terça-feira, dezembro 1, 2020

    Resultados da pesquisa por 'gênero'

    Divulgação

    Igualdade de Gênero na Educação Básica: mais de cinquenta entidades lançam edital público

    Até o dia 29 de novembro estarão abertas as inscrições para o Edital Público Igualdade de Gênero na Educação Básica: prevenindo violências, enfrentando desigualdades e promovendo direitos. Escolas, universidades, organizações da sociedade civil, coletivos juvenis, movimentos sociais e profissionais de educação estão convidadas/os a apresentarem propostas de planos de aula, projetos interdisciplinares e sequências didáticas. Serão valorizadas propostas que articulem gênero, raça e diversidade sexual em uma perspectiva interseccional. As propostas aprovadas serão reconhecidas publicamente em evento virtual e vão compor um banco de aulas público, disponível para todas as escolas do Brasil. As dez mais criativas e engajadoras receberão um leitor digital e uma bolsa de estudos para um curso à escolha no Centro de Formação Educação Popular, Cultura e Direitos Humanos da Ação Educativa. Acesse o edital completo: link do edital Promovido por diversas instituições e redes comprometidas com a luta pelo direito humano à educação de qualidade, pela democracia e ...

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    (stevanovicigor/Thinkstock/Getty Images)

    ONU Mulheres lança documento com Diretrizes para Atendimento em Casos de Violência de Gênero contra Meninas e Mulheres em Tempos da Pandemia COVID-19

    Nesta sexta-feira, 7 de agosto, a partir das 16h, em seu canal do YouTube, a ONU Mulheres Brasil lançará as Diretrizes para Atendimento em Casos de Violência de Gênero contra Meninas e Mulheres em Tempos da Pandemia COVID-19, com o objetivo de fortalecer a resposta para o enfrentamento à violência sofrida por meninas e mulheres neste período. O documento apresenta recomendações para atendimento remoto e reorganização do atendimento presencial, considerando rede de atendimento a mulheres em situação de violência e as especificidades de resposta no acolhimento às vítimas nos serviços policiais, de saúde, de abrigamento, entre outros. O evento de lançamento é realizado em parceria com a União Europeia e ocorre em celebração dos 14 anos da Lei Maria da Penha. A transmissão ao vivo no Youtube da ONU Mulheres Brasil será aberta para perguntas do público com propósito de ampliar a fortalecer as discussões acerca das políticas públicas voltadas ...

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    Raca, genêro, democracia e participação política no Brasil

    “O legado da escravidão sobre a democracia existente no Brasil” é o tema da aula de hoje do curso Raça, Gênero, Democracia e Participação Política no Brasil

    O curso iniciou no dia 22/09, com a conferência “A questão racial e a democracia no Brasil”, realizada pela militante antirracista e feminista e doutora em educação Sueli Carneiro (acesse a primeira aula neste link). A segunda aula abordou “Raça, Racismo e Dominação na Democracia Liberal” a partir das reflexões de Hélio Santos – ativista do movimento social negro e doutor em administração, e de Gabriel Sampaio – advogado e mestre em Direito das Relações Sociais. (acesse a segunda aula neste link) O curso está com suas 800 vagas preenchidas e todas as pessoas interessadas podem assistir as aulas na página do Facebook da Escola do Parlamento – https://www.facebook.com/eparlamento/  e de Geledés Instituto da Mulher Negra- https://www.facebook.com/geledes/ Veja a programação de próximas aulas dos cursos abaixo:   ▪ Aula 06/10 – O legado da escravidão sobre a democracia existente no Brasil Luciana Brito – Doutora em História Social pela USP. Foi pesquisadora visitante no ...

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    escola do parlamento Raça, gênero, democracia e participação politica no brasil

    “Raça, Gênero, Democracia e Participação Política no Brasil”

    Hoje, 29/09/2020, acontecerá a primeira aula do curso “Raça, Gênero, Democracia e Participação Política no Brasil”. Na última terça-feira, 22/09, este percurso formativo foi aberto com uma conferência “O legado da escravidão sobre a democracia existente no Brasil”, realizada pela militante antirracista e feminista e doutora em educação Sueli Carneiro. Já no primeiro encontro, a videoconferência alcançou mais de 15 mil pessoas, teve 8,1 mil visualizações, 128 compartilhamentos e 920 comentários.  Inicialmente foram abertas 500 vagas, estas preenchidas em menos de 3 horas. Devido à demanda, foram abertas mais 300 vagas que se esgotaram em 8 minutos. Tanto o sucesso de inscrições como o alcance da Conferência de Abertura demonstram a urgência desse tema, ou seja, o desejo da sociedade em buscar formação sobre as desigualdades de raça e gênero como elementos estruturantes da história do Brasil. Neste sentido, este é um primeiro ciclo formativo que está apenas abrindo as ...

