terça-feira, janeiro 26, 2021

Resultados da pesquisa por 'Dilma Roussef'

(Foto: Marcus Steinmayer)

Servidor número 1

Inesquecível! Um fato histórico é tudo o que se ouvia por toda a parte. De fato. Na alegria intensa da posse, vibrava o reconhecimento de que, além do mérito da biografia do presidente, a singularidade de sua trajetória comunicava para a maioria um impulso que mobiliza e estimula um redimensionamento de perspectiva: eu também posso! Nós podemos! A vitória de Lula impulsiona a superação de limites impostos aos que historicamente estão destinados à subalternidade. Quem imaginaria que houvesse essa latência de possibilidades? Por Sueli Carneiro Destaque-se o que a posse representou como fortalecimento da democracia brasileira. A naturalidade com que a transferência de poder foi conduzida, refletindo um desejo de parte a parte de investir aquele momento da mais alta dignidade. E FHC e Lula assim o fizeram. O discurso do novo presidente reiterou as prioridades e compromissos de campanha e da transição. O pacto social aparece como decisivo para ...

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Retrato de Felipe Santa Cruz, Presidente da OAB Imagem: Fernando Moraes/UOL

“O autoritarismo é um vírus presente na sociedade brasileira”, diz Santa Cruz

Desde a independência, em 1822, o Brasil vive sob sua sétima Constituição — uma no Império, uma sob a antiga República, duas durante o varguismo, duas sob período democrático (1946 e 1988) e uma na ditadura militar (1967). Por Emerson Voltare, André Boselli e Rafa Santos, do ConJur Retrato de Felipe Santa Cruz, Presidente da OABImagem: Fernando Moraes/UOL A atual, sob a redemocratização, inaugurou um novo arcabouço jurídico-institucional, com ampliação das liberdades civis e direitos e garantias individuais. Mas na visão do presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, "nossa história não nos autoriza sermos lenientes com qualquer movimento autoritário". A entrevista exclusiva foi concedida antes da pandemia do novo coronavírus tomar o debate nacional. Para o advogado filho único de Fernando Santa Cruz, desaparecido político aos 26 anos de idade no Carnaval de 1974, "o Brasil é terra fértil ...

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“Não me separei porque eu não gosto de você. Me separei porque eu sou gay”

Quatro pais contam como assumiram a homossexualidade para eles mesmos e aos filhos depois de uma vida casados com mulheres por Marina Rossi no El País "Chegava em casa super culpado. Tomava três banhos para tirar o cheiro do corpo. E esperava me curar", essa é uma pequena parte do relato de Lúcio*, 57, administrador de empresas. Ele foi casado por 24 anos com uma mulher e é pai de três filhos. Mas ao longo de todo o casamento, se relacionava com garotos de programa. "Eu não achava que estava traindo a minha mulher. Eu achava que eu tinha um problema e tinha que resolver", conta. Depois de anos de angústia, já na casa dos 50, Lúcio decidiu assumir a sua homossexualidade. Primeiro para ele mesmo. Depois, para a mulher e os filhos. A história de Lúcio é uma das quatro relatadas ao EL PAÍS para esta reportagem. Todas são ...

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(Foto: Lucíola Pompeu)

Culpas ultrassecretas

O livro Lugar Nenhuma de Lucas Figueiredo relata o (pouco) que foi feito pelos governos democráticos pós-ditadura para evitar que as Forças Armadas escondam os documentos que revelam seus crimes Por Fernanda Pompeu Do Fernanda Pompeu Neste 2016 comemora-se trinta e um anos da volta da democracia ao Brasil. Mas a história de mais de duas décadas de ditadura, iniciada com o golpe de 1964, ainda não foi completamente passada a limpo. Isto é verdade, particularmente, com os chamados documentos secretos da repressão. De todos os atores, as Forças Armadas – Exército, Marinha e Aeronáutica – são as que seguem firmes no pacto do silêncio. Insistem no teatro do ninguém sabe, ninguém viu. Essa fuga de responsabilidades fere a memória histórica recente do País. Porém não só. O ocultamento de provas que registram investidas contra adversários do regime militar condena familiares das vítimas a continuado e insolúvel sofrimento. Impedir que circunstâncias ...

