Coelho* -  "... As vítimas do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e formas correlatas de intolerância esperam ansiosas, que as decisões que adotem os Estados produzam uma mudança real em seus destinos..." trecho do discurso da Sra. Mary Robison, do Alto Comissionado da ONU, na abertura da II Prepcom em Genebra, maio de 2001..."   A categoria juventude, na faixa etária de 15 a 29 anos, está constituída há pouco tempo enquanto segmento social com atenção às políticas públicas, ou seja, como grupo de direitos. No Brasil, este processo adquiriu um avanço graças ao protagonismo juvenil de várias organizações de jovens, de pesquisadores desta temática, e sobre maneira, de gestores de Políticas Públicas para a Juventude. Em Abri de 2008, precisamente entre os dias 27 a 30, GOVERNO BRASILEIRO, representado pela SNJ - Secretaria Nacional de Juventude - realizou a primeira Conferência Nacional de Juventude, um ...

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    Representação de Chica / Crédito: Wikimedia Commons

    Chica da Silva

    Nota: Esta página é sobre a personagem histórica Chica da Silva. Se procura outros significados da mesma expressão, consulte Xica da Silva. Francisca da Silva de Oliveira, ou simplesmente Chica da Silva, foi uma escrava, posteriormente alforriada, que viveu no arraial do Tijuco, atual Diamantina, Minas Gerais, durante a segunda metade do século XVIII. Manteve durante mais de quinze anos uma união consensual estável com o rico contratador dos diamantes João Fernandes de Oliveira tendo com ele treze filhos. O fato de uma escrava alforriada ter atingido posição destaque na sociedade local durante o apogeu da exploração de diamantes deu origem a diversos mitos. De acordo com a imaginação popular e várias obras de ficção, Chica da Silva foi uma escrava que se fez rainha utilizando sua beleza e apetite sexual invulgares para seduzir pessoas poderosas, entre as quais João Fernandes, cuja fortuna dizia-se ser maior do que a do rei ...

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    La historia oculta y olvidada de los negros en la Argentina

    - Fonte: Fundação Cultural Palmares - Fiebre Negra es un ajuste de cuentas de la literatura argentina con sus raíces africanas. Es tercero romance del porteño Miguel Rosenzvit, este libro presenta un Buenos Aires que la historia oficial trató con desatención. Está ambientado en el siglo XIX, cuando la capital - conocida por ser la más "europea" de América Latina - llegó a tener el 30 por ciento de población negra; "tres de cada diez habitantes eran negros", señala el autor. En la entrevista con el Observatorio Afro-Latino, el escritor y poeta habla sobre el romance, publicado recientemente por la Editorial Planeta, que cuenta la historia de amor entre un afro-argentino y una joven blanca, que nacen casi al mismo tiempo y crecen juntos. Además de esto, el autor cuenta como fue la esclavitud en su país, como vive hoy la población afro-descendiente y opina sobre la contribución africana a ...

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    fiebre-negra

    A história oculta e esquecida dos negros na Argentina

    - Fonte: Fundação Cultural Palmares - Fiebre Negra é um acerto de contas da literatura argentina com suas raízes africanas. Terceiro romance do portenho Miguel Rosenzvit, o livro apresenta uma Buenos Aires que a história oficial tratou com descaso. É ambientado no século XIX, quando a capital - conhecida por ser a mais "européia" da América Latina - chegou a ter 30 por cento de população negra;"três de cada dez habitantes era negro", asssinala o autor. Em entrevista ao Observatório Afro-Latino, o escritor e poeta fala sobre o romance, publicado recentemente pela Editorial Planeta, que conta a história de amor entre um afro-argentino e uma jovem branca, que nascem quase ao mesmo tempo e crescem juntos. Além disso, o autor conta como foi a escravidão em seu país, como vive hoje a população afro-descendente e opina sobre a contribuição africana para a cultura argentina. - O que o levou a ...

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    fiebre-negra

    Fiebre Negra: A história oculta e esquecida dos negros na Argentina

    Fiebre Negra é um acerto de contas da literatura argentina dos negros na Argentina e suas raízes africanas. Terceiro romance do portenho Miguel Rosenzvit, o livro apresenta uma Buenos Aires que a história oficial tratou com descaso. É ambientado no século XIX, quando a capital - conhecida por ser a mais "européia" da América Latina - chegou a ter 30 por cento de população negra;"três de cada dez habitantes era negro", asssinala o autor. Em entrevista ao Observatório Afro-Latino, o escritor e poeta fala sobre o romance, publicado recentemente pela Editorial Planeta, que conta a história de amor entre um afro-argentino e uma jovem branca, que nascem quase ao mesmo tempo e crescem juntos. Além disso, o autor conta como foi a escravidão em seu país, como vive hoje a população afro-descendente e opina sobre a contribuição africana para a cultura argentina. - O que o levou a escolher uma história ...

