quinta-feira, maio 28, 2020

    LGBTQI+

    LGBTQI+ é o acrônimo para lésbicas, gays (homossexuais masculinos), bissexuais, transgêneros, travestis e intersexuais. Em uso desde os anos 1990, o termo é uma adaptação de LGB, que era utilizado para substituir o termo gay para se referir à comunidade LGBT começando no fim da década de 1980.[1] Ativistas acreditam que o termo "gay" não abrange ou não representa todos aqueles que fazem parte da comunidade. O acrônimo tornou-se popular como uma auto-designação; tem sido adotado pela maioria dos centros comunitários sobre sexualidade e gênero e em meios de comunicação nos Estados Unidos, bem como alguns outros países de anglófonos.[2][3] O termo é usado também em alguns outros países, particularmente naqueles cujos idiomas usam acrônimos, tais como Argentina, Brasil, França e Turquia. no Wikipédia

    Marc Bruxelle via Getty Images

    UNAIDS e MPact manifestam preocupação com relatos de abuso contra pessoas LGBTI em meio à pandemia

    O UNAIDS e a MPact também disseram estar profundamente preocupados com o fato de essa ação discriminatória estar agravando os desafios que as pessoas LGBTI já enfrentam no acesso a direitos, incluindo serviços de saúde seguros e de qualidade. O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) e a Ação Global MPact para a saúde e direitos de homens gays, estão extremamente preocupados com o fato de que pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI) estão sendo apontadas e culpadas, abusadas, encarceradas e estigmatizadas como vetores de doenças durante a pandemia da COVID-19. O UNAIDS e a MPact também estão profundamente preocupados com o fato de que essa ação discriminatória está agravando os desafios que as pessoas LGBTI já enfrentam no acesso a seus direitos, incluindo serviços de saúde seguros e de qualidade. A diretora-executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, lembrou que o HIV ensinou que a violência, o bullying e...

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    CODEPUTADA ESTADUAL ERIKA HILTON. FOTO: RAVI SANTANA.

    Campanha para ajudar pessoas trans em meio à pandemia é lançada na web

    Em meio à pandemia do novo coronavírus, uma campanha direcionada para pessoas transexuais e travestis foi lançada e vem ganhando força nas redes sociais. No Universa ERIKA HILTON (FOTO: RAVI SANTANA) Denominada "Fortaleça uma pessoa Trans", a campanha foi idealizada pela deputada estadual Erika Hilton, da bancada ativista do PSOL-SP. O objetivo é ajudar este tipo de público que está sem renda devido à quarentena decretada pelos governos estaduais. "A população transvestigênere vive desde sempre uma situação de extrema vulnerabilidade social, econômica e política. Essa população sofre com expulsão escolar e diversas formas de exclusão do mercado de trabalho, restando apenas a prostituição como alternativa de sobrevivência para 90% das mulheres trans. Com a necessidade de isolamento, essas profissionais se encontram impossibilitadas de garantir seu sustento e estão passando por situações profundamente precárias: precisam de moradia, alimentos, produtos de higiene pessoal entre outras coisas básicas", disse...

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    Problemas com imagem corporal afetam milhões de pessoas em todo o mundo e vêm se tornando cada vez mais disseminados na comunidade gay

    ‘Me disseram que eu era feio demais para ser gay’

    "Você é feio demais para ser gay". Por Ben Hunte, da BBC  Problemas com imagem corporal afetam milhões de pessoas em todo o mundo e vêm se tornando cada vez mais disseminados na comunidade gay (GETTY IMAGES) Foi o que Jakeb Arturio Bradea ouviu de um homem em um bar gay em Huddersfield, na Inglaterra. Não era a primeira vez que ele escutava um comentário do tipo. Na verdade, foram várias vezes. Bradea tentou, então, se matar. Problemas com a imagem corporal afetam milhões de pessoas em todo o mundo e vêm se tornando cada vez mais disseminados na comunidade gay, segundo a ONG LGBT Foundation, sediada em Manchester, na Inglaterra. A entidade diz que homens gays e bissexuais são "muito mais propensos" do que homens heterossexuais a enfrentar tais problemas. A BBC conversou com vários homens gays que vêm fazendo de tudo para mudar seus...

