quinta-feira, junho 17, 2021

Tag: dança

cinco bailarinos, dois homens negros, duas mulheres e um homem branco

Companhias de dança questionam papéis de gênero no balé

Grandes estúdios estão revendo os estereótipos da dança clássica e buscam desenvolver bailarinos mais versáteis por Madison Mainwaring, The New York Times no Estadão Grandes companhias de dança tentam apresentar ideias mais contemporâneas a respeito dos estereótipos de gênero no balé. Foto- Michael Kirby Smith para The New York Times Num dia recente no American Ballet Theater, em Nova York, o mestre bailarino Vladilen Semenov se mantinha em relativo silêncio, explicando uma combinação antes de se afastar para observar uma aula mista. Mas os dançarinos tinham seus próprios objetivos, testando seus corpos e experimentos de agilidade e flexibilidade. Algumas das mulheres estavam de sapatilha sem ponta para testar os passos dos homens. O balé é tido como uma arte que alça as mulheres a um pedestal - os bailarinos literalmente as erguem sobre suas cabeças -, reforçando ideias convencionais a respeito da masculinidade e feminilidade. O ...

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TQ SÃO PAULO 16.12.2018 EXCLUSIVO EMBARGADO CAPITU FOCAS CADERNO 2 ESPECIAL ENSAIO FOTOGRÁFICO Apresentação do Ballet Paraisópolis na Casa de Vidro, construção no Morumbi que pertenceu à arquiteta Lina Bo Bardi e seu marido Pietro Maria Bardi. FOTO TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

Balé clássico ainda discrimina profissionais negros

Nas companhias de dança de São Paulo, cidade com grande número de afrodescendentes, bailarinos lutam por um lugar melhor nos palcos por Larissa Zapata/Roberta Vassallo no Estado Apresentação do Ballet Paraisópolis na Casa de Vidro, construção no Morumbi que pertenceu à arquiteta Lina Bo Bardi e seu marido Pietro Maria Bardi. FOTO TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO Na sala de ensaios da principal companhia de dança contemporânea do País, a coreografia ao som de Caetano ganha vida nos pés de cerca de 30 bailarinos. Montada para o aniversário de 50 anos do Balé da Cidade, a dança havia sido apresentada pela última vez no dia 25 de março. Para a maioria do elenco, era questão de relembrar os passos. Mas Grécia Catarina, de 23 anos, precisava aprendê-los. A única bailarina negra da companhia entrou em abril no elenco do balé dirigido por Ismael Ivo, o primeiro diretor negro de ...

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Ismael Ivo (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

O bailarino Ismael Ivo ganha o prêmio Mestres da Criatividade

O prêmio será entregue no Dia Mundial da Criatividade no Catraca Livre Foto Eduardo Knapp O primeiro Prêmio Mestre da Criatividade será entregue no próximo dia 17 – Dia Mundial da Criatividade –  ao bailarino e coreógrafo Ismael Ivo. O projeto Mestres da Criatividade  foi lançado pela Catraca Livre para disseminar a cultura da inovação, compartilhando as experiências da  pessoas mais criativas do Brasil. Esse prêmio vai  anualmente escolher um único nome que sintetize  o máximo da criatividade brasileira. O prêmio coincide as comemorações do Dia da Consciência Negra. Neste ano, em São Paulo, ocorrerá a Virada Negra. À frente do Balé da Cidade de São Paulo desde janeiro de 2018,  Ismael, nascido na periferia de São Paulo,  recebeu, na década de 80,   convite para atuar na Companhia de Alvin Ailey, em Nova York. Tempos depois, já na Áustria, fundou o ImPulsTanz, um dos maiores festivais ...

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Imagem: Coletivo dos Sonhos

Folayan – Andar com Dignidade – Negro Sim, Negro Sou!

DANÇA Sinopse Folayan – Andar com Dignidade. Negro Sim, Negro Sou! É um espetáculo multiartístico dirigido pelo professor, diretor e coreógrafo João Pirahy. Em seu elenco, composto por 95% de artistas negros, convidam o espectador a uma reflexão sobre a importância do negro na sociedade: não apenas traz o tema do racismo, mas oferece uma obra de enaltecimento e representatividade da cultura afro-brasileira. Folayan nos convida a um resgate às origens com um trabalho plural: dança, teatro, canto, percussão, artes plásticas, poesia e depoimentos dos artistas sobre suas experiências entre passado e presente. A obra expõe através da arte e de vivências pessoais que aquilo que nos difere é justamente aquilo que nos une, e que cada pessoa negra merece sim, andar com dignidade. Dia: 6 de Dezembro  Quinta feira às 21h Teatro de Contêiner Mungunzá R$ 20,00 (Inteira), R$ 10,00 (meia) e R$ 5,00 (morador) Duração: 45 min. Classificação: ...

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Bailarino inspira-se em cultura Ioruba no processo de criação para espetáculo

Bailarino inspira-se em cultura Ioruba no processo de criação para espetáculo

“Depoimentos para fissurar a pele – é dualidade; existência entre mundos. É o morrer para existir. É um rito de passagem entre pele, carne, sangue e alma”. (Djalma Moura) O espetáculo “Depoimentos para fissurar a pele”, do bailarino e coreógrafo Djalma Moura, tem estréia marcada para os dias 16 e 18 de maio de 2018 no Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo (Galeria Formosa – Baixos do Viaduto do Chá s/n, Centro). Com apresentações GRATUITAS, o espetáculo fica em cartaz até junho de 2018. A proposta inicial do projeto era criar um corpo capaz de se transformar em bicho, como um bisão, búfalo, ou outro ser que não apenas o ser humano. A partir deste ponto, o artista encontrou caminhos e poéticas negras, além de narrativas que dialogassem diretamente com o corpo negro e que mobilizassem o máximo do imaginário desse corpo. Desta forma, o coreógrafo ...

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Jovens de escola de dança da Maré fazem turnê por seis cidades francesas

Com coreografia de Maguy Marin, montagem deve chegar ao Brasil em 2019 Por ADRIANA PAVLOVA, do O Globo  Escola Livre de Dança da Maré encena "May B", de Maguy Marin, em turnê pela Europa - Sammi Landweer / Divulgação A cena aconteceu num centro de artes na periferia de Lyon, França. A coreógrafa Maguy Marin — expoente de uma geração que mexeu com as bases da dança contemporânea europeia a partir dos anos 1980 — ensaia há mais de duas horas com dez jovens de 20 a 26 anos. Diante dos alunos do Núcleo de Formação Continuada da Escola Livre de Dança da Maré, a artista francesa mistura português-espanhol-francês-italiano, tendo como intérprete a coreógrafa brasileira Lia Rodrigues. Maguy, 67 anos, gesticula, mostra movimentos com seu corpo, faz caretas, dá gritos, pede que repitam dez vezes a mesma cena e, num momento doce, diz aos jovens que ouçam um trecho de violino ...

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Dança ancestral: O balé Fareta Sidibé (dança da criação, no dialeto susu)

O balé Fareta Sidibé (dança da criação, no dialeto susu) mostra, com ritmo e energia, a cultura da República da Guiné. O grupo, formado por dançarinos e percussionistas, a maioria guineanos, existe há três anos e transforma em dança a vida nas aldeias, celebrando momentos importantes, como nascimentos, casamentos, plantio e colheita. “Na Guiné, e outros países africanos, se reproduz muita coisa do cotidiano através da música e da dança”, conta a dançarina brasileira Namibia Cruz Neves, de 26 anos. por Carol Ito no Revista Trip Aboubacar Sidibé, conhecido como Abou, de 35 anos, mora no Brasil há 6 e é o fundador do balé. Em seu país, ele era um dançarino habilitado a ensinar 20 ritmos guineanos diferentes.Veio ao Brasil a convite de uma amiga, foi registrado como como bailarino profissional junto ao Ministério do Trabalho e vem desenvolvendo o resgate e a disseminação da cultura da Guiné no Brasil, onde mais da ...

