Tag: Racismo

    Notícias sobre racismo, racismo no brasil e no mundo.

    Juíza culpa vítima e inocenta PMs acusados de matar africano

    Juíza culpa vítima e inocenta PMs acusados de matar africano

    Keka Werneck A justiça de Mato Grosso absolveu os policiais militares Weslley Fagundes e Higor Montenegro, envolvidos no assassinato do estudante africano Toni Bernardo da Silva, de 27 anos, natural da Guiné-Bissau. Ele foi torturado até a morte no dia 22 de setembro de 2011, na pizzaria Rola Papo, em Cuiabá, capital do Estado. O empresário Sérgio Marcelo Silva da Costa foi o único responsabilizado pela morte e foi condenado a dois anos e oito meses de reclusão, em regime aberto. Os três participaram do espancamento, que repercutiu internacionalmente. Na sentença, a juíza Marcemila Mello Reis, da 3ª Vara Criminal de Cuiabá, assegura que, no episódio, Toni estava extremamente alterado e seu comportamento causou a trágédia. “A vítima foi o agente provocador dos fatos, e seu comportamento foi decisivo para o desenrolar dos acontecimentos”. O local do crime é próximo à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), onde Toni estudou ...

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    Para pesquisador, leis precisam ser mais duras contra o racismo

    Para Valter Silvério, leis precisam ser mais duras contra o racismo

    Um protesto objetivo, imediato, espontâneo e irônico. É dessa forma que especialistas definem a atitude do lateral direito da seleção brasileira Daniel Alves. O jogador comeu uma banana jogada por torcedores do Villareal, em partida disputada no domingo, 27, pelo Campeonato Espanhol, quando o Barcelo venceu por 2 a 1. A atitude foi pouco antes da cobrança de um escanteio. Para o professor do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós Graduação de Sociologia da UFSCar, Valter Roberto Silvério, a atitude imediata do jogador foi positiva, entretanto, o ato não resolve a gravidade do problema. “A repercussão tem uma lado positivo, significa que as pessoas de alguma maneira não querem o racismo, parte delas se sensibilizam no sentido de dizer que essa atitude não é admissível. Agora, do ponto de vista pedagógico o ato não equaciona o problema, as crianças negras irão continuar sofrendo bullying e a violência psíquica nas escolas, nas ...

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    Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

    A bananização do racismo – por Ana Maria Gonçalves

    Não gosto muito de escrever textos assim, no calor do momento, mas acho que dessa vez vai com emoção mesmo, porque o caso passou dos limites. Principalmente porque seria melhor esclarecer vários pontos dessa história, que não é tão simples como parece. Por enquanto, o que se sabe é que a ideia partiu do pai do Neymar, que me parece ser também quem gerencia seus negócios: “O pai do Neymar nos telefonou e pediu que criássemos alguma coisa. Surgiu essa ideia de que a melhor maneira de acabar com o preconceito é usar isso”, disse Guga Ketzer, sócio e vice-presidente de criação da agência Loducca, que é responsável por essa campanha envolvendo Neymar e auxilia o jogador em relação à publicidade. Campanha que, aliás, Guga Ketzer tenta revestir de outro nome, mais palatável, chamando-a de “movimento”. Talvez, inclusive, para pegar carona na ideia de movimento negro. Segundo ele, a campanha criada pela agência, junto com ...

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    Darwinismo social, racismo e dominação – Uma visão geral

    Os negros têm pele escura porque sua região de origem, a África, recebe intensas radiações ultravioleta. Como o excesso de sol é nocivo à saúde, a pele escura protege o organismo e mantém o nível de ácido fólico (vitamina do complexo B) no corpo, garantindo, assim, a descendência sadia, pois a deficiência de folato em mulheres grávidas pode causar graves defeitos no feto. Ao migrarem para ambiente onde o sol é mais fraco, como a Europa, os seres humanos passaram a nascer com uma pigmentação mais clara, enquanto recurso de sobrevivência para melhor recepcionar e armazenar a escassez dos raios solares, essenciais para a formação das vitaminas A e D, evitando, entre outros problemas, que as pessoas fiquem raquíticas e anêmicas, pois é a vitamina D que responde pelo sistema imunológico e pelo desenvolvimento dos ossos. O naturalista Charles Darwin resume a adaptação do homem à natureza, convencido de que ...

