Mulher Negra

    Década de 90, a foto mostra a Mestra Marlene Silva ministrando aulas em Boston, Estudio Dance Complex - Arquivo pessoal

    O legado de beleza e resistência de Marlene Silva

    Pioneira da dança afro-brasileira, Marlene faleceu nesta segunda (13), aos 83 anos Por Makota Celinha Gonçalves, do Brasil de Fato Década de 90, a foto mostra a Mestra Marlene Silva ministrando aulas em Boston, Estudio Dance Complex - Arquivo pessoal Belo Horizonte, perde uma de suas mais importantes filhas do cenário cultural da cidade, Marlene Silva, a diva da dança afro. Uma mulher à frente de seu tempo, que não se deixou intimidar pelo racismo, pelo machismo que impregnava o cenário cultural de nossa cidade na década de 80. Marlene Silva, ao nos deixar esta semana nos deixa um legado de beleza, de leveza e de resistência produzida pelos corpos negros que ela nos ensinou a admirar nas coreografias de danças diversas, que se propõe a contar a história de toda uma gente, a gente negra desta diáspora africana. A história da dança afro em BH,...

    Leia mais
    Imagem retirada do site

    Desigualdades, mulheres negras e políticas públicas em meio à pandemia

    Nesse tempos de Covid-19, ficamos a refletir o quanto as desigualdades de gênero, raça e classe se tornaram ainda mais expostas no Brasil e passamos a assistir aos debates em mídias digitais de diversas entidades, sindicais, coletivos, redes, cientistas e pesquisadores negros e também de organizações do Movimento de Mulheres Negras, dentre outros atentos a esse cenário, já acentuado pelos cortes de recursos educacionais nas universidades públicas e nas pesquisas científicas, o congelamento de investimentos em saúde e as reformas neoliberais. Por Ady Canário*, do Blog Carol Ribeiro Imagem retirada do site Blog Carol Ribeiro Essa preocupação torna-se crescente e para com as comunidades mais vulneráveis da classe trabalhadora, entre elas a população negra em toda a sua diversidade, especialmente as mulheres negras, segmento que faz parte de grupos de risco, enquanto sujeitos sociais que cotidianamente já vem enfrentando historicamente as dificuldades dada a ausência de...

    Leia mais
    Jackeline Romio (ONU)

    Precisa-se: Um coral de vozes de mulheres negras

    Tradução: “Need: A Choral Of Black Women´s Voices”- Audre Lorde, 1979.   Por Jackeline Romio (2020),  enviado para o Portal Geledés  Audre Lorde /Foto: Jack Mitchell/Getty Images para Patricia Cowan e Bobbie Jean Graham  e as Centenas de Outras Mulheres Negras Mutiladas cujos Pesadelos Informam Minhas Palavras   Faladeira linguaruda  sua língua será cortada e cada garotinho da cidade ganhará um pedacinho  – cantiga de ninar    I EU: Esta mulher é Negra então seu sangue é derramado em silêncio esta mulher é Negra então sua morte cai na terra como as gotas dos pássaros  para ser lavada com silêncio e chuva.   P.C.: Por um longo tempo depois do bebê nascer  Eu não saia por nada  e isso ficou realmente solitário. Então Bubba começou a perguntar sobre seu pai  Eu desejei me conectar com o sangue novamente  pensei talvez pudesse encontrar alguém e nós poderíamos...

    Leia mais
    Foto: Divulgação / CP

    A intencional perversidade que causa rivalidade entre mulheres pretas lightskin e mulheres retintas: a história de Annie Malone vs Madame C.J. Walker

    Madame C.J Walker teve sua estréia no Netflix dia 20 de março e causou o maior barulho nas redes sociais, as criticas foram maravilhosas. Elaborada em quatro partes, a minissérie exaltou o legado de C.J. Walker, tão bem interpretada por Octávia Spencer. Por Sayuri Hope, do Notícia Preta Assim que assisti a série, já sai propagando, pois também fui encantada pela história; mas como boa curiosa que sou fui atrás da direção, da família que sobrou da protagonista e fui descascando as camadas da história, por pura vontade de saber mais sobre a primeira mulher preta milionária dos Estados Unidos e que inclusive está no Guinness Book of World Records. Imaginem a minha surpresa quando descobri que Addie Monroe, interpretada pela atriz Carmen Ejogo (uma mulher preta Lightskin), era inspirada em Annie Malone, uma empresária, inventora e filantropa afro-americana retinta… vamos conhecer agora sua história! Por que mostrar a rivalidade...

    Leia mais
    blank

    Mulheres negras: 80% das empreendedoras não têm reserva financeira e ‘coronavoucher’ não vai ser suficiente

    O receio de perder o emprego e ficar sem renda é o maior medo das profissionais que trabalham para empresas nacionais e multinacionais. A crise atual escancara as desigualdades sociais do Brasil e exige eficiência na distribuição de recursos e crédito Por Naiara Bertão, do Valor Investe Getty Images Esta semana participei como mediadora de um bate-papo on-line para discutir os impactos da crise do novo coronavírus nos pequenos negócios e como os empresários podem ser adaptar para sobreviver. Saí da live realmente agradecida por ser privilegiada: ter um lugar pra morar com supermercado e farmácia próximos, ter um salário para me sustentar, um trabalho para me ocupar, uma geladeira cheia, reserva de emergência em títulos públicos para caso algo dê errado e família/amigos presentes, ainda que virtualmente. A conclusão do papo foi o de que ter fonte de renda e reserva de dinheiro nunca foi...

    Leia mais
    Foto: Rafael Fridymann

    Adriana Moreira, porta-voz do tempo

    Era uma casa verde, habitada por sete mulheres pretas, num bairro de brancos. Um sobrado antigo na Rua Afonso Celso, nº 1.324, na Vila Mariana, em São Paulo. Tinha muros baixos, duas cercas de madeira e um jardim de margaridas. Nas laterais havia longo e estreito corredor que levava ao quintal — onde despontavam uma roseira, um limoeiro e um pé de pitanga. Nesse quintal idílico, em 1976, encontraremos a menina Adriana Aguiar Moreira, no auge dos seus seis anos de idade, brincando e correndo livre junto às irmãs. Por Bruno Ribeiro, da Revista Opera Adriana Moreira (Foto: Rafael Fridymann) Sua brincadeira preferida era promover campeonatos de dança e de canto. Ela era quem se sobressaía. As outras mulheres da casa — sua mãe, duas tias e uma prima mais velha — não davam muita bola aos dotes artísticos da garota. Não que não se importassem...

    Leia mais
    Lançamento do aplicativo CAIXA|Auxílio Emergencial

    Mulher negra com renda mensal de R$ 285 é perfil de maioria no Cadastro Único

    Ter inscrição no CadÚnico é uma das condições para receber os R$ 600 do auxílio emergencial. Em dezembro de 2018, 2,6 milhões de famílias inscritas no programa tinham renda zero Por Luisa Fragão, Da Revista Fórum (Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil) A última pesquisa feita do perfil socioeconômico dos brasileiros inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), em dezembro de 2018, registrava que 83% das famílias inscritas eram chefiadas por mulheres. Na época, o banco de dados do governo federal para identificar famílias brasileiras de baixa renda somava 68,4 milhões de pessoas inscritas. Estar no Cadastro Único é uma das condições que o governo federal estabeleceu para receber o auxílio emergencial de R$ 600 durante a pandemia do coronavírus. Além desta, ser Micro Empreendedor Individual (MEI), cumprir o requisito de baixa renda ou ser contribuinte do INSS também são condições para receber o auxílio. A média de...

    Leia mais
    blank

    Eleições nos EUA: líder dos direitos civis sugere que chapa presidencial deve ter mulher negra como vice

    Congressista, parceiro de Martin Luther King Jr e ícone dos direitos civis nos Estados Unidos, John Lewis afirmou, na última terça-feira, (07), que Joe Biden, candidato democrata à presidência, deveria escolher uma mulher negra para ser sua companheira de chapa. Do Noticia Preta (Foto: Tom Williams/CQ-Roll Call via Getty Image) Lewis anunciou seu apoio formal a Biden, dando uma injeção de ânimo ao provável candidato progressista. Segundo a CBS, Lewis afirmou que Joe deveria pensar nos anseios dos seus eleitores e que seria uma boa escolha ter uma mulher negra para a vice-presidência. “Acho que o Biden deve olhar para seu eleitorado, e seria bom ter uma mulher de cor na sua chapa. Seria bom ter uma mulher que se pareça com o resto da América, inteligente, talentosa, lutadora, guerreira” afirmou a jornalistas. Joe Biden entrou para a história em 2008 quando fez parte da chapa...

    Leia mais
    blank

    Organização de mulheres negras cobra poder público por ações de proteção social em meio à pandemia

    Entidade lembra que crise cresce junto às populações mais vulneráveis e empurra para a miséria grupos que perdem renda e emprego Do RBA BORDADO: COLETIVO/ FOTO: ISANELLE NASCIMENTO A Criola, organização de mulheres negras do Rio de Janeiro, publicou uma nota nesta quinta-feira (9) na qual cobra o Poder Público sobre a lentidão na execução das ações de proteção social, prevenção e cuidado frente à pandemia do novo coronavírus. A entidade lembra que o contágio cresce junto às populações mais vulneráveis e empurra para a miséria outros grupos que agora perdem renda e trabalho. Dentro desse contexto de crise humanitária e econômica, as mulheres negras são um dos grupos mais vulneráveis. A Criola diz que a renda emergencial, sancionada pelo governo federal e que prevê o pagamento de R$ 600, precisa ser implantada de modo simples e que possa chegar a todos. A entidade lembra que...

    Leia mais
    A ialorixá Wanda d’Omolú Foto: Divulgação/Cristiane Cotrim

    Ialorixá Wanda d’Omolú: ‘O mundo precisa tirar o mofo’

    Criadora do Centro Cultural de Tradições Afro-brasileiras YIê Asè Egi Omim, em Santa Teresa, mãe de santo diz que ‘não podemos voltar ao normal depois do coronavírus, porque o normal era justamente o problema’ Por Maria Fortuna, do O Globo A ialorixá Wanda d’Omolú (Foto: Divulgação/Cristiane Cotrim) O terreiro da ialorixá Wanda d’Omolú está fechado. Mas isso não abala a fé dessa sacerdotisa do candomblé, que reza “do portão para dentro” todos os dias, às 10h e às 19h. As orações acontecem em conexão com casas de axé da Bahia, de Goiás e Pernambuco. Carioca, 61 anos, filha de Omolú com Oxum, coordenadora de projetos sociais como o Se Essa Rua Fosse Minha, Wanda é ialorixá há 36 anos. Seu terreiro ficava na Ilha de Guaratiba, mas em 2018 ela baixou com a família e filhos de santo numa casa em meio à Floresta da Tijuca,...

    Leia mais
    blank

    Madam C. J Walker: uma aula racial para você assistir

    Aviso: Esse texto contém spoilers. Por Luana Daltro, no Medium Mulheres Negras dançam ao redor de Madam C.J Walker. Fonte: Netflix Eu abri a Netflix e eis que me deparo com uma grata surpresa, o lançamento da série “A vida e a história de Madam C.J. Walker”, a primeira mulher negra milionária nos EUA. Confesso que desconhecia a história, mas desde as primeiras cenas fui tocada pela narrativa que aborda o empreendedorismo da mulher negra por meio de uma dor: a perda dos nossos cabelos. Imediatamente me fez relembrar do meu TCC, no qual tive a oportunidade de falar sobre cabelo crespos, especificamente, da transição capilar da mulher negra, e os impactos na sociedade. Meu objetivo é mostrar, em alguns exemplos da série, como podemos aprender na prática como racismo, machismo, colorismo e muito mais acontece. Portanto, te convido a imergir nesta história comigo. Conhecendo Sarah....

    Leia mais
    blank

    “Fome, uma autobiografia do (meu) corpo”, livro de Roxane Gay

    “Fome” não é um livro para gostar ou desgostar, é obra para conhecer uma realidade acachapante e torturante para várias mulheres, mas ignorada por muitas de nós . Roxane Gay, uma mulher negra caribenha, de 1,90 e que já chegou a ter mais de 250 quilos nos conta de maneira brutal as brutalidades sofridas por seu corpo, toda a violência de, quando menina, ter sido estuprada por um grupo de garotos, liderado por seu namorado. Ela nos entrega a autobiografia de seu corpo definido por todas as dores, recalques, cicatrizes e dezenas de quilos subsequentes, buscados e acolhidos como uma proteção do próprio corpo às violências do mundo. Por Cidinha da Silva, Do Medium (Foto: Reprodução/ Globo Livros) Um corpo silenciado cujo grito acontecia pela ingestão de comida: “No antes da minha vida, eu era bem jovem e protegida. Não sabia nada sobre nada. Não sabia...

    Leia mais
    blank

    Faço faxina, se eu trabalhar, como! Se eu não trabalhar, não como!

    A pandemia do coronavírus escancara as desigualdades existentes no Brasil, que infelizmente muitos insistem em não enxergar Por Luana Tolentino, da Carta Capital Luana Tolentino (Foto: Vera Godoy / Cartola) Mesmo depois de abolida a escravidão/ Negra é a mão/De quem faz a limpeza/Lavando a roupa encardida, esfregando o chão/Negra é a mão (Gilberto Gil) Chamar as mães quando os alunos cometem algum ato de indisciplina é uma prática recorrente entre nós, professores. Fiz questão de escrever mães no lugar de pais, pois elas são sempre culpabilizadas quando algo vai mal com os estudantes. É como se os homens também não fossem responsáveis pelas crianças e pelos adolescentes, evidenciando quão machista é a nossa sociedade. Há alguns anos, o Francisco*, na época matriculado no 9° ano, me tirou a paz. Além de não fazer as atividades, tumultuava a sala. Sempre que o repreendia, ele respondia de...

    Leia mais
    blank

    Winnieteca usa leitura como ferramenta de combate ao racismo

    A casa de Winnie Bueno, de 31 anos, em Porto Alegre, sempre foi repleta de livros. Ela cresceu vendo a avó, que não chegou a completar o ensino fundamental, se jogar nos livros como forma de preencher a lacuna por não ter estudado. Por Vanessa Fajardo, do Ecoa Winnie Bueno, criadora da WinnietecaImagem: Marília Dias/Divulgação Na transição para adolescência, os livros viraram refúgio. "Na escola que eu estudava havia pouquíssimas crianças negras, me sentia isolada e ia para os livros. Passava muito tempo na biblioteca, tanto que minha festa de 15 anos foi dentro de uma. Tenho uma relação afetiva com os livros." A história da Winnieteca, chamada inicialmente de Tinder dos Livros, teve início em novembro de 2018 quando Winnie, vendo a repercussão no Twitter por conta do Dia da Consciência Negra, sugeriu em um post que as pessoas brancas que diziam ser antirracistas, fizessem...

    Leia mais
    foto- Cada Minuto

    “Minha realidade como mulher, negra e militar é complexa.Que nunca deixemos de ser resistência”- diz Stephany

    A bombeira militar, Stephany Domingos escreve:  Por Arísia Barrosno Cada Minuto foto- Cada Minuto "Eu acredito que seja bem difícil, pra não dizer impossível, uma instituição militar, estruturalmente feita por homens para homens, não ser machista.  E em se tratando de mulheres e negras, o preconceito ultrapassa barreiras que a gente nem consegue mensurar. Não tem como nós visualizarmos o movimento feminista, sem enxergar esse recorte. No nosso caso, mulheres e negras, o recorte é ainda mais específico e complexo. Porém, muita gente, e infelizmente muitas mulheres do nosso meio, por falta de conhecimento, ou por questões culturais institucionalizadas, não enxergam o machismo e racismo, muitas vezes velado dentro das nossas instituições e/ou setores, batalhões e grupamentos. Desde os tempos mais primórdios, a mulher negra era escravizada, um pedaço de carne do senhorzinho branco da casa grande, ou do mestiço capataz, ou ama de leite da...

    Leia mais
    blank

    Djamila Ribeiro indica livros para ler durante isolamento por coronavírus

    A filósofa e colunista de Marie Claire sugere obras de romance, ficção e poemas escritos por pessoas negras A filósofa e colunista de Marie Claire, Djamila Ribeiro indica livros para ler durante isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus, a COVID-19. De sua casa e em bate papo ao vivo no Instagram de Marie Claire, a autora sugere obras de romance, ficção e poemas escritos por pessoas negras. Confira a lista: 1. Amada - Toni Morrison A história é baseada em fatos reais e é ambientado em 1873, época em que os Estados Unidos começavam a lidar com as feridas da escravidão recém-abolida. Com estilo sinuoso, Toni Morrison constrói uma narrativa complexa, que entrelaça com maestria brutalidade e lirismo. (Companhia das Letras, pags.368, R$ 67,90) 2. O Olho Mais Azul - Toni Morrison Considerado um dos livros mais impactantes da autora, seu primeiro romance conta a história de Pecola Breedlove,...

    Leia mais
    blank

    Perfis Femininos – Luiza Bairros

    “Luiza Mahin Chefa de negros livres E a preta Zeferina Exemplo de heroína Aqualtune de Palmares Soberana quilombola E Felipa do Pará Negra Ginga de Angola África liberta Em tuas trincheiras Quantas anônimas Guerreiras brasileiras” (Miguel Lagdbá, “Anônimas Guerreiras Brasileiras”1 ) Nossa personagem da série especial Perfis Femininos faz parte de um conjunto de mulheres brasileiras que dedicaram sua trajetória pela emancipação e fortalecimento coletivo das “Anônimas guerreiras brasileiras”. Luiza Helena de Bairros, militante do Movimento Negro e da luta das Mulheres Negras, um dos grandes nomes do Brasil na luta contra o racismo e o sexismo irá nos inspirar com sua trajetória nessa exposição virtual que a Biblioteca Consuelo Pondé teve um enorme prazer em produzir. Iremos percorrer os caminhos trilhados por essa mulher negra gaúcha que desembarcou na Bahia na década de 1970, e que tanto contribuiu para que pudéssemos compreender as insidiosas estruturas do racismo no Brasil. Sempre...

    Leia mais
    blank

    Barbara Reis fala do racismo na infância: “Não podia gostar dele, pois era preta”

    A atriz faz um balanço do que aprendeu com sua personagem de “Éramos Seis” que passeou pelo empoderamento e feminismo do começo do século 20 Por Felipe Carvalho, Da Revista Marie Claire Barbara Reis (Foto: Lukas Alencar) Barbara Reis deixou o elenco de Éramos Seis antes do último capítulo quando Shirley foi acometida por uma doença que lhe tirou a vida. A personagem teve forte impacto na trama das 6 e mostrou alguns conflitos em sua trajetória: uma mãe disquitada e uma mulher que se envolveu somente com homens brancos, João (Caco Ciocler) e Afonso (Cassio Gabus Mendes), dois assuntos incomuns para o começo do século 20. A atriz conta que nunca sentiu preconceito em sua vida pessoal por se relacionar com pessoas de raças diferentes da sua, mas lembra em conversa com a Marie Claire que, ainda na infância, sentiu as primeiras apunhaladas do racismo....

    Leia mais
    Rob Latour/Shutterstock

    Alicia Keys sobre objetificação: ‘Olhava capa de revista e quase vomitava’

    Alicia Keys confessou que se sentiu objetificada no começo da carreira. Após alcançar o sucesso em 2001, aos 20 anos de idade, com o lançamento do álbum "Songs in a A Minor", a cantora passou por várias sessões de fotos em que "sentiu que tinha algo errado". No Universa Alicia Keys (Foto: Rob Latour/Shutterstock) Alicia escreveu sobre a experiência em seu novo livro, "More Myself", que chega às livrarias dos EUA no dia 31: "'Abre a sua camisa um pouco', dizia o fotógrafo enquanto disparava a câmera. Meu espírito estava gritando que havia algo errado ali, que aquilo parecia sujo. 'Abaixe um pouco a cintura do seu jeans', ele incentivava". "Eu engolia as minhas reservas, colocava o dedo entre os jeans e a minha pele, e obedecia. No dia em que a revista ia sair, eu passava pela banca e via a capa na vitrine. Eu...

    Leia mais
    El - A atriz portuguesa Isabél Zuaa Foto: Kenny Hsu / Kenny Hsu | Styling: Matheus Martins

    Nome quente no cinema nacional, a portuguesa Isabél Zuaa viverá Lilith

    Enquanto termina de gravar novo longa, atriz conta como se inspirava em novelas da Globo durante a infância e fala sobre a sua rotina entre Portugal e Brasil Por Eduardo Vanini, do O Globo El - A atriz portuguesa Isabél Zuaa Foto: Kenny Hsu / Kenny Hsu | Styling: Matheus Martins Isabél Zuaa tem as novelas da Globo como as suas primeiras oficinas teatrais. Ela se lembra de, ainda menina, caminhar pelas ruas da Zona Rural de Lisboa, onde morava, imitando a personagem Dara, interpretada por Tereza Seiblitz em “Explode coração”, sucesso da década de 1990. “Andava cheia de panos, dizendo: ‘Eu sou uma cigana preta’”, recorda-se a atriz portuguesa, de 32 anos, em meio a risadas. As primas acabavam envolvidas na brincadeira, nem sempre prazerosa para “amadores”. “Eu reproduzia as cenas, e elas ficavam exaustas, porque tinham que ensaiar. Diziam: ‘não quero mais brincar com...

    Leia mais

    Últimas Postagens

    blank

    Artigos mais vistos (7dias)

    Instagram

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist