sexta-feira, outubro 30, 2020

    Tag: cinema negro

    Cena do filme "Infiltrado na Klan" (Universal/Divulgação)

    5 filmes para refletir e aprender sobre racismo

    Produção de negros para negros. Do Adoro Cinema    Apesar de ter mudado de cara, o racismo ainda é um dos grandes problemas que a sociedade não conseguiu erradicar. A discriminação com base na cor da pele afeta milhares e milhares de pessoas no mundo inteiro, e no Brasil, essa prática é mais comum quando se fala de brancos sendo preconceituosos com negros, do que com outras minorias. O processo começou aqui quando os portugueses chegaram com negros trazidos da África, que foram escravizados em solo nacional, e ainda está longe de ser resolvido. Hoje em dia, apesar de alguns acharem que os negros já têm condições iguais aos brancos, qualquer afrodescendente pode confirmar que esta forma de discriminação está presente em seu dia a dia. Até porque, quando há uma lei especial para te proteger após ser violentado por existir, quer dizer que gente o suficiente sofre esse tipo de ...

    Leia mais
    Lupita Nyong’o em cena do filme 'Nós' — Foto: Universal Pictures/Divulgação

    ‘Nós’, de Jordan Peele, arrecada US$ 70 milhões nas bilheterias norte-americanas em fim de semana de estreia

    O filme "Nós", o segundo trabalho do diretor Jordan Peele, fez uma estreia arrebatadora, conseguindo US$ 70 milhões (cerca de R$ 273 milhões) em 3.741 salas nos Estados Unidos. Essa marca é suficiente para o título de segundo melhor fim de semana de estreia do ano atrás apenas de "Capitã Marvel", da Disney, que arrecadou US$ 153 milhões (cerca de R$ 597 milhões). Do G1 Lupita Nyong’o em cena do filme 'Nós' — Foto: Universal Pictures/Divulgação O thriller psicológico de Peele sobre uma família confrontada por um grupo de sósias quase duplicou as projeções, que estimavam inicialmente um total de três dias na faixa de US$ 38 milhões a US$ 45 milhões. "Nós" agora tem o mais lucrativo fim de semana de um filme de terror original, superando "Um Lugar Tranquilo". O filme "Nós", o segundo trabalho do diretor Jordan Peele, fez uma estreia arrebatadora, conseguindo ...

    Leia mais

    Idris Elba pode substituir Will Smith no próximo Esquadrão Suicida

    Parte reboot e parte continuação, o longa terá direção de James Gunn Do Rolling Stone  Idris Elba (Foto:Richard Shotwell/Invision/AP) De acordo com o The Hollywood Reporter, Idris Elba pode assumir o uniforme e o arsenal do personagem Pistoleiro no próximo filme da franquia Esquadrão Suicida. O ator ainda não foi confirmado oficialmente no papel, mas de acordo com as fontes obtidas pelo site, Elba se encontrou na última semana com o diretor James Gunn, responsável pelo longa, para falar sobre o projeto. Segundo a fonte, o ator era “a primeira e única opção de Gunn e do estúdio”. A busca por um novo Pistoleiro começou quando, no último dia de fevereiro, foi oficialmente confirmada a saída de Will Smith do elenco de Esquadrão Suicida 2, continuação do filme de 2016. Ele precisou se desligar do personagem e dos próximos filmes da franquia devido ao clássico problema de conflito de agendas. Depois do fracasso de Esquadrão Suicida, a DC busca, com o novo filme, fazer ao ...

    Leia mais

    Nós, novo filme de Jordan Peele, é aclamado pela crítica: “Vai ser um dos maiores do ano”

    As primeiras reações de Nós, novo filme de Jordan Peele, diretor de Corra!, foram divulgadas na internet esta noite e são extremamente positivas. Por Raphael Trindade, Do Nerdficina Nós - Imagem: Universal A crítica norte americana destacou o lado assustador do longa, dizendo que este será um dos maiores filmes do ano. Outros elogiaram Peele e disseram que o diretor é “o novo Spielberg”. Confira: “Meu deus. Winston Duke interpreta o pai piegas perfeitamente. Lupita Nyong’o tem uma performance arrepiante. Eu não olho para um espelho tão cedo.“ – The Hollywood Reporter “Nós nos faz rir e é perturbadoramente assustador ao mesmo tempo. Jordan Peele tem um verdadeiro domínio de imagens, da linguagem visual sugestiva que amplifica um tom desejado. Funciona muito bem em Nós, que rola a um ritmo excelente.“ – The Observer “Nós é absolutamente louco! Delirantemente horrendo, incrivelmente inventivo, tem elementos da invasão de lares e filmes de zumbis, mas é diferente ...

    Leia mais
    Marvel/Reprodução

    Pantera negra e a questão da representatividade

    O filme Pantera Negra, dirigido por Ryan Coogler (EUA, 2018), foi indicado a categoria de Melhor Filme do Oscar 2019. A narrativa apresenta de forma ficcional a cultura e a diáspora africana no ocidente, tendo T’Challa como protagonista, o rei de Wakanda. Com maioria do elenco negro, vemos que o cinema tem acompanhado o movimento da sociedade com pautas que evidenciam a representatividade. Por Maciana Freitas e Souza para o Portal Geledés  Marvel/Reprodução O cinema ao criar uma narrativa que dar voz as questões culturais e históricas dos povos africanos como é o caso de Pantera Negra, é aqui entendido não apenas como uma representação visual comumente, mas sendo uma produção política e estética que pretende trazer à tona uma reflexão crítica sobre as desigualdades provenientes dos processos colonizadores. Como podemos pensá-la no cotidiano da educação? Introduzir reflexões sobre a importância da cultura africana é fundamental, ...

    Leia mais
    Cena de 'Abençoe seus pequeninos corações' (1983), de Billy Woodberry.

    A revolução do cinema negro que desafiou Hollywood

    O IMS paulista resgata 14 títulos das primeiras gerações de cineastas afro-americanos na Califórnia Por JOANA OLIVEIRA, do El País Cena de 'Abençoe seus pequeninos corações' (1983), de Billy Woodberry. Como ensinar um mundo estéril a dançar? É o que se pergunta a atriz Barbara O. Jones na pele de uma freira negra, enquanto tenta abafar internamente o batuque distante dos tambores de Uganda. Os olhares contorcidos de Jones e a trilha sonora percussiva fazem uma reivindicação lúdica da ancestralidade negra no curta Diário de uma freira africana, da realizadora Julie Dash —primeira mulher afro-americana a dirigir um longa-metragem estreado comercialmente nos Estados Unidos (Filhas do Pó), em 1991. Como ensinar um mundo estéril a dançar? Como ensinar outros olhares? A mesma pergunta parece ter passado pela mente das primeiras gerações de realizadores audiovisuais negros que entraram na Escola de Cinema da Universidade da Califórnia (UCLA), entre 1970 e ...

    Leia mais
    Alma no Olho (1973), é o filme de estreia do diretor brasileiro Zózimo Bulbul / Reprodução

    Ameaçado por cortes na cultura, cinema negro brasileiro é reconhecido fora do país

    Invisibilizado e muitas vezes ignorado pelos festivais brasileiros, o cinema negro desempenha uma função de reivindicação da cultura afro-brasileira e resiste em meio à falta de incentivos, algo que pode se intensificar com o governo de Jair Bolsonaro. Na contramão dos cortes, filmes protagonizados e dirigidos por negros ganham reconhecimento em mostras e festivais como o de Roterdã. Ainda durante a campanha, Jair Bolsonaro havia prometido a transformação do Ministério da Cultura em uma pasta do Ministério da Cidadania, o que se concretizou após sua eleição. Com a extinção do ministério, a Ancine ficou sob o comando de Osmar Terra (MDB), deixando a classe artística desamparada e sem perspectiva de novas políticas afirmativas, o que se soma a outras decisões anticultura do governo como a reavaliação dos patrocínios de incentivo à produção cultural da Petrobras. "Reconheço o valor da cultura e a necessidade de incentivá-la, mas isso não deve estar ...

