terça-feira, dezembro 1, 2020

    Tag: cinema negro

    capa negro e o cinema

    Arquétipos e caricaturas do negro no cinema brasileiro

    Um dos questionamentos mais frequentes feitos ao cinema brasileiro por intelectuais e artistas negros é o de que nossos filmes não apresentam personagens reais individualizados, mas apenas arquétipos e/ou caricaturas: “o escravo”, “o sambista”, “a mulata boazuda”. A acusação é pertinente, embora o cinema brasileiro moderno prefira em geral personagens desse tipo, esquemáticos ou simbólicos, negros ou não. O antropólogo Artur Ramos já observara, em O folclore negro no Brasil - 1935, como alguns orixás, os deuses africanos das forças da natureza, “passaram ao folclore brasileiro e mantém estreito contato com a imaginação popular, contato mágico e algo familiar, pois sobrevivem como símbolos de complexos individuais”. Eles surgem tanto na religião africana ancestral (candomblé), como na religião sincrética brasileira, a umbanda, que absorveu outras influências (índios, kardecistas, satanistas). (Vide a esse respeito o excelente documentário de Eduardo Coutinho, Santo forte - 1999, onde cidadãos perfeitamente “normais” conversam com entidades sobrenaturais). Esses símbolos são muito bem ...

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    paixao-de-cristo1

    Zezé Motta, Rocco Pitanga e Milton Gonçalves encenam ‘Paixão de Cristo’

    Antônio Pitanga e outros atores também participaram, no Rio de Janeiro Zezé Motta, Rocco Pitanga, Milton Gonçalves e Antônio Pitanga se reuniram nesta quarta-feira (4) para encenar a "Paixão de Cristo" na escadaria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. O elenco do espetáculo que celebra a data comemorada pelos católicos na próxima sexta-feira (6) era formado por atores negros. Nos bastidores, Rocco e o pai, Antônio, se reverenciaram, beijando a mão um do outro. Cosme dos Santos e Maurício Gonçalves também fizeram parte do espetáculo, que narra as últimas doze horas da vida de Jesus Cristo antes da crucificação.                                         Fonte: Quem

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    Hattie McDaniel em ‘E o vento levou’ – A 72 anos Mammy foi a primeira atriz negra a ganhar um oscar

    No dia 29 de fevereiro de 1940, o filme E o Vento Levou foi agraciado com oito Oscars pela Academia Americana de Cinema, Artes e Ciências. Romance épico do Sul dos EUA, ambientado durante os duros anos da Guerra Civil, a película colheu os prestigiosos prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro, Melhor Cinematografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Edição e Melhores Atrizes. No entanto, o prêmio mais importante daquela noite foi sem dúvida o de Melhor Atriz Coadjuvante conferido a Hattie McDaniel por sua interpretação de Mammy, uma empregada doméstica e ex-escrava. Ela foi a primeira afro-americana a ser premiada com um Oscar. Nascida em Wichita, Kansas, em 1895, McDaniel demonstrou seus talentos como cantora e atriz enquanto vivia em Denver, Colorado. Abandonou os estudos ainda adolescente para participar de diversos grupos de menestréis itinerantes. Em 1924, tornou-se uma das primeiras mulheres afro-americanas a cantar na rádio dos ...

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    Aujourdhui

    Crônica de morte anunciada, versão senegalesa

    Por Rui Martins O senegalês Satché de retorno à pátria, depois de viver nos EUA, sabe que está no seu último dia e aproveita para ver todas as pessoas que lhe são próximas e seus lugares conhecidos. Mas não se trata do cumprimento de uma sentença ou vingança, é uma celebração, um sentimento partilhado por seus amigos e familiares. Esse o enredo de Hoje (Aujourd´hui) co-produção francosenegalesa, feita no Senegal, dirigida pelo francosenegalês, Alain Gomis, o único africano com filme na competição. O ator principal, Saul Williams, ator e músico americano de Nova Iorque, aceitou o papel e viajou pela primeira vez à África, embora não tenha nenhuma idéia quanto ao país africano do qual saíram seus pais como escravos. Para ele, que confessou ter ficado impressionado com seu papel de alguém programado para morrer, foi o « maravilhoso reeencontro » com seu continente de origem. Alain Gomis escolheu Saul ...

