terça-feira, abril 20, 2021

Resultados da pesquisa por 'ideologia de gênero'

professora_2

Sessão que discutiu violência contra as mulheres negras, foi extremamente proveitosa

Através do requerimento apresentado pela vereadora professora Carmelita, a Câmara de Vereadores de Ilhéus discutiu a "Encruzilhada de Direitos: gênero, raça e enfrentamento à violência contra mulheres negras na Bahia", com a presença de diversos representantes da sociedade civil organizada e membros da comunidade negra. Fonte: Professora Carmelita.blogspot- No início da Sessão Especial da tarde da última terça-feira (27), a vereadora Carmelita expôs aos participantes da sessão dados e números sobre a violência contra a mulher. Entre os convidados, a Socióloga Elis, professora da UESC, comentou sobre a violência institucional, não assumida, mas praticada, segundo ela "temos que discutir nossas diferenças, garantindo direitos iguais às mulheres e às mulheres negras". Já a professora Rita de Souza, Presidente do Movimento negro disse que muito do que vemos hoje ainda é fruto da ideologia da escravidão e da cultura patriarcal onde o que o homem diz é lei. Segundo a professora Rita, ...

Leia mais
violencia-sp

A Ética e as Imagens da Violência em São Paulo

Por: Carlos CorreiaJornalista e Professor de Jornalismoda USCS ( Universidade Municipal de São Caetano) Fausto Henrique Gomes Nogueira Mestre em História Social pela USP         Este ensaio analisa e questiona o papel ético da mídia na formação de uma visão crítica, social e humanística da opinião pública diante dos discursos e imagens veiculados durante a onda de violência e ataques do PCC em São Paulo.   Palavras-chave: Mídia, ética, espetacularização da notícia, violência, consciência, cidadania   The object this essay is a analysi and to raise a question about the étics paper of the mass mídia in the formation of critic vision, social and humanist, about the discourses and images showing during the sucession violents race of the PCC in São Paulo.   Key-words: Mídia, étics, news spetacle, violence, conscience, citizenship   "O homem quer o caos. Na verdade, ele precisa disso. Depressão, conflitos, badernas, assassinatos. Toda ...

Leia mais
genocidio da juventude negra

A violência racial no Brasil – Todo camburão tem um pouco de navio negreiro

Marcelo Yuka "Todo camburão tem um pouco de navio negreiro" O que há de comum entre um guerrilheiro vietcong em combate contra o exército norte-americano - o mais poderoso da Terra - na guerra do Vietnã, na década de 1960, e um jovem negro do Capão Redondo, periferia de São Paulo, hoje? Ambos morrem cedo, muito cedo, com vantagem para o guerrilheiro vietcong. Enquanto um combatente no Vietnã, enfrentando a maior potência militar do planeta, tinha uma expectativa média de vida de oito anos, o jovem negro do Capão Redondo não deve esperar viver mais do que cinco, a partir do momento em que passa a pertencer aos quadros dos soldados do tráfico. Os dados do antropólogo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário Nacional de Segurança Pública, podem assustar ou soar alarmistas, mas o que fazem mesmo é dar uma idéia mais aproximada da realidade de que, apesar das aparências de paz, ...

Leia mais
A violência racial no Brasil - Todo camburão tem um pouco de navio negreiro

A violência racial no Brasil – Todo camburão tem um pouco de navio negreiro

Marcelo Yuka "Todo camburão tem um pouco de navio negreiro" O que há de comum entre um guerrilheiro vietcong em combate contra o exército norte-americano - o mais poderoso da Terra - na guerra do Vietnã, na década de 1960, e um jovem negro do Capão Redondo, periferia de São Paulo, hoje? Ambos morrem cedo, muito cedo, com vantagem para o guerrilheiro vietcong. Enquanto um combatente no Vietnã, enfrentando a maior potência militar do planeta, tinha uma expectativa média de vida de oito anos, o jovem negro do Capão Redondo não deve esperar viver mais do que cinco, a partir do momento em que passa a pertencer aos quadros dos soldados do tráfico. Os dados do antropólogo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário Nacional de Segurança Pública, podem assustar ou soar alarmistas, mas o que fazem mesmo é dar uma idéia mais aproximada da realidade de que, apesar das aparências de paz, ...

