terça-feira, novembro 24, 2020

    Tag: Martin Luther King

    Políticas educacionais e racismo

    por Ana Maria Gonçalves Divulgação Em recente viagem a Montgomery, no Rosa Parks Museum, encontrei com uma família de New Orleans, também evitando o confronto com o furacão Isaac. Negros, como eu e o guia que nos atendeu. Depois da visita, em resposta ao questionamento se tínhamos alguma pergunta a fazer, o guia se sentiu à vontade para nos contar sobre a presença ainda muito forte do racismo na cidade. Apesar de termos visto várias rodas de negros e brancos conversando amigavelmente no bar e no restaurante do hotel onde nos hospedamos, o guia nos contou que ainda há lugares pelos quais negros não andam; outros, onde negros não entram; e muitas regiões ainda completamente segregadas. Mas o que mais me chocou, e acompanhou durante o resto da estadia, foi a informação de que ainda há um núcleo bastante ativo da Ku Klux Klan que, durante ...

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    Table of Brotherhood | Chevrolet Honors MLK | Spike DDB

    Mesa da Irmandade – Table of Brotherhood – Martin Luther King Jr

    Table of Brotherhood | Chevrolet Honors MLK | Spike DDB A Chevrolet está patrocinando uma turne por quatro cidades norteamericanas em honra ao legado de Martin Luther King, Jr., que culmina em 28 de agosto dedicado a Martin Luther King, Jr.  no National Memorial, em Washington, DC. "Nós admiramos e respeitamos o legado eterno do Dr. King e tudo o que ele representa", disse o presidente do GM eo CEO Dan Akerson. "Este é um momento importante na história da nossa nação e nós esperamos que este memorial vai inspirar outros a transformar seus sonhos em ação própria". A homenagem vai marcar o aniversário de 48 anos do discurso "I Have a Dream". A turnê passa em Atlanta, Memphis, Chicago e Washington, onde líderes comunitários diversos evocam o espírito de King retomando o diálogo sobre questões de actualidade social. A turnê contará com uma mesa desenhada por Scott Tucker ...

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    A desinformação pavimenta os caminhos da ignorancia e perpetua a desorganização e a servidão do negro: Vamos construir nossas próprias referencias!

    Um dia de Luta na Morada Eterna dos Ancestrais

    Fonte: Lista Racial - Por: Reginaldo Bispo Na eternidade, morada dos ancestrais, embaixo de um Baobá, saudosos militantes do MN discutem a situação do negro no Brasil em 2009. Zumbi, o sábio mais velho, dirige a reunião e fala primeiro: " Não sei se choro de tristeza ou de raiva, a luta dos palmarinos não era pra dar nisso!. Depois de 314 anos parte significativa dos negros brasileiros, em eu nome violentam a dignidade de meu povo, e como Ganga Zumba, aceitam as migalhas enganosas do poder escravista. Negras e negros tem a obrigação de reverter essa farsa. " Malcoln X, ao lado do líder, olhando ao fundo, para J. Brown, Chico Bento e Florestan Fernandes, J.Julio Chiavenatto, Décio Freitas e tantos outros, agradece "Vocês serão sempre bem vindos em nossas reuniões, mas é função dos pretos dirigirem a própria luta, pelos meios que se fizerem necessários" e olhando fixamente para Florestan ...

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    Martin Luther King (Foto: Willian H. Aden/ Evening Standard/ Getty Images)

    Martin Luther King

    A nossa geração não lamenta tanto os crimes dos perversos quanto o estarrecedor silêncio dos bondosos Martin Luther King nasceu em 15 de janeiro de 1929 em Atlanta na Georgia, filho primogênito de uma família de negros norte-americanos de classe média. Seu pai era pastor batista e sua mãe era professora. Com 19 anos de idade Luther King se tornou pastor batista e mais tarde se formou teólogo no Seminário de Crozer. Também fez pós-graduação na universidade de Boston, onde conheceu Coretta Scott, uma estudante de música com quem se casou. Em seus estudos se dedicou aos temas de filosofia de protesto não violento, inspirando-se nas idéias do indu Mohandas K. Gandhi. Em 1954 tornou-se pastor da igreja batista de Montgomery, Alabama. Em 1955, houve um boicote ao transporte da cidade como forma de protesto a um ato discriminatório a uma passageira negra, Luther King como presidente da Associação de ...

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    Getty Images

    “I have a Dream”

    AUTHENTICITY CERTIFIED: Text version below transcribed directly from audio. (2) I am happy to join with you today in what will go down in history as the greatest demonstration for freedom in the history of our nation. Five score years ago, a great American, in whose symbolic shadow we stand today, signed the Emancipation Proclamation. This momentous decree came as a great beacon light of hope to millions of Negro slaves who had been seared in the flames of withering injustice. It came as a joyous daybreak to end the long night of their captivity. But one hundred years later, the Negro still is not free. One hundred years later, the life of the Negro is still sadly crippled by the manacles of segregation and the chains of discrimination. One hundred years later, the Negro lives on a lonely island of poverty in the midst of a vast ocean of ...

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    Foto: Marcus Steinmayer

    Os prós e os contras

    Fonte: Jornal Correio Braziliense - Coluna Opinião Há anos vimos discutindo com as principais organizações da sociedade civil brasileira o fato de que, ao contrário do que ocorreu em outros países marcados por diferenças e conflitos raciais, no Brasil nunca emergiu um posicionamento político efetivo de lideranças brancas contra as práticas racistas de nossa sociedade. Para citar apenas dois casos emblemáticos, lembremos a presença histórica de Marlon Brando na memorável Marcha pelos Direitos Civis liderada por Martin Luther King, ou o papel extraordinário do jornalista Donald Woods contra o regime do apartheid sul-africano. Personalidades brancas, simbolizando com suas presenças nessas lutas outros anônimos brancos que se recusaram a aceitar o racismo como estratégia de obtenção de privilégios às custas da opressão de outros grupos raciais. No Brasil, ao contrário, mesmo o abolicionismo brasileiro, com as exceções de praxe, não alcançou exprimir vontade política de inclusão da massa de ex-escravos. Esgotou-se ...

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    Foto: Marcus Steinmayer

    Abdias Nascimento, por Sueli Carneiro

    "Sempre que penso em Abdias Nascimento o sentimento que me toma é de gratidão aos nossos deuses por sua longa vida e extraordinária história fonte de inspiração de todas as nossas lutas e emblema de nossa força e dignidade. A história política e a reflexão de Abdias Nascimento se inserem no patrimônio político-cultural pan-africanista, repleto de contribuições para a compreensão e superação dos fatores que vêm historicamente subjugando os povos africanos e sua diáspora. Abdias Nascimento é a grande expressão brasileira dessa tradição, que inclui líderes e pensadores da estatura de Marcus Garvey, Aimé Cesaire, Franz Fannon, Cheikh Anta Diop, Léopold Sedar Senghor, Patrice Lumumba, Kwame Nkruman, Amílcar Cabral, Agostinho Neto, Steve Biko, Angela Davis, Martin Luther King, Malcom X, entre muitos outros. A atualidade e a justeza das análises e das posições defendidas por Abdias Nascimento ao longo de sua vida se manifestam contemporaneamente entre outros exemplo, nos resultados da III Conferência Mundial ...

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