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Bailarino brasileiro dança em Paris ao som de Coltrane

A coreógrafa belga Anne Teresa de Keersmaeker, da companhia Rosas, um dos grandes nomes da dança contemporânea, apresenta em Paris “A Love Supreme”, título de uma das músicas mais representativas da história do jazz, de autoria de John Coltrane. Entre os quatro bailarinos em cena, um deles é o brasileiro José Paulo dos Santos. Por Patricia Moribe, do RFI  José Paulo dos Santos em "A Love Supreme". Foto @Anne van Aerschot Anne Theresa de Keersmaeker e o catalão Salva Sanchis, ex-integrante da Rosas, fizeram uma primeira versão de sucesso de "A Love Supreme" em 2005, para bailarinos e bailarinas, todos de branco. Agora são todos homens, todos vestidos de tons escuros. A nova coreografia também é mais longa, agora com 50 minutos, ao invés dos 33 minutos originais. A peça começa em silêncio, com os quatro dançarinos entrando um a um, com movimentos ditados por uma melodia invisível. Com a música, eles voltam a ...

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Imagem: Delmaine Donson/Getty Images

Corpos Narrados, Corpos Narradores com Companhia dos 3 pontos

Um encontro destinado às mulheres, a oficina propõe uma vivência em torno de jogos e atividades no limiar do teatro e da dança com vistas a desenvolver a expressão corporal. A um só tempo papel e caneta, nossos corpos são inscritos pelas mais diversas histórias ao passo que também são delas escritores. Histórias escritas ora a uma só mão, ora a múltiplas. Narrativas inscritas ora em um único livro, ora em uma série. Que histórias são essas? Por meio da expressão do corpo em movimento, pretendemos decodificá-las e compartilhá-las. Companhia dos 3 pontos Criada em 2016 por Barbara Martins, Bianca Dorini e Gabriela Maia, a Companhia dos 3 pontos se dedica à pesquisa do corpo em movimento, interseccionando técnicas do teatro e elementos da dança. Entre 2013 e 2014, o trio ministrou aulas de expressão corporal no Programa Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI) do Instituto de Artes da UNESP. ...

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Grupo Corpo foi a terreiros de umbanda para criar “Gira”, espetáculo que estreia em agosto, em SP

Em Belo Horizonte, apresentações acontecem de 2 a 6 de setembro Por Márcia Maria Cruz, do UAI Bailarinos do Corpo ensaiam na sede da companhia, no Bairro Mangabeiras, em Belo Horizonte (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press) Quando os bailarinos do Grupo Corpo pisam no palco, convocam para algo maior. Convidam o espectador a trocar o banal pela transcendência. Até os mais céticos chegam ao final das apresentações com a certeza de que seres humanos podem ser deuses. No 39º espetáculo da companhia mineira, a conexão com o divino se faz de maneira explícita. Do encontro com o trio Metá Metá nasceu Gira, que estreia em 4 de agosto, em São Paulo, e chega a Belo Horizonte em 2 de setembro. O Corpo imergiu nas tradições africanas, que se materializam em encontros em que não podem faltar tambor, dança, comida e festa. Um dos momentos para religar o humano e o divino, a ...

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Cia. Sansacroma apresenta mostra de processos do 1º Fórum de Criação Convivial: A Dança da Indignação

Durante a mostra, que acontece nos dias 28 e 29 de junho, na Casa Popular de Cultura do M'Boi Mirim, e nos dias Dia 30 de Junho e 1º de julho, no Espaço Cultural A Próxima Companhia, 14 artistas independentes irão compartilhar seus processos na metodologia de criação intitulada “Dança da Indignação”  Enviado para o Portal Geledés  De 29 de junho a 1º de julho, a Cia. Sansacroma vai realizar uma mostra de processos criativos com 14 artistas independentes que participaram, ao longo do primeiro semestre deste ano, do 1º Fórum de Criação Convivial, no qual a cia paulistana de dança apresentou e desenvolveu sua metodologia própria intitulada de “Dança da Indignação”. As apresentações ocorrem nos dias 28 e 29 de junho, na Casa Popular de Cultura M’Boi Mirim, na zona sul paulistana; e nos dias 30 de junho e 1º de julho no Espaço Cultural A Próxima Companhia, na ...

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Theatro Municipal de São Paulo estreia temporada 2017 do Balé da Cidade com o programa “CORPO CIDADE”

Sob a direção de Ismael Ivo, grupo busca diálogo com a metrópole em duas coreografias:  a inédita “Risco”, com direção de Sergio Ferrara; e a reapresentação de  “Adastra”, do catalão Cayetano Soto  Enviado para o Portal Geledes Orquestra Sinfônica Municipal executa trilha de “Risco” ao vivo   Depois de 32 anos fora do Brasil, o bailarino Ismael Ivo voltou ao país a convite de André Sturm, Secretário da Cultura de São Paulo, para assumir a direção do Balé da Cidade, corpo de 34 bailarinos do Theatro Municipal. Menos de dois meses no posto, o bailarino - que estava em Viena, na curadoria do ImPulzTanz, um dos mais importantes festivais de dança contemporânea do mundo – acaba de estrear a temporada 2017 do Balé da Cidade, com “CORPO CIDADE”. O programa será apresentado até o dia 01.04, às quartas às 16h, quintas, sextas e sábados às 20h. Os ingressos custam de R$ 35 ...

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A jornada de Ingrid Silva, das favelas do Rio até o ballet profissional em NY

A jornada rumo aos seus sonhos começa dentro de você. Essa é a mensagem do curta “Ingrid Silva”, que conta a trajetória de Ingrid, de Benfica, bairro pobre do Rio de Janeiro, até os palcos norte-americanos como bailarina do Dance Theatre of Harlem, em Nova Iorque. O filme é poderoso justamente por ser direto ao ponto: em primeira pessoa, você atravessa as dores, a resiliência e a força dessa bailarina que foi capaz de superar muitas barreiras para fazer sua história alcançar o único e justo final feliz. no Hypeness O talento, afinal, não pergunta sua cor, sua classe social, seu local de origem ou seu gênero antes de aparecer – somos nós e o mundo que criamos essas barreiras ou fechamos os olhos com a venda do preconceito para dizer que alguém não pode ou deve lutar por seu sonho. Ingrid é filha de uma empregada doméstica com um funcionário aposentado da ...

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Pretty Big Movement : essas dançarinas estão destruindo estereótipos da melhor forma

Depois de estrelar em dois videoclipes da Beyoncé, Akira Armstrong achou que sua carreira como dançarina tinha tudo para decolar. Apesar disso, ela não conseguia encontrar um agente interessado em representá-la. O motivo: ela não tinha o “corpo ideal” para o trabalho. no Hypeness Para mudar essa perspectiva, Akira decidiu quebrar o estereótipo de que dançarinas precisam ser mulheres magras e altas. Assim nascia a companhia de dança Pretty Big Movement (“Movimento Muito Grande”, em inglês), composta apenas por mulheres gordinhas. Desde o lançamento da ideia, o grupo de dança de Nova York vem arrasando por aí e já se apresentou em diversos locais, mostrando que habilidade não tem nada a ver com tamanho.

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Ismael Ivo, novo diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo, revela seus planos

“Um laboratório vivo” – é como Ismael Ivo, novo diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo, define como será a companhia paulistana em sua gestão. Por Ana Francisca Ponzio, para CONECTEDANCE “Isto não significa que a companhia será experimental porque vai trazer resultados com artistas top. O importante será ter bailarinos que não estão no Balé da Cidade somente para aprender novos trabalhos. Todos devem atuar como criadores”, diz o bailarino, coreógrafo e diretor do festival ImPulzTanz de Viena (entre outras atividades), em sua primeira entrevista sobre a nova função em São Paulo. “Quero implantar uma nova identidade no Balé da Cidade, uma nova filosofia, que faça progredir a ideia de corpo e dança entre os bailarinos. Estaremos abertos a novas linguagens, novas técnicas de corpo, novos materiais coreográficos. No momento, não me interessa comprar obras famosas de repertório, mas desenvolver um processo de corpo, cabeça e alma criativos, para ...

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Inscrições abertas para artistas de dança negra, série “Diálogos Ausentes”

Itaú Cultural faz chamada aberta para artistas e produtores negros apresentarem projetos de dança na série Diálogos Ausentes Por Douglas Belchior, para Negro Belchior O instituto Itaú Cultural está com inscrições abertas para artistas e produtores negros apresentarem projetos de dança na série Diálogos Ausentes. Os selecionados participarão dos encontros sobre o tema nos dias 14 de fevereiro e 14 de março; a atividade, que provoca um diálogo entre especialistas, artistas e o público, dá sequência à série de debates que analisa a recorrência da imagem afro-brasileira nas artes, iniciada em 2016. As inscrições poderão ser feitas pelo site www.itaucultural.org.br entre os dias 6 e 22 de janeiro e a chamada é aberta para artistas, coletivos e realizadores de produções na área da dança que sejam negros e tratem de questões raciais. O resultado será divulgado no dia 25 de janeiro. Fernanda Júlia – Youtube – O Negro nas Artes Cênicas – Diálogos Ausentes (2016) ...

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Série de fotos impressionante retrata o balé empoderando crianças no Quênia

Contra a brutalidade da realidade, a leveza e graça do balé. Esse é o tema das fotografias tiradas pelo sueco Frederik Lerneryd na região de Kibera, em Nairóbi, no Quênia – uma das maiores e mais pobres favelas urbanas de toda África no Hypeness "When I was young I saw ballet on TV, I liked the dance and the pointing shoes, and I wanted to be a ballerina since then" says Pamela 13, one of the older students in the class Os bailarinos registrados não são profissionais reconhecidos ou em ascenção, mas sim jovens estudantes que dançam por prazer e diversão, e foi justo isso que atraiu o fotógrafo. Esses jovens participam de um programa chamado Anno’s Africa, que oferece educação artística para mais de 800 crianças no Quênia. Some of the older girls is practicing a dance they do together. There is always curious onlookers ...

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Artista paulistana Val Souza quer combater racismo no Brasil dançando

Vestindo shorts curtos e um top que deixa a barriga à mostra, Val Souza adentra a área de convivência do Sesc Pompeia em um sábado de novembro trazendo uma caixa de isopor decorada com luzes de LED verde e rosa. Ao fundo, ouve-se um funk carioca ecoando pelo pátio. Por Carlos D. Williamson Do Do Folha Antes de começar seu show, puxa de dentro do cooler improvisado uma garrafa de vodca, serve uma dose em um copo e entrega a um confuso espectador. "Bebe comigo." Ela, então, começa a dançar, rebolando até o chão, causando reações diversas em quem a acompanha. Enquanto alguns balançam a cabeça negativamente, outros se juntam a ela no funk. Ao passar pela artista, uma senhora decide expressar seu descontentamento com a cena: "Eu não quero te ver, sai pra lá". O insulto, no entanto, lhe dá mais energia para continuar. "Por que as pessoas querem criminalizar ...

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M O T U M B Á – Memórias e Existências Negras

Do Sesc SP Todo Corpo Importa – Poéticas para imaginar, viver e dançar com Cia Étnica Construída sobre os temas do encontro, da memória e da igualdade, a oficina propõe estimular e preparar o corpo, a imaginação e o pensamento dos participantes, para a experimentação e a criação dos processos denominados, AREC - Atos de Resistência, Existência e Convivência. Concebido pela coreógrafa Carmen Luz. Sesc Belenzinho Local: Sala de Espetáculos II Inscrições: até dia 21 de novembro, por meio de envio de currículo resumido para [email protected]   Os candidatos selecionados serão avisados por e-mail até 23/11.   Não recomendado para menores de 16 anos.   Grátis   Datas: 25/11 a  26/11 Horários: 15h ás 19h Horário 13h ás 17h

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Espetáculo pensa a história gaúcha a partir das mulheres negras

Estreia no dia 22 de maio o espetáculo Negressencia: Mulheres cujos filhos são peixes, no Teatro Treze de Maio em Santa Maria (RS). O projeto, concebido pela produtora Marta Nunes, com direção de Manoel Luthiery, foi desenvolvido com financiamento da Bolsa Funarte de Fomento para Artistas e Produtores Negros. Do Idanca Com esse financiamento, tornou-se possível um processo artístico de imersão com os nove bailarinos negros que integram o elenco – Jaine Barcellos, Karen Tolentino, Letícia Ignácio, Amanda Silveira, Lenora Consales Shimit, Vinicio do Carmo, Venir Xavier, Gabrielle Barcelos. Neste processo, buscaram se voltar a pensar a história das mulheres que fizeram parte de sua ancestralidade e, a partir daí, também pensar em outras mulheres negras do estado do Rio Grande do Sul. A pesquisa que dá origem ao espetáculo, pautou-se não só pela elaboração coreográfica, mas principalmente pela composição de uma equipe diversa, composta por artistas, produtores e pesquisadores, ...

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