terça-feira, agosto 11, 2020

    Resultados da pesquisa por 'islamofobia'

    Foto: Getty Images

    Canada ratifica moção de condenação de islamofobia e racismo sistemático

    A "Moção 103" foi preparada por um deputado liberal do Partido Liberal em dezembro Canada ratifica moção de condenação de islamofobia e racismo sistemático Do TRT Foto: Getty Images O parlamento do Canadá ratificou a moção de condenação islamofobia e o racismo sistemático. O projeto intitulado "Moção 103" e preparado em dezembro pelo deputado do Partido Liberal, Ikra Halid, foi aprovado na sessão da tarde do Parlamento. Foi aprovada com 91 votos contra 201 também para receber o apoio dos membros do Partido da Nova Democracia. As chamadas de movimento condenaram a islamofobia e cada tipo de racismo sistêmico e discriminação religiosa, a formação de uma comissão para reduzi-los e removê-los e tomar medidas para eliminar a atmosfera de ódio e medo no público. A comissão é esperada para formar dados sobre crimes de ódio, avalia as necessidades das comunidades afetadas de discriminação e apresentar as ...

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    Islamofobia em SP? Mesquita Brasil é pichada com a mensagem “Je suis Charlie”

    A parede do maior templo islâmico do país, localizado na capital, amanheceu neste domingo (11) com a mensagem que vem encabeçando as campanhas contra o ataque ao jornal francês Charlie Hebdo. “Nós não somos terroristas”, afirmou gestor da mesquita  Por Ivan Longo Do Spresso sp O ataque ao jornal francês Charlie Hebdo, ocorrido na semana passada, vem gerando uma série de debates acerca da intolerância religiosa. A máxima “Je suis Charlie” (Somos Charlie, em português), usada por aqueles que querem prestar apoio aos jornalistas assassinados, infelizmente também caiu como uma luva para aqueles que pregam a islamofobia e essas manifestações já vêm ficando evidentes em um série de lugares do mundo, inclusive em São Paulo. A Mesquita Brasil, maior templo islâmico do país, localizada na Avenida do Estado, na capital, teve suas paredes pichadas justamente com a inscrição “Je suis Charlie”. A frase, que até então vinha sendo utilizada em atos ...

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    Organizações e partidos se mobilizam contra islamofobia na Alemanha

    Algumas cidades alemãs são palco nesta segunda-feira de manifestações convocadas por distintas organizações, com o apoio explícito do Partido Social-Democrata (SPD), em rejeição ao racismo e ao movimento islamofóbico Europeus Patrióticos contra a Islamização da Europa (Pegida, sigla em inglês). Do: Terra Mais uma vez, a Pegida convocou seus seguidores em Dresden (leste da Alemanha) e organizou a concentração na frente da Catedral de Colônia (oeste do país), cujo padre, Norbert Feldhoff, decidiu apagar as luzes da igreja em sinal de desacordo. "Desliguem a luz para a Pegida", pediram os social-democratas em imagem postada no Twitter, encorajando a participação contra as manifestações que acontecerão em Dresden, Berlim, Colônia, Hamburgo, Stuttgart, Rostock, Würzburg, Münster, Kassel, Marburg, München. Também através de Twitter, o ministro da Justiça da Alemanha, o social-democrata Heiko Maas, pediu que as pessoas não se calassem perante os que quiserem "instrumentalizar" o medo nos cidadãos "com fins xenófobos". "Juntos, ...

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    A arquiteta urbanista Joice Berth Imagem: Priscila Caetano

    Joice Berth: ‘Mobilização de comunidades é resultado do abandono político’

    Além de expor para todos as desigualdades históricas, a chegada da covid-19 ao Brasil e, principalmente, às periferias provocou "um choque de pandemia", avalia a arquiteta e urbanista Joice Berth. Para Berth, também autora do livro "O que é Empoderamento?" (Selo Sueli Carneiro da Editora Polén, 2019), o que vem ocorrendo no Brasil desde março é o encontro de dois vírus: o da covid-19 e o da negligência do poder público. A pandemia destacou um cenário já conhecido: a mobilização popular surge com força nas periferias para suprir demandas não atendidas pelo poder público, mas esse cenário não é o ideal e deve haver cuidado para não romantizá-lo. Uma saída para valorizar essa atuação e gerar mudança, defende a arquiteta urbanista, é uma maior participação de pessoas com experiência de articulação nesses territórios nos espaços de decisão das políticas urbanas. Leia abaixo a entrevista. Como a pandemia tem impactado a ...