Leia mais
RacismoCrime1

A ferocidade da aversão ao outro

Fonte: Estadão. Com Por Gilles Lapouge*     Neste ensaio, o tecido social esgarçado pela xenofobia e pelo racismo, numa Europa que se pretende unida A Europa é uma bela ideia, uma ideia muito agradável. Pois não é que aboliu, entre os 27 países que a compõem, as fronteiras que separam homens, produtos ou moedas? Se eu quiser ir a Praga, pego alguns euros e o trem. E chego lá.   No entanto, as fronteiras subsistem. Não no interior da Europa, mas em torno dela. Um cinturão de alfândegas, postos de observação, milicianos e militares rodeia o "continente sem fronteiras". Esse cinturão às vezes é terrestre. Por exemplo, a leste, especialmente entre a Grécia e a Romênia (países da União Europeia) e a Turquia (que não pertence à União Europeia e ainda tem a indelicadeza de ser muçulmana). Outras vezes os postos de guarda estão nas costas, de preferência nas ...

Leia mais

La Vuelta del Racismo

Fonte:Principio Esperanza  Por Jorge Lora Cam    El racismo y la recolonización como elementos centrales en la reconfiguración del dominio global. La globalización considerada como recolonización del trabajo y geoestrategia de poder y de acumulación por desposesión intensificó la reconfiguración territorial de clases y etnias, las migraciones y la depauperación de las clases obrera y campesina. Significó la puesta al día de la ideología racista del despojo, de la superioridad racial-étnica que justifica la recolonización y la dominación. La clasificación racista se hace residente en una memoria y un imaginario colectivos que aceptan la interrelación sucesiva de legitimaciones de la limpieza de sangre, el racismo bíblico, el etnocidio y el genocidio militarista sintetizados en el auto-racismo. Es una poderosa arma de sometimiento que aliena a los dominados al asumir la ideología de los dominadores y al reproducirse multilateralmente con vida propia. El Estado, las instituciones, las estructuras, las clases, las ...

Leia mais
edson_cardoso

A irmã de Obama

Fonte:Írohín - Jornal Online Edson Lopes Cardoso A questão racial fez um de suas raras aparições na prestigiosa coluna de Jânio de Freitas (Folha de S. Paulo, edição de 16/08/09, p. A8). A eventualidade da candidatura de Marina Silva à presidência da República foi avaliada positivamente pelo colunista, segundo o qual suas possibilidades eleitorais se fortaleceriam em razão do pertencimento racial. Jânio de Freitas constrói uma espécie de ideologia do mérito, em que se destaca, além do gênero e da temática ambiental, a cor da pele de Marina Silva. Penso que os limites do reconhecimento de uma identidade étnico-racial de uso ocasional e eleitoral saltam à vista. Por essa visão, as vantagens de uma candidatura negra são avaliadas exclusivamente por sua possível aproximação com a candidatura de Barack Obama nos Estados Unidos. Parece que o conteúdo da identificação quase se esgota numa semelhança física mais que oportuna, aos olhos de ...

Leia mais
Lélia Gonzalez (Foto: Cezar Louceiro / Reprodução)

Lélia Gonzalez: Mulher Negra na História do Brasil

Neste ano de 2009, já contamos 15 anos que a guerreira Lélia Gonzalez passou à condição de "ancestral". A atualidade da luta que travou; sobre a qual refletiu e ensinou nos faz reviver um pouco de sua trajetória. Que seu exemplo seja guia nessa luta que, a cada caminhada, constatamos mais a fazer: a luta contra o racismo. Lélia Gonzalez nasceu "de Almeida", em Belo Horizonte-MG, em 1º de fevereiro de 1935. Tinha 59 anos quando faleceu, em 10 de julho de 1994, no bairro de Santa Teresa, na cidade do Rio de Janeiro. Quando Lélia era criança, sua família instalou-se no Rio, na favela do Pinto, bairro do Leblon, ao lado do Clube de Regatas do Flamengo, onde jogava (e depois foi técnico) seu irmão, Jaime de Almeida (nascido em 1920), por quem nutria enorme admiração e nos passos de quem seguiu torcendo pelo Flamengo e gostando muito de ...

Leia mais
identidade politizao

Enfrentamento do Racismo em projeto democrático: A possibilidade jurídica

Anais do Seminário Internacional " Multiculturalismo e Racismo: O Papel da Ação Afirmativa nos Estados Democráticos Contemporâneos   Por Dora Lúcia de Lima Bertulio. IntroduçãoAs correntes críticas do direito, no Brasil inseridas no Movimento de Direito Alternativo, têm permitido uma série de aberturas nos paradigmas da Ciência Jurídica em que discussões anteriormente marginais - socialistas, comunistas...- sobre a não neutralidade do direito, hegemonia e conflito de classes, especificamente, entram cada vez mais no corpo do jurídico. Esse enfrentamento e essas discussões permitem que o jurista não só revela e veja a complexidade das relações sociais como integrante do processo do conhecimento jurídico, como abre a essa complexidade das relações sociais a oportunidade de fazer parte daquele processo e nele interferir.Esse artigo propõe-se a trazer os dois lados da medalha: 1.abrir, dentro do conhecimento jurídico, a discussão do racismo como fenômeno social real e interferente nos conflitos de classe, na qualidade ...

Leia mais
Carlos-Moore-3

Carlos Moore

Gramática da Ira tem o prazer de receber aqui, para uma conversa franca e contundente, o Mestre Carlos Moore. Esperamos, com isso, aprofundar algumas discussões que temos levantado. Há um grande interesse de nossa parte em compreender e divulgar a questão da negritude em Cuba, na diáspora e continente africano. Para tanto são muito esclarecedores os relatos de experiências vividas e as análises sócio-políticas que o mestre faz, não só do regime revolucionário cubano, no que toca mais diretamente a causa negra, mas de muitas questões que extrapolam as barreiras nacionais. Nosso mestre fala um pouco de sua trajetória de exílios até sua permanência em Salvador, na Bahia, sua morada atual. A partir daí, segue uma conversa inspiradora sobre grandes questões como literatura, música e muito mais. Com emoção, Carlos Moore destaca companheiros de trajetória que se tornaram célebres. Dedica profundas palavras a dois dos homens que tanto colaboraram para ...

Leia mais
Empresas

Para [email protected]

Característico da cultura brasileira, o preconceito vitima não só as minorias, mas a sociedade inteira. Surpreendentemente, o mundo corporativo surge como espaço propício para criar o caldo da diversidade e mudar esse quadro Por Amália Safatle O sonho de Leila era lecionar. Formada em Letras nas Faculdades Oswaldo Cruz, em São Paulo, gosta demais da língua inglesa. Mas, quando conseguia vaga em uma escola pública, o governo estadual não concedia o laudo médico.   Leila tem 5% da visão. Até que acabou desistindo, isso há cerca de quatro anos. Dois anos atrás, a secretaria estadual de Educação criou cotas para deficientes. Mas aí Leila Bahia, hoje coordenadora de Recursos Humanos da Hewlett-Packard, a HP, já tinha se encaminhado para outro rumo. Com funções administrativas, é braço direito dos que fazem a seleção dos novos contratados da empresa. E se prepara para um dia colocar o "olhômetro" em funcionamento, tornando-se uma ...

Leia mais
vania

Não deixe a sua cor passar em branco – o que esperar para o Censo de 2010

  "Afastada a questão de desigualdade, resta na transformação biológica dos elementos étnicos o problema da mestiçagem. Os americanos do Norte costumam dizer que Deus fez o branco, que Deus fez o negro, mas que o Diabo fez o mulato. É o ponto mais sensível do caso brasileiro. O que se chama de arianização do habitante do Brasil é um fato de observação diária. Já com um oitavo de sangue negro, a aparência africana se apaga por completo é o fenômeno do passing nos Estados Unidos. E assim na cruza contínua de nossa vida, desde a época colonial, o negro desaparece aos poucos, dissolvendo-se até a falsa aparência de ariano puro." Paulo Prado, Bacharel em Direito, fazendeiro, empresário e influente porta-voz da aristocracia paulista, em Retratos do Brasil, de 1928. Fonte: Írohín Jornal Online- por Wania Sant'Anna* Em maio de 2008, no aniversário de 120 anos da Abolição do trabalho ...

