Tag: Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha

    Aula aberta e gratuita de dança afro, em São Paulo, celebra a riqueza ancestral no Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha

    No Dia da Mulher Negra, Latino-americana e Caribenha dance a riqueza de ter as tecnologias ancestrais a seu favor, na aula aberta de dança afro contemporânea que acontecerá dia 25 de julho, na Vila Itororó, em São Paulo. Por Isadora Santos, enviado para o Portal Geledés  O evento tem como tema: Kolapo. #ifeelrich. O significado da palavra Kolapo, em Yoruba, quer dizer: Toda riqueza deve unir. E daí partiu a ideia da bailarina, jornalista e astróloga, Leandra Silva, de unir a riqueza e poder ancestral para dançar com liberdade e sensibilidade essa data tão importante para a pauta feminina negra. Leandra comanda a aula aberta ao som dos tambores dos percussionistas, Edvan Mota e Guilherme Ribeiro. Vamos celebrar a grandeza de tomar posse do que é nosso por direito, nosso corpo, nossa história, nossa estética e porque não dizer, nossos bens. A dança foi o caminho escolhido para isso. Você ...

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    Reprodução/Facebook

    Com protagonismo de mulheres negras, Festival Latinidades chega pela primeira vez a São Paulo

    Programação do evento tem como objetivo dar visibilidade para a criação artística e intelectual de mulheres negras Do Rede Brasil Atual A cidade de São Paulo receberá, pela primeira vez, o Festival Latinidades, que este ano chega à sua 12ª  edição. O evento será realizado entre os próximos dias 23 e 27, no Centro Cultural São Paulo, na região central. Criado em Brasília, o festival surgiu para fortalecer a identidade e dar visibilidade para a criação artística e intelectual de mulheres negras do Distrito Federal, onde 57% da população é negra. “É uma população invisível para dentro e para fora”, explica Jaqueline Fernandes, coordenadora-geral do Latinidades, o maior festival do gênero na América Latina. A programação do evento inclui desfiles, shows, debates, feiras, oficinas, performances e vivências. “É uma amostra do que nós, mulheres negras, produzimos nos diferentes campos de conhecimento.” Por conta de seu protagonismo, Jaqueline diz que o festival se ...

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    Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha conta com eventos especiais nas Fábricas de Cultura

    Representatividade feminina negra, assim como o racismo e machismo enfrentado por essas mulheres, são algumas das abordagens da série de atividades realizadas pelas Fábricas Jardim São Luís e Diadema Por  JARIZA RUGIANO,  para o  Portal Geledés  Imagem enviada para o Portal Geledés, por  JARIZA RUGIANO Grupos femininos negros da América Latina e Caribe se reuniram no 1º Encontro de Mulheres Negras Latinas e Caribenhas em 1992, quando destacaram os efeitos opressores do machismo e racismo, se organizando para combatê-los. Essa rede de mulheres lutou para que a ONU reconhecesse o dia 25 de julho como Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. E, desde 2014, no Brasil a data também marca o Dia Nacional de Tereza de Benguela, líder quilombola do século 18 que ajudou comunidades negras e indígenas na resistência à escravidão.   As consequências dos preconceitos e as condições da vida das mulheres ...

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    Janaina Medina Domingos, de 35 anos, usou turbante pela primeira vez. (Foto: Danielle Valentim)

    Julho das Pretas dá tom estratégico para valorização da mulher negra

    Pertencimento, identidade, valorização e empoderamento. Com um nome para chamar a atenção, mesmo, o lançamento da campanha “Julho das Pretas” na Comunidade Quilombola Chácara Buriti foi recebida como um presente pelas moradoras. A tarde de conversa e troca de experiências emocionou e encorajou mulheres a se autoconhecerem para suportar a discriminação sofrida fora da comunidade. Na Chácara, o Julho das Pretas mal foi lançado e já levantou um diálogo e reflexão sobre as desigualdades que dão invisibilidade às mulheres negras. Se trata de um mês inteiro para se debater políticas públicas de enfrentamento ao racismo e ao sexcismo reafirmando o protagonismo e que o lugar da mulher negra “é onde ela quiser”. Campo Grande conta com três comunidades quilombolas a Tia Eva, no São Benedito, São João Batista, no Pioneiros e a Chácara Buriti, que é considerada para-rural, localizada a 30 km da cidade. A escolha do local para o ...

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    PCR promove atividades para marcar Dia da Mulher Negra

    Para marcar o Dia da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha, comemorado no próximo dia 25, a Prefeitura do Recife vai promover uma série de atividades voltadas à mulher negra. As Secretarias municipais de Saúde, da Mulher e de Assistência Social e Direitos Humanos prepararam uma programação para todo este mês de julho. Do  Revista algomais A programação culmina na 7ª Conferência da Mulher do Recife e se encerra no 16º Fórum Perinatal. (Fotos: Andréa Rêgo Barros/Arquivo PCR) Disponível no site da PCR, a programação culmina na 7ª Conferência da Mulher do Recife, que será realizada entre os dias 25 e 27, no Centro de Convenções, e se encerra no 16º Fórum Perinatal, no dia 31, quando serão abordados temas como racismo institucional e assistência perinatal. O fórum será voltado a profissionais de saúde, gestores, estudantes e sociedade civil. Oficinas de saúde da mulher negra estão sendo ...

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    Imagem retirada do sire Correio 24 Horas

    Seis mil acarajés serão distribuídos de graça em Salvador; saiba onde

    Ação acontecerá no dia 28 de julho Do Correio 24 Horas Imagem retirada do sire Correio 24 Horas O Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, celebrado dia 25 de julho, esse ano, será comemorado no dia 28 de julho (domingo), com a distribuição, gratuita de 6 mil acarajés em Salvador. O evento, que é aberto ao público,  acontecerá das 10h as 19h, na praça da Cruz Caída, no Pelourinho.A ação  é uma realização do Ponto de Cultura da Associação Nacional das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivo e Similares (ABAM), entidade sem fins lucrativos, que tem como objetivo celebrar as conquistas das mulheres negras  além de promover e fortalecer o debate de enfrentamento ao racismo, sexismo e demais desigualdades raciais e sociais. Durante o evento, além de distribuir o acarajé a associaçaõ realizará no local, a partir das 10h, a “Feira da Mulher” com participação de empreendedoras ...

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    Marcha das Mulheres Negras de SP 2019

    Marcha das Mulheres Negras No dia 25 de Julho, a partir das 17h30, na Praça da República, terá início a concentração para a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo. Após reunir cerca de 7 mil pessoas em 2018, voltamos às ruas num ato de enfrentamento às políticas de desmonte dos direitos sociais e em uma conjuntura de graves violações de direitos humanos, que afetam principalmente a nós, mulheres negras. Na data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela, estaremos unidas em todo o continente na luta contra as várias opressões que sofremos, com o objetivo de superá-las. Do Kickante Este ano, o mote escolhido é: “Sem violência, racismo, discriminação e fome! Com dignidade, educação, trabalho, aposentadoria e saúde!”. Os eixos são uma resposta à precarização dos serviços de assistência e previdência ...

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    Tereza de Benguela (Imagem: Wikimedia Commons)

    Conheça dez mulheres negras que fizeram história na América Latina e no Caribe

    Em 25 de julho de 1992, Santo Domingo, capital da República Dominicana, acontecia o primeiro Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, criado em decorrência das dificuldades de mulheres negras se verem representadas no movimento feminista e no movimento negro. Além das discussões sobre o machismo e o racismo, o Encontro se tornou um marco ao instituir o dia 25 de julho como Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha. A oficialização da data, reconhecida pela ONU ainda em 1992, busca dar visibilidade à história e às lutas de mulheres negras da região e pressionar o poder público para combater os problemas que atingem o grupo. Embora as discussões sobre o machismo e o racismo ganhem cada vez mais espaço na sociedade brasileira, os desafios enfrentados por mulheres e negros no país continuam – em especial, para as mulheres negras. Segundo o Atlas da Violência de 2018, o número de homicídios de negros ...