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    A cientista política e feminista Françoise Verges - Anthony Francin/Divulgação

    Feminismo ocidental nunca questionou privilégios de brancas, diz ativista

    De acordo com Françoise Vergès, a pandemia, embora agrave as desigualdades, não mudará o modo como mulheres brancas se aproveitam da exploração do trabalho doméstico de mulheres que pertencem a minorias. A cientista política, historiadora, ativista e especialista em estudos pós-coloniais francesa lança agora no Brasil seu mais recente livro, “Um Feminismo Decolonial”, no qual aborda movimentos feministas antirracistas, anticapitalistas e anti-imperialistas, em contraste ao feminismo branco europeu, chamado de civilizatório, que se quer universal e acredita poder salvar as mulheres de outros tons de pele do obscurantismo. O termo decolonial, principal conceito do livro, faz referência ao esforço de tornar pensamentos e ações livres do legado das diversas colonizações, e se diferencia, na tradução ao português, de descolonial, que se refere aos processos históricos de desligamento das metrópoles e ex-colônias. Vergès, de uma família de militantes comunistas de origens francesa e vietnamita, cresceu na ilha da Reunião, departamento francês ...

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    Credit: Getty - Contributor

    Por que razão o racismo ainda é uma questão europeia?

    Nas últimas semanas, Lilian Thuram, futebolista campeão do mundo pela França em 1998, voltou ao centro das notícias e debates na Europa quando se pronunciou em defesa de um jogador negro vítima de racismo de torcedores. Thuram teve a coragem de dizer que os brancos pensam ser superiores e acreditam nisso, pois o racismo é uma construção de séculos e muito difícil de ser mudada (1). O fato de a frase virar alvo de polêmica revela a necessidade de se discutir o racismo na Europa como um legado da história imperial ultramarina de diversos países europeus, mas também a necessidade de ir além desta discussão. Como afirma Ângela Davis, “não basta não ser racista, há que ser antirracista” (2). Por FERNANDA VILAR, do Buala  Lilian Thuram | Foto Conselho da Europa Fundador da Associação pela Educação contra o racismo (3), Thuram foi acusado de racismo anti-branco, ...

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    Há elo direto entre luta dos negros e dos LGBTs, diz Angela Davis

    Últimas décadas ensinam que ações coletivas podem produzir transformação radical, afirma ativista, que vem ao Brasil Por Angela Davis, Da Folha de S.Paulo (Foto: Paul Morigi via Getty Images) Embora ataques a comunidades LGBTs persistam ainda hoje, êxito da luta por direitos civis nas últimas décadas ensina que ações coletivas podem produzir transformações radicais, diz autora em texto que integrará o livro ‘O Significado da Liberdade’, a ser lançado em 2020. Angela Davis estará em São Paulo em 19 de outubro para uma conferência no seminário internacional “Democracia em Colapso?”, realizado em parceria entre a editora Boitempo e o Sesc São Paulo. Ao nos depararmos com todos os problemas que assolam nossas vidas e o mundo, da assim chamada guerra ao terror às diversas manifestações de racismo, tanto as sutis quanto as violentas, até os ataques a comunidades lésbicas, gays, bissexuais e transgêneras, passando por investidas ...

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    Pedro Ferreira

    “A maior expressão de preconceito racial consiste na negação deste preconceito”

    Pensar, ponderar, analisar e acima de tudo, realizar estudos sobre os fenómenos do racismo, da xenofobia e da discriminação étnico-racial em Portugal, constitui uma necessidade imperiosa de uma sociedade que cresceu e se diversificou no plano étnico, no plano racial, no plano cultural. Felicito, por isso, a 1ª Comissão e, em particular a subcomissão para a igualdade e não discriminação por esta feliz e tão oportuna iniciativa. Por Francisca Van Dunem, do Público Francisca Van Dunem (Foto: Pedro Ferreira) Sem informação obtida através de estudos, inquéritos e análises aprofundadas e sérias sobre estas temáticas nunca chegaremos a conhecê-las na sua dimensão integral, sendo incontornável que estes fenómenos existem e atravessam, transversalmente todos os estratos da sociedade. O relatório agora apresentado evidencia claramente essa necessidade de obtenção de informação estruturada, detalhada e atualizada. É redutor e pode ser indutor de erros que cada um de nós fundeie ...

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    Protesto contra o candidato Jair Bolsonaro em São Paulo (Alexandre Schneider/Reuters)

    Muçulmanos e judeus assinam manifesto contra Bolsonaro

    Dez grupos das duas comunidades publicaram carta conjunta em que associam a candidatura do presidenciável à volta do fascismo no Brasil Por Ana Paula Machado, do Exame  Protesto contra o candidato Jair Bolsonaro em São Paulo (Alexandre Schneider/Reuters) Grupos muçulmanos e judeus assinaram juntos um manifesto contra a candidatura do presidenciável, Jair Bolsonaro (PSL). 10 grupos das comunidades que representam cerca de 9 mil pessoas publicaram uma nota em oposição à candidatura. “Nós, muçulmanos e judeus, que conhecemos os horrores da islamofobia e do antissemitismo, temos a sensibilidade aguçada para perceber que, entre todas as barbaridades proferidas por este candidato, a mais emblemática, por atingir vários segmentos, foi a de que as minorias devem se curvar à maioria”, diz a nota. Para uma das idealizadoras do manifesto, a muçulmana Regina Márcia Oliveira de Faria, o Brasil corre um sério risco de ter uma ideologia fascista com a vitória de Jair ...

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    BRYAN WOOLSTON / REUTERS

    A Marcha das Mulheres contra Trump se tornou ‘indispensável’ nos EUA

    Norte-americanas vão marchar novamente em oposição ao governo de Donald Trump em 2018. Por Andréa Martinelli, do Huffpost Brasil BRYAN WOOLSTON / REUTERS 21 de janeiro, um ano depois. Nesta mesma data, em 2017, milhares de mulheres tomaram as mesmas avenidas de Washington D.C que Donald Trump não conseguiu preencher no dia de sua posse como o 45º presidente dos Estados Unidos. Segundo os organizadores, à época, mais de três milhões de pessoas marcharam por todo o país para mostrar a insatisfação com a agenda ultraconservadora do novo presidente e como uma nasty woman (mulher desagradável, em tradução livre) realmente se parece. E o ano que passou não foi fácil para as mulheres norte-americanas. Trump, que professou aos quatro ventos "grab them by the Pussy" ("Agarre-as pela buceta") e foi alvo de denúncias de assédio durante as eleições, indicou apenas três mulheres para cargos oficiais e logo no terceiro dia de governo limitou auxílio financeiro a ONGs estrangeiras que ...

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    Medidas de combate ao terrorismo alimentam racismo e xenofobia, alerta especialista da ONU

    Os governos devem fazer mais para combater o racismo, a islamofobia e a discriminação que se agravam em meio à ameaça de terrorismo em curso e são, em alguns casos, alimentados por políticas antiterroristas, de acordo com um relator especial das Nações Unidas. Da Onu Foto: Shutterstock Mutuma Ruteere disse à Assembleia Geral em Nova Iorque que o discurso de ódio e as medidas de segurança estavam alimentando o racismo, a xenofobia e a discriminação com base na origem étnica das pessoas, bem como no status de migração ou religião – no contexto atual de medidas e legislação antiterroristas. “O aumento dos ataques terroristas nos últimos tempos levou os Estados em várias regiões do mundo a adotar uma variedade de medidas antiterroristas”, disse Ruteere, relator especial das Nações Unidas sobre formas contemporâneas de racismo em seu relatório. “No entanto, em muitos países, essas medidas provocaram preocupação com a proteção dos direitos humanos. Também ...

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    Líder neonazista se declara gay, revela herança judaica e abandona movimento no Reino Unido

    Kevin Wilshaw, de 58 anos, passou toda a vida adulta promovendo o supremacismo branco, mas foi alvo de abusos dentro do próprio movimento no Opera Mundi Um proeminente líder neonazista da Frente Nacional (NF) britânica deixou o movimento após se declarar gay e revelar a sua herança judaica. Ele fez as revelações sobre seu passado violento enquanto renunciava ao extremismo de extrema direita. Kevin Wilshaw, de 58 anos, passou toda a vida adulta promovendo o supremacismo branco e era uma figura de alto perfil na Frente Nacional na década de 1980. Em 2017, ele ainda fazia discursos em eventos extremistas e havia sido preso em março. Ao Channel 4 News, ele admitiu atos de violência e racismo, incluindo esmagar uma cadeira sobre a cabeça de uma pessoa em Leeds e vandalizar uma mesquita em Aylesbury. Ele disse que ele se juntou ao movimento "porque não tinha muitos amigos na escola", ...