Leia mais
vania

Não deixe a sua cor passar em branco – o que esperar para o Censo de 2010

Fonte: Írohín Jornal Online- por Wania Sant'Anna* {xtypo_quote}"Afastada a questão de desigualdade, resta na transformação biológica dos elementos étnicos o problema da mestiçagem. Os americanos do Norte costumam dizer que Deus fez o branco, que Deus fez o negro, mas que o Diabo fez o mulato. É o ponto mais sensível do caso brasileiro. O que se chama de arianização do habitante do Brasil é um fato de observação diária. Já com um oitavo de sangue negro, a aparência africana se apaga por completo é o fenômeno do passing nos Estados Unidos. E assim na cruza contínua de nossa vida, desde a época colonial, o negro desaparece aos poucos, dissolvendo-se até a falsa aparência de ariano puro." Paulo Prado, Bacharel em Direito, fazendeiro, empresário e influente porta-voz da aristocracia paulista, em Retratos do Brasil, de 1928.{/xtypo_quote} Em maio de 2008, no aniversário de 120 anos da Abolição do trabalho escravo, ...

Leia mais
Joyce Fonseca

Conceição Evaristo, por Adriana Graciano

Risky, thought Paul D, very risky. For a used-to-be-slave woman to love anything that much was dangerous, especially if it was her children she had settled on to love. The best thing, he knew, was to love just a little bit; everything, just a little bit, so when they broke its back, or shoved it in a croaker sack, well, maybe you'd have a little love left over for the next one. -Adriana Graciano - Toni Morrison in Beloved Contemporary newspaper reports, abolitionist material, and various biographical and autobiographical accounts provide the sources from which this episode can be reconstructed. (...) Trapped in his house by the encircling slave catchers, Margaret Garner killed her three-year-old daughter with a butcher's knife and attempted to kill the other children rather than let them be taken back to into slavery by their master, Archibald K. Gaines, the owner of Margaret's husband and of the ...

Leia mais
fernandoconceicao

Fernando Conceição – A grande mídia contra as ações afirmativas

- Fonte: Observatório da Imprensa - Por Fernando Conceição* em 2/6/2009 O que o Estado Democrático de Direito, o que o republicanismo, o que o interesse público podem esperar quando se alinham, em uníssono à maneira de campanha, três conglomerados de comunicação que, no Brasil, são os proprietários privados dos mais influentes veículos da imprensa nacional? Uma única coisa: o abuso do direito constitucional à liberdade de expressão e de opinião. A coação dos demais poderes institucionais. O desrespeito ao princípio de igualdade de oportunidade, cerne da democracia. Pois é exatamente o que a sociedade brasileira assiste hoje, estupefata, com a sórdida manipulação encampada pela Rede Globo, Grupo Folha e Editora Abril - respectivamente donos da TV aberta de maior audiência, com suas filiadas em todo o território brasileiro, controladores da TV por assinatura, de O Globo, de emissoras de rádio; dos jornais Folha de S. Paulo e Valor Ecnômico, ...

Leia mais
fatima oliveira

Afinal, o que os letrados chamam de “racialização”?

Por: Fátima Oliveira     {xtypo_quote}"Mas é preciso ter força, é preciso ter raça/ É preciso ter gana sempre/ Quem traz no corpo a marca/ Maria, Maria mistura a dor e a alegria/ Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça/ É preciso ter sonho sempre/ Quem traz a fé nessa marca/ Possui a estranha mania de ter fé na vida"... (Maria, Maria, Fernando Brant e Milton Nascimento){/xtypo_quote} É certo que não construiremos um país justo e democrático sem que os brancos compartilhem com os negros os seus privilégios seculares. No caso brasileiro, compartilhar privilégios significa também que os brancos terão menos do que sempre foi exclusivamente seu. Não há como ser diferente. O caderno Mais! da Folha de S.Paulo, de 9 de julho de 2006, sob a manchete "A guerra das cotas", além de outros textos contém duas entrevistas exemplares das posições pró e contra as cotas: Peter ...

Leia mais
zumbidospalmares

Movimento Negro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre Movimento Negro (ou MN) é o nome genérico dado ao conjunto dos diversos movimentos sociais afro-brasileiros, particularmente aqueles surgidos a partir da redemocratização pós-Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro e São Paulo.   Histórico   Movimentos sociais expressivos envolvendo grupos negros perpassam toda a História do Brasil. Contudo, até a Abolição da Escravatura em 1888, estes movimentos eram quase sempre clandestinos e de caráter radical, posto que seu principal objetivo era a libertação dos negros cativos. Visto que os escravos eram tratados como propriedade privada, fugas e insurreições, além de causarem prejuízos econômicos, ameaçavam a ordem vigente e tornavam-se objeto de violenta repressão não somente por parte dos classe senhorial, mas do próprio Estado e seus agentes.   Resistência negra pré-Abolição   Quilombos, quilombolas, quilombagem A principal forma de exteriorização dos movimentos negros rebeldes contra a escravização, nos cerca de quatro séculos em que ...

Leia mais
chuchu

Jesús “Chucho” García

Jesús "Chucho" García, nació en San José de Barlovento, Estado Miranda, Venezuela en 1954. Intelectual, escritor y activista de los derechos de los afrodescendientes, estudió Educación en la Universidad Central de Venezuela. Fundador del Centro de Estudios Afroamericanos "Miguel Acosta Saigne" de la UCV. Ha realizado varias investigaciones sobre la diáspora africana, trabajo que lo llevó a viajar por Norte, Centro, Sur América y el Caribe como también por África, realizando investigaciones etnológicas sobre todo en el Congo, Benin y Cabo Vede de donde provenían la mayoría de los africanos traídos a América y a Venezuela. Últimamente viaja con frecuencia a Europa, siguiendo la problemática de la inmigración africana en este continente. Como activista afrovenezolano ha sido cofundador y organizador de múltiples organizaciones comunitarias tanto urbanas como rurales y activista de larga data contra el racismo y la discriminación. Ha escrito más de veinte libros sobre asuntos africanos, sobre la ...

Leia mais
logo_durban

Declaração de Durban

Declaração e Programa de Ação adotados na III Conferência Mundial de Combate ao Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata 31 de agosto a 8 de setembro de 2001, Durban - África do Sul. DECLARAÇÃO Tendo se reunido em Durban, África do Sul, de 31 de agosto a 8 de setembro de 2001; Expressando nosso profundo agradecimento ao Governo da África do Sul por haver sediado e atuado como anfitrião desta Conferência Mundial; Inspirando-nos na luta heróica do povo da África do Sul contra o sistema institucionalizado do Apartheid, bem como na luta por igualdade e justiça em um clima de democracia, desenvolvimento, Estado de direito e respeito aos direitos humanos, relembrando, neste contexto a  importante contribuição da comunidade internacional para aquela luta e, em particular, o papel-chave dos povos e Governos da África, e observando o importante papel que diferentes atores da sociedade civil, incluindo as organizações não-governamentais, tiveram ...

Leia mais
Foto: Marcus Steinmayer

Faz-de-conta, por Sueli Carneiro

Acaba de ser lançado o livro Não somos racistas, de Ali Kamel, diretor-executivo da Central Globo de Jornalismo. Produto de uma reflexão que o autor vem construindo no calor das disputas de opinião acerca das cotas raciais para negros e indígenas no acesso à universidade e em relação às quais ele vem se posicionando frontalmente contra em diversos artigos no jornal O Globo. As idéias são as de sempre: o risco das cotas promoverem cisão racial na sociedade; não há problema racial no Brasil, apenas social; e a impossibilidade de determinar quem é negro, porque somos um país miscigenado. Dentre as menções apologéticas ao livro de Kamel lê-se que "o título do livro não é uma negação de que o racismo existe em todo lugar onde há seres humanos, mas um gesto de indignação contra a sugestão de que o ódio racial seja um componente da identidade brasileira". Então, há ...

Leia mais
Página 28 de 29 1 27 28 29

Welcome Back!

Login to your account below

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist