quarta-feira, setembro 23, 2020

    LGBTQI+

    LGBTQI+ é o acrônimo para lésbicas, gays (homossexuais masculinos), bissexuais, transgêneros, travestis e intersexuais. Em uso desde os anos 1990, o termo é uma adaptação de LGB, que era utilizado para substituir o termo gay para se referir à comunidade LGBT começando no fim da década de 1980.[1] Ativistas acreditam que o termo "gay" não abrange ou não representa todos aqueles que fazem parte da comunidade. O acrônimo tornou-se popular como uma auto-designação; tem sido adotado pela maioria dos centros comunitários sobre sexualidade e gênero e em meios de comunicação nos Estados Unidos, bem como alguns outros países de anglófonos.[2][3] O termo é usado também em alguns outros países, particularmente naqueles cujos idiomas usam acrônimos, tais como Argentina, Brasil, França e Turquia. no Wikipédia

    Arte: Ademola Adesoji.

    Essa coca é fanta, e, é viada!

    “Bixistranha, loka preta da favela Quando ela tá passando todos riem da cara dela Mas, se liga macho, presta muita atenção Senta e observa a sua destruição” (Bixa Preta - Linn da Quebrada)   Depois de vários dias triste em casa, autoestima baixa por opressão estética (quem é negra, gorda, bixa e afeminada sabe), decidi me vestir, colocar um look babadeiro.  Uma camisa social laranja amarrada acima do umbigo e uma calça pantacourt azul (meu amigo me descreveu como um Aladim). Fui vestido assim, para frente de casa (moro na periferia de Porto Velho - RO) conversar com um amigo (gay branco), uma amiga (bissexual negra) e outra amiga (heterossexual branca).   Enquanto colocávamos as fofocas em dias, dois homens passaram em uma moto, e ficaram me encarando, viraram a esquina e o da garupa seguiu me encarando, eu me mantive firme, um pouco receoso, porém mantive o olhar fito nele. ...

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    A live “Mulheres Lésbicas na Defesa dos Direitos Humanos” também fez parte das ações do mês de agosto da Campanha Livres & Iguais. Foto: ONU Mulheres

    ONU Mulheres apoia luta de lésbicas na defesa dos direitos humanos

    Em celebração ao Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, 29 de agosto, o projeto Conectando Mulheres, Defendendo Direitos, uma iniciativa da ONU Mulheres Brasil apoiada pela União Europeia, recebeu na semana passada Iara Alves, da Associação Coturno de Vênus (DF), e Darlah Farias, do coletivo Sapato Preto (PA), para uma conversa ao vivo mediada por Monica Benicio, ativista LGBTI+ e feminista. A live “Mulheres Lésbicas na Defesa dos Direitos Humanos” também fez parte das ações do mês de agosto da Campanha Livres & Iguais, uma iniciativa liderada pelas Nações Unidas no Brasil, e abordou as desigualdades enfrentadas pelas mulheres lésbicas, sobretudo na pandemia da COVID-19, os desafios para a auto-organização e os caminhos possíveis para a transformação social. A abertura da atividade foi realizada por Anastasia Divinskaya, representante da ONU Mulheres no Brasil, e por Domenica Bumma, chefe da Seção Política, Econômica e de Informação da Delegação da União Europeia no Brasil. Em sua fala,...

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    Ilustração: Caio Baldi

    Oportunidades para mulheres negras cis e trans!

    Mulheres negras cis e trans: queremos vocês no nosso projeto! O Museu da Vida torna público o processo seletivo de duas profissionais de nível superior e uma bolsista graduanda para atuar no projeto “Meninas negras na ciência: a divulgação científica como estratégia de promoção da saúde, cidadania e empoderamento”. A proposta é potencializar o trabalho educativo-cultural do Museu com escolas e organizar atividades para 25 meninas negras, estudantes de escolas públicas dos territórios de Manguinhos, Maré, Jacarezinho e Complexo do Alemão, cursando o ensino médio. Para atingir os objetivos do projeto, serão utilizadas diferentes estratégias, como rodas de conversa, cine-debates, palestras, dinâmicas e apresentações artísticas. Queremos montar uma rede colaborativa de trabalho, que será construída com a participação de cientistas e movimentos sociais. As atividades serão realizadas de modo remoto e/ou presencial, conforme as diretrizes do Plano de Contingência da Casa de Oswaldo Cruz, em linha com as determinações das autoridades sanitárias do país e da própria Fiocruz para...