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Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Manifestações de carinho e pesar por Luiza Bairros

Faleceu esta manhã em Porto Alegre vitima de câncer no pulmão, Luiza Helena Bairros. Desde a nota de falecimento da ex-ministra, políticos, artistas, intelectuais e publico se manifestaram na internet sobre esta grande perda. Confira:     Grata à vc, Luiza. Por seu legado intelectual e político sobre valor e violação de direitos dos negros/negras do Br. pic.twitter.com/EZVjnosU12 — Maria do Rosario (@mariadorosario) 12 de julho de 2016   Para saber mais sobre Luiza Bairros click aqui   

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Paula places her hand on the back of her mother, Brazil's President Dilma Rousseff, after Rousseff received the presidential sash after being sworn in for a second four-year term in Brasilia January 1, 2015. Brazil's President Dilma Rousseff began her second term Thursday vowing to rein in government spending to curb inflation and pull Latin America's largest economy out of a four-year slump. REUTERS/Ueslei Marcelino (BRAZIL - Tags: POLITICS)

A política não veste saia

"Democracia, substantivo feminino, passível de feminicídio porque ousou vestir suas saias pela primeira vez." Por Thais Viyuela Brasil Post A frase acima é de Maria Gabriela Saldanha. Agora, entre as mulheres, paira um sentimento de morte. É um sentimento de impotência, de silenciamento, de retrocesso. Não falo em política ou economia. Um grupo grande de personagens e circunstâncias é responsável por isso. Falo em representatividade. Falo de uma mulher que entrou num ninho de cobras, num universo muito machista, sujo e baixo, e jogou o jogo até o fim, um jogo imposto por homens brancos, para homens brancos. Ela, ao contrário de tudo que se espera de uma mulher, não chorou, não se descontrolou, não fez escândalo, trabalhou de forma firme e séria até agora. Ela não agiu "como uma menininha". E isso assusta. Por falta de argumentos, os ataques e os adjetivos ficaram ainda mais ofensivos. Com histórico de perseguição ...

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Não para de se expandir o constrangimento em escala global do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ)

Não para de se expandir o constrangimento em escala global do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Por Caio Delcolli, do HuffPost Brasil Depois de ser confrontado pela atriz Ellen Page na série Gaycation (HBO) e pelo ator Stephen Fry no documentário Out There (BBC Two), ambos pró-direitos LGBT, uma das criaturas mais bizarras da política brasileira foi chamada, recentemente, de "Donald Trump brasileiro" pelos sites de notícias News.com.au e Vice. Trump é o pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos. Conhecido por disparar comentários preconceituosos contra minorias, como mulheres, LGBT e imigrantes, o empresário bilionário também não tem o menor jeito com as palavras: grosseirão, dificilmente ele deixa algum debate ou evento sem passar vergonha. Na reportagem do site australiano News.com.au, escrita por Gavin Fernando, é feita uma retrospectiva da carreira de Bolsonaro na política, citando seus momentos de maior repercussão. "Assim como Trump, Bolsonaro é frequentemente criticado pela mídia de esquerda, e assim ...

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Politização da infância? Acirramento chega ao playground e preocupa terapeutas

No meio da aula, uma criança desenha a presidente Dilma sendo enforcada, provocando polêmica entre os colegas, deixando a professora confusa e a mãe, em desespero. Por Mariana Della Barba Do BBC A cena, ocorrida em uma escola de São Paulo, dá a medida de como o clima de acirramento político que vive o país está afetando as crianças e deixando pais e escolas sem saber como agir. O clima de tensão está inclusive deixando as salas de TV, de aula e as ruas e virando assunto de terapia infantil ou entre terapeutas da área. "Tenho consultório há mais de 20 anos, atendendo crianças de todas as idades. E posso afirmar que nunca vi nada parecido. Nunca um mesmo tema permeou as questões de todas as crianças, seja diretamente ou nas brincadeiras", diz psicanalista Ilana Katz, doutora em Psicologia e Educação pela FE/USP e pesquisadora do Laboratório de Teoria Social, Filosofia ...