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    © Fundação Justin Fashanu

    Primeiro futebolista a assumir a homossexualidade no Museu do Futebol

    Justin Fashanu tem a partir desta quarta-feira o seu nome no Hall of Fame do Museu Nacional do Futebol, em Manchester. No Diário de Notícias © Fundação Justin Fashanu Justin Fashanu, o primeiro futebolista profissional inglês a assumir a sua homossexualidade, foi homenageado esta quarta-feira com a inclusão do seu nome no Hall of Fame do do Museu Nacional de Futebol, em Manchester. O antigo avançado, que esta quarta-feira faria 59 anos, entrou na história do futebol inglês quando numa entrevista ao jornal britânico The Sun, em 1990, revelou que era homossexual. Esta confissão pública fez com que a sua carreira entrasse imediatamente em declínio, tendo inclusive sido obrigado a emigrar para o Canadá. Antes do anúncio que abalou a comunidade do futebol e a própria sociedade inglesa, Fashanu era considerado um jogador com um talento sublime e que se destacava pelos golos que marcava, um...

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    Mulher trans que esteve presa por cinco anos em um presídio masculino de São Paulo relata casos de abuso emocional e sexual. — Foto: Fábio Tito/G1

    Estupro e tortura: relatório inédito do governo federal aponta o drama de trans encarceradas em presídios masculinos

    Pela primeira vez encomendado pelo Governo Federal, estudo mostra que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais são pessoas mais vulneráveis aos efeitos da precariedade do sistema prisional brasileiro. Por Laís Modelli, do G1 Mulher trans que esteve presa por cinco anos em um presídio masculino de São Paulo relata casos de abuso emocional e sexual. — Foto: Fábio Tito/G1 Uma pesquisa inédita do governo federal publicada na quarta-feira (5) sobre a realidade da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) no sistema carcerário mostra que travestis e transexuais sofrem constantes violências emocionais, físicas e sexuais, assim como práticas de tortura específicas da sua condição de gênero, dentro das prisões masculinas. Encomendado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos por meio de uma chamada pública, o relatório “LGBT nas prisões do Brasil: Diagnóstico dos procedimentos institucionais e experiências de encarceramento” mostrou ser uma...

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    Foto: @jmavision/Reprodução Instagram

    Queens negras de RuPaul lançam show pra celebrar beleza e cultura afro

    A performance celebrará a excelência negra e estrelará algumas das drags negras mais notáveis ​​da história do reality. A turnê se promoveu com a hashtag #BlackQueensMatter. A descrição do programa diz: “Junte-se a Bebe Zahara Benet, Bob, a Drag Queen, Monique Heart, Peppermint, The Vixen e Shea Coulee para a estréia mundial histórica de NUBIA. Esse novo show é uma celebração da opulência, da realeza e da excelência negra pura”. “Apresentando cinco das rainhas mais célebres da história da drag, a NUBIA é uma extravagância ao vivo em voz alta e marcante, mostrada diretamente em face da divisão racial e da divisão política”. Em um release da apresentação, Peppermint diz: “Rainhas negras importam porque agora estamos em um momento em que as pessoas estão começando a reconhecer e valorizar o trabalho e o universo drag”. Então ela explica: “Como indústria, como economia, como empresa, é hora de as pessoas perceberem...

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    Rio de Janeiro - Manifesto realizado na praia de Copacabana lembra as vítimas da transfobia no Brasil. (Tomaz Silva/Agência Brasil)

    Brasil registrou 124 assassinatos de pessoas transgênero em 2019

    Dados são divulgados no Dia Nacional da Visibilidade Trans Por Letycia Bond, da Agência Brasil  Rio de Janeiro - Manifesto realizado na praia de Copacabana lembra as vítimas da transfobia no Brasil. (Tomaz Silva/Agência Brasil) Em 2019, pelo menos 124 pessoas transgênero, entre homens e mulheres transexuais, transmasculinos e travestis, foram assassinadas no Brasil, em contextos de transfobia. Os dados estão no relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) divulgado hoje (29). De acordo com organização, em apenas 11 dos casos os suspeitos de terem cometido os crimes foram identificados. No relatório, a Antra faz um alerta também para o problema da subnotificação já que a real motivação dos crimes nem sempre é explicitada. O relatório aponta que, em 2018, foram registrados 163 assassinatos. Já em 2017, foram 179 casos. De acordo com a associação, a redução dos números não representa exatamente uma queda...

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    Ex-prostituta e doutora em Letras na Unicamp, Amara Moira foi uma das atrações da última Bienal do Livro do Rio, em 2019 Foto: Léo Martins / Agência O GLOBO

    Autores trans derrubam estereótipos e mostram outra realidade para além do preconceito

    Entenda o que é a literatura trans e por que ela ganha força nas livrarias e universidades Por Bolívar Torres, do O Globo Ex-prostituta e doutora em Letras na Unicamp, Amara Moira foi uma das atrações da última Bienal do Livro do Rio, em 2019 Foto: Léo Martins / Agência O GLOBO Quase 40 anos separam a publicação de “Eu Ruddy”, da poeta Ruddy Pinho, considerado por muitos o primeiro livro de autoria trans publicado no país, de “Cartas pra Pepita”, da youtuber e escritora Mulher Pepita, lançado no fim de 2019. Nesse meio tempo, muita coisa mudou na produção da literatura trans — ou seja, qualquer obra escrita por uma pessoa que se identifica com um gênero diferente do que lhe foi atribuído quando nasceu. O que costumava ser uma raridade no mercado tornou-se uma faceta editorial. Nos últimos dez anos, a produção explodiu: foram...

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    Imagem: Getty Images

    Juiz aplica Maria da Penha a favor de trans: “defesa de todos os direitos”

    O Juizado de Violência Doméstica contra a Mulher de Arapiraca (AL), a 125 km de Maceió, usou a Lei Maria da Penha a favor de uma mulher transexual ofendida e agredida por outras duas mulheres. A decisão de ontem foi dada pelo juiz Alexandre Machado, que determinou medidas protetivas para a vítima. Por Carlos Madeiro, do Universa Imagem: Getty Images Na sua decisão, o magistrado afirmou que a defesa da comunidade LGBT é algo que deve ser valorizado não só no judiciário, mas por toda sociedade. "É importante que nós, cidadãos, não apenas defendamos nossos direitos individuais, mas que assumamos a defesa de todos os direitos dos demais indivíduos componentes da comunidade", escreveu. Para enquadrar o caso na Lei Maria da Penha, o juiz levou em conta que "cabe ao judiciário enfrentar a questão, definindo o alcance da lei." "O alcance da lei às mulheres transgênero...

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    Pastora trans no altar não é pecado. É divindade e sopro de fé

    Alexya Salvador se tornará a primeira mulher trans a ser nomeada reverenda na América Latina Por Franklin Félix, do Carta Capital A PASTORA ALEXYA SALVADOR (FOTO: WANEZZA SOARES) “Todo esse movimento ganha mais significado ao ser realizado no mês da visibilidade trans. O Brasil é o país que mais mata travestis, homens e mulheres trans no mundo. Ser ordenada clériga é a confirmação de que pessoas iguais a mim podem estar em todos os espaços da sociedade e da religião.” Alexya Salvador O mês de janeiro é considerado o mês da visibilidade trans, um mês de luta, marcado por questionamentos à invisibilidade histórica que as travestis, mulheres e homens transexuais enfrentam no Brasil em relação aos seus direitos. Por conta disso, no dia 26 de janeiro, São Paulo protagonizará um dos eventos mais aguardados por religiosos/as que acreditam numa religião inclusiva, amorosa, libertária e dialógica e...