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    Photo by Sharon McCutcheon from Pexels

    Afetividades na margem e preterimento da bicha preta

    A homossexualidade em sociedades conservadoras e violentas quanto a nossa, é definida e catalogada como algo que foge a normatividade e isto por si só implica numa série de barreiras aos indivíduos que não se submetem aos padrões sociais e vivem suas vidas em desacordo com o que nos é constantemente imposto. Estar a margem da sociedade é algo com que nos habituamos desde muito cedo, e entre nós a ideia de universalidade é também colocada à prova quando nos deparamos com diferentes atravessamentos que compõe a nossa totalidade. Pensemos o gay negro! Este por sua vez, tem suas experiências sobrecarregadas pelo fator racial. Sexualidade e raça se somam reconfigurando as formas com que iremos participar das dinâmicas sociais, aos sermos imediatamente (re)colocados em uma margem dentro da própria margem da qual já nos encontramos. Violência, rejeição, isolamento, etc., fazem parte dessa normalidade, somos dupla ou triplamente marginalizados, é como...

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    Reprodução Facebook

    Enquanto Houver Racismo Não Haverá Democracia – A luta das LBTQI+

    Contamos com a presença de Marta Almeida, Ekedi da tradição Nagô Vodun, pedagoga e integrante do da Rede Sapatá; Livia Ferreira, atriz, administradora, poeta e integrante dos coletivos LESBIBAHIA e Rede Sapatá; Laurianne de Miranda, educadora social e Diretora colegiada da Associação Lésbica Feminista de Brasilia - Coturno de Vênus; Lucia Castro, produtora cultural e educadora social, integrante da Rede Sapata; e com mediação de Darlah Farias, advogada, ativista do Movimento Negro pelo Coletivo Sapato Preto, CEDENPA e Coalizão Negra Por Direitos.

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    © Getty Images

    O corpo negro masculino: uma reflexão sobre hiperssexualização e racismo dentro da comunidade LGBTQIA+

    Nem tudo é óbvio e perceptivo quando se entra em um site pornográfico, nas redes sociais ou em grupos de mensagens e tenta estabelecer uma conexão com o que está sendo visto e consumido na sua mente e categorizados pela plataforma ou pelo seu clique. No entanto, faz-se necessário um olhar mais observador a fim de refletir os significados e significantes desse consumismo. O presente artigo tem como objetivo refletir o negro na comunidade LGBTQIA+, explorado especificamente em torno de sua sexualidade. O gênero masculino, sempre esteve em uma posição de poderio patriarcal em nossa sociedade. Tentar compreendê-lo, faz-se necessário enquanto ser social no contexto histórico-cultural, onde é possível também visualizar a construção do indivíduo e de sua identidade. Principalmente quando esta identidade se torna frágil na visão do outro, afinal sua construção social não pode se adequar ao adjetivo; nem permitindo que um igual haja da mesma forma, até...

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    Adobe

    Homens gays, precisamos estar atento à nossa masculinidade tóxica

    Que a masculinidade tóxica sempre foi um problema todos nós sabemos. O que pessoas poucas sabem é que, assim como os heterossexuais, homens gays também podem ser machistas. Porque mesmo que a gente se aproxime, muitas vezes, muito mais das mulheres do que dos homens, por empatia, identificação ou por nos sentir mais confortáveis e aceitos, o machismo é uma norma na qual somos forjados e instruídos da pior forma, e ele não é seletivo ao ser perpetuar. Afinal, recebemos valores e ideias machistas desde a infância, muito antes da descoberta da nossa sexualidade, e crescemos reproduzindo esses comportamentos depois, inclusive, de descobri-la, posto que orientação sexual não é escudo para não reproduzir determinados comportamentos. E por mais que a gente tente conhecer e entender as pautas feministas, nossa masculinidade, enquanto construção social, sempre estará presente. Não estamos imunes da masculinidade tóxica, colegas, só porque somos gays, mesmo que isso...

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    Luana Barbosa (Reprodução Marcha das Mulheres)

    O tempo todo

    Desde 2016, que abril passou a ser um mês maldito para nós. Um mês triste que a gente se esforça para comemorar um aniversário de alguns sobrinhos, mas que infelizmente o que prevalece mesmo é a imensa dor da lembrança que foi dia 13 de abril, há quatro anos, que minha querida irmã caçula Luana, faleceu após ter sido covardemente espancada por policiais militares. A Luana não é só minha irmã, ela também é filha, é mãe, é tia, é madrinha... e eu digo é (com o verbo no presente) porque ainda que ela não esteja mais aqui, os laços continuam, ela ainda ocupa o mesmo lugar em nossos corações. E é por isso que dói tanto a falta dela. Eu sempre me lembro do sorriso lindo que ela tinha e do jeito manso como ela costumava falar e até caminhar. Às vezes eu ficava brava porque ela sempre andava...