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    Beatriz Nascimento (Foto: Arquivo Nacional)

    Beatriz Nascimento

    Maria Beatriz Nascimento (1942-1995) é intelectual ativista negra contemporânea de Eduardo Oliveira e Oliveira, Lélia Gonzalez, e Hamilton Cardoso. Nasceu em Aracaju, Sergipe e, no final da década de 1940, migrou com a família para o Rio de Janeiro. Em 1971 graduou-se em história pela UFRJ. Esteve à frente da criação do Grupo de Trabalho André Rebouças, em 1974, na Universidade Federal Fluminense (UFF), compartilhando com estudantes negros/as universitários/as do Rio e São Paulo a discussão da temática racial na academia e na educação em geral, a exemplo da Quinzena do Negro realizada na USP em 1977. Concluiu a Pós-graduação lato sensu em História na Universidade Federal Fluminense, em 1981, com a pesquisa Sistemas alternativos organizados pelos negros: dos quilombos às favelas. Seu trabalho mais conhecido e de maior circulação trata-se da autoria e narração dos textos do o f1lme Ori (1989, 131 min), dirigido pela socióloga e cineasta Raquel ...

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    Beatriz Nascimento (Foto: Arquivo Nacional)

    A trajetória intelectual ativista de Beatriz Nascimento •

    Abordar a trajetória de Beatriz Nascimento para a revista Eparrei! tem uma dupla exigência. É necessário indicar qual o propósito de um homem negro que pesquisa relações de gênero e raça. O encontro com o feminismo negro, com os textos de autoras ativistas brasileiras e estadunidenses, tem provocado uma viagem sem volta na minha construção de pessoa e na formação intelectual. Além disso, devo dizer que escrever acerca de uma mulher negra é um exercício de interagir com sua voz, e não tentar sobrepô-la ou substituí-la (o que tem sido habitual numa sociedade racista e sexista). Não conheci pessoalmente Beatriz Nascimento e a pesquisa que realizo tem como cerne a sua obra, ou seja, seus textos escritos (alguns inéditos) e narrados (a exemplo de comunicações transcritas ou da participação em documentários). Os levantamentos são efetuados no Centro de Estudos Africanos da Universidade de São Paulo, no Arquivo Nacional e com ...

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    RATTS, Alecsandro (Alex) J. P. . Eu sou Atlântica: Sobre a Trajetória de Vida de Beatriz Nacimento. 1. ed. São Paulo: Imprensa Oficial / instituto Kuanza, 2007. v. 1. 136p. (Foto: Imagem retirada do site UNILAB)

    Eu sou Atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento

    O livro Eu sou Atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento, publicado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e Instituto Kuanza, de autoria de Alex Ratts, é prefaciado por Sueli Carneiro e se divide em duas partes. Na primeira - "Quantos caminhos percorro" - o autor dialoga com a obra publicizada e inédita de Beatriz Nascimento, por meio das temáticas e categorias da pesquisadora e a partir de pesquisa em acervos públicos e particulares no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília. A segunda - "É tempo de falarmos de nós mesmos" - traz oito artigos escritos por ela entre 1974 e 1990, publicados em periódicos como Revista Cultura Vozes, Estudos Afro-Asiáticos, Afrodiáspora, Maioria Falante e Última Hora. Maria Beatriz Nascimento (Aracaju, 1942 - Rio, 1995) é historiadora, pesquisadora, poeta e ativista negra. Ao longo de vinte anos, tornou-se estudiosa das temáticas do racismo e ...

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    Al Behrman / AP

    Judaísmo: Primeira mulher negra a ser ordenada rabino

    - Fonte: Expresso - Al Behrman / AP Cincinatti, Ohio, 29 Mai (Lusa) - Alysa Stanton, 45 anos, pode tornar-se já em Junho a primeira mulher negra a ser ordenada rabino. Alysa Stanton deverá liderar uma congregação predominantemente branca de 60 famílias em Greenville, Carolina do Norte, depois de ser ordenada, a 06 de Junho. Stanton vivia num subúrbio judeu de Cleveland quando começou a sua busca espiritual ainda na infância, estudando algumas religiões cristãs e do leste antes de se converter ao judaísmo quanto já estava na casa dos vinte. Mas, embora Stanton seja elogiada pelos seus pares pela sua capacidade de ouvir e comunicar, nem sempre se sente aceite pelas congregações judaicas ou por alguns amigos depois de se ter convertido ao Judaísmo. "Senti-me às vezes condenada ao ostracismo mas tive de aprender quem eu era, quais os meus valores e ir em frente", ...

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    Em 1969, Angela Davis foi demitida do cargo de professora de filosofia da Universidade da California por sua associação com o partido comunista americano e com os Panteras Negras. A filósofa viria a ser perseguida, colocada na lista dos 10 criminosos mais perigosos do país, condenada e presa sem provas e com altas doses de espetacularização. (Foto: Antonio Scorza / Agência O Globo)

    Angela Davis

    O nome verdadeiro é Ângela Yvonne Davis, nascida no dia 26 de janeiro de 1944, em Birmingham, estado do Alabama. O fato que a tornou famosa, já aconteceu há quase 36 anos, em Marin County, estado da Califórnia, dia 7 de agosto de 1970. Ela foi acusada de fornecer as armas usadas pelos militantes dos Panteras Negras, no protestos que fizeram da Assembléia Legislativa daquele estado. Desde pequena Ângela revelou um alto grau de inteligência, e após a destacar-se já no colegial conseguindo uma bolsa de estudo para estudar Literatura Francesa, em Nova Iorque, ficando hospedada na casa de um pastor branco progressista, em 1959. Em 1960, foi até Frankfurt, Alemanha, onde ficou dois anos, sendo aluna dos reconhecidos professores Theodor Adoro e Oscar Negt. Depois, entre 1963 a 1964, ela foi privilegiada com aulas em Paris, na escola de Sorbonne, onde cursou Literatura. No retorno aos Estados Unidos, Davis ...

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    Debatedores pedem o fim da desigualdade racial em bancos

    Fonte: Portal da Câmara dos Deputados  Shutterstock Parlamentares e integrantes de organizações não governamentais cobraram nesta quarta-feira, em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, providências contra a desigualdade racial no mercado de trabalho dos bancos. Os debatedores acusaram as instituições financeiras do Brasil de resistirem a empregar negros. Convidada a apresentar uma pesquisa sobre a contratação de negros no setor, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) não enviou nenhum representante à audiência. O estudo foi encomendado à Febraban, em 2007, por iniciativa do Grupo de Trabalho pela Diversidade no Mercado de Trabalho Bancário. De acordo com o autor do requerimento para realização da audiência, deputado Luiz Alberto (PT-BA), na época a Febraban demonstrou interesse em debater o assunto e realizou uma série de reuniões com o grupo. Ele lamentou que, quase dois anos depois, a instituição não tenha respondido às indagações feitas. Resistência à inclusão Luiz Alberto ...

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    Estudo analisa comportamento de futuros professores em relação à etnia dos alunos

    A situação das crianças negras em sala de aula é desvantajosa, constatou pesquisa empreendida pela UFS com futuros professores. Eles apresentaram atitudes e comportamentos diferenciados em função da etnia dos alunos. A formação inadequada desses profissionais, porém, acaba influenciando a maneira como se colocam em sala de aula. Fonte: Plenário - A Notícia Agora - Foto: @TERRICKSNOAH O estudo chegou à conclusão através das análises do julgamento que os professores fizeram em cima de redação escrita por um aluno do ensino fundamental e de um questionário com perguntas sobre temas étnicos, como preconceito e racismo. Para alguns professores, na redação estava anexada uma foto de uma criança negra e para outros, a de uma branca. Duzentos e oito componentes da antiga Escola Normal e do curso de Letras da UFS participaram do trabalho. Num universo de zero a dez, os membros da Escola Normal atribuíram notas superiores à redação da ...

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    octavi-ianni

    Entrevista – Otavio Ianni: O Preconceito Racial no Brasil

      Na entrevista realizada no dia 11 de dezembro passado, Octavio Ianni revela vários traços de sua personalidade como o autêntico scholar, ao examinar a trajetória do pensamento acadêmico paulista dentro do panorama brasileiro, relembrando a contribuição dos grandes mestres e definindo os dados principais das controvérsias em que a USP se engajou. Ele não se furta à oportunidade de emitir sua opinião a respeito de um tema que hoje se tornou candente - as cotas para os estudantes negros na universidade brasileira. Como sua postura como scholar é completada por um outro traço de sua personalidade - o militante que dá o melhor de si a fim de contribuir para a alteração de uma realidade social inaceitável e injusta -, Ianni analisa o preconceito racial em termos mundiais, onde "esses surtos de diferentes manifestações de racismo e intolerância estão imbricados com a dinâmica da sociedade". Aqui apresentamos os principais ...

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    Foto: Marcus Steinmayer

    Raça, Cultura e Classe no Brasil – Sueli Carneiro

    "Não sou, nem nunca fui favorável a algo que pudesse provocar, de qualquer forma, a igualdade social e política entre as raças branca e a negra; não sou, nem nunca fui favorável à transformação de negros em eleitores ou jurados, ou à sua aceitação para cargos públicos... A isso acrescentarei que existe uma diferença física entre a raça negra e a branca que, segundo creio, para sempre impedirá que as duas raças vivam em condições de igualdade social e política. E, na medida em que isso não pode ocorrer, enquanto permanecerem juntas, deve haver uma posição de superior e inferior e tanto quanto qualquer homem, prefiro que a posição superior seja atribuída à raça branca" (Abraham Lincoln, presidente dos EUA, 1894)1" Diferentemente de Abraham Lincoln, o sociólogo Gilberto Freire, inventor do mito da democracia racial brasileira, estabeleceu os parâmetros segundo os quais a sociedade brasileira deveria regular as suas relações ...

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    fatima oliveira

    Afinal, o que os letrados chamam de “racialização”?

    Por: Fátima Oliveira     {xtypo_quote}"Mas é preciso ter força, é preciso ter raça/ É preciso ter gana sempre/ Quem traz no corpo a marca/ Maria, Maria mistura a dor e a alegria/ Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça/ É preciso ter sonho sempre/ Quem traz a fé nessa marca/ Possui a estranha mania de ter fé na vida"... (Maria, Maria, Fernando Brant e Milton Nascimento){/xtypo_quote} É certo que não construiremos um país justo e democrático sem que os brancos compartilhem com os negros os seus privilégios seculares. No caso brasileiro, compartilhar privilégios significa também que os brancos terão menos do que sempre foi exclusivamente seu. Não há como ser diferente. O caderno Mais! da Folha de S.Paulo, de 9 de julho de 2006, sob a manchete "A guerra das cotas", além de outros textos contém duas entrevistas exemplares das posições pró e contra as cotas: Peter ...

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    octavi-ianni

    Entrevista – Otavio Ianni: O Preconceito Racial no Brasil

    Na entrevista realizada no dia 11 de dezembro passado, Octavio Ianni revela vários traços de sua personalidade como o autêntico scholar, ao examinar a trajetória do pensamento acadêmico paulista dentro do panorama brasileiro, relembrando a contribuição dos grandes mestres e definindo os dados principais das controvérsias em que a USP se engajou. Ele não se furta à oportunidade de emitir sua opinião a respeito de um tema que hoje se tornou candente - as cotas para os estudantes negros na universidade brasileira. Como sua postura como scholar é completada por um outro traço de sua personalidade - o militante que dá o melhor de si a fim de contribuir para a alteração de uma realidade social inaceitável e injusta -, Ianni analisa o preconceito racial em termos mundiais, onde "esses surtos de diferentes manifestações de racismo e intolerância estão imbricados com a dinâmica da sociedade". Aqui apresentamos os principais trechos ...

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    Cotas em debate

    - Fonte: O Povo Online - A polêmica política de cotas em universidades, que vem sendo implantada aos poucos no Brasil desde 2003, é o tema discutido no Seminário Racismo e Ações Afirmativas no Ceará,que acontece hoje e amanhã, na Associação dos Docentes da Universidade Federal do Ceará (ADUFC). A UFC ainda não se posicionou institucionalmente diante do tema. "Estamos em defasagem comparadas a outras universidades brasileiras públicas como a UERJ, USP, Unicamp, UnB, UFBA. A discussão tem que avançar", reconhece a professora Mirtes Amorim, do departamento de Filosofia da UFC. Segundo a professora, a reflexão fundamental a ser feita neste momento é se a Universidade Federal do Ceará é favorável a uma política especial para segmentos que são tratados de forma diferente no Brasil, como negros, pobres e indígenas. O debate vem à tona devido ao atual projeto que já foi aprovado na Câmara Federal e tramita atualmente no ...

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