segunda-feira, março 8, 2021

Resultados da pesquisa por 'indígenas'

Médicos cubanos a serviço do programa Mais Médicos, no estado do Pará, Ilha do Marajó cidade de Breves em 2015 PAHO/Flickr

Após saída de médicos cubanos, mortes de bebês indígenas crescem 12% em 2019

Após atingir níveis historicamente baixos em um período que coincidiu com a execução do Programa Mais Médicos, a mortalidade de bebês indígenas voltou a subir em 2019 — depois da saída de médicos cubanos que atuavam pelo programa — e retornou aos patamares anteriores à iniciativa. Por João Fellet, da BBC Médicos cubanos a serviço do programa Mais Médicos, no estado do Pará, Ilha do Marajó cidade de Breves em 2015 (PAHO/Flickr) Dados do Ministério da Saúde obtidos pela BBC News Brasil com base na Lei de Acesso à Informação mostram que, entre janeiro e setembro de 2019 — último mês com estatísticas disponíveis —, morreram 530 bebês indígenas com até um ano de idade, alta de 12% em relação ao mesmo período de 2018. Indígenas e especialistas no setor citam entre as causas para o aumento o fim do convênio entre o Mais Médicos e ...

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Política da Funai há mais de 30 anos defende que indígenas isolados permaneçam nessa condição, já que contatos anteriores resultaram em mortes e perda de cultura ancestral (Foto: Gleilson Miranda/CGIIRC/Funai)

Ex-missionário nomeado para Funai é acusado de manipular indígenas e dividir aldeias

Organização em que Lopes Dias trabalhou por 10 anos foi acusada de levar doenças fatais a isolados e teve pastor norte-americano condenado por pedofilia e abuso sexual de menores indígenas no Acre Por Diego Toledo, da Repórter Brasil “Não queremos novos abusos”. É com esta frase que os matsés, etnia que vive no Vale do Javari, no Amazonas, encerram uma carta de repúdio à nomeação de um ex-missionário evangélico para cuidar de uma das áreas mais sensíveis da Funai (Fundação Nacional do Índio). Lideranças indígenas da região ficaram espantadas ao saber que o novo responsável pela proteção de povos isolados, Ricardo Lopes Dias, é o pastor que viveu e trabalhou no Javari por uma década, convertendo comunidades e dividindo aldeias – enquanto chamava de “pecado” alguns dos seus costumes ancestrais. Paulo Marubo, líder de outra etnia do Vale do Javari, região com a maior concentração de povos isolados do Brasil, ...

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Créditos da foto: (Cleber Dioni Tentardini)

Separar para depois destruir: a estratégia do capital contra negros e indígenas

A segunda mesa de debates do Fórum Social de Porto Alegre 2020 reuniu lideranças que lutam pelo direito à terra e pela manutenção da própria cultura Por Cleber Dioni Tentardini, da Carta Maior  Créditos da foto: (Cleber Dioni Tentardini) Rezas, saudações à mãe terra e gritos de ordem se misturaram durante as segunda mesa de debates do Fórum Social das Resistências 2020, realizadas na tarde de quinta-feira (23), no auditório da Fetrafi – Federação dos Trabalhadores em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul. Cerca de 200 pessoas assistiram às apresentações dos representantes dos povos tradicionais latino-americanos, de lideranças políticas e estudantis e de organizações não-governamentais. As falas revelavam a preocupação dos povos tradicionais, cuja cultura e direitos está em xeque. “Esse é um momento de alegria por estar aqui, mas o meu relato é de tristeza. Estamos lutando sozinhos para manter o pouco de terra ...

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Aldeia Kamaú, na Terra Indígena Baú (PA)

Terras Indígenas são as mais eficazes para manutenção dos estoques de carbono

Estudo inédito avalia as perdas e ganhos de emissão do carbono na Amazônia e faz um alerta: é preciso apoiar os povos indígenas, que são os principais guardiões da floresta Do ISA - Instituto Socioambiental Versão para impressão Um novo estudo científico comprova a importância das Terras Indígenas para a manutenção dos estoques de carbono, que ajudam a regular o clima e evitar que o aquecimento da Terra seja ainda mais intenso. Os dados inéditos foram publicados nesta segunda-feira (27) na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences. O estudo identificou que as Terras Indígenas (TIs) e as áreas naturais protegidas (ANPs) na Amazônia são menos propensas à perda líquida carbono do que regiões desprotegidas. Isso ocorre porque a liberação de carbono resultante de degradação em TIs e ANPs é, em grande parte, compensada pelo crescimento da vegetação florestal – algo que não se verifica em terras sem ...

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Foto: Natalia Dourado

Com cotas, USP quadruplica número de estudantes negros e indígenas em 10 anos

Após adoção de cotas no Sisu e na Fuvest, porcentagem de calouros da USP que estudaram na rede pública saltou de 35% para 40%; meta para esse ano é chegar a 45%. Por Renato Biazzi, Gustavo Galvão, Daniel Seidl e Ana Carolina Moreno, do G1 Foto: Natalia Dourado/Reprodução USP A Universidade de São Paulo (USP) conseguiu quadruplicar o número de estudantes de graduação que se declaram pretos, pardos ou indígenas entre 2010 e 2019. Dados consolidados sobre o perfil de calouros da USP obtidos pela TV Globo mostram que, no ano passado, o número de calouros negros ou indígenas chegou a 25,2% do total, contra uma participação que variou entre 5% e 6% em 2010, segundo informações aproximadas divulgadas pela Pró-Reitoria. Em 2019, a instituição também conseguiu cumprir sua meta autoimposta de ter 40% de seus calouros oriundos de escolas públicas. Foi o recorde de participação ...

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O cacique Raoni, ao centro, entre líderes indígenas de 47 povos, que estiveram reunidos por quatro dias no Mato Grosso para relançar a "aliança dos povos da floresta". (Foto: RICARDO MORAES / REUTERS (REUTERS))

A semana em que 47 povos indígenas brasileiros se uniram por um manifesto antigenocídio

Sob o comando do cacique Raoni, líderes indígenas de várias partes do Brasil assinaram um documento de quatro páginas em que acusam o Governo Bolsonaro de colocá-los em risco Por HELENA BORGES, do El Pais O cacique Raoni, ao centro, entre líderes indígenas de 47 povos, que estiveram reunidos por quatro dias no Mato Grosso para relançar a "aliança dos povos da floresta". Foto: RICARDO MORAES / REUTERS (REUTERS) Em um momento de pouco diálogo e muitas brigas no meio político internacional, 47 povos indígenas brasileiros se reuniram entre os dias 14 e 17 de janeiro para dar uma aula de diplomacia. O Encontro dos Povos Mebengokrê e Lideranças Indígenas do Brasil era um desejo que o cacique Raoni Metuktire nutria há três anos: um momento em que as diferentes lideranças de povos indígenas que vivem espalhados pelo território brasileiro estivessem finalmente juntos e que, em ...

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NOTA À IMPRENSA: Escalada de violência contra povos indígenas revela falhas graves do governo com os direitos humanos no Brasil

A escalada da violência contra as populações indígenas no Brasil revela a falha grave do Estado Brasileiro em proteger os direitos humanos de seus povos originários, afirma a Anistia Internacional ao fim de uma semana em que mais um indígena Guajajara foi morto no Maranhão e duas lideranças Uru-Eu-Wau-Wau denunciam ter escapado de uma emboscada em sua terra, em Rondônia. Entre os direitos mais básicos que estão sendo violados, a Anistia destaca o bem mais precioso de toda pessoa, o direito à vida, o direito à segurança e o direito ao território, que é garantido aos povos indígenas do Brasil pela Constituição Federal e por inúmeros tratados internacionais dos quais o país é signatário. Da Anistia Internacional Brasil  (Foto: EVARISTO SA VIA GETTY IMAGES) Na última sexta-feira (13.12), o jovem indígena Erisvan Guajajara, de 15 anos, foi encontrado morto em Amarante, no Maranhão. Erisvan é o ...