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    Carta antiviolência racial - (Foto reprodução Phil Roeder via Flickr)

    Mais de 70 entidades LGBT assinam carta antiviolência racial

    Uma carta antiviolência racial veio à tona depois dos recentes assassinatos de negros americanos, incluindo George Floyd, um homem de 47 anos que foi morto após um policial branco chamado Derek Chauvin colocar o joelho no pescoço por oito minutos e 46 segundos. Tony McDade, um homem negro transgênero, também foi morto por policiais brancos na Flórida. Agora, acredita-se que seu assassinato seja a 12ª morte violenta de um transgênero do ano de 2020 nos Estados Unidos. Desde então, protestos e manifestações eclodiram em 140 cidades nos Estados Unidos – e no mundo – contra a brutalidade policial, o racismo e a supremacia branca, com mais de 4000 pessoas sendo presas (em 31 de maio de 2020). “‘Se você é neutro em situações de injustiça, escolheu o lado do opressor. ‘Essas palavras, escritas há mais de 30 anos pelo arcebispo Desmond Tutu, lembram-nos que a indiferença nunca pode superar a...

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    Adobe

    Nem senzalas, nem armarios: Reflexões sobre ser LGBTQI+ E NEGRE

    Dia 17 de maio foi mais um dia internacional da LGBTfobia. Neste dia, há 30 anos (1990), a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. Um grande avanço para nossa comunidade, que viveu anos de patoligização social e medica. A data sempre é capaz de nos fazer refletir sobre nossos avanços e retrocessos nesse decorrer de lutas. Sou uma muher negra, bissexual e socialista e sempre uso a data para refletir sobre como é ser LGBTQI+ e negre dentro da esquerda e principalmente dentro da comunidade LGBTQi+. Um dos maiores historicamente desafios teóricos da esquerda e, em especial, dos marxistas, tem sido pensar a sexualidade, as práticas sexuais, as identidades, de maneira revolucionária e por meio do materialismo dialético, sem taxações de pós-modernidade. E um dos maiores desafios da comunidade LGBT é entender a dimensão do racismo como fator significativo nas vivencias sexuais e...

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    Cena da animação "Out", da Pixar Foto: Reprodução/Disney

    Novo curta da Pixar conta a história de um homem gay em busca de aceitação

    Entre os novos lançamentos do Disney + (plataforma de streaming da Disney que, infelizmente, ainda não está disponível no Brasil), uma das maiores surpresas foi o teaser de Out, um curta-metragem da Pixar com um protagonista gay. Dirigido pelo estreante Steven Clay Hunter, Out conta a história de Greg, um homem que recebe uma visita inesperada dos pais quando está prestes a se mudar com seu namorado, Manuel. O problema é que Greg nunca disse a seus pais que é gay. Quando sua mãe e seu pai aparecem - exatamente no dia da mudança -, Greg acaba por trocar de corpo com o seu cachorro e, ao fazer isso, aprende uma lição valiosa sobre como é possível viver com liberdade e ser quem se é. Out abre novos caminhos como o primeiro projeto da Pixar a apresentar um personagem LGBTQ em um papel central. Ele também possui uma equipe criativa...

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    Uma pessoa doa sangue durante a pandemia de coronavírus em Salvador. (Foto: Reprodução/ HEMOBA)

    Em decisão histórica, STF derruba restrição de doação de sangue por homossexuais

    O designer gráfico M.S., de 26 anos, sempre mentiu ao doar sangue. Homossexual, ele é oficialmente proibido pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária), por meio da Resolução RDC nº 34/14, e pelo Ministério da Saúde (Portaria nº 158/16) de fazer tal doação, já que ambas instituições determinam que homens que mantiverem relações sexuais com outros homens nos últimos 12 meses não podem fazer a doação. “Negava minha orientação sexual porque acreditava que era por um bem maior, um ato de solidariedade”, diz o jovem. Agora, ele não precisará mais mentir. O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou essa restrição, com a maioria dos votos (7 a 4) nesta sexta-feira considerando-a inconstitucional e discriminatória. O tema foi discutido na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5543, ajuizada em junho de 2016 pelo PSB, e começou a ser julgado em outubro de 2017, mas foi interrompido por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes....

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    Marc Bruxelle via Getty Images

    UNAIDS e MPact manifestam preocupação com relatos de abuso contra pessoas LGBTI em meio à pandemia

    O UNAIDS e a MPact também disseram estar profundamente preocupados com o fato de essa ação discriminatória estar agravando os desafios que as pessoas LGBTI já enfrentam no acesso a direitos, incluindo serviços de saúde seguros e de qualidade. O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) e a Ação Global MPact para a saúde e direitos de homens gays, estão extremamente preocupados com o fato de que pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI) estão sendo apontadas e culpadas, abusadas, encarceradas e estigmatizadas como vetores de doenças durante a pandemia da COVID-19. O UNAIDS e a MPact também estão profundamente preocupados com o fato de que essa ação discriminatória está agravando os desafios que as pessoas LGBTI já enfrentam no acesso a seus direitos, incluindo serviços de saúde seguros e de qualidade. A diretora-executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, lembrou que o HIV ensinou que a violência, o bullying e...

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    CODEPUTADA ESTADUAL ERIKA HILTON. FOTO: RAVI SANTANA.

    Campanha para ajudar pessoas trans em meio à pandemia é lançada na web

    Em meio à pandemia do novo coronavírus, uma campanha direcionada para pessoas transexuais e travestis foi lançada e vem ganhando força nas redes sociais. No Universa ERIKA HILTON (FOTO: RAVI SANTANA) Denominada "Fortaleça uma pessoa Trans", a campanha foi idealizada pela deputada estadual Erika Hilton, da bancada ativista do PSOL-SP. O objetivo é ajudar este tipo de público que está sem renda devido à quarentena decretada pelos governos estaduais. "A população transvestigênere vive desde sempre uma situação de extrema vulnerabilidade social, econômica e política. Essa população sofre com expulsão escolar e diversas formas de exclusão do mercado de trabalho, restando apenas a prostituição como alternativa de sobrevivência para 90% das mulheres trans. Com a necessidade de isolamento, essas profissionais se encontram impossibilitadas de garantir seu sustento e estão passando por situações profundamente precárias: precisam de moradia, alimentos, produtos de higiene pessoal entre outras coisas básicas", disse...

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    Problemas com imagem corporal afetam milhões de pessoas em todo o mundo e vêm se tornando cada vez mais disseminados na comunidade gay

    ‘Me disseram que eu era feio demais para ser gay’

    "Você é feio demais para ser gay". Por Ben Hunte, da BBC  Problemas com imagem corporal afetam milhões de pessoas em todo o mundo e vêm se tornando cada vez mais disseminados na comunidade gay (GETTY IMAGES) Foi o que Jakeb Arturio Bradea ouviu de um homem em um bar gay em Huddersfield, na Inglaterra. Não era a primeira vez que ele escutava um comentário do tipo. Na verdade, foram várias vezes. Bradea tentou, então, se matar. Problemas com a imagem corporal afetam milhões de pessoas em todo o mundo e vêm se tornando cada vez mais disseminados na comunidade gay, segundo a ONG LGBT Foundation, sediada em Manchester, na Inglaterra. A entidade diz que homens gays e bissexuais são "muito mais propensos" do que homens heterossexuais a enfrentar tais problemas. A BBC conversou com vários homens gays que vêm fazendo de tudo para mudar seus...

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    © Fundação Justin Fashanu

    Primeiro futebolista a assumir a homossexualidade no Museu do Futebol

    Justin Fashanu tem a partir desta quarta-feira o seu nome no Hall of Fame do Museu Nacional do Futebol, em Manchester. No Diário de Notícias © Fundação Justin Fashanu Justin Fashanu, o primeiro futebolista profissional inglês a assumir a sua homossexualidade, foi homenageado esta quarta-feira com a inclusão do seu nome no Hall of Fame do do Museu Nacional de Futebol, em Manchester. O antigo avançado, que esta quarta-feira faria 59 anos, entrou na história do futebol inglês quando numa entrevista ao jornal britânico The Sun, em 1990, revelou que era homossexual. Esta confissão pública fez com que a sua carreira entrasse imediatamente em declínio, tendo inclusive sido obrigado a emigrar para o Canadá. Antes do anúncio que abalou a comunidade do futebol e a própria sociedade inglesa, Fashanu era considerado um jogador com um talento sublime e que se destacava pelos golos que marcava, um...

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    Mulher trans que esteve presa por cinco anos em um presídio masculino de São Paulo relata casos de abuso emocional e sexual. — Foto: Fábio Tito/G1

    Estupro e tortura: relatório inédito do governo federal aponta o drama de trans encarceradas em presídios masculinos

    Pela primeira vez encomendado pelo Governo Federal, estudo mostra que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais são pessoas mais vulneráveis aos efeitos da precariedade do sistema prisional brasileiro. Por Laís Modelli, do G1 Mulher trans que esteve presa por cinco anos em um presídio masculino de São Paulo relata casos de abuso emocional e sexual. — Foto: Fábio Tito/G1 Uma pesquisa inédita do governo federal publicada na quarta-feira (5) sobre a realidade da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) no sistema carcerário mostra que travestis e transexuais sofrem constantes violências emocionais, físicas e sexuais, assim como práticas de tortura específicas da sua condição de gênero, dentro das prisões masculinas. Encomendado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos por meio de uma chamada pública, o relatório “LGBT nas prisões do Brasil: Diagnóstico dos procedimentos institucionais e experiências de encarceramento” mostrou ser uma...

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    Foto: @jmavision/Reprodução Instagram

    Queens negras de RuPaul lançam show pra celebrar beleza e cultura afro

    A performance celebrará a excelência negra e estrelará algumas das drags negras mais notáveis ​​da história do reality. A turnê se promoveu com a hashtag #BlackQueensMatter. A descrição do programa diz: “Junte-se a Bebe Zahara Benet, Bob, a Drag Queen, Monique Heart, Peppermint, The Vixen e Shea Coulee para a estréia mundial histórica de NUBIA. Esse novo show é uma celebração da opulência, da realeza e da excelência negra pura”. “Apresentando cinco das rainhas mais célebres da história da drag, a NUBIA é uma extravagância ao vivo em voz alta e marcante, mostrada diretamente em face da divisão racial e da divisão política”. Em um release da apresentação, Peppermint diz: “Rainhas negras importam porque agora estamos em um momento em que as pessoas estão começando a reconhecer e valorizar o trabalho e o universo drag”. Então ela explica: “Como indústria, como economia, como empresa, é hora de as pessoas perceberem...

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    Rio de Janeiro - Manifesto realizado na praia de Copacabana lembra as vítimas da transfobia no Brasil. (Tomaz Silva/Agência Brasil)

    Brasil registrou 124 assassinatos de pessoas transgênero em 2019

    Dados são divulgados no Dia Nacional da Visibilidade Trans Por Letycia Bond, da Agência Brasil  Rio de Janeiro - Manifesto realizado na praia de Copacabana lembra as vítimas da transfobia no Brasil. (Tomaz Silva/Agência Brasil) Em 2019, pelo menos 124 pessoas transgênero, entre homens e mulheres transexuais, transmasculinos e travestis, foram assassinadas no Brasil, em contextos de transfobia. Os dados estão no relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) divulgado hoje (29). De acordo com organização, em apenas 11 dos casos os suspeitos de terem cometido os crimes foram identificados. No relatório, a Antra faz um alerta também para o problema da subnotificação já que a real motivação dos crimes nem sempre é explicitada. O relatório aponta que, em 2018, foram registrados 163 assassinatos. Já em 2017, foram 179 casos. De acordo com a associação, a redução dos números não representa exatamente uma queda...

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    Ex-prostituta e doutora em Letras na Unicamp, Amara Moira foi uma das atrações da última Bienal do Livro do Rio, em 2019 Foto: Léo Martins / Agência O GLOBO

    Autores trans derrubam estereótipos e mostram outra realidade para além do preconceito

    Entenda o que é a literatura trans e por que ela ganha força nas livrarias e universidades Por Bolívar Torres, do O Globo Ex-prostituta e doutora em Letras na Unicamp, Amara Moira foi uma das atrações da última Bienal do Livro do Rio, em 2019 Foto: Léo Martins / Agência O GLOBO Quase 40 anos separam a publicação de “Eu Ruddy”, da poeta Ruddy Pinho, considerado por muitos o primeiro livro de autoria trans publicado no país, de “Cartas pra Pepita”, da youtuber e escritora Mulher Pepita, lançado no fim de 2019. Nesse meio tempo, muita coisa mudou na produção da literatura trans — ou seja, qualquer obra escrita por uma pessoa que se identifica com um gênero diferente do que lhe foi atribuído quando nasceu. O que costumava ser uma raridade no mercado tornou-se uma faceta editorial. Nos últimos dez anos, a produção explodiu: foram...

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