segunda-feira, maio 25, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Frantz Fanon'

    Reflexões Sobre Racismo e Saúde Mental

    Curso: Reflexões Sobre Racismo e Saúde Mental Da Unifesp EMENTA: Este curso se constrói no âmbito das ações afirmativas e assistência estudantil, visando dar respostas contundentes e profícuas às situações institucionais que envolvem principalmente práticas racistas e sexistas junto ao corpo discente. Desta forma, a ementa deste curso invoca temas conhecidos ressignificados num amplo e novo debate e enfoque. Discutiremos assim o impacto da história da escravidão no imaginário social e nos processos civilizatórios e indenitários. Abordaremos temas conceituais como raça/etnia, grupo étnico, etnicidade, racialismo, entre outros, além da representação social que negros e não negros da educação e socialização para compreender as diferenças. Daremos ênfase à produção sobre racismo e saúde mental, numa releitura de autores como Frantz Fanon e Alberti Memmi. O sofrimento ético-político: inclusão perversa e humilhação, raça/racismo no contexto das ciências e profissões voltadas ao atendimento à saúde mental. A organização da população negra, a intervenção ...

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    Reivindicando o espaço para nos chamarmos Feministas Africanas

    Apresentação e suplemento à tradução do texto de Minna Salami “Uma breve história do feminismo africano” Por Âurea Mouzinho Do Ondjango Feminista “O Feminismo não é africano e é uma importação ou moda que as algumas mulheres africanas apanharam do ocidente”. Esta é uma das críticas mais comuns feitas às mulheres africanas que escolhem afirmar-se como feministas. Sem fugir à regra, a criação do Ondjango Feminista, trouxe à baila os mesmos argumentos, com o objectivo não só de questionar a legitimidade do movimento feminista em Angola, mas também como forma de silenciar algumas das causas defendidas pelas mulheres feministas, como se dá no caso da luta pela descriminalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) e pelo direito ao aborto seguro. Para a maioria da sociedade angolana, ainda é difícil compreender e aceitar a existência de mulheres que questionam o lugar de subserviência ao qual elas são constantemente relegadas, bem como as ...

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    MBIRACLES: A difusão da comovisão bantu no Brasil através da música de MBIRA

    A MBIRA foi o primeiro lamelofone (instrumento com teclas de metal e um suporte de madeira) a surgir na África – mais especificamente, ao norte do Zimbábue, às margens do rio Zambeze. Por Luiza Nascimento para o Portal Geledés    Desde então, ela tem sido utilizada pela comunidade shona (grupo etnolinguístico prevalecente no Zimbábue) como veículo de comunicação com os ancestrais em rituais chamados de Bira. Daí o nome Mbira dzaVadzimu – que significa “Mbira dos Ancestrais”. É através da execução de temas tradicionais (que remontam a uma linguagem melódica imemorial) que os shonas atraem os espíritos de seus antepassados para a dimensão dos vivos, onde o tempo sagrado é, então, instaurado.   Instrumento nacional   O grande símbolo do Zimbábue, portanto, não é o ancião que governa o país há 37 anos, como nos faz crer o noticiário internacional acerca da África, ou a riquíssima fauna sob a mira de caçadores ...

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    Guerreiro Ramos: o personalismo negro

    O personalismo negro Por Muryatan Santana Barbosa Do Google A recuperação do pensamento e da trajetória do sociólogo Alberto Guerrei-ro Ramos tem sido alvo de uma série de trabalhos recentes, sobretudo de-pois da republicação de seus livros mais conhecidos: Introdução crítica à sociologia brasileira (* 1995a) e A redução sociológica ( 1995b). Neste artigo, tratar-se-á de retomar essa preocupação geral desde um enfoque específico: a compreensão da práxis negra humanista de Guerreiro Ramos. É uma interpretação que busca compreender a originalidade de seu pensamento, a partir de duas tradições filosóficas marcantes de sua trajetória: a) a negritude francófona, em especial sartriana, conforme caracterizada em Orpheu negro (1948), que Guerreiro conheceu por intermédio de Ironides Rodrigues – intelectual do Teatro Experimental do Negro (TEN), do qual Guerreiro foi integrante entre 1948-1950 (cf. Barbosa, 2004); e b) sua heran- ça filosófica personalista e existencialista. Uma formação intelectual marcante de sua juventude, na década ...

