quinta-feira, janeiro 21, 2021

Questões de Gênero

Marielle Franco (Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo)

Roteiristas se demitem da série de José Padilha sobre Marielle Franco

Quatro roteiristas da série de ficção sobre Marielle Franco (1979-2018) pediram demissão por divergências sobre a condução do projeto, idealizado por Antônia Pellegrino ("Bruna Surfistinha") e dirigido por José Padilha ("Tropa de Elite"). A notícia foi publicada na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. A equipe de apoio do projeto é formada por duas pesquisadoras, quatro roteiristas e um diretor, todos negros. Dos sete, deixaram o trabalho os quatro roteiristas. A composição desta equipe teria sido resultado de questionamentos nas redes sociais, porque os três principais envolvidos na série, a criadora do projeto, Antonia Pellegrino, o diretor Padilha e o autor indicado pela Globo para supervisionar os trabalhos, George Moura, são brancos. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social. As divergências dos roteiristas seriam sobre os caminhos narrativos escolhidos para a produção, que ainda está...

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Lélia Gonzalez (Foto: Cezar Louceiro / Reprodução)

Lélia Gonzalez, onipresente

Para entender e desconstruir o lugar do negro na sociedade brasileira, Lélia Gonzalez (Belo Horizonte, 1935-1994) esteve em todos os lugares. Filha de pais pobres, um operário negro e uma empregada doméstica descendente de indígenas, teve a oportunidade de estudar e se formou historiadora e filósofa. Já “perfeitamente embranquecida, dentro do sistema”, encontrou no mundo acadêmico contradições e barreiras sociais que a levaram para a militância no feminismo e no movimento negro. Lançou mão da psicanálise ao candomblé para explicar a cultura brasileira. Foi intelectual, ativista e política: participou da formação do PT, foi do PDT, atuou nas discussões sobre a Constituição de 1988 e integrou o primeiro Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, na mesma década. Correu o mundo e, ao representar o Brasil em debates sobre as condições de exploração e opressão dos negros e das mulheres em eventos nos Estados Unidos, na África e na América Latina, conjugou experiências e criou um marco conceitual para a compreensão...

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Elaine Mineiro, candidata a vereadora pelo Quilombo Periférico, pelo PSOL (Foto: Imagem retirada do site Universa)

Por que eu, mulher negra da quebrada, quero ser vereadora

Colaborou Juliana Martins, especial para o blog MULHERIAS. Dados da plataforma do movimento Mulheres Negras Decidem apontam: apesar de mulheres negras serem 27,8% da população brasileira, elas atualmente representam apenas 5% das vereadoras no país. Nessas eleições, porém, algo pode mudar. Pela primeira vez na história, uma onda negra feminina chegou às eleições para disputar vagas em câmaras de vereadores de milhares de cidades. Em São Paulo, em campanhas coletivas ou individuais, elas se organizam para enfrentar a falta de representatividade e levar pautas específicas das periferias, como a necessidade de enfrentamento do racismo policial, a criação de uma lei de fomento aos cursinhos populares ou a efetivação das leis que garantem direitos às mulheres vítimas de violência. Na disputa entre as 55 vagas, pretendem mudar o cenário atual, que conta com apenas oito cadeiras ocupadas por mulheres, sendo que NENHUMA é negra. A boa notícia é que este ano...

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Foto: Mídia Ninja/CC

Precisamos de mais mulheres negras na politica!

Estamos diante de mais uma eleição só que agora a nível municipal, e ainda que os tempos difíceis que viemos passando parecem não ter mais fim, é preciso termos um pouco de esperança neste momento. Esperançar no sentido freiriano da palavra, o quer dizer ir à luta, construir coletivamente possibilidades de um futuro melhor, e será no campo das disputas políticas que juntos iremos pavimentar o caminho em direção a esta realidade. Apesar dos efeitos trágicos que uma pandemia tem nos submetido, os últimos anos no país tem sido de grandes ataques a democracia e aos direitos sociais, tão importantes para o desenvolvimento digno da sociedade civil, além das constantes violências contra minorias e do genocídio da população negra. Os ataques a estes direitos que foram conquistados por meio de muitas lutas, fazem parte da agenda neoliberal implantada por governos de direita que tem ocupado o poder. E o que...

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Robinho assiste à partida Santos x Atlético-GO, na Vila Belmiro (Foto: Ettore Chiereguini/AGIF)

Robinho, feminismo é para todo mundo!

Feminismo. Faz uns doze anos que ouvi essa palavra pela primeira vez. Quem me apresentou o movimento em defesa da igualdade de oportunidades e de direitos para as mulheres foi a professora Constancia Lima Duarte, que desde os anos 1970 dedica parte da vida à luta contra o machismo, o sexismo e todas as formas de violência e discriminação que incidem sobre nós. Tive muita sorte. De maneira paciente e amorosa, Constancia me brindou com histórias de mulheres das quais eu jamais tinha ouvido falar. Foi ela que me apresentou Francisca Senhorinha da Motta Diniz, jornalista e educadora mineira que no século XIX já lutava pela escolarização das meninas e pelo direito ao voto. Em artigo publicado no ano 1873, no jornal “O Sexo Feminino”, do qual era redatora e proprietária, ela escreveu: “Em vez de pais de família mandarem ensinar suas filhas a coser, engomar, lavar, cozinhar, varrer a...

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Nadia Snopek/Adobe

A Saúde Mental e a Mulher Negra

Compreender essa questão como uma aproximação e não algo intrínseco em si nos leva a enxergar esta relação como um processo. Logo contribuir para a evolução e reflexão deste, nos remete e nos coloca em contato com algumas indagações e percepções a cerca dessa relação, sim relação, entre a mulher negra e a saúde mental. Além de historicamente a psicologia ter se posicionado de uma forma extremamente elitista e se tornando inacessível a camada mais pobre da sociedade, lugar este onde a mulher preta se encontrava e ainda se encontra majoritariamente diga-se de passagem, compreendemos que na atualidade, o movimento de compreensão, estudos e pesquisas assim como a superação desse distanciamento da psicologia em relação às questões raciais nos abre uma porta de interação segurada as várias mãos para que não se feche. Compreender as demandas da população negra, e seguindo um recorte para a mulher preta, vai para além...

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Alina Rosanova/ Adobe

O isolamento é um fantasma constante e contínuo: a escrita colaborativa versus a repressão acadêmica e o confinamento emocional na vida de estudantes negras

Compartilhar minha experiência como estudante de doutorado em Campo em meio ao confinamento social provocado pela epidemia do Coronavírus me leva diretamente a compartilhar essa experiência a partir da encruzilhada com a minha situação como imigrante nos EUA, como doutoranda negra, pobre, mãe ou qualquer outro identificador social que existisse nesse contexto de Pandemia. Se é verdade que a situação de isolamento social provoca efeitos sobre a escrita e a experiência da pesquisa de Campo que estamos vivendo, a Pandemia é apenas mais um marcador para estudantes não-brancos ficarem cada vez mais vistos como o “Outro”; a “Minoria” ou “Deficiente”. Trago breves vinhetas sobre minha experiência como estudante negra de doutorado em Campo e em processo de escrita da tese em meio a Pandemia. Enfatizo de antemão como o relacionamento com um grupo de mulheres negras de pós graduação me forneceu o apoio logístico, emocional e psicológico necessário para avançar...

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Divulgação

O Teatro Negro de Cidinha da Silva

Cidinha da Silva é uma escritora que observa a atualidade. Em seus escritos encontramos o samba, o carnaval, a Mangueira, as nossas dores, as nossas alegrias – o nosso cotidiano. Cidinha da Silva é uma mulher plural, e essa característica se reflete na publicação de 17 livros divididos em crônicas, contos, ensaios e literatura infanto-juvenil. Em 2019, a escritora reúne, em uma obra, a sua produção voltada para a dramaturgia: O Teatro Negro de Cidinha da Silva. Em conversa no Instagram do LetrasPretas, ocorrida no dia 24 de setembro, Cidinha falou sobre a coincidência que se deu quando o selo literário Aquilombô apostou nas cores verde e rosa para compor o design do livro, fato que surpreendeu as expectativas da mangueirense. “Existe um silêncio imposto a nós, no fundo de todas as nossas doenças.” O livro reúne três peças escritas por Cidinha da Silva para as companhias que tiveram a missão de transformar...

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Imagem: Renão Fotografia/Divulgação

“Meu sonho é liderar multinacional de tecnologia”, diz gerente do Google

Aos 31 anos, ela quer mudar o mundo. Gaúcha de Pelotas, Lisiane Lemos cresceu sem pensar nos limites, mas em como podia fazer seus desejos se tornarem realidade. "A leitura sempre foi o meu passaporte para esse novo mundo. Assim eu comecei a sonhar", diz ela, que desejou ser psicóloga, tentou ser advogada, mas se encontrou mesmo quando entrou no mundo corporativo. Lisiane trabalhou na Microsoft e hoje é gerente de novos negócios do Google, além de professora universitária, palestrante e membro do conselho consultivo do Fundo de População das Nações Unidas. Em 2017, entrou na lista da Forbes como uma das pessoas mais influentes com menos de 30 anos, a Forbes Under 30. É cofundadora da Conselheira 101, um programa para o desenvolvimento de lideranças negras, e já foi voluntária em diversas iniciativas sobre igualdade racial e de gênero, diversidade e tecnologia. "Não existe Lisiane corporativa e Lisiane pessoa...

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Lançamento do Selo Sueli Carneiro traz vozes de mulheres quilombolas, em coletânea de artigos inéditos

No próximo dia 24, às 17h, vamos assistir ao lançamento da obra  Mulheres quilombolas: territórios de existências negras femininas, que retrata os saberes, vivências e resistências de 18 mulheres de vários quilombos do Brasil. O livro foi lançado pelo Selo Sueli Carneiro, organizado por Selma Dealdina dos Santos e coordenado por Djamila Ribeiro. O lançamento on-line vai ser transmitido pelas redes da Conaq e da editora Jandaíra. São co-autoras: 1. Ana Carolina Fernandes, 2. Sandra Maria Andrade, 3. Selma Dealdina, 4. Cida Sousa, 5. Vercilene Dias, 6. Débora Lima, 7. Carlidia Pereira, 8. Givania Maria da Silva, 9. Cida Mendes, 10. Valéria Pôrto, 11. Nilce Pontes, 12. Dalila Martins, 13. Cleide Cruz, 14. Jane Oliveira, 15. Amaria Campos, 16. Andreia Nazareno, 17. Gessiane Nazário, 18. Mônica Borges Acesse aqui o release da Editora Jandaíra Adquira o seu exemplar com preço especial de pré-lançamento A Editora Jandaíra Listou 5 Motivos Para...

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(Foto: Marcos Rosa/TV Globo)/ Bernardo Guerreiro/Mídia Ninja

Taís Araujo vai interpretar Marielle Franco no especial “Falas Negras” da Globo

A Globo está desenvolvendo um especial para o Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro. Taís Araujo vai interpretar Marielle Franco no programa “Falas Negras”dirigido por Lazaro Ramos e criado por Manuela Dias, que vai trazer textos históricos de importantes personagens de 1600 aos dias de hoje, pessoas que lutaram contra a escravidão, a segregação racial, o racismo e a intolerância. Fabricio Boliveira será Olaudah Equiano, Guilherme Silva (Martin Luther King), Ivy Souza (Nina Simone), Babu Santana (Muhammad Ali) e Naruna Costa, que darão vida, respectivamente, a Olaudah Equiano, Martin Luther King, Nina Simone, Muhammad Ali e Angela Davis (Angela Davis). “Falas Negras” já está em processo de gravação nos Estúdios Globo e esse é o primeiro de uma série de programas especiais que a emissotas pretende exibir para marcar datas importantes do calendário brasileiro. As informações são do jornal “Extra”. *Marielle Franco – mulher, negra, mãe e...

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Divulgação

Do transporte público para transportar o público

Mulher preta, nascida na periferia de São Paulo e criada na igreja - local que a viu produzir os primeiros sons. Evelyn Santos, de 23 anos, é uma entre os 10 brasileiros aprovados para estudar na EICTV, uma das mais importantes escolas de cinema do mundo. A artista, que tocava bateria e participava do coral da igreja no bairro da Cachoeirinha, zona norte da capital paulista, descobriu o cinema na ETEC Jornalista Roberto Marinho, onde estudou Produção de Áudio e Vídeo. A lembrança mais recorrente que ela guarda dessa época, além do encantamento pela sétima arte, são as longas viagens de transporte público. Não é um exagero dizer que Evelyn atravessava a cidade todos os dias para trilhar um sonho. No Instituto Criar, ela aprendeu a usar o som para contar, interpretar, transformar. E para reverberar a mudança que ela quer ser no mundo. Foi por intermédio do Criar que...