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    Especial: O Oscar e os afrodescendentes

    Por: Rafael Amaral   A Academia de Hollywood, depois dos anos 1950, passou a reconhecer filmes de grande qualidade que ousaram abordar a convivência possível ou não entre negros e brancos. De lá para cá, não parou mais: de Acorrentados, indicado para melhor filme em 1959, ao recente Histórias Cruzadas, ambientado no racista Mississipi dos anos 1960. Vale lembrar que foi a partir dos anos 1950 que os afrodescendentes passaram a ocupar posição de grande destaque em filmes da indústria. Abaixo, uma lista de obras – algumas sob a ótica dos negros, outras sob a dos brancos – que foram indicadas ou mesmo venceram na categoria de melhor filme.   Acorrentados, indicado ao Oscar de melhor filme em 1959 O Sol é para Todos, indicado ao Oscar de melhor filme em 1963 Adivinhe quem vem para Jantar?, indicado ao Oscar de melhor filme em 1968 No Calor da Noite, vencedor do ...

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    Jeferson De fala sobre desafios de ser um cineasta negro

    Diretor do premiado 'Bróder' e criador do movimento Dogma Feijoada participa de oficina e bate-papo promovidos pelo Sesc por Régis Martins Há doze anos, um movimento cinematográfico discutia a presença da cultura negra no cinema. O Dogma Feijoada questionava, não apenas a figura do afro-brasileiro à frente das câmeras em representações estigmatizadas, mas principalmente, a presença negra na produção destes filmes. Passada mais de uma década, seu idealizador, o cineasta Jeferson De, conseguiu realizar seu primeiro longa-metragem, o premiado "Bróder" e tornou-se uma espécie de avis rara entre seus pares. Jeferson é um diretor de cinema negro, algo incomum num país de racismo velado como o Brasil. "Para nós, negros, as coisas não têm sido fáceis em qualquer área. Temos uma herança da escravidão muito presente na sociedade. No meu caso, só consegui ser um cineasta porque cheguei numa das universidades públicas mais importantes dos países emergentes ", responde o ...

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    African-American Film Critics Association 2011: Os vencedores

    Nesta vaga de premiações norte-americana, também os críticos de cinema afro-americanos tiveram a oportunidade de apresentar a sua lista dos melhores de 2011. Aqui, The Tree of Life é considerado o Melhor Filme do ano e Pariah (além de figurar em terceiro lugar da lista) consegue ainda o prémio de Melhor Desempenho Revelação e Melhor Filme Independente. The Tree of Life Drive Pariah Rampart Shame Moneyball The Descendants A Better Life My Week with Marilyn The Help Melhor Realizador Steve McQueen por Shame Melhor Actor Woody Harrelson em Rampart Melhor Actor Secundário Albert Brooks em Drive Melhor Actriz Viola Davis em The Help Melhor Actriz Secundária Octavia Spencer em The Help Melhor Argumento Ava DuVernay por I Will Follow Melhor Desempenho Revelação Adepero Oduye em Pariah Melhor Filme Independente Pariah Melhor Canção The Show em Moneyball Melhor Filme Estrangeiro Kinyarwanda

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    O que é que a Nigéria tem?

    POR SUELI LIMA Tem Nollywood, uma forte indústria cinematográfica que produz cerca de 2500 filmes por ano, com estimativa de arrecadação de US$250 milhões no mesmo período. Parte dessa produção pode ser conferida em São Paulo, durante a mostra Bem-Vindo a Nollywood: Tunde Kelani, em novembro Cena de Arugba, um dos nove filmes selecionados para a Mostra Bem-Vindo a Nollywood: Tunde Kelani, que será realizada em São Paulo Entre os dias 18 de novembro a 14 de dezembro, São Paulo recebe a mostra de cinema nigeriano Bem-Vindo a Nollywood: Tunde Kelani, que tem curadoria da nigeriana Bic Leu, diretora de operações do Del-York International, e do produtor e pesquisador brasileiro Alex Andrade. Os filmes serão exibidos na Cinemateca Brasileira, no Cine Olido, além de uma sessão especial no dia da Consciência Negra (20/11), no Polo Educativo e Cultural de Heliópolis. O evento vai homenagear e exibir nove longas de um ...

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    Conversa com Joel Zito Araújo – posicionamento, estéticas e cinematografias

    por Sumaya Machado Lima Joel Zito Araújo é cineasta mineiro, ou baianeiro (como prefere se denominar, por ter nascido na fronteira entre os estados de Minas Gerais e Bahia). É realizador de obras sobre a questão das africanidades no Brasil. Seus filmes receberam os prêmios de maior relevância do cinema brasileiro: A Negação do Brasil (2001) recebeu prêmio de melhor filme no Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade/It's all true e de melhor roteiro no Festival de Recife em 2001; o ficcional As Filhas do Vento (2005) recebeu 8 kikitos no Festival de Gramado; e o documentário Cinderelas, lobos e um príncipe encantado (2009) recebeu, pela votação do público, prêmios de melhor filme e melhor diretor na 9ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe. Joel Zito é também pesquisador, doutor em Ciências da comunicação pela Escola de Comunicações e Arte da Universidade de São Paulo – ECA/USP, ...

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    contos africanos

    Teatro – Contos Africanos a partir de Shakespeare no CCB

    No Grande Auditório do Centro Cultural de Belém pelas 19:00 sobe ao palco a peça "Contos Africanos a partir de Shakespeare". Estruturada com base nas tragédias "Otelo", "Rei Lear" e "O Mercador de Veneza", "Contos Africanos a partir de Shakespeare" apresenta-se também sob um acentuado tom dramático. Numa peça que se desenrola em torno da ideia trágica de que o Homem está sempre destinado à fatalidade, temáticas como a violência e descriminação racial e social tão presentes na obra de J.M. Coetzee são também exploradas em larga escala. É do cruzamento das personagens principais destas três tragédias de Shakespeare com as problemáticas provenientes da obra do autor sul-africano que se compõe o argumento da peça. Um argumento que apesar de transmitir uma mensagem final ao espectador, não se constitui da forma linear a que a audiência está habituada. "Contos Africanos a partir de Shakespeare" não conta com uma história contínua, ...

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    CamilaPitanga favorita a filme

    Camila Pitanga é favorita em premiação do Festival do Rio

    Atriz concorre pelo filme "Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios" Há uma rara unanimidade de que Camila Pitanga deve ganhar o Redentor de melhor atriz no Festival do Rio. Camila aparece nua em "Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios", de Beto Brant e Renato Ciasca, mas a exposição física é o de menos. Luchino Visconti disse certa vez a Florinda Bolkan que uma atriz com dificuldade para trabalhar com o corpo não chegaria a lugar nenhum, e isso a convenceu a se desnudar em "Os Deuses Malditos". Mais complexa, e até sofrida, pode ser a nudez de sentimentos, que Camila expressa agora. Existem muitos bons atores - João Miguel, João Miguel, João Miguel, de "A Hora e a Vez de Augusto Matraga", de Vinicius Coimbra -, mas o troféu para a melhor interpretação masculina poderia ir muito bem para Lázaro Ramos, por "Amanhã Nunca ...