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Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

Janaína Paschoal foi picada pela cobra da falta de noção do ridículo. Por Cidinha da Silva

Gente! Que babado forte! Janaína Pachoal, a advogada do impeachment, foi picada pelo veneno mortal da mosca azul. Aquela que infecta as aspirantes a celebridades instantâneas. Por Cidinha da Silva. no DCM Dança do.Impitma. Janaína Pascoal pic.twitter.com/HFRuoG5mX0 — PeterPoet (@gus_hey) 5 de abril de 2016 O que foi aquilo? Ela surtou no afã de lacrar. Lacração, a ciência do momento, não é para todo mundo. É preciso ter know how. Minha teoria para o discurso messiânico de Janaína, tão comum entre os homens na política e que começa a contaminar mulheres, principalmente aquelas a serviço do patriarcado, é que rolou ali um ciumezinho das belezas múltiplas e polifônicas produzidas pelos artistas anti-golpe Brasil afora. Vejam bem, falo de gente que faz arte, que produz transformação pela beleza, pelo senso crítico, pela ironia, pelo apuro estético em diálogo com a ética e que tem disponibilizado seus nomes, corações e mentes para ...

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Lava Jato: a narrativa sai dos trilhos. Por Tereza Cruvinel

A Operação Lava Jato desenrolou-se, nos últimos dois anos, seguindo uma narrativa com início, meio e fim. Uma história que devia terminar com Lula preso e responsabilizado pela montagem de um mega-esquema de corrupção para financiar a manutenção do PT no poder. Caracterizado como podre e corrupto, o partido, no final da história, também poderia ter seu registro cassado e desaparecer de cena. De Dilma, cuidaria o Congresso com o impeachment.  Alguns fatos recentes, entretanto,  estão ameaçando o o curso da narrativa. Por isso a lista da Odebrecht agora foi posta pelo Juiz Moro sob sigilo, depois de ele ter autorizado a divulgação do grampo Dilma-Lula. Por isso o Ministério Público praticamente dispensou a “colaboração definitiva” da empreiteira. Por Tereza Cruvinel, no O Cafezinho  Em agosto do ano passado, quando José Dirceu foi preso às vésperas do protesto do dia 16 daquele mês contra Dilma e o governo, a narrativa fez ...

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UBM reage em nota contra tag machista do Pânico na TV

A União Brasileira de Mulheres (UBM) chamou de “agressão moral rasteira” e de “manifestação escandalosa de misoginia e escárnio sobre a condição de mulher da presidenta Dilma” a tag #lulaperdeuodedonaxotadadilma#, criada pelo programa Pânico na TV e reproduzida nas redes. A entidade condenou o ocorrido dizendo que serve a “disseminação de valores facistas no país” e reafirmou o compromisso com “o bom debate, politizado, com democracia”. Do Vermelho  Confira a nota na íntegra NOTA DE REPÚDIO À VIOLÊNCIA MORAL CONTRA A PRESIDENTA DILMA E O EX-PRESIDENTE LULA A União Brasileira de Mulheres repudia veementemente o uso da tag “#lulaperdeuodedonaxotadadilma” utilizada pelo deprimente programa “Pânico na TV” e replicada por internautas desprovidos de qualquer senso de civilidade. Trata-se de manifestação escandalosa de misoginia e escárnio sobre a condição de mulher da presidenta Dilma, associada à mutilação sofrida pelo operário ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A polarização política, no seio da ...

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“Sobre as manifestações e o genocídio do povo negro” por Juliana Freire

Nos dias 16, 17 e 18 de março aconteceram grandes manifestações por todo o Brasil. Nos dois primeiros, as manifestações foram de cunho fascista e racista. No dia 18, as manifestações já foram em grande maioria a favor da “democracia” ou a favor desse governo comandado por uma sinhá búlgara (Dilma PT), sendo assim, igualmente racista.  Por Juliana Freire, do  Canal Plá “democracia seletiva, que comove pessoas pela ‘prisão’ de Lula, mas não comove pessoas pela prisão de Rafael, que foi forjada duas vezes” O que eu, preta favelada, tiro desses dias? Nada. Pois dia 16 estava de luto pelos dois anos da morte de minha irmã Cláudia Ferreira. No dia 18, permaneci de luto pelo meu irmão Rafael Braga, que está vivo e esquecido por essa democracia seletiva, que comove pessoas pela “prisão” de Lula, mas não comove pessoas pela prisão de Rafael, que foi forjada duas vezes pelos ...