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    Pensar africano ganha sentido no coletivo e não no individual, diz professor da UFRGS

    José Rivair Macedo é organizador de publicação da editora Expressão Popular sobre o pensamento africano do século XX Por Juliana Gonçalves, do Brasil de Fato “O pan-africanismo é a ideologia política africana mais importante do século XX”, afirma o organizador da publicação, José Rivair Macedo / Ramon Moser (DEDS/PROREXT/UFRGS) Pesquisadores brasileiros e africanos realizam uma leitura crítica dos principais pensadores africanos do século 20, no livro “O pensamento africano no século XX”. A publicação, organizada por José Rivair Macedo, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros, será lançada nesta quinta-feira (9) na livraria da editora Expressão Popular, na capital paulista.A obra aborda temas importantes da história africana e seus desdobramentos nos países da diáspora. Entre os teóricos explorados no livro, estão Frantz Fanon , Léopold Sédar Senghor, Achille Mbembe e Aimé Césaire, Cheikh Anta Diop. Em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, ...

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    Evangélicos se unem para combater preconceito dentro das igrejas

    Em parte por causa do ativismo conservador de alguns líderes evangélicos - especialmente no Congresso Nacional -, pastores e fiéis herdaram uma reputação de intolerância aos olhos dos defensores do Estado laico e dos direitos humanos. Por Gabriela Loureiro, da BBC MAYRA SARTORATO/BBC BRASILImage caption A funcionária pública Laudicéia Reis Silva dos Santos, o pastor Marco Davi e a empreendedora Evelyn Daisy, de grupo de estudos sobre raça e evangelho Para muitos evangélicos, no entanto, a realidade é outra - em diversas vertentes religiosas, existem iniciativas que pretendem evitar a disseminação de ideias preconceituosas e a defesa dos direitos humanos nas igrejas. Em São Paulo, por exemplo, o pastor batista Marco Davi de Oliveira coordena um grupo de estudos sobre raça e evangelho com o objetivo de combater o racismo dentro da igreja, enquanto a pastora metodista Lídia Maria de Lima organiza eventos religiosos para fazer um alerta sobre a violência ...

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    Livro reúne ideias dos principais pensadores africanos do século 20

    Para o professor José Rivar Macedo, organizador da obra, todo o conhecimento produzido pelo Ocidente sobre a África corresponde a 'formas de predação em diversos níveis'   Por Paulo Henrique Pompermaier, da Cult  O político, intelectual e escritor senegalês Léopold Sédar Senghor (Foto: Serge Philippe Lecourt) Com o “modesto” objetivo de apresentar as principais linhas de pensamento de autores africanos, o livro O pensamento africano no século XX, que será lançado na próxima quinta (9), reúne textos de dezesseis especialistas brasileiros que apresentam um panorama geral da intelectualidade africana do século 20. “Conforme apontaram estudiosos eminentes, o conhecimento produzido pelo Ocidente sobre a África correspondeu a formas de predação em diversos níveis, e a restituição da autonomia plena implica na devolução aos africanos de sua capacidade de resolver seus próprios problemas, de gerir suas riquezas, de conhecer o seu passado, discutir o seu presente e esboçar as linhas de seu futuro”, ...

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    Convite: O Pensamento Africano no Século XX

    Convite lançamento do livro O Pensamento Africano no Século XX no dia 9 de fevereiro às 19h na livraria da Editora Expressão Popular Divulgação Enviado para o Portal Geledés  Autor : José Rivair Macedo (org.); autores africanos e brasileiros. Prefácio de Severino E. Ngoenha. Introdução de José Rivair Macedo. ISBN: 978-85- 9482-000- 6 Páginas: 370 Peso: 433 g Formato: 14 x 21 cm 1ª edição: julho de 2016 Preço: R$ 35,00   SINOPSE “Durante os períodos da colonização europeia, descolonização e reorganização das sociedades africanas, ao longo dos séculos XIX/XX, diversos intelectuais nascidos na África apropriaram-se de um vasto conjunto de referenciais teóricos, conceituais e metodológicos, empregando-os para expressar a posição de seus coetâneos em relação ao mundo. Paralelamente aos saberes orais tradicionais, e à experiência vivida que orientavam as formas de organização sociocultural dos povos anteriores ao período de predomínio europeu, ganhou corpo um novo tipo de saberes, eruditos, fundados em pressupostos acadêmicos, científicos, ...