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    Washington Dias afirma que maioria dos gays negros luta por sobrevivência Foto: Henrique Gomes Bastista / O Globo

    Ativistas afro-LGBTI alertam para preconceito duplo e cobram políticas públicas específicas

    'Enquanto os gays brancos lutam por matrimônio e igualdade, a realidade para a imensa maioria dos negros gays é lutar pelo sobrevivência', diz diretor da rede Afro LGBT Por Henrique Gomes Batista, do O Globo Washington Dias afirma que maioria dos gays negros luta por sobrevivência (Foto: Henrique Gomes Bastista/O Globo) “Já não basta ser negra? Ser também sapatona é fogo”. A frase, segundo Bárbara Alves, diretora do coletivo Lesbi Bahia e integrante do Fórum Baiano LGBT, é mais comum que se imagina. E traduz um preconceito dentro de um outro movimento social. Questões como estas mostram a necessidade de criar políticas públicas que tratem destas duas dimensões desta população: ser negro e LGBTI. — Há questões diferentes. Enquanto os gays brancos lutam por matrimônio e igualdade, a realidade para a imensa maioria dos negros gays é lutar pelo sobrevivência — afirmou Washington Dias, diretor da...

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    Semana da Visibilidade Trans (Foto: Divulgação)

    Semana da Visibilidade Trans apresenta alerta à saúde LGBT

    A partir do próximo domingo (26), a ATERR (Associação de Travestis e Transexuais do Estado de Roraima) contará com a ajuda jurídica da DPE (Defensoria Pública do Estado) para informar e ajudar toda população LGBT, na semana da Visibilidade Trans. Por Rafael Pereira, do Observatóriog Semana da Visibilidade Trans (Foto: Divulgação/Imagem retirada do site Observatóriog ) No domingo (26), o primeiro dia da semana de representatividade, contará com uma feijoada das 11h às 16h. Na segunda, alguns filmes das 18h às 22h, seminários e debates sobre ambulatórios para trans e travestis, Política Integral e a função do SUS com a integração. Em resumo, Segundo o site Folha BV, a defensoria pública atuará no último dia, (29), prestando serviços gratuitos das 8h às 12h. Um dos objetivos do evento é centralizar informações sobre a saúde das pessoas transexuais. Além desses outros serviços, também serão ofertados de forma...

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    ANADOLU AGENCY VIA GETTY IMAGES Em junho de 2019, o STF decidiu que a LGBTfobia deve ser equiparada ao crime de racismo até que o Congresso crie uma legislação específica sobre essa violência.

    O que aconteceu 6 meses após a decisão do STF que criminalizou a LGBTfobia?

    "As delegacias não estão preparadas para receber a população LGBT", afirma vítima de homofobia que teve caso registrado como "perturbação do sossego". Por Marcella Fernandes e Andréa Martinelli, do Huffpost Em junho de 2019, o STF decidiu que a LGBTfobia deve ser equiparada ao crime de racismo até que o Congresso crie uma legislação específica sobre essa violência. (Foto: Anadolu Agency via Getty Images) “A questão da homossexualidade, surgida em um momento no qual ainda não se debatia o tema pertinente à ‘ideologia de gênero’, tem assumido, em nosso País, ao longo de séculos de repressão, de intolerância e de preconceito, graves proporções que tanto afetam as pessoas em virtude de sua orientação sexual (ou, mesmo, de sua identidade de gênero), marginalizando-as, estigmatizando-as e privando-as de direitos básicos, em contexto social que lhes é claramente hostil e vulnerador do postulado da essencial dignidade do ser humano.”...