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    Marcha das Mulheres Negras 2018: Uma mistura de emoção e militância

    Uma mistura de emoção e militância, ocorreu durante a marcha das Mulheres Negras 2018. Mulheres negras demonstraram sua força política enquanto marchavam contra o racismo, a violência e pelo bem viver. A marcha aconteceu ao som do grupo Ilú Oba de Min que resgata e valoriza a cultura africana. Flashes de vários momentos, olhos marejados com cada detalhe registrado e compartilhado nas redes sociais... O coração acelera e ainda sinto a forte energia de cada abraço trocado e cada beijo dado nesse grande reencontro de mulheres de várias partes de São Paulo. Por Lu Santana para o Portal Geledés  Marcha das Mulheres  Negras 2018 (Foto: Natália Sena /Geledés Instituto da Mulher Negra) Sim, fiquei tão impactada emocionalmente com o nosso feito, que desde o dia do evento, tento expressar de maneira fiel o que foi participar desse ato histórico e deveras importante para a comunidade negra brasileira, mas me faltam palavras. ...

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    Roda de Conversa / Foto: Naldinho Lourenço

    Terceira edição do “Julho Negro” debate racismo e resistência no Rio de Janeiro

    O Dia Internacional da Mulher Negra, Latina e Caribenha foi lembrado com uma roda de conversa no Museu da Maré Por Jaqueline Deister, do Brasil de Fato  Roda de Conversa / Foto: Naldinho Lourenço  Ao longo desta semana, defensores de direitos humanos e integrantes de movimentos populares do Brasil e de mais 15 países estão reunidos na terceira edição do "Julho Negro" para compartilhar experiências e debater sobre o racismo, a criminalização da pobreza e a militarização do Estado.Durante a programação do evento, que acontece até sexta-feira (27), o dia 25 de julho que marca a data Internacional da Mulher Negra, Latina e Caribenha foi lembrado com uma roda de conversa no Museu da Maré, localizado no Conjunto de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro. A mesa contou com a presença de mulheres que atuam na área dos direitos humanos no Brasil, no México, no Chile e na Colômbia. Anielle Franco, professora e irmã da vereadora Marielle Franco, assassinada há mais de quatro meses no Rio de Janeiro, destacou que o "Julho Negro" é um espaço de união para fortalecer ...

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    (Foto: Foto: @THEOPTIMISTDREAMER/Nappy)

    Debates sobre racismo e violência marcam Dia da Mulher Negra

    Mulheres negras da América Latina e do Caribe realizam nesta quarta-feira (25) debates e atos públicos em diversas cidades da região para marcar o Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha. Em vários países, inclusive no Brasil, elas reivindicam o combate ao racismo e à violência, além do direito ao bem viver. A data de luta das mulheres negras foi criada há 26 anos por uma rede de mulheres afrolatinas, durante reunião na República Dominicana. A coordenadora geral da rede, Dorotea Wilson, da Nicarágua, acredita que os governos da região precisam intensificar a implementação de políticas públicas voltadas para as mulheres negras. “As mulheres têm avançado muito em alguns aspectos, na América Latina e no Caribe. Mas ainda falta muito o que fazer. Concretamente, em meu país, estamos dizendo que não temos o que celebrar porque tem muita violência, discriminação, mortes e feminicídio.” A população afrodescendente da América Latina e ...

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    Manifesto: Marcha das Mulheres Negras de São Paulo

    Neste 25 de julho, nós mulheres negras e indígenas estamos nas ruas com a força das nossas ancestrais e de milhares de lutadoras anônimas para gritar bem alto que seguimos em marcha. Da Marcha das mulheres Negras de São Paulo Reprodução/Facebook No momento em que o Brasil atravessa uma grave crise política e econômica, com o desmantelamento de políticas públicas duramente conquistadas e desmandos por parte de governos elitistas e conservadores, nós negras de São Paulo voltamos às ruas. Celebramos o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e o Dia Nacional Tereza de Benguela, marcos da luta das mulheres negras em todo o Brasil e no Continente. Somos o coletivo Marcha das Mulheres Negras de São Paulo que ajudou a construir a Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, que levou a Brasília cerca de 50.000 mulheres em 2015. Em São ...

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    Olhar para o futuro

    Este ano chegamos aos 26 anos da instituição do dia 25 de julho como o Dia da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha. Uma data que passa despercebida por boa parte de nós, mulheres negras, em todo este território. Um dia de luta, e de muita reflexão – principalmente para quem, como eu, é mulher, negra, periférica e mãe. Por Thaís Ferreira para o Portal Geledés  Arquivo Pessoal Thaís Ferreira Não é fácil ser negra e mãe no Brasil, não é fácil ter este papel, de preparar seus filhos para o futuro, em um país onde a cada 23 minutos morre um jovem negro e onde uma jovem negra tem duas vezes mais chance de ser assassinada, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas. Não é fácil ser mãe e negra num país onde 63,7% dos desempregados são pretos e pardos, onde as portas se fecham para as mulheres negras. ...

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    Myleide Meneses Olveira Machado (Arquivo Pessoal)

    Mulheres Negras: PRESENTE!

    Artigo em alusão – 25 de julho – Dia Internacional das Mulheres Negras Latino Americanas e Caribenhas e Dia Nacional de Tereza Benguela e Dia da Mulher Negra. Mulheres Negras: PRESENTE! As mulheres negras tem sido parte importante da sociedade brasileira, como grupo social específico em defesa de seus interesses ou como parte do amplo contingente negros, que luta por justiça e inclusão social, fazendo de suas ações um cenário pontual que pode ser comprovado desde o regime escravocrata. De fato, as mulheres negras que constroem cotidianamente o Brasil como nação, sempre estiveram ligadas a uma realidade de exclusão e sonegadas de seus direitos perante a sociedade. Mas a história de luta dos movimentos negros e de mulheres negras no Brasil é marcada por atitudes que visam o fim do racismo das estruturas do estado brasileiro, a superação da desigualdade racial, através da garantia dos direitos e o aperfeiçoamento da ...

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    Primeira Marcha das Mulheres Negras em 2015, em Brasília (Thaís Mallon/Divulgação)

    As origens do Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha

    A população negra corresponde a mais da metade dos brasileiros: 54%, segundo o IBGE. Na América Latina e no Caribe, 200 milhões de pessoas se identificam como afrodescendentes, de acordo com a Associação Mujeres Afro. Tanto no Brasil quanto fora dele, porém, essa população também é a que mais sofre com a pobreza: por aqui, entre os mais pobres, três em cada quatro são pessoas negras, segundo o IBGE. Quando se trata nas mulheres negras da região, a situação é ainda mais alarmante. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), dos 25 países com os maiores índices de feminicídio do mundo, 15 ficam na América Latina e no Caribe. Em um contexto de tanta violência, mulheres negras negras são mais vítimas de violência obstétrica, abuso sexual e homicídio – de acordo com o Mapa da Violência 2016, os homicídios de mulheres negras aumentaram 54% em dez anos no ...

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    Com clipe “Pretas Panteras”, Débora Garcia homenageia líderes como Tereza de Benguela e Angela Davis

    Escolha da data de lançamento é também para comemorar o Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha Enviado para o Portal Geledés Para refletir sobre o papel da mulher negra no mundo, a poetisa Débora Garcia lança, nesta terça-feira (25) o clipe da música Pretas Panteras na Ação Educativa, no centro de São Paulo, com entrada gratuita. O clipe, assim como a música, é uma reverência à data, em que comemora-se o Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha e também o dia da líder quilombola Tereza de Benguela. Além disso, o material audiovisual também presta homenagem ao Partido Panteras Negras, em especial à ativista negra Angela Davis. O lançamento do clipe vai contar também com a participação do elenco da produção, discotecagem  da Dj Cris Laddybrown e apresentação musical da rapper Bia Doxum. Haverá também um bate-papo com mediação da Landy Freitas sobre a representatividade da mulher negra no rap e no audiovisual. ...

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    Eventos celebram o Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha no Rio

    No próximo dia 25 de julho é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, data que relembra o marco internacional de luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero, o racismo e a exploração de classe. Do Catraca Livre Para celebrar junto com as minas, listamos três eventos que debatem sobre o tema e comemoram a data com muita resistência - tudo com entrada Catraca Livre.   Confira onde rolam os encontros das mulheres negras no Rio: O principal objetivo do evento é transformar Duque de Caxias em um pólo de aglutinação das lutas das mulheres negras, além de ampliar e fortalecer suas organizações e sua identidade, a fim de construir estratégias para o enfrentamento do racismo e do sexismo. Na programação, a celebração conta com sarau em homenagem a Elza Soares, oficinas de dança afro, turbantes e tranças, peça de teatro, exibição de documentários, oficina de ...

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    Dia Nacional da Mulher Negra funciona como alerta e instrumento de luta

    Em 10 anos, o número de negras mortas de forma violenta cresceu 54,2% no Brasil. Em 2013, foram 2.875 vítimas Do MZ Portal  Elas estão no topo da cadeia de vulnerabilidade. Quando há uma violência contra a mulher, a vítima é negra em mais da metade dos casos. Os dados reforçam o mundo inseguro em que vivem. Em 10 anos, de acordo com o último Mapa da violência, do governo federal, a vitimização entre as mulheres negras no Brasil cresceu 54,2%, enquanto o homicídio das brancas caiu 9,8%. No último domingo, foi celebrado o Dia Nacional da Mulher Negra e ontem foi a vez de lembrar o valor da negritude feminina internacionalmente. As datas marcam com resistência, luta e mobilização um dia especial para reafirmar a necessidade de enfrentar o racismo e o sexismo vivido até hoje por mulheres que sofrem com a discriminação racial, social e de gênero. Desde ...

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    Foto: Adriana Medeiros

    Jurema Werneck: ”Somos herdeiras de mulheres que construíram a própria força”

    Médica, pesquisadora e fundadora da ONG Criola fala sobre as principais pautas da mulher negra hoje Por Mariana Pitasse, no Brasil de Fato  As mulheres negras estudam menos, têm salários menores, são as maiores vítimas do desemprego, sofrem mais violência e têm menor representatividade política. Para conversar sobre todas as problemáticas do que é ser mulher negra no nosso país, o Brasil de Fato conversou com a médica e doutora em Comunicação e Cultura, Jurema Werneck. Nascida no Morro dos Cabritos, em Copacabana, Jurema é uma das fundadoras da ONG Criola, que trabalha no fortalecimento das mulheres para enfrentar o racismo. Brasil de Fato - O que é ser mulher e negra hoje no Brasil? Jurema Werneck - A gente é mulher negra, não mulher e negra. É uma experiência compacta, inteira e singular, que traz vários reflexos em nossa vida. Um deles é a exclusão que o racismo patriarcal produz. ...

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    O estilão inconfundível de Luiza Bairros e o Dia da Mulher Negra

    “Em 1992, em Santo Domingo, na República Dominicana, realizou-se o 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, do qual decorreram duas decisões: a criação da Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas e a definição do 25 de julho como Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha. Por Fátima Oliveira, do O Tempo Ilustração Duke/O Tempo “A data objetiva ser polo de aglutinação internacional da resistência das negras à cidadania de segunda categoria na região em que vivem, sob a égide das opressões de gênero e étnico-raciais, e assim ‘ampliar e fortalecer organizações e a identidade das negras, construindo estratégias para o enfrentamento do racismo e do sexismo’. “(...) Faltam esforços dos governos para a efetivação dos nossos direitos humanos. Partícipes das lutas das mulheres em geral, incluindo o Dia Internacional da Mulher, nós, as negras feministas, sabemos que é preciso uma data toda nossa a partir da compreensão de que não ...

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