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Cinco dos 35 indígenas assassinados no Maranhão entre 2009 e 2019 — Foto: CIMI

Em 10 anos, 35 indígenas foram mortos no Maranhão, aponta Conselho Indigenista Missionário

Número de mortes teve 'boom' entre 2015 e 2016, caiu entre 2017 e 2018, mas voltou a subir em 2019. No último sábado, dois indígenas foram mortos após serem alvo de tiros. Por Rafael Cardoso, do G1 Cinco dos 35 indígenas assassinados no Maranhão entre 2009 e 2019 — Foto: CIMI Em 10 anos, 35 casos de assassinatos de indígenas foram registrados no Maranhão. Os dados são do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e somam os casos que ocorreram dentro e fora das terras indígenas. Entre novembro e dezembro deste ano, no intervalo de um mês e sete dias, três índios morreram em confrontos no estado. Ninguém foi preso até a última atualização desta reportagem. No sábado (7), um grupo foi alvo de tiros na BR-226 e dois índios morreram (leia mais ao final da reportagem). De acordo com os dados do Cimi, há períodos de calmaria ...

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Ato em frente ao Palácio do Planalto na manhã desta terça-feira (26). Foto de Thais Mallon

Bolsonaro se nega a receber a Anistia Internacional e lideranças indígenas que exigem a proteção da Amazônia e dos povos tradicionais

Na manhã desta terça-feira (26), a Anistia Internacional Brasil realizou uma ação na Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, junto a três lideranças indígenas para marcar a entrega a petição que reuniu mais de 162 mil assinaturas de 53 países do mundo exigindo que o Presidente Jair Bolsonaro proteja a Amazônia e os povos tradicionais que nela vivem. Na mesma ocasião, a organização lançou a pesquisa “Cercar e trazer o boi: pecuária bovina ilegal na Amazônia brasileira”, em que documentou, em terras indígenas e reservas, como a atividade ilegal da pecuária na Amazônia contribui para o desmatamento e violações de direitos dos povos da floresta. Da Anistia Internacional Brasil  Ato em frente ao Palácio do Planalto na manhã desta terça-feira (26). Foto de Thais Mallon A ação simulou uma reunião com o presidente Bolsonaro, uma vez ele negou o pedido ...

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Silvia Costanti/Valor

‘Opressão vivida hoje por indígenas é rara’

Para Manuela Carneiro da Cunha, aumento de queimadas e questionamento ao Inpe são ‘pesadelos’ Por Daniela Chiaretti, do Valor    Manuela Carneiro da Cunha: ‘É uma vergonha o Brasil jogar fora esta enorme riqueza que é a biodiversidade; espero que seja transitória, não é possível que continue’ — Foto: Silvia Costanti/Valor O governo de Jair Bolsonaro está chegando ao “topo da lista dos opressores” dos povos indígenas, mesmo diante de um elenco de séculos de arbitrariedades. A avaliação é de Manuela Carneiro da Cunha, professora titular aposentada da USP e professora emérita da Universidade de Chicago, referência internacional na antropologia. “É um pesadelo”, continua, avaliando o aumento do desmatamento e o questionamento do trabalho de pesquisadores em instituições como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “O governo solapou a fiscalização e desdenha o conhecimento científico”, continua. O impacto das mensagens de Bolsonaro e de membros ...