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    carnavaldoapartheid

    6 imagens do Carnaval do Apartheid

    1- Carnaval do Apartheid Pesquisa divulgada recentemente no A Tarde constatou que 76% da população de Salvador não pula carnaval, e mesmo os 24% que pulam ficam espremidos entre tapumes e cordas de blocos. De um lado, viram-se aqueles que têm recursos curtindo a folia dentro dos camarotes; nos grandes blocos de trios fechados ao público, e do outro, o “povão” nas ruas disputando qualquer espaço, atrás dos trios elétricos, na base dos empurrões, da porrada e levando cacetadas da polícia a torto e a direito. Por Hernani Francisco da Silva 2 - Ilha de brancos cercada por uma corda de negros  Por todo o período de Carnaval, negro é o tom da corda, dos ambulantes que circulam aos milhares. É a cor do povo “Fora dos Blocos”, olhando das calçadas, pulsando ao som de altíssimos equipamentos que amplificam à exaustão as vozes dos “mitos” da passarela e aplaudindo os desfilantes ...

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    Kiyun, jovem fotografa mostra 20 micro-agressões raciais cotidianas

    Luta de hoje contra o racismo não é tanto uma luta em grande escala contra os inimigos, como nazistas ou a KKK; é uma luta diária contra a intolerância e a ignorância encravada das pessoas - contra as "micro-agressões" de todos os dias, atrvés da quais as pessoas expressam o seu fanatismo.  - por Mäyjo no Novamente Geografando  Este ponto é ilustrado perfeitamente pela jovem fotógrafa Kiyun EUA, que criou uma série de imagens de estudantes da Universidade de Fordham segurando cartazes com micro-agressões que eles ouviram. A micro-agressão, originalmente cunhada academicamente na década de 1970, é um comportamento pequeno, frase ou outra ação que exibe uma atitude hostil ou depreciativa para uma minoria - ou, neste caso, em relação às minorias raciais. Os comentários, atitudes e ações que os sujeitos de Kiyun testemunharam são apenas isso - os atos menores de agressão social que afirmam fanatismos dessas pessoas contra os sujeitos ...

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    MONICA H

    Sentar em ‘cadeira humana’ ?- Racismo,sexismo e machismo ! – Por Mônica Aguiar

    Entre "Caucasianas e Negras", lá vamos nos de novo sendo expostas através de uma imagem que retrata todos os valores servis, opressores, sexistas e machistas com fortes resquícios da escravidão . Entre a brincadeira e ao bel prazer, desrespeitam todos as linhas imaginárias e legais dos direitos humanos, utilizando a imagem da mulher para sustentar a condição imposta de mercadoria e dever da submissão. A imagem de nosso corpo semi-nu, serve de deboche em um dia dos três feriados nacionais dos Estados Unidos onde a comemoração é realizada a uma pessoa. Esta pessoa é Martin Luther King, que tem escrito nas linhas de sua história ações de combate ao racismo e em defesa do ser humano. Uma " exposição" capaz de se manifestar como elemento que permite justificar e mascarar a prática racista que permanece para muitos invisível . Instrumento de reforço do mito da democracia racial, na "crença" existente ...

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    Racismo explícito: negras (in)confidências & rainha de Sabá – Por: Fátima Oliveira

    "Negras (in)confidências – Bullying, não. Isto é racismo", livro organizado por Benilda Brito e Valdecir Nascimento (Mazza Edições), é uma coletânea de depoimentos de mulheres negras sobreviventes do racismo nosso de cada dia na escola. Dói. Deveria ser lido por quem dá aulas porque é uma panorâmica de como as escolas permitem e reproduzem o racismo. São memórias dolorosas da meninice de mulheres negras sob a batuta do racismo. Por: Fátima Oliveira É uma leitura imperdível e faz a gente evocar fatos que julgava perdidos ou inexistentes. Num papão animado com a Mazza e a Kia Lilly, peguei um gancho da Kia que indagou qual era a profissão da mamãe. Disse-lhe que era costureira e que fazia vestidos de fadas. E eu pude usar belos vestidos de organdi, pele de ovo, seda pura, broderie, chiffon e musseline, de algodão e de seda – tudo com muito frufru: rendas, fitas e ...

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    Nem tudo era italiano...

    Nem tudo era italiano …

    Este brilhante trabalho foi apresentado originalmente em 1995 como dissertação de mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em História da PUC-SP com o título : "A população pobre nacional na cidade de São Paulo – virada do século (1890-1915). Foi publicado pela Annablume/FAPESP apenas três anos depois da defesa, em 1998 e, dez anos depois, já ganhava sua terceira edição, que é esta da foto ao lado. Carlos José Ferreira dos Santos é historiador e professor universitário da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus-BA, tendo se graduado em história pela Unesp-Franca, mestrado pelo Programa em Estudos Pós-Graduados em História pela PUC-SP e doutorado pela FAU-USP. Nem tudo era italiano é uma pesquisa bastante original sobre as populações pobres nacionais que viviam na cidade de São Paulo na virada do século XIX para o XX. Intrigado pela imagem da São Paulo que emergia tanto de documentos oficiais da época quanto ...

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    Consciência negra, da necessidade de se lutar contra o racismo para além dos gabinetes - Por: Dennis de Oliveira

    Consciência negra, da necessidade de se lutar contra o racismo para além dos gabinetes – Por: Dennis de Oliveira

    O Dia da Consciência Negra sempre me faz lembrar um grande ativista e intelectual e que foi uma das minhas principais referências da luta contra o racismo que foi o jornalista Hamilton Cardoso (1953-1999). Conheci-o por conta do meu início de militância no movimento negro, estava ajudando a construir uma entidade do movimento negro junto com outros ativistas. O tempo de convivência foi curto devido a sua morte prematura, mas foi proveitoso em termos de aprendizado. Uma das frases que até hoje me lembro do Hamilton era que o movimento negro precisaria construir uma estratégia de articular todos os espaços em que os negros estivessem juntos, não apenas os espaços políticos. Hamilton ia até mesmo nos concursos de Miss Afro que alguns clubes negros organizavam nos anos 1970 e 1980, eventos que vários militantes desprezavam por considerá-los despolitizados. O racismo no Brasil hoje cada vez mais mostra a sua face: ...

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    Kerry-Washington-Red-Carpet-Pictures-2013

    Racismo americano x racismo brasileiro

    Na mais recente lista de celebridades mais bem vestidas dos EUA divulgada pela revista People figuram três mulheres negras: as atrizes Kerry Washington (em primeiríssimo lugar) e Zoë Saldana, além de Solange Knowles (cantora e irmã caçula da estrela pop Beyoncé). Por: Patrícia Fortunato Você pode até achar que listas desse tipo são de uma futilidade sem tamanho, mas tente ver por outro ângulo. No mundo de imagens em que vivemos, uma galeria em que celebridades negras são reconhecidas como bem vestidas são uma injeção de autoestima para milhares de adolescentes e mulheres mundo afora, que muitas vezes não se sentem representadas pelos programas de tevê que costumam assistir ou nas revistas que leem. Outro aspecto interessante da escolha da People é que estamos falando de mulheres bem vestidas, não de mulheres sensuais. No Brasil parece haver uma lei não escrita segundo a qual para negras e mestiças cabem classificações ...

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    Dennis de Oliveira: Sobre as cantadas racistas

    Desenvolvimento sem racismo ou projeto político anti-racista? – Por: Dennis de Oliveira

    Os dados da última PNAD que mostram um aumento geral na renda do país mas uma estagnação na redução das desigualdades sociais foi analisada por parte da mídia hegemônica como fruto do "baixo crescimento" do país nos últimos anos. Este mesmo discurso é repicado por apoiadores do governo federal com o mantra do desenvolvimentismo a qualquer custo, sem fazer uma reflexão crítica de que tipo de desenvolvimento se quer. O lema da Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial – "Desenvolvimento sem racismo" – vai no mesmo diapasão. A busca desenfreada pelo desenvolvimento foi uma obsessão dos comunistas no início da Revolução Russa, principalmente pela experiência inédita de se tentar implantar um modelo socialista em uma nação quase que feudal, a Rússia. Depois das guerras mundiais, com a ampliação do socialismo para vários outros países da Europa oriental e a expansão da influência do paradigma socialista para outras nações do ...

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    kindumba

    Sabe os padrões de beleza? Autoestima, Feminismo e contradições de cada dia – por Isabela Casalotti

    Sabe os padrões de beleza? Aqueles que já conhecemos e tanto criticamos. Isso, as capas de revistas, a gordofobia, o racismo, o sexismo, a cis-hetero-normatividade, o capacitismo… Esses estão na ponta da língua de nossas críticas. Nós, feministas, olhamos com admiração as mulheres empoderadas com seus corpos. Depois de um acolhimento, sabemos o que dizer para aquela amiga que diz estar descontente com sua aparência física. Até que você, feminista, louca de vontade de tirar a roupa e ir a praia, olha no espelho e se desespera. Simplesmente se acha feia porque está fora dos padrões. Isso, aqueles lá: falta aqui, sobra ali, celulite, estria, varizes, pelos, cravos, “defeitos”. Cada detalhe ali, que no discurso é “parte de você, da sua história”, a seus olhos é a autoestima descendo ladeira abaixo. A julgar pelas postagens cotidianas que vejo nas redes sociais, arrisco dizer que não sou feminista solitária nesse barco. E compartilho meu desabafo de como ...

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    Plano de Aula – Um exercício sobre o texto “Racismo”, de Luiz Fernando Veríssimo

    Plano de Aula - Um exercício sobre o texto "Racismo", de Luiz Fernando Veríssimo. No texto Racismo de Luís Fernando Veríssimo o patrão nega, o tempo todo, a existência do racismo apesar de estar sendo racista. Faça uma relação entre a atitude do patrão e a ideia da democracia racial no Brasil. Reflita as estratégias do “silenciamento” brasileiro em relação à afirmação da existência do racismo no Brasil, através da construção do mito da democracia racial contextualizando historicamente seu surgimento. iStockphoto Resposta: Há várias afirmações do patrão que revelam-nos a sua condição racista, ao mesmo tempo em que quer fazer crer que em nada tem a ver com o racismo, vilipendia o seu interlocutor. Poderíamos citar diversas frases que “escancaram” essa verdade. O tipo de tratamento dispensado exemplifica muito bem o que ocorre em nossa sociedade. Diversas são as situações em que o “sujeito suspeito” de algo errado é sempre ...

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    Racismo, miscigenação e casamentos interraciais no Brasil

    Quando escrevo sobre racismo no Brasil, muitos leitores (em profunda denegação) argumentam que não somos racistas e citam como evidência nossa “miscigenação”, nossos casamentos interraciais. Texto de Alex Castro ,no Blogueiras Feministas Um email típico que recebo: aqui nos Estados Unidos, se voce é negro, voce pode ser famoso, rico, o que for: quando você casar com a loira de olho azul de Kennebunkport, Maine, NINGUÉM vai achar bonito. No Brasil, se você é negro e pobre e é exatamente como o Ronaldo Fenômeno, voce é negro e pobre. Quando voce vira famoso e rico (exatamente como o Ronaldo), voce é OK.Se você casa com a loira, a família dela acha lindo! Se alguém disser que isso é mentira, eu sou todo ouvidos pra explicação. Como não é, o Brasil é um país classista, placist, acima de tudo. Agora, racismo e preconceito existe no mundo todo, sempre existiu, sempre vai existir. Nao existe lugar que é ...

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    love-will-win

    Racismo nos espaços feministas brancos

    Quando falamos de “espaços feministas brancos” o que queremos dizer é o feminismo tradicional padrão do Reino Unido, (Europa e EUA). Um feminismo que se considera superior ao movimento de mulheres ao redor do mundo, utilizando-se de seu privilégio branco para selecionar discriminatoriamente quais mulheres (negras e de outras etnias) e opressões são dignas de atenção ou de auxílio, vistas através de uma lente branca autoritária míope. O Feminismo Branco deve evoluir e integrar-se às sociedades multiculturais, se estiver genuinamente preocupado com a libertação de todas as mulheres. Com exceção de algumas pessoas atentas individualmente, muitas feministas brancas, que encontrei no Reino Unido, veem a misoginia como a única forma de opressão que exige erradicação para que as mulheres sejam livres. Eu gostaria que isso fosse verdade. O que muitas feministas brancas ainda se esquecem ou não se dão conta é que, as mulheres negras e de outras etnias, que ...

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    charo

    Eu, mulher negra racista. Uma conversa que também é sobre você

    "É vocês negras que têm a auto-estima baixa e não aceitam determinados elogios. O problema está em vocês. Inseguras". por Charô Nunes A primeira vez que fui acusada de ser mulher negra racista foi durante uma terapia. Agora imaginem essa preta aqui ficando bege de listinhas rosas e bolinhas azuis ao ouvir que sou uma mulher negra racista. Eu era o problema, a agente de meu sofrimento. Não a cultura branca de exclusão que de tão hegemônica passa desapercebida por negros e brancos. O racismo não é um problema meu, sempre é do outro. E daí que a gente perde a oportunidade de  conversar a respeito, juntos. Um dos aspectos mais interessantes (e cruéis) do racismo cordial é justamente advogar que o pior racista é o próprio negro, nesse caso uma manicure que se orgulha de atender apenas clientes brancas. Se for discriminada e não tiver força para reagir, a culpa também será toda sua. Sempre você, você, você. E o que dizer da mãe que ...

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    Existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço e descubra

    1. Andando pelas ruas, meta o pescoço dentro das joalherias e conte quantos negros/as são balconistas; 2. Vá em quaisquer escolas particulares, sobretudo as de ponta como; Objetivo, Dante Alighieri, entre outras, espiche o pescoço pra dentro das salas e conte quantos alunos negros/as há . Aproveite, conte quantos professores são negros/as e quantos estão varrendo o chão; 3. Vá em hospitais tipo Sírio Libanês, enfie o pescoço nos quartos e conte quantos pacientes são negros, meta o pescoço a contar quantos negros médicos há, e aproveite para meter o pescoço nos corredores e conte quantos negros/as limpam o chão. 4. Quando der uma volta num Shooping, ou no centro comercial de seu bairro, gire o pescoço para as vitrines e conte quantos manequins de loja representam a etnia negra consumidora. Enfie o pescoço nas revistas de moda , nos comerciais de televisão, e conte quantos modelos negros fazem publicidade ...

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    Arquivo mostra elo entre comércio de escravos e riqueza de ingleses

    Pesquisa disponibiliza documentos inéditos com valores e nomes de donos de escravos que foram beneficiados com indenizações públicas após a abolição Comércio de escravos e riqueza de ingleses Além do retorno financeiro obtido pelo próprio negócio da escravidão transatlântica (que funcionava de modo bastante similar ao de uma bolsa de valores dos dias de hoje), “investidores” privados da venda de pessoas ainda foram recompensados com grandiosas indenizações do governo inglês quando da abolição legal. Dados tornados públicos a partir desta quarta-feira (27/02) em um arquivo na internet disponível para consulta revelam que quantias equivalentes a bilhões de libras esterlinas foram transferidas dos cofres públicos para “empreendedores” escravagistas, ou seja, muitas das fortunas de hoje estão diretamente ligadas à abolição da escravidão. Base de dados está disponível para consulta no endereço Pelos cálculos dos responsáveis pela pesquisa – centralizada na University College, de Londres –, nada menos que um quinto da riqueza dos britânicos da ...

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    cidabento

    Branquitude – O lado oculto do discurso sobre o negro – Cida Bento

    Maria Aparecida Silva Bento Este artigo constitui-se numa abordagem psicossocial do processo de formação sobre relações raciais do CEERT2 . A experiência do CEERT na formação sobre relações raciais em diferentes instituições tem revelado que. embora cada uma dessas instituições seja diferente - os desafios de ensinar sobre racismo tem sido, mais parecidos do que diferentes. Por conta disso, serão reportadas diferentes experiências de formação, tais como as referentes às áreas de direito, psicologia social e organizacional, educação, uma vez que, independente das áreas, do grau de escolarização e das experiências dos participantes, o tema das relações raciais no Brasil é tão silenciado que, não raro, há mais similaridades do que diferenças no nível de informação sobre o tema, nas questões e nas resistências apresentadas. De qualquer forma, logo de início é bom lembrar que os cuidados para abordar o tema relações raciais junto a grupos mistos de negros(as) e ...

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