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A historiadora, professora, poeta e ativista Beatriz Nascimento (Foto: Arquivo Nacional)

Oito livros para conhecer e se aprofundar no feminismo decolonial

Um feminismo decolonial Françoise Vergès Organização e tradução Jamille Pinheiro Dias e Raquel Camargo Ubu, 142 páginas A autora, historiadora e cientista política francesa critica o que chama de “feminismo civilizatório” – aquele representado por mulheres brancas, burguesas europeias que desde os anos 1960 reivindicam direitos iguais aos homens de sua classe. Para a autora, o feminismo deve ser necessariamente multidimensional e incluir em suas pautas e reflexões as dimensões de classe, raça e sexualidade. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento Patricia Hill Collins Tradução Jamille Pinheiro Dias Boitempo Editorial, 480 páginas Livro fundamental para o feminismo das mulheres não brancas e antirracistas. Nele a socióloga Patricia Hill Collins desenvolve conceitos importantíssimos, como “imagem de controle”, “estrangeiro dentro” (outsider within) e resistências, que são fundamentais para a construção de teorias e políticas de resistência à colonização do saber e do ser. Eu sou atlântica: sobre a...

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(crédito: Maurenilson Freire/CB/D.A Press)

DF é a capital que mais registrou agressões contra mulheres em 2019

O Distrito Federal foi a capital que mais registrou casos de violência doméstica em 2019. De acordo com os dados do 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta segunda-feira (19/10), a capital federal teve 16.549 casos no ano passado — 7,1% a mais que em 2018. De acordo com o art. 5º da Lei Maria da Penha, violência doméstica e familiar contra a mulher é “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”. Neste cenário, ainda segundo o estudo, o DF fica à frente de cidades como São Paulo, que registrou 11.403 casos de violência doméstica em 2019; Rio de Janeiro, com 8.966; e Belo Horizonte, com 7.744. Feminicídios e estupros Além das agressões domésticas, Brasília foi a segunda capital com mais registros de feminicídios no país. Segundo os dados, foram 33 casos em 2019...

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Protesto em Washington, uma das várias cidades americanas a registrar protestos no sábado

Milhares de mulheres protestam contra Trump nos EUA

Dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas em várias cidades dos Estados Unidos para a Marcha das Mulheres, em protesto contra o presidente Donald Trump e sua indicada a uma vaga na Suprema Corte americana, a conservadora Amy Coney Barrett. Organizadores afirmam que mais de 100 mil pessoas participaram de mais de 400 manifestações realizadas neste sábado (17/10) em todo o país, de Nova York a Los Angeles. Os protestos – inspirados na primeira Marcha das Mulheres ocorrida em Washington no dia seguinte à posse de Trump em 2017 – também homenagearam a ex-juíza da Suprema Corte Ruth Bader Ginsburg, que morreu em 18 de setembro, aos 87 anos. A diretora-executiva da marcha, Rachel O'Leary Carmona, abriu o dia de manifestações pedindo aos participantes que mantivessem distâncias seguras entre si devido à pandemia de coronavírus, afirmando que o único evento "superpropagador" de covid-19 deveria ser um recente promovido pela...

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Robinho assiste à partida Santos x Atlético-GO, na Vila Belmiro (Foto: Ettore Chiereguini/AGIF)

Robinho e seu Deus “particular” contra “pessoas usadas pelo demônio”

Não há outro caso tão comentado quanto o de Robinho no momento. Lembro-me de assistir ao escritor Ariano Suassuna, em uma palestra memorável em Niterói, cerca de dez anos atrás, citando Robinho como exemplo da alegria e a genialidade brasileira. O mundo prega peças. A divulgação dos áudios, fruto da investigação do caso de estupro coletivo pelo qual Robinho foi condenado, não é apenas uma frustração, se tornou algo maior e pior, com a maneira como os áudios revelam que o jogador banalizou o episódio. Mas meu artigo não é sobre estes áudios especificamente. O artigo é sobre como, em um curto áudio em que busca demonstrar tranquilidade e segurança, Robinho recorre ao nome de Deus por pelo menos seis vezes. Parece dar ar de normalidade enquanto demonstra ser orientado por "valores cristãos". Fazendo uso de um linguajar cristão, fortemente evangélico, Robinho ilustra de maneira tristemente exemplar, como Deus pode...

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(Foto: Divulgação/Rodas das Juventudes Já!)

UNFPA divulga lista de participantes da Rodas das Juventudes Já!

Durante os meses de outubro e novembro pessoas jovens e adolescentes de várias localidades do país participam da Roda das Juventudes Já! A ação promovida pelo Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA), que começa no próximo dia 19/10 busca fortalecer jovens e adolescentes a criar um espaço de construção coletiva para soluções de enfrentamento às violências de gênero. A realização da Roda das Juventudes Já! é uma parceria entre UNFPA, Oxfan Brasil, UNICEF, IYD Brasil, Plan Internacional, Terre des Hommes e Coletivo Não é Não. O evento já realizou edições em 25 países da América Latina e Caribe, e ocorre pela primeira vez no Brasil com uma metodologia virtual com oficinas lúdicas e apoio de mentoras/res e faciltiadoras/es para uma construção colaborativa de propostas. Duas delas serão selecionadas ao final para receber acompanhamento e investimento-semente. Das 95 pessoas inscritas, 30 foram selecionadas . Elas têm idade entre 15 e...

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Cantora lamentou sucessivos ataques de hackers em suas entrevistas: 'Então vou ter que ter plataforma que me dê segurança' Foto: Joao Brito/AE

Teresa Cristina anuncia pausa nas lives no Instagram após ter a conta invadida

A cantora e compositora Teresa Cristina anunciou que deve interromper suas lives após sofrer ataques e ter as entrevistas ao vivo derrubadas em sua conta no Instagram. Teresa iniciou uma série de lives em que conversa com artistas, durante a quarentena e se tornou um fenômeno. Entre os destaques, estão conversas com Gal Costa, Regina Casé, Alcione, Djavan, entre outros.   Ver essa foto no Instagram   Com @luciomaurofilhooficial Uma publicação compartilhada por Teresa Cristina (@teresacristinaoficial) em 26 de Set, 2020 às 10:29 PDT Na última quinta, a artista enfrentou dificuldades durante a conversa com a cantora Mônica Salmaso. Para solucionar as quedas, Teresa chegou utilizar o perfil do sobrinho. Em certo momento, Mônica abriu a live em seu perfil e ficou esperando Teresa entrar às escondidas, acompanhada de 1.200 pessoas. "Tô fazendo a live do Martinho e entrou um cara falando: 'Já deu pra você'. Aí vai caindo a...

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The Modern Medea - A história de Margaret Garner , Harper's Weekly , 18 de maio de 1867, p. 308 Cortesia da Biblioteca do Congresso dos EUA (LCCN99614263)/Blackpast.org/

O isolamento é um fantasma presente: mulheres mães negras e formas de insurgência na Pandemia

Primeiramente, eu peço licença as minhas ancestrais e as minhas linhagens maternas e paternas para ler um trecho de um evento histórico que aconteceu em 1856.  Margaret Garner, uma mãe escrava de vinte e dois anos de idade, e com quatro filhos pequenos, apareceu pela primeira vez em 1856 em uma sessão do seu julgamento. Garner havia atravessado um rio congelado, juntamente com outros sete membros de sua família, enfrentando caçadores de escravos e uma noite de inverno singularmente fria em busca da liberdade. Junto com os outros fugitivos Garner estava fugindo por doze horas antes da apreensão das autoridades. Quando ela foi encurralada na casa em que os fugitivos buscaram refúgio, Garner segurava os seus filhos e tentava assassiná-los em vez de permitir que eles fossem devolvidos à escravidão. Embora ela tenha sido impedida de cumprir seu plano em sua totalidade, ela conseguiu tirar a vida de sua filha...

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(Foto: Divulgação/ Prêmio Marielle Franco de Ensaios Feministas)

Prêmio Marielle Franco de Ensaios Feministas: as vencedoras!

No dia 14 de março deste ano, a Editora Contracorrente, em parceria com o Instituto Marielle Franco e com o apoio do Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa, do Ernesto Tzirulnik Advocacia e do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, anunciou o Edital do Prêmio Marielle Franco de Ensaios feministas 2020. A finalidade do projeto foi acolher ensaios das várias temáticas que envolvem o feminismo e premiar um dos textos com a publicação do trabalho em formato de livro pela Editora Contracorrente, além de um prêmio em dinheiro no valor de R$ 10.000,00. No período de cinco meses de recebimento de trabalhos, avaliamos mais de cento e noventa textos, escritos por mulheres de todo Brasil e do exterior. Autoras de diversas tendências do pensamento feminista discorreram sobre o tema, esmiuçaram conceitos, dividiram conosco suas vivências e seus estudos, do mais refinado ao mais pessoal. Uma...

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