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    “Raça, Gênero, Democracia e Participação Política no Brasil” é tema do próximo curso gratuito da Escola do Parlamento

    Já estão abertas as inscrições para o curso de extensão universitária “Raça, Gênero, Democracia e Participação Política”, que será realizado pela Escola do Parlamento em parceria com o Geledés Instituto da Mulher Negra. Com duração de 30 horas, o curso é voltado ao público em geral, estudantes, ativistas, militantes, pesquisadores e profissionais que atuam com políticas públicas. As aulas serão às terças-feiras, entre 19h e 21h. O conteúdo será transmitido, ao vivo, pelo canal do Instituto do Legislativo Paulista no YouTube. A aula inaugural, dia 22/9, será ministrada pela filósofa Sueli Carneiro. Entre os objetivos da proposta está a construção de alternativas para ampliar a participação de pessoas negras e de mulheres na democracia e nos espaços de decisão política. Serão debatidos temas, como: *Patriarcalismo e as mulheres na arena democrática brasileira; *Qualidade da democracia, racismo estrutural e estrutura patriarcal; *Partidos políticos e (sub) representação racial e de gênero; *Instituições e (sub) representação racial e ...

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    A estudante Nina da Hora (Foto: Lucas Borba)

    Conheça Nina da Hora, nome quente na luta pela equidade de gênero e raça na tecnologia

    Erê vive em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, num lar com sete cachorros, seis “salsichas” e um poodle. Em junho, estava aprendendo a andar: se locomovia bem em terrenos planos e desviava de obstáculos com precisão. Mas em chão acidentado, como o do quintal da casa, se atrapalhava um pouco mais. Erê, ao contrário do que possa parecer, não tem pernas, pois não é gente. Ele tem rodinhas, afinal é um robô — e ainda possui uma placa Julieta, plataforma Falcon e sensores ultrassônicos e de refletância analógica (apetrechos que estas páginas não dariam conta de explicar). É obra criada por umas das jovens mentes mais promissoras da ciência da computação no Brasil: Ana Carolina da Hora, de 25 anos, mais conhecida como Nina da Hora. Moradora de Caxias e estudante da PUC-Rio, a dona dos pets e do Erê têm feito sucesso com sua proposta de descomplicar e ...

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    Homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, é vandalizada com tinta vermelha no centro de São Paulo (Foto: Fabio Vieira / Foto Budap / NurPhoto via Getty Images)

    O que é violência política de gênero e por que devemos falar sem descanso sobre ela?

    O mundo da política não está acostumado às mulheres. Sequer o mundo está acostumado com as mulheres nos espaços de poder e decisão. Com a nossa ascensão, que se dá a cada dia de forma mais arrojada nesses redutos antes ocupados predominantemente pelos mesmos homens, vêm junto os entraves – e eles não são tímidos. Para as que ousam adentrar o ambiente político institucional, esses entraves aparecem embalados por violências de todo tom. Não à toa, estudiosas da vida das mulheres participantes do sistema criaram uma expressão para dar nome ao problema: violência política de gênero. O fenômeno tem tipologia própria, classificada em cinco categorias: física, sexual, psicológica, simbólica e patrimonial. A última pode se dar, por exemplo, na medida em que não se cumpre a legislação eleitoral e há recusa em direcionar às mulheres os recursos que seriam para suas candidaturas. A simbólica é comum aparecer nas redes sociais, ...

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    (Foto: Divulgação/ Disney+)

    Como Beyoncé permeou gêneros e revolucionou o mercado musical

    Com 12 álbuns, entre estúdio, apresentações ao vivo e versões de luxo, Beyoncé tem uma carreira muito vasta e diversa na música. A artista começou no pop e, com o poder do rádio, amadureceu o som, entrou para o movimento hip-hop e chegou a referências africanas. A cantora não só atingiu multidões, como se consolidou como um dos principais nomes da história da música sendo hegemônica nas listas de maiores sucessos dos anos 2000 e 2010. A carreira de Beyoncé, no entanto, não se atém ao sucesso que músicas e álbuns fizeram nesses quase 20 anos em que ela domina o mercado. A figura da artista é importante para a movimentação da indústria fonográfica de forma muito mais complexa. Ela possui a própria produtora, Parkwood Entertainment, tem direções nas distribuidoras HBO, Netflix e Disney + e tem a voz ouvida para muito além das mensagens que ela passa pela arte. ...

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    Idosa é ajudada por parentes na hora de fazer o teste da Covid-19 em Srinagar, na Índia: mulheres são mais afetadas pela pandemia (Foto: TAUSEEF MUSTAFA / AFP)

    Pandemia prejudica mais as mulheres e pode aumentar desigualdade de gênero, alerta Fundo Monetário

    A crise global provocada pela pandemia do novo coronavírus afeta mais as mulheres que os homens e pode reverter as conquistas femininas no mercado de trabalho, alertou na segunda-feira o Fundo Monetário Internacional (FMI). Para a entidade, os países precisam adotar medidas para minimizar esse impacto. Uma equipe, liderada pela diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirma que "a pandemia de Covid-19 ameaça reverter os ganhos obtidos em termos de oportunidades econômicas para as mulheres e, assim, ampliar as disparidades de gênero que persistem apesar de 30 anos de avanços." Em texto publicado no blog do Fundo, as pesquisadoras – o texto só é assinado por mulheres – lembra que os setores mais afetados pela pandemia têm uma participação feminina maior. Isso ocorre especialmente nos serviços que demandam interação pessoal e não podem ser feitos remotamente, como varejo, turismo e hotelaria. "Nos Estados Unidos, cerca de 54% das mulheres empregadas nos ...

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    Elisabeth Moreno (Foto: GALLO IMAGES VIA GETTY IMAGES)

    França: Quem é Elisabeth Moreno, ministra para a igualdade de género ?

    Após a derrota nas eleições municpais em França, o Presidente Emmanuel Macron tenta retomar o pulso com um novo governo e assim relançar o seu quinquénio, que termina em 2022 e cujas linhas mestras serão por ele definidas no discurso para assinalar o 14 de julho, dia.da festa nacional em França. Dos 31 ministros nomeados esta segunda-feira 18 são mulheres e entre elas figura Elisabeth Monteiro, a nova ministra delegada junto do primeiro-ministro para a Igualdade de Género, Diversidade e Igualdade de Oportunidades. De origem cabo-verdiana, ela sucede no cargo à até então secretária de Estado Marlène Schiappa, nomeada ministra delegada junto do ministro do Interior, para a Cidadania. Desconhecida do grande público e sobretudo na política, Elisabeth Moreno, hoje com 49 anos de idade, é divorciada e mãe de duas filhas. Ela nasceu em Casa Choca, Santo Amaro, no concelho do Tarrafal, norte da ilha de Santiago, em Cabo Verde, a 20 de setembro de 1970 e ...

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    Ministério da Cultura

    Teorias críticas e estudos pós e decoloniais à brasileira: Quando a branquitude acadêmica silencia raça e gênero

    Coluna Empório Descolonial / Coordenador Marcio Berclaz Este é um texto escrito, sentido, partilhado, vivido por duas mulheres negras, cujas trajetórias de vida, embora diferentes, aproximam-se e rearticulam-se em torno de algo em comum: trata-se de uma composição que une em ‘dororidade’ (PIEDADE, 2017) as experiências pessoais e acadêmicas de duas professoras universitárias negras. E neste campo acadêmico, predominantemente masculino e branco, nos deslocamos de lugar e irrompemos o imaginário social forjado no racismo e no sexismo. Aprendemos com a irreverência da escrita e criticidade de Lélia Gonzalez, também uma intelectual negra, que este lugar (a academia) nos pertence e aqui vamos ficar. Nestes muros não nos moldamos à estética da brancura e lutamos contra o branqueamento que insistem, às vezes, nos impor. E, assim, seguimos insubmissas e aqui tomamos a liberdade de promover algumas desobediências sobre a branquitude acadêmica e o esvaziamento do potencial emancipatório das teorias críticas e ...

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    Arquivos Pessoal

    O colar de búzios: religião, gênero, preconceito e ancestralidade na vida de uma quilombola

    Prezadas e prezados leitoras/es do Geledés, mais uma vez venho compartilhar um texto que acredito e espero sinceramente que seja apreciado por vocês, pois é compartilhando experiências que nos fortalecemos. Pois bem! Nasci e fui criada no que chamamos de “um lar evangélico”. Aprendi, desde cedo, com meu pai e mãe, tia e tios e avós o hábito de ir à igreja, agradecer a Deus antes das refeições, orar antes de dormir e outros ritos religiosos. Nós íamos a todos os cultos: domingo, segunda, quarta e nas consagrações¹ de sábado de manhã. Enfim, um exemplo de família cristã evangélica. Mas, nem tudo eram flores. Tivemos uma doutrinação que considero severa e irracional: “tudo era pecado!” Ouvir músicas que não fossem evangélicas era pecado, pintar as unhas (especialmente de vermelho) era pecado (lembro-me de minha tia dizendo que pintar as unhas de vermelho era “coisa de pombagira”, segundo ela “um tipo ...

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    Getty Images/iStockphoto

    Em nova decisão, STF afirma que é dever do Estado abordar gênero e sexualidade na escola

    Na noite desta quinta-feira (28/05), o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, com unanimidade, a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 467, que versava sobre legislação de Ipatinga (MG) que excluía da política municipal de educação qualquer referência à diversidade de gênero e à orientação sexual.   Trata-se do terceiro julgamento do ano em que o Tribunal reitera com unanimidade a inconstitucionalidade de leis municipais que proíbem a abordagem de gênero em escolas. No dia 8 deste mês, foi anunciada a decisão sobre a ADPF 526, que tratava de legislação antigênero do município de Foz do Iguaçu (PR). Anteriormente, no dia 24 de abril, a Corte havia julgado a ADPF 457, reconhecendo a inconstitucionalidade de lei de conteúdo similar do município de Novo Gama (GO).    Na decisão de Itapatinga, o voto do relator, Ministro Gilmar Mendes, entende não apenas que a censura ao debate é inconstitucional, como também que ...

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    Ação Educativa

    Por unanimidade, STF reafirma inconstitucionalidade de proibição de gênero em escolas

    Em dois julgamentos realizados nos últimos dias, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou, por unanimidade, a inconstitucionalidade de leis municipais que proibiam a abordagem de gênero em escolas. No último dia 8, foi anunciada a decisão sobre a ADPF - Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 526, que versava sobre legislação de Foz do Iguaçu (PR). Anteriormente, no dia 24 de abril, a corte havia reconhecido a inconstitucionalidade de uma lei do município de Novo Gama (GO). Um novo julgamento, com conteúdo similar, está marcado para o dia 22 de maio. Trata-se da ADPF 467, referente a lei de Ipatinga (MG), que veda qualquer temática relacionada à diversidade de gênero na rede de ensino municipal. Para organizações e redes de educação e direitos humanos, os resultados são mais uma vitória na defesa de uma educação de qualidade, pois a censura às escolas e à atividade docente e proibição da abordagem ...

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    Foto: Dorivan Marinho / Divulgação STF

    É inconstitucional trecho de lei de Foz do Iguaçu proibindo ensino de “ideologia de gênero”

    O plenário virtual do STF, em decisão unânime, julgou inconstitucional artigo de lei orgânica do município de Foz do Iguaçu/PR que proíbe, nas instituições da rede municipal de ensino, abordagem sobre "ideologia de gênero". A ação foi de relatoria da ministra Cármen Lúcia. A ADPF foi ajuizada pelo PCB - Partido Comunista do Brasil, em 2018, contra o artigo 5º da lei orgânica do município de Foz do Iguaçu/PR, em que "ficam vedadas em todas as dependências das instituições da rede municipal de ensino a adoção, divulgação, realização ou organização de políticas de ensino, currículo escolar, disciplina obrigatória, complementar ou facultativa, ou ainda atividades culturais que tendam a aplicar a ideologia de gênero, o termo gênero ou orientação sexual". O ministro Toffoli, então relator, concedeu medida cautelar suspendendo a eficácia do dispositivo sob fundamentação de ser equivocada a disposição, via lei municipal, acerca de conteúdo curricular e orientação pedagógica nas escolas municipais. Julgamento ...

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    Prédio do STF, em Brasília (Foto: Divulgação / STF)

    STF reconhece inconstitucionalidade de proibição de gênero em escolas

    O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta sexta-feira, dia 24, o julgamento da ADPF - Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 457, que questiona a constitucionalidade da Lei n. 1516, aprovada pela Câmara Municipal de Novo Gama em 2015. A corte reconheceu a inconstitucionalidade formal e material da proibição de materiais que tratam sobre questões de gênero e sexualidade em escolas municipais. A ação foi proposta pela Procuradoria Geral da República (PGR) em 2017. A decisão foi tomada por unanimidade, no modelo de julgamento virtual. O relator, ministro Alexandre de Moraes, julgou procedente o pedido da PGR, que afirma que a lei municipal viola a competência privativa da União para legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional e princípios e dispositivos constitucionais como o direito à igualdade, a vedação de censura em atividades culturais, a laicidade do estado e o direito à liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar ...

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    Crise tem cor e gênero

    Negros e mulheres enfrentam as maiores taxas de desemprego Por Flávia Oliveira, Do O Globo (Foto Marta Azevedo) Na derradeira aglomeração, antes de o coronavírus se impor como ameaça Brasil afora, estive com Nikole Hannah-Jones, jornalista negra que coordenou o Projeto 1619 do “New York Times”. A convite do IMS-SP, participamos no Festival Serrote da mesa em que ela relatou a experiência de contar a História dos EUA, a partir da chegada do primeiro navio com africanos escravizados, há 401 anos, em vez da versão que parte da Declaração de Independência, de 1776. No Brasil, o historiador Luiz Felipe de Alencastro identificou o primeiro desembarque de cativos em 1550, em Pernambuco; com o tráfico negreiro se estendendo até os anos 1850. Nos dois países, séculos de escravidão legaram aos afrodescendentes condições precárias de trabalho, habitação, níveis de renda e bem-estar. Era assim pré-pandemia; pós, assim será. ...

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    Silvana Bahia lembra da importância de celebrarmos as mulheres incríveis que estão ao nosso lado (foto: Olabi/Valda Nogueira).

    “Não desmereço pesquisas com foco apenas em gênero. Mas quando não se faz o recorte da raça, dá a entender que isso é algo menor”

    Da área de Humanas, a jornalista Silvana Bahia, 34, não poderia imaginar, anos atrás, que iria estar tão conectada com o mundo da tecnologia. E que muito além de servir para programar ou desenvolver aplicativos, esta seria uma ferramenta para o combate a desigualdades sociais. Por Dani Rosolen, do Projeto Draft Silvana Bahia lembra da importância de celebrarmos as mulheres incríveis que estão ao nosso lado (foto: Olabi/Valda Nogueira). Em 2013, ela realizou uma oficina, a Rodada Hacker, com metodologia voltada para mulheres. Em seguida, teve mentorias com Stefânia Paola e continuou a aprender sobre o assunto. O interesse cresceu e, em 2015, começou a atuar como comunicadora no Olabi, um espaço dedicado à apropriação e democratização de novas tecnologias, localizado no Rio de Janeiro. Como trabalhava como uma espécie de porta-voz da organização, circulando por espaços e eventos sobre cultura maker, tecnologia e inovação social, ...

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    Ato de mulheres aconteceu na Praça das Flores, em Natal — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi

    Mulheres fazem ato contra violência de gênero e por direitos em Natal

    Manifestação aconteceu no Dia Internacional de Luta pelos Direitos da Mulher, celebrado neste domingo (8) Por Inter TV Cabugi, no G1 Ato de mulheres aconteceu na Praça das Flores, em Natal — Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi Um ato em homenagem ao Dia Internacional de Luta pelos Direitos da Mulher aconteceu na manhã deste domingo (8) em Natal. O movimento aconteceu na Praça das Flores, no bairro Petrópolis e culminou com uma passeata pela ruas da Zona Leste da capital potiguar. Centenas de pessoas compareceram ao ato político e cultural organizado por coletivos, movimentos de mulheres e partidos políticos contra a violência de gênero e por direitos. Homens também participaram da manifestação em apoio às pautas. "Hoje é o Dia Internacional das Mulheres. É um dia de luta, de denúncia, de resistência pela democracia, contra o facismo e pelo direito das mulheres. Mas também estamos comemorando ...

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