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    Daniel Kalleb, Caio Riscado e Caio Prado: felizes em se expressar como bem entendem Foto: Ana Branco / Agência O Globo

    Gays efeminados relatam rotina de discriminação e contam como se fortaleceram

    Preconceito é alto dentro da própria comunidade LGBT e já é estudado em universidades como "efeminofobia" Por Eduardo Vanini, do O Globo Daniel Kalleb, Caio Riscado e Caio Prado: felizes em se expressar como bem entendem Foto: Ana Branco / Agência O Globo Ao mudar de escola, quando ingressou na quinta série do ensino fundamental, o produtor de moda e relações-públicas Daniel Kalleb decidiu ficar quietinho em sala de aula “para ninguém zoar”, prevendo o bullying que iria sofrer. Não adiantou. “A primeira pessoa a esbarrar comigo já me chamou de veado. Foi quando entendi ser efeminado”, recorda-se o rapaz, sobre algo que escutaria pelo resto da vida, na forma de julgamento. Mesmo diante dos avanços sociais e da presença de ícones LGBTs no mundo pop, “botar a cara no sol” costuma ser mais difícil e implica em riscos para gays efeminados. Junto às transexuais, eles...

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    Parada do Orgulho Gay em Berlim em 2017; projeto de lei propõe a proibição à "terapia de conversão" no país — Foto: REUTERS/Fabrizio Bensch

    Ministério da Saúde da Alemanha quer proibir ‘terapia de conversão’ de gays

    A proposta é punir os responsáveis pela 'terapia de conversão' com menores de idade; pena pode ser até um ano na prisão. Do G1 Parada do Orgulho Gay em Berlim em 2017; projeto de lei propõe a proibição à "terapia de conversão" no país — Foto: REUTERS/Fabrizio Bensch O Ministério da Saúde da Alemanha protocolou um projeto de lei para proibir a “terapia de conversão” para menores de idade neta segunda-feira (4). Há um movimento global para terminar com essas práticas, cujo propósito é mudar a orientação sexual ou de gênero das pessoas. O texto foi proposto pelo parlamentar Jens Spahn, que é gay. A proposta é punir os responsáveis pela “terapia de conversão” com menores de idade, ou por coação, ou por ludibriar ou ameaçar maiores de 18 a fazerem esses procedimentos. A pena pode ser de até um ano na cadeia. Fazer propaganda ou...

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    GEOVANA BEMBOM/METRÓPOLES

    Projeto de lei assegura acesso de casais LGBTs a programas do GDF

    Proposta em tramitação na Câmara Legislativa leva em conta decisão do STF que reconhece a união entre pessoas do mesmo sexo como família Por Suzano Almeida, do Metrópoles Foto: GEOVANA BEMBOM/METRÓPOLES Um projeto de lei em tramitação na Câmara Legislativa assegura aos casais LGBTIs os mesmos direitos em programas do Governo do Distrito Federal (GDF) dados aos heterossexuais. A proposta do deputado Claudio Abrantes (PDT) baseia-se em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, desde 2011, reconhece civilmente a união homoafetiva como modelo de família. O Projeto de Lei n° 881/2016 foi aprovado em 9 de outubro pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) e aguarda o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para seguir ao plenário. “Esse projeto nasceu de uma demanda natural da nossa sociedade. Estamos falando de cidadãos, como todos os outros, que produzem e pagam seus impostos. Então, tendo em vista...

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    Refugiados LGBT de Uganda e outros países da África se protegem em campo no Quênia — Foto: Thomson Reuters Foundation/Reuters

    Uganda desiste de aplicar pena de morte para homossexuais

    Governo não vai mais propor ao Parlamento esse tipo de punição após pressão de doadores estrangeiros ao país. No G1 Refugiados LGBT de Uganda e outros países da África se protegem em campo no Quênia (Foto: Thomson Reuters Foundation/Reuters) Uganda não vai mais impor pena de morte para quem praticar relações homossexuais, anunciou um porta-voz da Presidência nesta segunda-feira (14) à agência Reuters. O governo do país africano anunciou na quinta-feira passada a intenção de apresentar ao Parlamento proposta para restabelecer a pena de morte para homossexuais. No entanto, o projeto recebeu críticas pelo mundo – inclusive de empresas que doam para Uganda. "Não há planos do governo de introduzir uma lei como essa", disse à Reuters o porta-voz da Presidência Don Wanyama. Ainda assim, Uganda ainda pune relações homossexuais com prisão perpétua – uma lei que remonta à época da colonização britânica do país. Brunei...

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    Reprodução G1

    Jovem agredido ao sair de balada no ABC sai do coma e grava vídeo: ‘Estou bem’

    Roger Passebom Júnior, de 22 anos, foi espancado por grupo de pessoas e estava em estado grave. Três suspeitos foram indiciados por homofobia. No G1 Reprodução/G1 Roger Passebom Júnior, de 22 anos, saiu do coma nesta terça-feira (02) e foi encaminhado para o quarto do Hospital Municipal de Clínicas, em São Bernardo do Campo, na Região do ABC, onde estava internado desde o último domingo (22) em estado grave. Amigos disseram que ele foi vítima de homofobia. O jovem foi espancado por um grupo de pessoas na saída de uma casa noturna em São Bernardo do Campo. Os agressores fugiram. Ele teve traumatismo craniano e ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Em vídeo gravado nesta terça, Junior diz estar se sentindo bem por ter saído do coma e feliz por ir para o quarto. “Eu amo vocês”, disse sorrindo mandando beijo para...

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    Há elo direto entre luta dos negros e dos LGBTs, diz Angela Davis

    Últimas décadas ensinam que ações coletivas podem produzir transformação radical, afirma ativista, que vem ao Brasil Por Angela Davis, Da Folha de S.Paulo (Foto: Paul Morigi via Getty Images) Embora ataques a comunidades LGBTs persistam ainda hoje, êxito da luta por direitos civis nas últimas décadas ensina que ações coletivas podem produzir transformações radicais, diz autora em texto que integrará o livro ‘O Significado da Liberdade’, a ser lançado em 2020. Angela Davis estará em São Paulo em 19 de outubro para uma conferência no seminário internacional “Democracia em Colapso?”, realizado em parceria entre a editora Boitempo e o Sesc São Paulo. Ao nos depararmos com todos os problemas que assolam nossas vidas e o mundo, da assim chamada guerra ao terror às diversas manifestações de racismo, tanto as sutis quanto as violentas, até os ataques a comunidades lésbicas, gays, bissexuais e transgêneras, passando por investidas...

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    Aplicativo foi lançado em reunião da Comissão de Legislação Participativa

    Aplicativo para a proteção de pessoas LGBTI é lançado na Comissão de Legislação Participativa

    A comunidade LGBTI conta com mais uma ferramenta de proteção. O aplicativo Tia Lu foi lançado em audiência da Comissão de Legislação Participativa da Câmara nesta quarta-feira (25). Por Karla Alessandra, na Câmara dos deputados Aplicativo foi lançado em reunião da Comissão de Legislação Participativa. (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados) Atualmente disponível nos celulares que utilizam o sistema Android, o aplicativo foi idealizado e colocado em prática pela Rede Gay Brasil e tem por objetivo permitir que pessoas em situação de risco possam acionar um pedido de socorro pelo celular. O Tia Lu já funciona em São Paulo, na Paraíba, na Bahia, no Rio Grande do Sul e, a partir de agora, no Distrito Federal. Como está sendo financiado com recursos dos ativistas, a plataforma deve ser implantada a cada mês em um estado diferente. O coordenador-geral da Rede Gay, Fábio de Jesus, afirmou que, além...

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