    Leia mais

    Filme brasileiro ‘Besouro’ será exibido em Los Angeles

    Eleito melhor filme no PAFF de 2011, o longa terá sessões especiais na edição deste ano do festival Por Pedro Rocha Do Terra Sérgio Laurentino em 'Besouro' (2009) Foto: IMDB / Reprodução Este ano, o filme brasileiro Besouro completa 10 anos desde a sua estreia no Brasil, em 2009. A comemoração vem com a seleção do longa para sessões especiais no Festival de Cinema Pan Africano — ou PAFF, na sigla em inglês — onde foi eleito o melhor filme de ficção na edição de 2011. Besouro será exibido novamente no festival, realizado em Los Angeles,nos EUA, nos dias 9, 14 e 18 de fevereiro, às 18h, 14h40 e 9h30, respectivamente. O filme vai receber ainda uma sessão de gala com o diretor, João Daniel Tikhomiroff, que não pode receber o prêmio conquistado por seu longa em 2011. "Estava rodando uma série e não pude me ausentar, não fazia ideia que iria ganhar", relembra Tikhomiroff, em entrevista ao Estado. ...

    Leia mais
    Foto divulgação de James Baldwin

    Cinema recupera obra de James Baldwin expoente do pensamento negro

    Indicado ao Oscar, 'Se a Rua Beale Falasse' recupera legado de James Baldwin por Guilherme Genestreti no Folha de São Paulo O escritor James Baldwin em retrato feito em 1964 - Jean-Régis Roustan :Roger-Viollet A rua Beale não dá as caras no romance “Se a Rua Beale Falasse”, de James Baldwin, nem no filme inspirado nele, de Barry Jenkins. O local de Memphis que é indissociável da cultura do blues paira além de qualquer delimitação geográfica. Está lá como uma espécie de via crucis, atemporal e simbólica, da experiência do que é ser negro na América. A obra de Baldwin está embebida da cadência do blues —ora melancólica, ora efusiva, encapsula as chagas do racismo cotidiano e também a sua pulsão de resistência. Graças ao documentário “Eu Não Sou Seu Negro”, do ano retrasado e ao drama de Jenkins, que estreia nesta quinta (7), o cinema tem ajudado ...

    Leia mais

    Documentário sobre Fela Kuti fotografado pelo professor Cleumo Segond exibido em Roterdã

    “My Friend Felá”, documentário sobre o músico nigeriano Fela Kuti, dirigido por Joel Zito Araújo, com fotografia de Cleumo Segond, professor da Academia Internacional de Cinema, participa do Festival Internacional de Cinema de Roterdã, que vai de 23 de janeiro a 3 de fevereiro. Do Academia Internacional de Cinema Cleumo Segond, professor de Direção de Fotografia da AIC, com a equipe em Nova York Cleumo conta que desde as primeiras reuniões sobre o filme, o diretor Joelzito Araújo queria uma câmera com movimento. “Nosso filme é de baixo orçamento por isso precisávamos nos adaptar a vontade do diretor e a nossa realidade. A solução foi usar um stedicam (estabilizador) e treinar meu assistente de câmera Luis Gomes, para operar. A câmera que usamos indicada pelo próprio colorista Paulo M. de Andrade e parceiro do filme foi a Blackmagic Cinema, que nos atendia como qualidade de imagem ...

    Leia mais
    A atriz e dramaturga Grace Passô. (Foto: LÉO LARA)

    Grace Passô: “No Brasil, existem milhares de Viola Davis e Whoopi Goldberg”

    Atriz mineira homenageada em Mostra de Tiradentes estrela 'Temporada', uma das apostas de 2019 no cinema brasileiro Por JOANA OLIVEIRA, do El País A atriz e dramaturga Grace Passô. (Foto: LÉO LARA/El País) A primeira coisa que atraiu Grace Passô (Pirapora, Minas Gerais, 1980) no teatro foi a diferença. Quando pisou o palco pela primeira vez, em uma escola de atuação, aos 13 anos, sentiu-se automaticamente identificada com as pessoas de idades variadas, com todos os tipos de corpos e de roupas que encontrou ali. De lá para cá, são 22 anos de carreira, diversos prêmios e peças traduzidas em seis idiomas —Por Elise (2005), Amores surdos (2006), Mata teu pai (2007), Vaga Carne (2016) e Preto (2018)—, nas quais trata de questões como machismo, racismo e negritude. No cinema, a trajetória da atriz e dramaturga é mais recente. Começou em 2016, com um papel pequeno, mas importante, em Elon Não Tem Medo da Morte, de Ricardo Alves Jr., e foi eleita ...

    Leia mais
    Imagem- Frederic J. BROWN : AFP

    “Pantera Negra” vence prêmio principal do SAG Awards

    O filme "Pantera Negra" foi o vencedor da principal categoria do SAG Awards, prêmio do Sindicato de Atores de Hollywood, neste domingo (28). por Maurício Dehò no UOL Imagem- Frederic J. BROWN : AFP "Pantera Negra", o longa da Marvel ficou com o prêmio de melhor elenco de filme --o mais importante da noite-- e ainda foi o único a ganhar duas estatuetas, faturando também a de melhor elenco de dublês. Outro destaque da noite foi Rami Malek, ao ficar com o prêmio de melhor ator por sua performance como Freddie Mercury em "Bohemian Rhapsody". Glenn Close foi escolhida a melhor atriz, por "A Esposa". Leia também: O que levou “Pantera Negra” a receber sete indicações ao Oscar 2019 Com sua saga de super-heróis, "Pantera Negra" também está na disputa pelo Oscar de melhor filme. O filme, que arrecadou US$ 1,34 bilhão no mundo todo, se destacou por abrir espaço para a diversidade ...

    Leia mais

    Quando a Rainha Nzinga Trouxe Mar a Minas

    Cena do filme A Rainha Nzinga chegou/ Divulgação  Nos idos tempos em que a América do Sul e a África era um continente só, antes do abalo sísmico causado pela Europa, Minas tinha mar; tanto é que tem um bairro na cidade de Betim que se chama Angola.  Foi nesse pedacinho de África mineira que Dona Maria Casimiro fundou a Guarda 13 de Maio em 1944. No que deu quatro décadas, sua filha Dona Isabel Casimiro das Dores Gasparino foi coroada Rainha Conga de Minas devido ao passamento de Dona Maria, cumprindo a tradição matriarcal. Princesa da Guarda desde os cinco anos de idade, Dona Isabel foi coroada Rainha aos 45 anos e  por 31 anos presidiu a Guarda de Moçambique e Congo Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário. Como se não bastasse, por mais de duas décadas foi Rainha Conga do Estado de Minas Gerais. Antes tarde do ...

    Leia mais
    Chadwick Boseman e Michael B. Jordan se enfrentam em cena de Pantera Negra Imagem- Divulgação / Marvel

    O que levou “Pantera Negra” a receber sete indicações ao Oscar 2019

    Nunca antes na história de Wakanda -- e do mundo -- um filme de super-herói havia sido indicado para a categoria do Oscar de melhor filme. "Pantera Negra" conseguiu este marco histórico, além de marcar presença em mais seis categorias da maior premiação do cinema: trilha sonora, canção original, mixagem de som, edição de som, direção de arte e figurino. por Rodolfo Vicentini no UOL Chadwick Boseman e Michael B. Jordan se enfrentam em cena de Pantera Negra Imagem- Divulgação / Marvel Dirigida por Ryan Coogler, a história de T'Challa (Chadwick Boseman) ocupando o lugar do pai como rei da nação mais rica do planeta Terra é cercada por misticismo, intrigas, política e polêmicas, afinal, o vilão Erik Killmonger (Michael B. Jordan) conseguiu de forma justa um lugar como o comandante de Wakanda. O primeiro filme solo do herói arrecadou impressionante US$ 1,34 bilhão nas bilheterias mundiais e carregou uma representatividade ímpar na história do ...

    Leia mais
    Foto de Spike Lee via Shutterstock

    Oscar: Spike Lee é indicado como Melhor Diretor pela primeira vez em 42 anos de carreira

    Aclamado diretor também concorre ao prêmio de Melhor Filme com "Infiltrado na Klan" Por  Tony Aiex, do Tenho Mais Discos que Amigos  Foto de Spike Lee via Shutterstock O aclamado diretor Spike Lee está no cinema desde 1977 e de lá pra cá trabalhou em mais de trinta filmes. Entre os títulos onde atuou como diretor estão Faça A Coisa Certa (1989), Malcolm X (1992) e o mais recente BlacKkKlansman (“Infiltrado na Klan”), lançado em 2018. Mesmo tendo dirigido alguns dos filmes mais incríveis do final dos anos 80 e começo dos anos 90, a crítica social e a forma como Spike Lee falou sobre questões das mais importantes nunca tiveram apelo com a Academia de Cinema, responsável por selecionar os indicados ao Oscar, e até hoje o cara nunca havia sido indicado ao posto de Melhor Diretor. Tudo mudou com Infiltrado na Klan, que fez com que pela primeira vez nos seus 61 anos de ...

    Leia mais
    Cartaz do filme Temporada (Divulgação)

    Sobre Necropoética e Cinema Negro com Sotaque Mineiro

    A conciliação entre negro-tema e negro-vida num cinema de assunto e autoria negra concomitante, foi inaugurada por Zózimo Bulbul com o emblemático curta Alma no Olho (1973), realizado com as sobras do longa Compasso de Espera (1973), dirigido por Antunes Filho e protagonizado por Zózimo. Cinema sempre foi caro e o nosso começou na espreita, nas brechas, nos retalhos que caíram da moviola. Assim o cinema negro nasce  com gosto de reinvenção e reaproveitamento, como feijoada ou pastel de angu. Desde Zózimo o cinema negro conhece as dificuldades e desafios para parir longas metragens de ficção. Depois de Zózimo Bulbul veio o mineiro Joel Zito Araújo, Jeferson De, a mineira Glenda Nicácio, e os mineiros André Novais, Gabriel Martins. Sim, se conta nos dedos o número de diretores/as negros/as que já estrearam longas de ficção de assunto negro. Por Viviane Pistache para o Portal Geledés  Mais do que nunca precisamos falar do ...

    Leia mais
    20190118- TIRADENTES/MG - 22ª MOSTRA TIRADENTES - ABERTURA OFICIAL - Foto Leo Lara/Universo Produção

    Em Tempos de Necropolítica Reinventamos a Necropoética.

    A 22a. Mostra de Cinema de Tiradentes começou no dia 17 de janeiro de 2019, ou seja, começou dois dias depois que o atual desgoverno assinou seu primeiro decreto que facilita a posse de arma. Mas qual seria a relação entre arma e cinema? A diretora negra Ava Duvernay no documentário A 13a. Emenda faz uma relação interessante: o capitalismo estadunidense se apóia nas  indústrias armamentista e do entretenimento. A maior indústria nos Estados Unidos é a que mais mata a negritude à queima-roupa ou a que mais invizibiliza e estereotipa esta população nas telas? A abertura da Mostra de Tiradentes destacou o argumento de que cada um real investido em cultura rende quatrocentos reais. Ou seja, cultura é negócio. Mas o desgoverno aposta em armamento e extingue o Ministério da Cultura. Nas mesas de debates da Mostra de Tiradentes uma pergunta tem sido recorrente: o que será da nossa ...

    Leia mais
    Marvel Studios' BLACK PANTHER L to R: Erik Killmonger (Michael B. Jordan) and T'Challa/Black Panther (Chadwick Boseman) Credit: Matt Kennedy/©Marvel Studios 2018

    Michael B. Jordan ainda acha cedo para avaliar impacto do filme

    Pantera Negra foi uma das grandes surpresas positivas de 2018 e causou um impacto cultural ao redor do mundo. No entanto, Michael B. Jordan, que interpretou o vilão Killmonger, acredita que o efeito pode ser ainda maior.   Marvel Studios' BLACK PANTHERL to R: Erik Killmonger (Michael B. Jordan) and T'Challa/Black Panther (Chadwick Boseman)Credit: Matt Kennedy/©Marvel Studios 2018 POR  BRUNO TOMÉ, do Observatório do Cinema Ao The Wrap, o ator declarou que o filme deve se mostrar ainda mais influente ao longo do tempo. “É ainda cedo para dizer o impacto que vai ter. Eu sinto que isso fez um impacto na representação, nas crianças poderem se ver de uma maneira maior que a vida, de uma maneira poderosa”, refletiu o ator. No momento, Pantera Negra 2 está em desenvolvimento. O diretor Ryan Coogler volta para continuar a história do herói no Universo Marvel  

    Leia mais
    "Pantera Negra", de Ryan Coogler, foi um dos 100 filmes mais lucrativos de 2018 nos Estados Unidos

    Diretores negros fazem história em lista de filmes mais lucrativos de 2018

    O movimento de diversidade e inclusão em Hollywood deu resultados em 2018, quando 14% dos 100 filmes mais lucrativos do ano nos Estados Unidos foram dirigidos por cineastas negros, de acordo com estudo da USC Annenberg Inclusion Initiative. O número é 270% maior do que no ano passado. Do Jovem Pan "Pantera Negra", de Ryan Coogler, foi um dos 100 filmes mais lucrativos de 2018 nos Estados Unidos (Cena do filme Pantera Negra) Alguns dos filmes que entraram na lista foram “Pantera Negra“, de Ryan Coogler, “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, e “Creed II”, de Steven Caple Jr. Além de sucessos comerciais, os longas também agradaram a crítica, tanto que os dois primeiros concorrem ao Globo de Ouro de melhor filme de drama neste domingo (6). Outro filme muito importante na lista é “Uma Dobra no Tempo”, de Ava DuVernay. Apesar de não ter sido um grande sucesso comercial, o ...

    Leia mais
    Maria Gal (Foto- Pino Gomes : Divulgação)

    Maria Gal relembra racismo: “Diretor achou que meu tom de pele não era comercial”

    Atriz, que participou da série “Sob Pressão” e contracenou com Juliana Paes no filme “Dona Flor e seus Dois Maridos”, usou o preconceito sofrido para criar uma produtora audiovisual que valoriza o trabalho de artistas negros por THIAGO BALTAZAR no Marie Claire Maria Gal (Foto- Pino Gomes : Divulgação) Maria Gal sonhava com uma carreira de sucesso como atriz quando decidiu sair de Salvador rumo a São Paulo para estudar na Escola de Artes Dramáticas (atualmente incorporada à USP). Sem medo do trabalho duro, ela aceitou empregos como garçonete e professora para bancar os estudos, mas seu maior obstáculo era, na verdade, o racismo. “Cheguei a perder um papel em uma produção porque o diretor achou que o tom da minha pele não era comercial”, relatou a atriz à Marie Claire. Se o preconceito parecia ser um obstáculo, ela o usou como motivação para realizar não somente ...

    Leia mais
    Página 4 de 16 1 3 4 5 16

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist