segunda-feira, maio 25, 2020

    Questões de Gênero

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    “Quando o feminismo vira um produto, a gente tem um problema”, afirma ativista

    Entrevista especial para o Dia de Luta das Mulheres debate o feminismo na internet e a apropriação da luta pelo capital Por Cris Rodrigues e Pamela Oliveira, Do Brasil de Fato "Se a gente entender a internet como um espelho da nossa sociedade a gente vai ter um debate mais justo", diz Ana Paula Xongani (Foto: Pedro Stropasolas) O 8 de março de 2020 acontece em meio a um cenário de retrocessos para as mulheres. Entre eles, declarações machistas e homofóbicas do presidente da República e a criação de políticas antiquadas que retiram direitos. Enquanto isso, a palavra "feminismo" ganhou o debate público e está na TV, nas lojas e na internet, para o bem e para o mal. A luta das mulheres foi apropriada pelo capitalismo para lucrar em cima da força do movimento. É o que defende a jornalista e escritora Clara Averbuck. "Eu...

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    No México, movimento feminista segue mais forte do que nunca para barrar o aumento dos feminicídios, diz Fernanda Acosta, porta-voz do coletivo Brujas del Mar

    No país em que dez mulheres são assassinadas por dia, feministas tomarão as ruas no 8M e planejam uma paralização para o dia 9, para chamar atenção para o que consideram uma emergência nacional Por Rafael Oliveira, Agência Pública Protesto no México contra feminicídio (Guadalupe Pardo/Reuters) No próximo 8 de Março, quando as mexicanas saírem às ruas para o Dia Internacional da Mulher, não será a primeira manifestação feminista de impacto ao longo dos últimos meses. No país em que dez mulheres são assassinadas em média por dia, em um crescimento de 137% do número de casos nos últimos cinco anos, a mobilização de grupos feministas tem se fortalecido em reação à crescente onda de violência de gênero, que muitas vezes resulta em impunidade. Há menos de um mês, em 15 de fevereiro, centenas de mulheres saíram às ruas vestidas de preto, protestando contra o feminicídio...

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    Dia Internacional da Mulher: as mulheres que derrotaram soldados holandeses em Pernambuco com água fervente e pimenta

    A palavra "heroína" faz parte do dia a dia das mulheres de Tejucupapo, distrito de Goiana, cidade na zona da mata de Pernambuco. Por Vitor Tavares, Da BBC News Brasil A vitória das heroínas de Tejucupapo tem sido contada de geração a geração na zona da mata de Pernambuco. Na foto, painel da artista Tereza Costa Rêgo sobre a batalha (Foto: JAN RIBEIRO/SECULT-PE/FUNDARPE) É assim que muitas vezes elas se referem a si próprias. "Pelo que vivi, sou uma heroína", diz Luzia Maria, de 74 anos, presidente da associação local que também leva o termo no nome: "Heroínas de Tejucupapo". Na base do obelisco instalado num morro a poucos metros do povoado, a explicação: "Aqui, em 1646, as mulheres de Tejucupapo conquistaram o tratamento de heroínas por terem, com as armas, ao lado dos maridos, filhos e irmãos, repelido 600 holandeses que recuaram derrotados". O episódio...

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    Marcos Santos/USP

    Não aceitar fim de relação é causa de 33% das agressões a mulheres

    Pesquisa marca Dia Internacional da Mulher, a ser comemorado domingo Por Ana Cristina Campos, da Agência Brasil Foto: Marcos Santos/USP A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro analisou 107 processos em tramitação nos tribunais do júri fluminense, que julgam casos de atentado contra a vida. Mulheres entre 21 e 40 anos, atacadas em casa, à noite ou de madrugada, a faca ou a tiros, pelo companheiro ou ex-companheiro, é o perfil mais comum das vítimas de tentativa de feminicídio. A pesquisa traçou um panorama dos assassinatos de mulheres no estado. O levantamento foi divulgado hoje (6) para marcar o Dia Internacional da Mulher, que será comemorado no domingo (8). Segundo a pesquisa, uma em cada três agressões é atribuída, pelo autor do crime, à dificuldade em aceitar o fim do relacionamento. Outros motivos foram discussão por razões diversas, vingança, ciúme, estupro e recusa da...

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    Reprodução/Facebook

    Biblioteca tem programação especial para celebrar Dia Internacional da Mulher

    Dá uma olhada na programação deste sábado #naHans Reprodução/Facebook 07/03 das 10h às 17h – Especial do Dia da Mulher 10h  (Lançamento de livro e Debate) – Lançamento do livro “Quando Começou em São Paulo? 458 respostas pelo guia de turismo Laércio Cardoso de Carvalho”, seguido da palestra “Mulheres Pioneiras em São Paulo” e debate sobre a importância do Dia 08 de Março. 15h (Contação de Histórias) – Bordadeiras de Histórias 14h (Teatro Adulto) - Apresentação do espetáculo “Villa” Resumo: Na trama, três mulheres avaliam diferentes propostas sobre o que fazer com a Villa Grimaldi, um dos mais famosos centros de tortura e extermínio na ditadura do chileno Augusto Pinochet (1915-2006). Em torno de uma mesa, elas discutem dilemas atuais de organizações de direitos humanos e o presente dos espaços ligados à violência do Estado. Como explicar o horror do passado sem cair em uma produção...

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    Número de feminicídios cresce mais uma vez no Brasil

    Mesmo com queda recorde de mortes de mulheres, Brasil tem alta no número de feminicídios em 2019

    São 3.739 homicídios dolosos de mulheres no ano passado, uma queda de 14,1% em relação a 2018. Apesar disso, houve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídios – crimes de ódio motivados pela condição de gênero. Por Clara Velasco, Gabriela Caesar e Thiago Reis, do G1 Número de feminicídios cresce mais uma vez no Brasil (Imagem retirada do site G1) O Brasil teve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídio em 2019 em comparação com 2018, aponta levantamento feito pelo G1 com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. São 1.314 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres – uma a cada 7 horas, em média. A alta acontece na contramão do número de assassinatos no Brasil em 2019, o menor da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O país teve 19% menos mortes em 2019 que em...

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    Na luta contra as opressões atuais, mulheres camponesas se aprofundam na história do feminismo

    Luiza Mahin, Teresa de Benguela, Sojourner Truth, Olympe de Gouges, Emily Davison. Esses nomes que são desconhecidos para muitos/as correspondem a mulheres que fizeram parte da história das lutas femininas, no Brasil e no mundo, mas, que muitas vezes são esquecidas. Com o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre o movimento de mulheres por igualdade e direitos, a segunda etapa da Formação Continuada Gênero e Agroecologia da Rede Mulher do Sertão do São Francisco teve como tema a história do feminismo. Do CPT Nacional Imagem: Comunicação IRPAA   A Formação, que tem como público mulheres camponesas, aconteceu entre os dias 29 de fevereiro e 1º de março, no Centro de Formação Dom José Rodrigues, em Juazeiro (BA). No encontro, agricultoras, pescadoras e apicultoras conheceram a origem do feminismo através dos marcos históricos – a exemplo da Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã (1791) e...

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    Manifestantes a favor e contra o aborto durante uma marcha em Washington, a 24 de janeiro. © OLIVIER DOULIERY / AFP

    Supremo dos EUA enfrenta o primeiro teste à lei do aborto

    A mais alta instância judicial norte-americana ouve esta quarta-feira os argumentos num caso sobre uma lei do Louisiana que poderá ser o princípio do fim do direito à interrupção voluntária da gravidez nos EUA. Decisão é esperada em finais de junho e poderá marcar campanha para as presidenciais. Por Susana Salvador, do Diário de Notícias Manifestantes a favor e contra o aborto durante uma marcha em Washington, a 24 de janeiro. (© OLIVIER DOULIERY / AFP) É o primeiro teste ao direito ao aborto nos EUA desde que o presidente norte-americano, Donald Trump, nomeou dois novos juízes para o Supremo Tribunal. A mais alta instância judicial dos EUA ouve esta quarta-feira os argumentos em relação a uma lei no Louisiana, aprovada em 2014, que obriga os médicos que realizam interrupções voluntárias da gravidez em clínicas especializadas a ter privilégios para poder atuar num hospital num raio...

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    Imagem retirada do site

    Roda de conversa no Sesc debaterá racismo e papel da mulher negra em Brusque

    Evento tem como ponto de partida a pergunta "O que é ser uma mulher negra?" No Portal da Cidade Imagem retirada do site Portal da Cidade Na próxima quinta-feira (5) o Sesc de Brusque receberá o projeto “Eu Vejo Você”, que abordará através de uma roda de conversa uma importante questão: o racismo. O encontro terá como ponto de partida a pergunta: O que é ser uma mulher negra? Tem como objetivo a partir desta perspectiva, compartilhar vivências para promover reflexões coletivas sobre o racismo e seus impactos, criando um espaço de diálogo sobre a diversidade étnico-cultural em Brusque, potencializando as vozes da juventude negra. O evento ocorre às 19h na biblioteca do Sesc e qualquer pessoa pode participar. A roda de conversa será ministrada por Shayene Ferreira de Jesus, coordenadora do projeto. Ela diz que o “Eu Vejo Você” é voltado as questões raciais em...

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    Foto: Red Records

    Campanha acende alerta para luta contra feminicídio e violência contra a mulher em MG

    A ideia do vídeo, produzido em Poços de Caldas, é dar voz às mulheres que não tem, como forma de conscientização e alerta para relacionamentos abusivos. Por Beatriz Mendes, do G1 Foto: Red Records Um estúdio de Poços de Caldas (MG) lançou a campanha "Nenhuma a Menos" contra o feminicídio. O projeto produziu um vídeo, no qual o tema é retratado com música autoral e ainda uma encenação. O Brasil é o quinto país em taxas de feminicídio no ranking mundial, segundo levantamento usado no material. A ideia do projeto surgiu a partir da insatisfação com o aumento de casos de feminicídio no país e na cidade de Poços de Caldas (MG). Em uma conversa, um grupo de artistas teve a ideia de expor a temática de forma didática e que pudesse ser facilmente repercutida. “Nós pensamos no formato de vídeo por conta da forma como...

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    Legado vivo (Foto: Ilustração: Vanessa Ferreira - Preta Ilustra)

    Legado vivo: trançar o cabelo é mais do que um código estético

    Para a população negra, trançar o cabelo é mais do que um código estético, é herança de uma história de resistência, resiliência e ancestralidade, passada entre mulheres, geração após geração. Aqui, a repórter Priscilla Geremias conta de sua experiência com o penteado e de sua busca por saber mais sobre sua tradição Por Priscilla Geremias, da Marie Claire Legado vivo (Foto: Ilustração: Vanessa Ferreira - Preta Ilustra) Fiz tranças soltas pela primeira vez em 2017, quando estava no fim de um processo de transição capilar. Tinha medo de assumir os cachos de uma vez e mal lembrava a textura dos meus fios. Acompanho blogueiras negras no Instagram e You Tube e, por causa delas, fiquei sabendo de uma técnica para enfrentar essa fase: tranças. “Elas ajudam no crescimento e protegem o cabelo”, diziam. Convencida, pedi indicação de trancistas a uma amiga e fui ao encontro da...

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    Adobe

    Dieese: Mulheres gastam 95% mais tempo com afazeres domésticos que homens

    Uma pesquisa realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) revelou que no quarto trimestre do ano passado as mulheres dedicaram às tarefas domésticas 95% a mais de tempo que os homens. Elas também ganham 22% menos que homens nas mesmas posições, muitas vezes abdicam do emprego por não ter creches disponíveis para os filhos, sofrem mais com a falta de trabalho e também ganham menos do que eles ao se aposentarem. No Universa Adobe Em média, foram 541 horas a mais por ano, cerca de 68 dias trabalhados em uma jornada de oito horas dedicadas apenas a tarefas do lar. Se fosse um emprego de segunda a sexta-feira, as mulheres teriam trabalhado três meses a mais que os homens. Além da rotina da casa, as mulheres enfrentam pressão por falta de creches. Muitas, sem ter um local seguro para deixar os filhos, precisam...

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    CARLOS SERRAO AT @CARLOS_SERRAO A bailarina brasileira Miranda Silveira, que integra o San Francisco Ballet.

    Como as bailarinas não brancas estão mudando a paleta de cores da dança

    Dançarinas negras e latinas estão usando seus corpos, mentes e convicções para mudar o mundo do balé, por dentro e por fora. Por Rohina Katoch Sehra, do HuffPost (CARLOS SERRAO AT @CARLOS_SERRAO)A bailarina brasileira Miranda Silveira, que integra o San Francisco Ballet. As origens aristocráticas e a associação de longa data com a ópera são responsáveis por uma aura euroclássica em torno do balé. Algumas ideias nesse sentido ainda persistem – que somente uma educação de alto nível é capaz de destrinchar seu verdadeiro significado e que seu lugar são casas de espetáculo chiques, frequentadas somente pela elite. Apesar de documentar o declínio do balé no fim do século 19 e nos mostrar o sofrimento das dançarinas pelas mãos dos patronos – homens ―, os trabalhos do artista francês Edgar Degas deixaram de lado esse contexto horrível, pelo menos na imaginação popular. Hoje em dia, as...

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    Minha produção de conhecimento histórico é contaminada pela condição de mulher negra e quilombola

    Escolhi parafrasear no título do presente guest post a escritora brasileira, Conceição Evaristo, que constrói contos e poemas reveladores da condição da população negra no país. A intelectual operaciona a categoria de “escrevivência”, através de uma escrita que narra o cotidiano, as lembranças e as experiências do outro, mas sobretudo, a sua própria, propagando os sentimentos, as lutas, as alegrias e resistências de um povo cujas vozes são silenciadas. Por  Ana Paula Batista da Silva Cruz², enviado para o Portal Geledés  Recusar a suposta neutralidade epistemológica é algo presente em discursos de intelectuais negras que compreendem a importância da intersecção entre militância e conhecimento científico. Davis³, destacou que a partir dessa relação é possível pensar em um novo modelo de sociedade menos hierarquizada e excludente. Minhas pesquisas caminham nesse sentindo interseccional entre produção de conhecimento histórico e militância política, enquanto historiadora negra e quilombola, os estudos sobre o Vale do Iguape,...

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    Djamila Ribeiro (Foto: Caroline Lima)

    Pacto contra o racismo

    A filósofa Djamila Ribeiro aponta caminhos construtivos para uma sociedade menos desigual Por Jefferson Barbosa, do A Revista dos Livros - Pacto contra o racismo A filósofa Djamila Ribeiro (Foto: Marlos Bakker) Ribeiro, Djamila Pequeno manual antirracista Companhia das Letras • 136 pp • R$ 4,90 / R$ 14,90 O que você faz para combater o racismo? Pequeno manual antirracista é um livro de título autoexplicativo, de autoria da filósofa Djamila Ribeiro. As 136 páginas funcionam como ferramenta para criar uma mudança urgente na sociedade. O antirracismo apresentado com didatismo na obra significa ter referenciais negros e provocar e apoiar mudanças que visam destruir o racismo naturalizado e que por vezes passa despercebido. Um exemplo dessa prática seria ter mais negros ocupando posições de poder em empresas e receber remuneração equivalente à de pessoas brancas nos mesmos cargos. Não é um livro só para negros — é uma...

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    De autoria do vereador José Pedro Gomes de Oliveira (DEM), o PL nº 30/2019 começou a correr na Câmara de Peruíbe em novembro de 2019

    Peruíbe aprova PL que proíbe contratar agressores de mulheres

    A Câmara de Peruíbe aprovou por unanimidade durante a sessão ordinária de quarta-feira (12) o projeto de lei que prevê veto total à contratação pela casa de homens que sejam condenados pela Justiça por crimes de agressão contra mulheres. Com isso, pessoas do gênero masculino ficarão impedidas de assumir cargos comissionados de maneira direta ou indireta caso tenham cometido crimes deste tipo no passado. O PL aguarda sanção do prefeito. Por LG Rodrigues, do Diário do Litoral De autoria do vereador José Pedro Gomes de Oliveira (DEM), o PL nº 30/2019 começou a correr na Câmara de Peruíbe em novembro de 2019 (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil) De autoria do vereador José Pedro Gomes de Oliveira (DEM), o projeto de lei nº 30/2019 começou a correr na Câmara de Peruíbe em novembro de 2019. O texto original previa que ficaria 'vedada a nomeação de homens em...

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    Tenda de acolhimento de mulheres e LGBTs instalada na Avenida Hélio Pellegrino, na Zona Sul de SP. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1

    Tendas de acolhimento a mulheres e LGBTs registram 400 atendimentos a vítimas de agressão durante carnaval em SP

    Entre 15 de fevereiro e 1° de março, serviço também atendeu 270 casos de assédio, 115 de racismo, 332 de crianças desaparecidas e 115 casos de LGBTQfobia, segundo a Prefeitura de SP. No G1 Tenda de acolhimento de mulheres e LGBTs instalada na Avenida Hélio Pellegrino, na Zona Sul de SP. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1 As tendas de acolhimento a mulheres e LGBTs registraram 400 atendimentos a vítimas de agressão durante o pré-carnaval e carnaval em São Paulo. Segundo a Prefeitura, entre os dias 15 de fevereiro e 1° de março, o serviço também atendeu 270 casos de assédio, 115 de racismo, 332 de crianças desaparecidas e 115 casos de LGBTQfobia. A informação foi divulgada pela gestão municipal na manhã desta segunda-feira (02). De acordo com o levantamento, 25% dos casos foram feitos registros de ocorrência policial com a vítima sendo assistida pela equipe de acolhimento...

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    MULHERES SEGURAM CARTAZ EM PROTESTO CONTRA A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. (FOTO: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL)

    As várias faces da violência contra as mulheres

    Em um país de violência contra mulher tão múltipla e naturalizada, seu combate merece atenção prioritária e debate honesto sobre o tema Por Enfermeira Nazaré Lima, do Carta Capital MULHERES SEGURAM CARTAZ EM PROTESTO CONTRA A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. (FOTO: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL) A violência contra as mulheres representa violação de direitos humanos que ocorre independente de raça, credo religioso, etnia, orientação sexual e faixa etária. Dentre essas violações estão o estupro, o abuso sexual, o feminicídio, o lesbocídio, a violência física, familiar, obstétrica, patrimonial, institucional e ainda a violência moral caracterizada por qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria. Sua presença tão marcante na sociedade brasileira é reflexo da ausência de políticas públicas eficazes no enfrentamento e prevenção da violência. Os governos em suas diversas esferas: Federais, Estaduais e Municipais, precisam comprometer-se com essa pauta, tão essencial para a qualidade de vida, principalmente...

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    O Globo

    Casa Marielle é inaugurada no Rio com exposição permanente sobre a história da vereadora

    Espaço nasceu após uma campanha de financiamento coletivo feito pelo Instituto Marielle Franco, criado pela família da vereadora assassinada a tiros ao lado do motorista Anderson Gomes Por Ricardo Rigel, do O Globo Imagem retirada do site O Globo Foi inaugurada, na tarde deste domingo, a "Casa Marielle", no Largo de São Francisco da Prainha, na Saúde, região central do Rio. O local, nasceu após uma campanha de financiamento coletivo feito pelo Instituto Marielle Franco — criado pela família da vereadora assassinada há quase dois anos. O espaço conta com uma exposição permanente do acervo pessoal e político da vereadora morta a tiros junto com o motorista Anderson Gomes, no Estácio, no dia 14 de março de 2018. Mesmo com o forte temporal que se instalou no Rio, neste fim de semana, a rua em frente à Casa Marielle ficou lotada de admiradores da história da...

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    Bongekile Msibi tinha 17 anos quando os médicos retiraram seu útero sem que ela soubesse

    ‘Meu útero foi removido sem eu saber e só descobri 11 anos depois’

    Uma mulher sul-africana contou à BBC como ela foi vítima de uma esterilização forçada depois de dar à luz sua primeira filha, aos 17 anos. Ela só descobriu que seu útero havia sido removido 11 anos depois, quando tentou engravidar novamente. No BBC Bongekile Msibi tinha 17 anos quando os médicos retiraram seu útero sem que ela soubesse (Foto: BONGEKILE MSIBI/ARQUIVO PESSOAL) Bongekile Msibi é uma de 48 mulheres que foram esterilizadas sem consentimento em hospitais públicos do país, de acordo com a Comissão para Igualdade de Gênero. Embora seja uma entidade criada por lei, a Comissão diz que sua investigação foi dificultada pelo "desaparecimento" de prontuários de pacientes e que os investigadores tiveram uma "recepção hostil" de funcionários do hospital. A Comissão disse que visitou 15 hospitais depois que um grupo de direitos civis levou os casos à entidade. Há casos que vão até o...

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