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    Samba branco, seu racismo e seu compasso manco

    Não quero a crioula no samba Empurra a crioula pra lá Porque se ela chega mais perto me põe no chinelo Eu não vou mais sambar Não quero essa nega gingando Empurra a crioula pra lá O samba vai ficando branco E fico me perguntando se isso vai funcionar Ladeiras eu não subi não tive o mar pelo olhar Mas, tenho Cartola, Vinícius, Ari, Pixinguinha, e Noel na vitrola Samba branco, samba sem preconceito Samba branco de branco mas deixa quebrar Samba branco, de branco mais samba direito Samba branco mas isso não tem raça Não quero essa nega gingando Eu não entro na roda com essa negra nem de brincadeira Empurra a crioula pra lá O samba vai ficando branco e fico me perguntando se isso vai funcionar Ladeiras eu não subi não tive o mar pelo olhar Mas, tenho Cartola, Vinícius, Ari, Pixinguinha, e Noel na vitrola Samba ...

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    A cultura cala o racismo

    Artistas negros ganham visibilidade e ocupam espaços em instituições que antes os ignoravam Fonte: Carta  Capital por, Eduardo Nunomura A coreógrafa Edileusa Santos busca novas possibilidades de diálogo por meio do corpo e divide a experiência com o público em oficinas O racismo explícito de um blackface no programa Mais Você, da TV Globo, vai na contramão de uma produção artística negra em ebulição. Na segunda-feira 12, um convidado branco no quadro da apresentadora Ana Maria Braga usou uma fantasia de “nega maluca” e pintou o rosto de preto. A agressão em rede nacional remete a episódio de maio de 2015, quando atores brancos da peça Os Fofos Encenam adotariam a maquiagem do blackface. O espetáculo não aconteceu e o Itaú Cultural, em resposta aos protestos virtuais, iniciou uma bem-vinda revolução. Um comitê interno de questões raciais foi criado. Debates e palestras para o público externo foram promovidos para discutir ...

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    V Semana de Reflexões Sobre Negritude, Gênero e Raça

    Pesquisadores da temática racial de todo o país chegam a Brasília em 20 de novembro   Enviado por Iris Cary para o Portal Geledés    Cerca de 300 pesquisadores de graduação e pós-graduação de todo o país estarão em Brasília a partir de 20 de novembro para participar do simpósio que acontece durante a V Semana de Reflexões sobre Negritude, Gênero e Raça.   O maior contingente de participantes é ligado a universidades do Distrito Federal, seguido de Rio de Janeiro, Goiás, Bahia, São Paulo e Minas Gerais. Mas há inscritos do Amapá, Amazonas, Roraima, Pará, Amazonas, Paraná, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.   Segundo o professor do IFB, Glauco Vaz Feijó, integrante da equipe organizadora do V SERNEGRA, esta será uma oportunidade privilegiada de troca de saberes. “Parte trabalhos selecionados se alinham ao pensamento decolonialista de Frantz ...

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    A Consciência Negra pressupõe auto-amor. Auto-amor pressupõe refletir sobre preterimentos afetivos

    Entre tantos temas que poderíamos escrever juntos, e eles não são poucos, resolvemos revisitar um assunto espinhoso. Toda a vez que surge um novo texto sobre a questão da solidão afetiva da mulher negra, o lado preto da internet entra em polvorosa. Homens negros, na sua ampla maioria, correm para dizer que as mulheres negras também são palmiteiras, ou então a reforçar que eles não são palmiteiros. Isso sem falar do discurso do amor não tem cor. Mas se não tem, se o diagnóstico de que as mulheres negras vivenciam a solidão de maneira brutal é uma falácia, como é que a Ana Clara Pacheco conseguiu até escrever uma tese de doutorado abordando esse tema? por Winnie Bueno e Caio César enviando para o Portal Geledés via Guest Post Os preterimentos sociais dos quais as mulheres negras são alvo não se restringem só ao mercado de trabalho, eles se expandem ...