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    De Hannah Arendt a Paul Gilroy, cinco livros que buscam as raízes do ódio contemporâneo

    A Declaração Universal dos Direitos Humanos é clara: todos têm direitos iguais, independentemente de classe social, gênero, raça, etnia ou religião. Não é o que acontece, no entanto. No Brasil e no mundo, as taxas relacionadas a crimes de ódio são altas, e têm crescido com a escalada de discursos racistas, machistas, homofóbicos e xenófobos, que ganham propulsão nas redes sociais e nas ruas num contexto de avanço do conservadorismo de governos de extrema-direita. Por dia, no Brasil, ao menos uma pessoa LGBT é morta, oito casos de feminicídio são registrados pelo Ministério Público e 63 jovens negros são assassinados. Dados da Secretaria de Direitos Humanos mostram que denúncias contra casos de intolerância religiosa aumentaram 3.600% no país, entre 2011 e 2016. Apenas a cidade de São Paulo registra um crime de ódio por hora, a maior parte deles relacionada ao racismo, segundo a Secretaria da Segurança Pública. Em outros países o quadro é semelhante. No último ...

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    Boaventura: para uma Sociologia das Ausências

    Por que, há cem anos, os círculos intelectuais e artísticos mais férteis da Europa eram cegos para o resto do mundo e a guerra em que mergulhariam. Como tudo isso se repete hoje Por Boaventura de Sousa Santos, do OUTRAS PALAVRAS Imagem: Oswaldo Guayasamin, Ramblas Estamos em 1913, no centro da vida cultural e política da Europa, um centro que passa fundamentalmente por Viena, Berlim, Praga, Paris, Munique e, à distância, Londres. As elites culturais alimentam incessantemente a sua ilustração nos jornais, folhetins e saraus literários, nas galerias de arte, nos concertos, nas tertúlias de café. Estão febrilmente a par da atualidade cultural e artística e seguem com alguma distância a atualidade política, bem menos excitante. Mas há, entre essas elites, jovens revolucionários que, na clandestinidade, vão preparando tempos novos. É um tempo que se imagina como sendo de enorme criatividade, de inovações e irreverências que rompem com as rotinas, as ...

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    “Casamento infantil não é cultura, é violência”, afirma ativista cigana

    Por defender os direitos das mulheres em sua comunidade, Rebecca Taina perdeu sua identidade perante tradicionalistas Por Nana Queiroz Do Azmina Esta é uma das investigações patrocinadas pelo Programa de Bolsas de Reportagem da Revista AzMina que você ajudou a tornar realidade. Leia a série completa aqui. E nos ajude a continuar fazendo investigações assim aqui. Imagem retirada do site AzMina Para muitos ciganos tradicionalistas, Rebecca Taina perdeu o direito de ser cigana porque resolveu falar contra o machismo. “Tive minha identidade sequestrada de mim”, protesta ela. Mas ela insiste em ocupar um lugar de vanguarda dentro de uma comunidade que, por enfrentar tantos preconceitos, resiste em deixar-se mudar. Uma de suas bandeiras pessoais é o combate ao casamento infantil Ilustração: AzMina As mulheres ciganas calon, de Boa Vista do Tupim, sertão baiano, nos relataram que casam-se entre 12 e 14 anos, em geral. Você considera isso um problema? Ou esta prática faz sentido ...

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    “A solidariedade antirracista é o maior medo da supremacia branca”

    Gabriela Shimabuko, militante do movimento asiático, fala sobre como o mito da minoria modelo colabora para o racismo anti-negro Por  Ingrid Matuoka, da Carta Capital  'Perigo Amarelo apoia o poder negro', diz cartaz Dentre os diversos mitos que existem no ocidente, um deles envolve os japoneses e nipo-brasileiros, a chamada "minoria modelo", que migrou principalmente para o Brasil e para os Estados Unidos em navios, geralmente fugindo da guerra, e que prosperou. A história não passaria de uma generalização superficial e aparentemente inocente, não fosse um porém: ela é usada para reforçar o racismo contra negros. Gabriela Shimabuko, militante do movimento asiático e autora do texto "Anti-negritude é global: a participação asiática no racismo anti-negro", explica a questão e discute formas de combater esse meio de opressão. CartaCapital: O que é uma “minoria modelo”? Quem faz parte dela? Gabriela Shimabuko: A minoria modelo, no ocidente, é um mito dialético do ...