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Para O-é Kayapó, líder na Associação Floresta Protegida (AFP), no Pará, indígena levada por Bolsonaro à ONU 'só tem o apoio da própria família' entre comunidades do Xingu

‘Ofensivo’, ‘racista’ e ‘paranoico’: a visão de líderes indígenas sobre discurso de Bolsonaro na ONU

"Lamentável", "ofensivo", "racista" e "paranoico" foram alguns dos adjetivos com que lideranças de algumas das principais organizações indígenas brasileiras classificaram o discurso do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (24/9). Por João Fellet , da BBC Para O-é Kayapó, líder na Associação Floresta Protegida (AFP), no Pará, indígena levada por Bolsonaro à ONU 'só tem o apoio da própria família' entre comunidades do Xingu (Foto retirada do site da BBC) A BBC News Brasil ouviu líderes da Associação do Território Indígena do Xingu (Atix), da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), da Associação Floresta Protegida (AFP) e da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) — entidade que agrega associações de todas as regiões do país e representa os 305 povos indígenas brasileiros. Todos repudiaram o discurso de Bolsonaro, defenderam o cacique Raoni Metuktire de críticas feitas pelo presidente e ...

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Debate contou com a participação das lideranças indígenas Alessandra Korap Munduruku, Manoel Munduruku, da quilombola de Diamantina (MG) Ione Martins e de Dileudo Guimarães, liderança quilombola de Santarém - Foto: Franciele Petry

Indígenas e quilombolas falam sobre experiência de construção de protocolos de consulta no Tapajós

Esse tratado internacional ratificado pelo Brasil em 2002 determina que povos e comunidades tradicionais tem direito à consulta prévia no caso de projetos, medidas governamentais ou legislativas que impactem os territórios ou modos de vida dessas comunidades. por Franciele Petry Schramm no Terra de Direitos Debate contou com a participação das lideranças indígenas Alessandra Korap Munduruku, Manoel Munduruku, da quilombola de Diamantina (MG) Ione Martins e de Dileudo Guimarães, liderança quilombola de Santarém - Foto: Franciele Petryi Impactados pelo avanço do agronegócio sobre a Amazônia e pelos projetos de megaempreendimentos – como de hidrelétricas e portos – comunidades indígenas, quilombolas e outros povos tradicionais recorrem cada vez mais à Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para garantir seus direitos e a proteção de seus territórios. Esse tratado internacional ratificado pelo Brasil em 2002 determina que povos e comunidades tradicionais tem direito à consulta prévia ...

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Marcha das Margaridas e Indígenas demostram força e resistência, contra atual Governo que retira direitos e conquistas das mulheres

A Marcha das Margaridas e Indígenas, foi encerrada nesta quarta-feira (14). Em um grande ato tomou conta das ruas da capital no Brasil, ecoando no mundo. A mobilização reuniu mais de 100 mil mulheres de diversos setores, movimentos  e categorias, por soberania popular, democracia, justiça, igualdade e  fim da violência de gênero. Por Mônica Aguiar, Do Blog Monica Aguiar  A mobilização teve a participação da Marcha das Mulheres Indígenas (Foto: Andressa Zumpano/CPT) A grande concentração lilás e vermelha ocorreu entre o Pavilhão do Parque da Cidade e o Congresso Nacional, seguindo pelo Eixo Monumental até o gramado do Senado federal. A Marcha das Margaridas,  teve como eixo  central"Margaridas na Luta por um Brasil com Soberania Popular, Democracia, Justiça, Igualdade e Livre de Violência",  reuniu caravanas de todas as regiões do Brasil e representantes de cerca de 25 países de diferentes continentes, em uma verdadeira ciranda que traduziu  a  força e resistência da luta de todas as mulheres. Combater  as ...

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FOTO: REPRODUÇÃO/TWITTER

Mulheres indígenas ocupam prédio do Ministério da Saúde

Protesto faz parte da primeira edição da Marcha das Mulheres Indígenas, que inaugura semana de manifestações em Brasília Por GIOVANNA GALVANI, da Carta Capital FOTO: REPRODUÇÃO/TWITTER Na manhã desta segunda-feira 12, manifestantes que participam da 1ª Marcha das Mulheres Indígenas, em Brasília, ocuparam parte do prédio do Ministério da Saúde em Brasília, na Explanada dos Ministérios. De acordo com informações do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a reivindicação é “em defesa do subsistema de saúde indígena”, amparado pela SESAI (Secretaria Especial de Saúde Indígena). Mulheres indígenas ocupam o Ministério da Saúde! A luta é em defesa do subsistema de saúde indígena. Atividade faz parte da 1ª Marcha das Mulheres Indígenas em Brasília. Vídeo: Kamikia Kisedje #marchadasmulheresindigenas #nenhumagotaamais pic.twitter.com/mptAru5FoI — Cimi (@ciminacional) August 12, 2019 Dentro e fora do prédio, os indígenas cantavam e diziam motivações para a manifestação, que tem a saída da atual secretária Silvia Waiãpi, ...

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Os índios Wajãpi. VICTOR MORIYAMA

Judeus em defesa dos povos indígenas

Os índios Wajãpi. (Foto:VICTOR MORIYAMA) Há mais de vinte anos, a terra do povo Waiãpi, no oeste do Amapá, foi finalmente demarcada. Mesmo assim, na última semana (23 de Julho de 2019) a terra foi invadida por um grupo armado que assassinou brutalmente o líder indígena Emyra Waiãpi. Os invasores tomaram a aldeia dos Waiãpi, forçando-os, sob risco de morte, a se concentrar em uma comunidade vizinha. Por Judeus pela Democracia-SP, enviado para o Portal Geledés  A disposição para invadir um território indígena e assassinar um de seus líderes é alimentada por uma série de discursos e ações realizadas pelo governo federal que deslegitimam a vida e a terra dos povos originários. Como não ver no governo um aliado dessa barbárie, quando um dia antes do assassinato de um líder indígena, o presidente enuncia que a missão que dará a seu filho, Eduardo Bolsonaro, como embaixador ...

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CNBB emite nota sobre situação dos povos indígenas Wajâpi, no Amapá

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acompanha atentamente os desdobramentos da crise socioambiental que vem se agravando e atinge de modo fatal os povos da Amazônia, particularmente os indígenas. Por  ANTONIO CARLOS RIBEIRO, do CNBB Imagem retirada do site CNBB A presidência da CNBB manifesta preocupação com a elucidação da morte do líder da etnia Wajãpi, ocorrida no dia 24 de julho, no Estado do Amapá. Reforça, também, o que o episcopado brasileiro indicou na mensagem divulgada em maio deste ano, em sua 57ª Assembleia Nacional: “Precisamos ser uma nação de irmãos e irmãs, eliminando qualquer tipo de discriminação, preconceito e ódio. Somos responsáveis uns pelos outros. Assim, quando os povos originários não são respeitados em seus direitos e costumes, neles o Cristo é desrespeitado: ‘Todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes mais pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer’ ...

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Ornamentada. Com acessórios típicos, Cris Pantoja toca samba raíz, coco carimbó e músicas de rituais indígenas Foto- Fábio Guimarães : Agência O Globo

DJs indígenas militam em favor de igualdade racial e de gênero

Cris Pantoja e Renata Machado caíram na profissão de paraquedas e hoje fazem voos altos em busca da desconstrução de preconceitos contra suas origens por Priscilla Aguiar Litwak no O Globo Ornamentada. Com acessórios típicos, Cris Pantoja toca samba raíz, coco carimbó e músicas de rituais indígenas Foto- Fábio Guimarães : Agência O Globo Elas são mulheres, mães, indígenas e utilizam a música popular brasileira para militar sobre suas raízes. Niteroienses, Cris Pantoja, de 36 anos, e Renata Machado, a Aratykyra, de 29, não se conhecem pessoalmente, mas têm muito em comum. Tornaram-se DJs por acaso e hoje chamam a atenção não só pelo talento, mas pelo ativismo contra preconceitos e esteriótipos acerca da cultura indígena . Da etnia Sateré-mawé, a mãe de Cris morava numa comunidade ribeirinha, na Amazônia, no Pará, e veio a Niterói em busca de uma vida melhor. Cris conta que cresceu ...

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Lá na Laje retorna ao Sesc Pompeia com autoras negras e indígenas

Entre as convidadas confirmadas estão Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Igiaba Scego, Futhi Ntshingila, Mirta Portillo, Porsha, entre outras  Por Jessica Balbino, Enviado para o Portal Geledés Enviado para o Portal Geledés Depois de um ano de ações, sob curadoria da jornalista Jéssica Balbino, o clube Lá na Laje retoma as atividades no Sesc Pompeia a partir do dia 26 de junho às 19h30. Com o tema “Resistência, substantivo feminino”, o novo ciclo debate as formas de resistência na literatura e propõe um intercâmbio entre autoras brasileiras e de diferentes partes do mundo, privilegiando as produções feitas por pessoas negras e indígenas. O primeiro encontro recebe a romancista Eliana Alves Cruz, do Rio de Janeiro, autora dos livros “Água de Barrela” e “O crime do cais do valongo” e Cidinha da Silva, autora de mais de 10 títulos, entre eles “#ParemdeNosMatar”, “Um exu em Nova York” e “Exuzilhada”. O bate-papo, que recebe o nome de “Paraísos ...

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Canadá admite ter sido cúmplice de ‘genocídio racial’ de mulheres indígenas

O Canadá foi cúmplice de um "genocídio racial" contra mulheres indígenas, segundo um extenso relatório produzido pelo próprio governo canadense. Da BBC  Foto: REUTERS O texto, divulgado na segunda-feira (03/06) cita dados de uma pesquisa mostrando que as mulheres indígenas tinham 12 vezes mais chances de serem mortas ou desaparecerem do que outras mulheres no Canadá. Produzido ao longo de três anos, o relatório de 1.200 páginas apresenta mais de 200 recomendações, entre elas um chamamento para todos os canadenses ajudarem a acabar com a violência, inclusive aprendendo a história indígena. O relatório constatou que "as violações e abusos persistentes e deliberados dos direitos humanos dos indígenas são a causa básica por trás das taxas de violência do Canadá". Baseado em audiências e pesquisas, entrevistas sobre sobre violência desproporcional enfrentada por mulheres e meninas indígenas no Canadá, o estudo culpa o colonialismo arraigado e a falta ...

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Ro’Otsitsina Xavante no Acampamento Terra Livre em Brasília. (Foto: LUCAS LANDAU)

“Dizer que nós mulheres indígenas não enfrentamos violência de gênero é mentira”

Porta-voz do movimento das mulheres indígenas, Ro’Otsitsina Xavante conta como elas estão se organizando para combater o machismo nas aldeias Por MARINA ROSSI, do El País  Ro’Otsitsina Xavante no Acampamento Terra Livre em Brasília. (Foto: LUCAS LANDAU/El País ) Mulheres indígenas de todo o país sairão em marcha pela primeira vez para chamar a atenção para questões de gênero de seus povos. A decisão foi tomada durante o Acampamento Terra Livre, que terminou na última sexta-feira na capital federal. Elas se juntarão à Marcha das Margaridas, manifestação anual que ocorre todo o mês de agosto em Brasília, liderada por trabalhadoras rurais. “Queremos compor com as Margaridas para mostrar aliança”, contou Ro’Otsitsina Xavante, que, na diversidade do movimento de mulheres indígenas, é uma de suas porta vozes. Durante o acampamento, as "parentas", como elas chamam umas às outras, realizaram uma plenária para debater suas principais demandas. Organizaram-se separadamente por ...

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