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    Colonialismo, Neocolonialismo e Balcanização: As três idades de uma dominação

    À mutação da base material do capitalismo corresponde uma mutação das formas da dominação política. O principal objectivo já não é instalar governos títeres que já não conseguem resistir de forma duradoura à cólera popular, mas sim balcanizar por meio da guerra para fazer com que esses países se tornem ingovernáveis. Do Afeganistão à Somália, do Iraque ao Sudão o resultado das guerras é igual por toda a parte: a destruição da própria base das nações Por Said Bouamama Do Galizacig Regresso a Cristóvão Colombo A visão dominante do eurocentrismo explica a emergência e posterior extensão do capitalismo a partir de factores internos das sociedades europeias. Dai se depreende a famosa tese de que algumas sociedades (algumas culturas, algumas religiões, etc.) estão dotadas de uma historicidade e outras carecem dela. Quando Nicolas Sarkozy afirma em 2007 que «o drama de África é que o homem africano não entrou suficientemente na história ...

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    A atualidade 
da négritude

    O encontro dos intelectuais negros fora de seus espaços geográficos gerou uma importante reunião de pensadores engajados na “questão negra”. Léopold Senghor, do Senegal, era o mais antigo do grupo, Aimé Césaire, da Martinica, o criador da palavra négritude, e Léon Gontram Damas, o divulgador das caracterizações desse conceito no ambiente cultural das Antilhas. Em meados de 1930, a négritude foi considerada como uma espécie de “patrimônio cultural dos negros”, levando Senghor e seus companheiros à busca de bases para uma contestação do domínio político-administrativo das populações negras. Por Gustavo de Andrade Durão Do Revista Cult O conceito de négritude deve ser diferenciado do Movimento da Négritude, pois, enquanto o primeiro ainda hoje encontra diversas definições, o segundo tem um lugar específico no tempo e no espaço. Esse movimento aconteceu uma única vez e, apesar das críticas, teve amplas repercussões no campo literário. A Négritude, como movimento, reuniu ao mesmo tempo ...

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    Racismo: Por que se matou a psicanalista negra que fazia sucesso no Rio?

    Em 2008, às vésperas da comemoração dos 120 anos da abolição da escravidão com a Lei Áurea, pedi um texto especial à escritora Neusa Santos Souza para a edição de 13 de maio do jornal Correio da Baixada, vespertino diário voltado para a periferia do Rio. Eu o editava até a crise mundial de setembro botar o veículo do Grupo Monitor Mercantil no limbo, depois de mais de seis meses de jornalismo cotidiano valorizando o povo sofrido da Baixada Fluminense. Neusa era uma psicanalista lacaniana bem sucedida profissionalmente, negra baiana que, contrariando as estatísticas e as dificuldades de berço pobre, estudou e estudou muito, Medicina e Psicanálise, estabelecendo-se no Rio de Janeiro, onde convivia com intelectuais e dava uma importante contribuição na luta contra a discriminação racial. por Alfredo Herkenhoff, do Mamapress Neusa não agüentou chegar a 2009 para comemorar os 120 anos de proclamação da República. No sábado, 20 ...

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    “Cem negros valem um branco”

    A figura do malandro é mais um dos fatores que colocam a comunidade negra sob os olhares do braço armado do Estado Texto: Pedro Borges / Edição de Áudio: Pedro Borges No Alma Preta O tráfico de seres humanos do continente africano às diversas partes do mundo constituiu aquilo que é conhecido como diáspora africana. De acordo com relatos e documentos, o número de humanos sequestrados varia de 5 a 20 milhões, dados que colocam o Brasil como principal destino de pessoas na condição de escravo nascidas no continente africano. A principal motivação europeia para a continuidade desse regime econômico era a formação e a manutenção da mão obra escravizada. No Brasil, a super-exploração sobre o povo negro possibilitou lucros exorbitantes para as elites brancas, seja por meio da colheita de cana de açúcar e café, ou pela extração de minérios, ou ainda pelo tráfico de seres humanos. É essa herança escravagista que ...

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    Foto: Edson Jonathan/Divulgação

    Hiperssexualização e autoestima do homem negro

    O livro “Pele negra, Máscaras brancas” do Frantz Fanon foi um divisor de águas na minha vida. É incrível como, mesmo sendo escrito em outro país e em outra época, reflete bastante a forma como as pessoas negras lidam em relação as questões raciais na sociedade. O capítulo 2, intitulado “O homem de cor e a mulher branca”, trouxe nos dois primeiros parágrafos palavras que caíram sobre mim como uma bomba (trecho aqui nesse texto). Foi o trecho que me fez entender o motivo dos homens negros preferirem, de forma geral, mulheres brancas, mas também me trouxe inúmeros questionamentos posteriores. Por Caio César, do Do Fala Pretinho  Eu lembro que há uns anos, eu considerava a minha vida amorosa parte da minha militância. O fato deu me relacionar e namorar com mulheres brancas fazia com que eu me sentisse igual aos homens brancos, como se eu fosse igualmente capaz, igualmente homem. ...

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    Getty Images

    A Poética da Esperança, um relato sobre trajetórias e memórias de Nelson Mandela

    Em continuidade à série Pesquisa em Destaque, conversamos com a Cristiane Mare, sobre dois trabalhos seus – Trajetórias e memórias de Madiba: Somente homens livres podem negociar e O lugar da tradição nos discursos políticos de Nelson Mandela – submetidos ao II Congresso das/os Pesquisadoras/es Negras/os da Região Sul (II COPENE Sul). A entrevista focou-se no histórico do líder sul-africano Nelson Mandela que foi um dos mais importantes sujeitos políticos contra o regime do Apartheid, na África do Sul, e que se tornou um ícone internacional na defesa da justiça social. Confira agora, esta entrevista! Galoá - Para começar a entrevista, gostaria de pedir que resumisse um pouco de sua pesquisa. O nome e o papel de Nelson Mandela no fim do Apartheid são conhecidos de todo o mundo, mas pelo que li nos dois artigos que você publicou com o Galoá, você critica o recorte que é feito da vida ...

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    Ativista permaneceu detido por 45 anos na penitenciária de segurança máxima de Angola, na Louisiana

    Lia para manter minha sanidade mental, diz ex-Pantera Negra preso 45 anos numa solitária

    Em primeira entrevista após sair da prisão, Albert Woodfox disse que precisava 'manter o foco na sociedade, permanecer conectado com o mundo exterior' No Opera Mundi O ex-Pantera Negra Albert Woodfox afirmou nesta segunda-feira (22/02) que, durante o tempo em que permaneceu preso, no Estado da Louisiana, nos EUA, a leitura era um modo de “permanecer conectado com o mundo exterior” e essa conexão era única forma de não perder sanidade. Woodfox, que ficou preso por 45 anos em regime solitária, fez a declaração à emissora norte-americana Democracy Now!, na primeira entrevista que deu a um canal de televisão ou rádio após sair da prisão. “ era uma das ferramentas que nós usávamos para permanecer focados e conectados com o mundo exterior”, disse Woodfox, ao ser perguntado se ler era permitido durante a detenção. Ele especificou que costumava ler “livros de história e sobre Malcolm X”, além de obras de Martin ...

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    Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia

    Livros e textos de Lélia Gonzalez

    A historiografia brasileira tem sido marcada pela invisibilidade dos afro-descendentes. A imposição dessa qualidade, exercida de forma orquestrada e sistemática, fez com que, nos anos 1970, em vários estados brasileiros, grupos formados por diversos setores da comunidade afro-descendente desenvolvessem uma reflexão abrangente sobre a situação social, política, econômica e cultural do país, e em especial sobre o processo de exclusão dos afro-descendentes nesse contexto. Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia Foram muitos os grandes pensadores/articulares que contribuíram para essa reflexão. Mas, dentre todos, destacou-se uma figura feminina: Lélia de Almeida Gonzalez, ou Lélia Gonzalez, como ficou conhecida. Sua atuação sempre foi caracterizada pela capacidade de articular, com extrema propriedade, sobre a questão do povo negro, em geral, e da mulher negra, em particular. Militante negra e feminista, atuou como desencadeadora das mais importantes propostas de atuação do Movimento Negro Brasileiro. Participou da criação do Instituto de Pesquisas ...

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