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    Foto: Paul Morigi via Getty Images

    O Discurso de Angela Davis na Women’s March (tradução)

    No dia 21 de Janeiro, centenas de milhares de mulheres mobilizaram-se em diversos países na Women’s March, por justiça social, direitos iguais e contra o avanço conservador no mundo sintetizado na figura de Donald Trump, agora Presidente dos Estados Unidos. Por Juliana Borges, do CRÔNICASNABELAVISTA Foto: Paul Morigi via Getty Images Abaixo uma tradução, livre, que fiz do discurso de Angela Davis, filósofa e feminista negra. Um dos mais marcantes de toda a Women’s March. “Em um momento histórico desafiador, vamos nos lembrar que nós somos centenas de milhares, milhões de mulheres, transgêneros, homens e jovens que estão aqui na Marcha das Mulheres. Nós representamos forças poderosas de mudança que estão determinadas a impedir as culturas moribundas do racismo e do hetero-patriarcado de levantar-se novamente. Nós reconhecemos que somos agentes coletivos da história e que a história não pode ser apagada como páginas da Internet. Sabemos que esta ...

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    Colonialismo, Neocolonialismo e Balcanização: As três idades de uma dominação

    À mutação da base material do capitalismo corresponde uma mutação das formas da dominação política. O principal objectivo já não é instalar governos títeres que já não conseguem resistir de forma duradoura à cólera popular, mas sim balcanizar por meio da guerra para fazer com que esses países se tornem ingovernáveis. Do Afeganistão à Somália, do Iraque ao Sudão o resultado das guerras é igual por toda a parte: a destruição da própria base das nações Por Said Bouamama Do Galizacig Regresso a Cristóvão Colombo A visão dominante do eurocentrismo explica a emergência e posterior extensão do capitalismo a partir de factores internos das sociedades europeias. Dai se depreende a famosa tese de que algumas sociedades (algumas culturas, algumas religiões, etc.) estão dotadas de uma historicidade e outras carecem dela. Quando Nicolas Sarkozy afirma em 2007 que «o drama de África é que o homem africano não entrou suficientemente na história ...

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    (Foto: Reprodução/ Twitter)

    Allahu Akbar

    E a islamofobia se agiganta, na medida que a direita avança na Europa. Reprodução/ Twitter Por Lelê Teles Enviado para o Portal Geledés veja como se formata um discurso, como se constrói uma narrativa: o cara mata, em seguida matam o cara e assim ninguém fica sabendo o real motivo de sua fúria. embora todo mundo afirme tratar-se de um atentado terrorista de matriz islâmica. uma semana depois seguem noticiando: "até agora nenhum grupo assumiu a autoria do crime." até agora, anotem essa. os governantes e os jornalistas seguem afirmando que foi terrorismo, que o cabra se chamava morraméde e que foi um duro golpe no coração da civilização: "justamente no dia da bastilha, e em um momento de festa, para mostrar que o Daesh detesta os valores ocidentais e abominam o lema Liberdade, Igualdade e Fraternidade". um clichezão. sem falar que para qualquer cidadão francês pobre e descendente ...

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    LONDON, ENGLAND - OCTOBER 20: Mesut Oezil of Arsenal celebrates as he scores their second goal during the UEFA Champions League Group F match between Arsenal FC and FC Bayern Munchen at Emirates Stadium on October 20, 2015 in London, United Kingdom. (Photo by Shaun Botterill/Bongarts/Getty Images)

    O racismo alemão tem um novo alvo: Özil

    Depois do ataque racista a Jerome Boateng, muito bem rechaçado pelo colega Walter Paneque na semana passada, o mesmo imbecil, o político Alexander Gauland mudou seu alvo: resolveu vomitar islamofobia para cima de Mesut Özil. Por Alcysio Canette, no ESPN O ataque teve início após o jogador ter divulgado no Instagram uma foto sua visitando Meca durante o Hajj, a peregrinação que todo mulçumano com condições para tal deve fazer ao menos uma vez na vida.   A foto, diga-se, é muito bonita, mostra um cara completamente desprovido de suas vaidades, em meio a uma multidão que não está nem aí para o fato dele ser uma grande estrela do futebol.   Mas, é claro, a oportunidade era boa demais para que um racista como Gauland a ignorasse, aproveitando para ofender cada um dos mais de 4 milhões de mulçumanos que moram na Alemanha, afirmando que peregrinar a Meca é um ato ...

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