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Deputado Paulo Pimenta denuncia acordo de 13 pontos dos golpistas

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) acaba de publicar no seu perfil do Twitter um acordo de 13 pontos que, segundo ele, faria parte do roteiro do golpe. Entre outras coisas, Pimenta diz que os defensores do impeachment teriam acertado a ampliação do STF para 15 cadeiras e a retirada da Lava Jato das mãos de Sérgio Moro. Segue ponto a ponto. Por Renato Rovai, do Blog do Rovai  1 – O Golpe midiático jurídico com farto apoio empresarial tem objetivos que vão além de tirar o PT do poder e impedi-lo de ter a força que tem. 2 – Os compromissos assumidos pelos golpistas, envolvem profundas mudanças nas legislações trabalhistas e previdenciárias para retirar direitos. 3 – Ampliação de privatizações, incluindo CEF, BB, universidades e o alvo principal Petrobras é uma das exigências dos financiadores do golpe. 4 – Uma novidade que ganha força entre os golpistas é a ampliação ...

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Menino com camiseta da Suíça é xingado e ameaçado em escola de SP

Uma camiseta com a bandeira da Suíça, país conhecido por sua neutralidade, teria feito com que um menino de 9 anos fosse xingado e ameaçado em uma escola de São Paulo. O motivo? A peça era vermelha. No DCM Segundo seu pai, João – nome fictício – (*) saía de uma aula de inglês no começo de março quando colegas da mesma idade o chamaram de “petista” e disseram que deveria “ser espancado” e “jogado na rua”. O pai do menino descreveu a história do filho em sua página no Facebook. A postagem tem mais de 4.500 compartilhamentos. “Fiquei muito assustado em ver as crianças repetindo um discurso de ódio”, disse o pai à BBC Brasil. A polarização política, que tomou conta de ruas e casas no país, está chegando às escolas. Pais, professores e alunos ouvidos pela reportagem contaram que a política nacional tornou-se assunto nas salas de aula. ...

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Foto: Marta Azevedo

A babá

A polarização não hesitou em fazer de uma doméstica o ícone de uma disputa política Por Flávia Oliveira, do O Globo  Foto: Marta Azevedo Triste do país onde cidadãos têm a individualidade desprezada em prol de embates políticos. Aconteceu no Brasil das manifestações do domingo, 13 de março. A caminho dos protestos na Zona Sul carioca, uma babá, vestida de branco, foi fotografada empurrando um carrinho com dois bebês. À frente, seguia o casal que a emprega, usando as camisetas auriverdes que coloriram a mobilização contra a corrupção, a presidente Dilma, o ex-presidente Lula e, com menos ênfase, outros personagens da vida política nacional igualmente às voltas com denúncias e processos. A imagem de João Valadares, repórter do “Correio Braziliense”, detonou o debate furioso (mais um) entre a direita-coxinha e a esquerda-petralha, classificação binária que grassa nas redes sociais, a ágora da era digital. O país está ...

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João, o Brasil permanece na encruzilhada histórica!

Das elaborações teóricas de João Amazonas (1912-2002), o principal pensador do PCdoB, a que mais me encanta é: “O Brasil numa encruzilhada histórica”, pela propriedade de responder a diferentes contextos políticos desde que foi elaborada, inclusive porque o país continua nela! Por Fátima Oliveira, do O Tempo  Grosso modo, a “encruzilhada histórica do Brasil” é: ou o país trilha uma rota progressista, ou se afunda na rota neoliberal antipovo! Tendo em conta a encruzilhada histórica, o PCdoB elaborou o Programa Socialista para o Brasil – O fortalecimento da nação é o caminho, o socialismo é o rumo, aprovado na 8ª Conferência Nacional (1995) e referendado no 9º Congresso (1997), no qual consta no ponto 34 o que se segue: “A vitória das forças democráticas, progressistas e populares em eleições presidenciais impulsionará a luta pela aplicação do Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento. A derrota, ou o êxito eleitoral da tendência política avançada, ...

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MARIA CAROLINA TREVISAN/ Foto: André Neves Sampaio

Onde estavam os negros na Paulista?

O racismo da classe média que fala grosso contra a corrupção, mas aceita o preconceito e simula até enforcamentos de negros Por Maria Carolina Trevisan, especial para os Jornalistas Livres Entre as milhares de pessoas que invadiram a avenida Paulista neste domingo (13/3), quase não havia negros.Assim como aconteceu há um ano, a grande maioria dos negros que foram ao coração de São Paulo – e a outras capitais brasileiras – estava trabalhando. Eram babás ou ambulantes (ou policiais militares). Esse quadro trata de reproduzir a posição subalterna dessa parcela da sociedade brasileira, desde a escravidão até hoje. Entre as demandas por honestidade, havia zero cartazes pedindo igualdade de direitos, cotas ou conquistas trabalhistas das empregadas domésticas. Ao contrário. O que se viu na avenida Paulista foi a representação do desejo da classe média alta e da elite branca do Brasil em manter seus privilégios. A manifestação está para a ...

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Para Jessé de Souza, classe média é sadomasoquista ao apoiar elites

“A classe média é sadomasoquista”, afirma o sociólogo Jessé Souza por José Carlos Fernandes, no GGN Os últimos seis meses foram de tormentas para o sociólogo potiguar Jessé Souza, 55 anos. Sua obra – até então festejada nos redutos acadêmicos – tem saído das estantes direto para as mãos daqueles que procuram uma explicação para o caos econômico e político em que se meteu o país. O que diz nem sempre agrada. Algumas polêmicas rendem réplicas e tréplicas nas páginas dos jornais, acrescidas de golpes baixos nas redes sociais e menções nas apaixonadas rinhas políticas da era Lava Jato. “Até agora, só me xingaram. Estou à espera de um debate de verdade”, provoca o autor de A tolice da inteligência brasileira, A ralé brasileira e de Os batalhadores brasileiros. Entre suas teses que mexem com o juízo dos detratores está a de que o maior problema do Brasil não é ...

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Boulos: Foram-se os anéis, vão-se os dedos

Pré-sal, programas sociais, salário mínimo, direito de manifestação: agora, tudo parece negociável para Dilma. Para salvar o mandato, ela destrói seu governo — e cria para si um legado de retrocessos Por Guilherme Boulos, do Outras Palavras O velho provérbio aconselha entregar os anéis para preservar os dedos: em situações adversas, certas concessões seriam necessárias para garantir o essencial. Os provérbios são passíveis de uso, mas também de abuso. A narrativa dos dedos e anéis serviu para o governo Dilma tentar justificar a ruptura com seu programa e a adoção de uma agenda antipopular. Foi assim com a composição ministerial, com o ajuste fiscal, as Medidas Provisórias do seguro-desemprego e das pensões e com as reiteradas concessões à pauta conservadora no Congresso. Em 2015, foram-se os anéis. Mas essas concessões, diziam, eram necessárias para manter os dedos: a seguridade social do Estado brasileiro, a política de reajuste do salário mínimo, os ...

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Seppir, PT, o movimento negro e a crise

No dia 02/10/2015, a já esperada reforma administrativa foi anunciada pela presidenta Dilma Russef. A partir da unificação entre a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e a Secretaria de Direitos Humanos (SDH), formou-se o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. Como resposta a crise, a politica de enxugar os gastos do governo não por um acaso esbarra na SEPPIR. Por Marcela Johnson, do Alma Preta enviado para o Portal Geledés A relação do Partido dos Trabalhadores com o movimento negro e com uma estratégia de combater seriamente o racismo, mostra sua verdadeira faceta já nos primeiros ajustes governamentais diante da crise. A pergunta é, o que iremos fazer a partir dessa experiência de 12 anos de PT no governo e de suas políticas para negros e negras no país? Criada há 12 anos, no inicio do ...

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