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    abdias-nascimento retratos

    Festival de cinema do Rio destaca sete documentários na mostra Retratos

    Paulo Virgilio Rio de Janeiro - Sete documentários sobre personalidades brasileiras estão sendo exibidos na edição deste ano do Festival do Rio, dentro da série Retratos da mostra Première Brasil. Dois desses filmes de caráter biográfico abordam importantes nomes da cultura do país falecidos nos últimos anos: o teatrólogo Augusto Boal, fundador do Teatro do Oprimido, e Abdias Nascimento, que lutou contra o racismo e criou o Teatro Experimental do Negro. Com cinco exibições programadas no festival, deste domingo (16) a quarta-feira (19), Augusto Boal e o Teatro do Oprimido, filme de Zelito Viana, narra a história do teatrólogo, que morreu em 2009. Paralelamente, o documentário mostra a evolução da maior criação de Boal, o Teatro do Oprimido, hoje presente em 72 países. Ele acreditava que as artes cênicas funcionam como meio de transformação subjetiva do ser humano e de transformação objetiva da sociedade. No Teatro do Oprimido o espectador ...

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    The Mountaintop, peça estrelada por dois estreantes na Broadway, Samuel L. Jackson e Ângela Bassett

    Foi uma surpresa descobrir ainda em previews, a montagem desta peça The Mountaintop/O Alto da Montanha, que ganhou o prêmio Olivier, o maior do teatro na Inglaterra e que está sendo estrelada por dois estreantes na Broadway, Samuel L. Jackson e Ângela Bassett. Ela que foi indicada ao Oscar por Tina, já tinha feito algumas peças na Costa Oeste, mas os dois são basicamente astros de cinema. O que deixa a gente sempre preocupado porque fica com medo deles não saberem projetar voz e interpretar grande como o palco exige (isso já sucedeu muitas vezes, com atores de cinema como Julia Roberts, Ashley Judd). Também a promoção da peça é meio esquisita, porque evita mencionar detalhes do que realmente trata. Ficamos sabendo que Jackson interpreta o reverendo Martin Luther King Jr num hotel em Memphis na véspera de sua morte, quando viria a ser assassinado brutalmente. A primeira ideia que ...

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    sidneysantiago

    Entrevista com Sidney Santiago sobre cinema, teatro e televisão

    Sidney Santiago (Guarujá, 1985) é um ator brasileiro. Formado em Arte Dramática, pela Escola de Arte Dramática, da Escola de Comunicações e Arte da USP. É membro e um dos fundadores do grupo teatral Os Crespos. Trabalhos na televisão 2009 - Caminho das Índias - Ademir 2009 - Tudo o que É Sólido Pode Derreter - Anjo 2008 - Queridos Amigos - Jurandir 2005 - Carandiru, Outras Histórias - Kennedy 2004 - Metamorphoses - Xarope 2004 - Turma do Gueto - Xarope Trabalhos no cinema 2007 - O Signo da Cidade - Josi 2006 - Os 12 Trabalhos - Héracles

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    Mundo se transformou em voyeur da desgraça, diz Ari Candido

    Cineasta e fotojornalista compartilha memórias pelo projeto Prosa dos Saberes, nesta quinta-feira (15) Um menino negro corta o dedo durante uma pescaria. O amigo, branco, fica surpreso ao ver o sangue fluir. "Seu sangue é vermelho?", indaga o personagem. A cena, do premiado curta-metragem "O Moleque" (2005), é uma das muitas facetas do diretor Ari Candido. Apesar de ser uma adaptação de obra homônima de Lima Barreto, o trecho foi uma licença poética de Candido, quase que uma lembrança real dos tempos de juventude dividida com conterrâneos como o escritor Domingos Pellegrini. O cineasta, que nesta quinta-feira (15) participa de um bate-papo na Biblioteca Padre Euclides, em Ribeirão Preto, conta que algo parecido lhe ocorreu na época de juventude em sua terra natal, Londrina (PR). "Feri-me enquanto jogava basquete, em um dos pregos da cesta. Nesse momento, meu amigo me disse a mesma coisa. É como se eu devolvesse esse ...

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    danny glover em cuba

    Presidirá hoje Danny Glover encontro de cineastas em Cuba

    Havana, 14 set (Prensa Latina) presidirá hoje aqui um painel sobre as relações e perspectivas de cineastas africanos e caribenhos e a comunidade afroamericana. Convidado ao encontro de realizadores dessas regiões, no qual participam diretores, acadêmicos e especialistas de mais de 30 países, o protagonista da cor púrpura aprofundará, ademais, no papel que desempenham os cineastas de ascendência africana nos Estados Unidos. Presidente de honra da Mostra Itinerante de Cinema do Caribe, Glover receberá o Prêmio Tomás Gutiérrez Alea, que outorga a União de Escritores e Artistas de Cuba. Em seu terceiro dia de debates, o encontro propiciará um diálogo entre artistas de diversas nacionalidades sobre alternativas de coproducción e o papel das indústrias culturais, em painéis e mesas redondas com personalidades como o maliense Moussa Ouane. O encontro, inscrito no Ano Internacional dos Afrodescendentes, concluirá seu programa acadêmico na próxima sexta-feira com uma Declaração final. Fonte: Prensa Latina

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    Jardim das folhas sagradas

    Jardim das Folhas Sagradas: Um cinema com a cara do Brasil

    Jorge Portugal Deve estrear em breve o filme "Jardim das Folhas Sagradas", do cineasta baiano Pola Ribeiro.Em sessão especial para a imprensa local, pude vê-lo e saí vivamente encantado por muitos aspectos que não encontro no cinema que se faz atualmente no país. Para os olhares mais apressados, o "Jardim" pode parecer apenas um filme feito sobre o Candomblé, seus rituais, mistérios e até polaridades internas.Mas eu lhe peço, desde já, que se desarme de qualquer preconceito (se é outro o seu credo) e dirija ao filme o olhar humano e inteligente que merece toda grande obra de arte.Não há dúvida de que o povo negro da Bahia e sua cultura religiosa ocupam a centralidade da trama que, no entanto, traz outros temas que pontilham nosso debate contemporâneo e dizem respeito ao tipo de organização social que queremos e à sustentabilidade do planeta em que moramos: a intolerância religiosa, o ...

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    Photo by Marc Baptiste

    Spike Lee confirmado para refilmagem de Oldboy

    Foi confirmado nesta segunda-feira (11) o nome do diretor Spike Lee para comandar a refilmagem do cultuado filme sul-coreano Oldboy. O estúdio Mandate, responsável pela produção do longa, através de seu presidente Nathan Kahane, revelou o nome de Lee em comunicado oficial. - É uma grande honra deixar esse projeto especial nas mãos de um diretor tão inspirado e verdadeiro ícone de nossa geração. Oldboy, o original de 2003, conta a história de um homem que foi mantido preso por 15 anos sem sequer saber por que foi preso e mesmo por que e como foi solto. Assim que ele é solto, começa uma jornada para descobrir esses mistérios e conhece o verdadeiro responsável pelo drama de sua vida. A produção, que é adaptação de um mangá, ganhou o grande prêmio do júri no Festival de Cannes de 2004 e é considerada um marco do cinema asiático. Desde o começo ...

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    Dramaturga negra que conquistou palcos ingleses

    Por JOANA EMÍDIO MARQUES   Estreou uma peça sobre Martin Luther King numa obscura sala londrina e ganhou o mais importante prémio de teatro: o Laurence Olivier. Foi a primeira mulher negra a obtê-lo. Katori tem um nome japonês, nasceu em Memphis, no estado americano de Tennessee, vive em Nova Iorque e a Inglaterra deu-lhe um dos mais prestigiados prémios de teatro: o Laurence Olivier, para melhor peça de teatro em 2010. Foi a primeira mulher negra a receber esta distinção. A peça chama-se The Mountaintop, recria a última noite de vida do activista negro Martin Luther King e vai passar do West End londrino para a Broadway já no próximo Verão. O actor Samuel L. Jackson interpreta o papel principal. Uma conversa com Katori Hall, 30 anos, torna-se inevitavelmente um tempo bem passado. O olhar inteligente e irónico que lança sobre si própria e sobre o mundo em redor ...

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