Tag: Marcha das Mulheres Negras

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    25 de julho: A visibilidade da mulher negra e a luta para romper o silêncio

    A data oportuniza a discussão sobre os meios para superar a opressão histórica sobre as mulheres negras Por Fabiana Reinholz, Do Brasil de Fato 25 de julho: Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (Foto: Imagem retirada do site Brasil de Fato) Mesmo pertencendo a maior parcela da população, uma vez que vivemos em um país no qual temos uma maioria de negros e mulheres, as mulheres negras permanecem sendo as mais exploradas e negligenciadas socialmente. Realidade que pode ser constatada nos dados que tratam do mercado de trabalho, no mapa da violência ou na representatividade política. A frente e por trás disso, o racismo e preconceito, cada vez mais arraigados. O dia 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Afro-Latina, Americana e Caribenha e também Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, é uma boa oportunidade para a reflexão sobre essa ...

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    “O dia 25 de julho é um marco de luta para as negras”

    por Kátia Mello Em sua quinta edição, é possível dizer que a Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, iniciada em 2015 e realizada anualmente no dia 25 de julho, entrou para o calendário nacional. “A marcha insere a luta das mulheres negras num novo patamar, que vem se somar às outras pautas, como a do enfrentamento ao racismo patriarcal, às violências e preconceito”, explica nesta entrevista à coluna Geledés no debate Nilza Iraci, comunicadora social e coordenadora de comunicação do Geledés – Instituto da Mulher Negra. Nilza Iraci participou ativamente nos últimos 30 anos das principais lutas antirracistas e feministas no país e no mundo, atuando de forma direta no processo de redemocratização do Brasil. Entre as inúmeras marchas da qual fez parte, acompanhou de perto a formação da Marcha 2015 no que resultou, segundo ela, “em um arco de alianças e parcerias que a princípio pareciam improváveis”. A comunicadora ...

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    A marcha que é realizada desde 2015 chegou este ano a sua quarta edição / Tomaz Silva/Agência Brasil

    Marcha das Mulheres Negras reúne milhares de pessoas no Rio

    A marcha de domingo teve como principal homenageada a vereadora Marielle Franco Do Brasil de Fato  A marcha que é realizada desde 2015 chegou este ano a sua quarta edição / Tomaz Silva/Agência Brasil Na manhã do último domingo (29), movimentos populares lotaram a orla de Copacabana na Marcha das Mulheres Negras. O protesto tinha como pauta a violência contra mulheres negras em todo país. O número de assassinatos de mulheres negras é 73% maior que o de mulheres não negras. O dado é do Atlas da Violência 2018, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em dez anos, a taxa de assassinatos de mulheres negras aumentou 15,4%, enquanto entre as não negras caiu 8%. A marcha que é realizada desde 2015 chegou este ano a sua quarta edição. A manifestação concentra cerca de 27 reivindicações que incluem o fim do feminicídio, em especial com as mulheres negras, o ...

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    Marcha das Mulheres Negras 2018: Uma mistura de emoção e militância

    Uma mistura de emoção e militância, ocorreu durante a marcha das Mulheres Negras 2018. Mulheres negras demonstraram sua força política enquanto marchavam contra o racismo, a violência e pelo bem viver. A marcha aconteceu ao som do grupo Ilú Oba de Min que resgata e valoriza a cultura africana. Flashes de vários momentos, olhos marejados com cada detalhe registrado e compartilhado nas redes sociais... O coração acelera e ainda sinto a forte energia de cada abraço trocado e cada beijo dado nesse grande reencontro de mulheres de várias partes de São Paulo. Por Lu Santana para o Portal Geledés  Marcha das Mulheres  Negras 2018 (Foto: Natália Sena /Geledés Instituto da Mulher Negra) Sim, fiquei tão impactada emocionalmente com o nosso feito, que desde o dia do evento, tento expressar de maneira fiel o que foi participar desse ato histórico e deveras importante para a comunidade negra brasileira, mas me faltam palavras. ...

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    Manifesto: Marcha das Mulheres Negras de São Paulo

    Neste 25 de julho, nós mulheres negras e indígenas estamos nas ruas com a força das nossas ancestrais e de milhares de lutadoras anônimas para gritar bem alto que seguimos em marcha. Da Marcha das mulheres Negras de São Paulo Reprodução/Facebook No momento em que o Brasil atravessa uma grave crise política e econômica, com o desmantelamento de políticas públicas duramente conquistadas e desmandos por parte de governos elitistas e conservadores, nós negras de São Paulo voltamos às ruas. Celebramos o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e o Dia Nacional Tereza de Benguela, marcos da luta das mulheres negras em todo o Brasil e no Continente. Somos o coletivo Marcha das Mulheres Negras de São Paulo que ajudou a construir a Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, que levou a Brasília cerca de 50.000 mulheres em 2015. Em São ...

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    Mulher negra: uma data contra o racismo e o sexismo

    O Dia Internacional da Mulher Afro Latina-Americana e Caribenha e do Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra são celebrados no dia 25 de julho Por Mirella Araújo Do Folhape Dia Internacional da Mulher Afro Latina-Americana e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra (Foto: LEO MOTTA /ARQUIVO FOLHA) Uma data para resistir e lutar. Esse é o marco do Dia Internacional da Mulher Afro Latina-Americana e Caribenha e do Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negracelebrados nesta quarta-feira (25), mas que conta com uma programação até o fim deste mês. “Essa é uma data de denúncia. A mulher negra tem demandas e aspirações específicas. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que, dos 25 países com maior índice de violência contra a mulher negra, 15 estão localizados na América Latina e no Caribe”, afirmou a coordenadora do GT Racismo ...

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    Mulheres negras de João Pessoa saem em cortejo contra o racismo

    O Movimento de Mulheres Negras da Paraíba realiza um cortejo em João Pessoa, nesta terça-feira (24), contra o racismo, o sexismo, o alto índice de homicídios e outras formas de opressão ainda vivenciadas pela mulher. A concentração se dará às 7h30 no Mercado Central, Av. Dom Pedro II (em frente à Floricultura Moça Flores). Do Portal Correio https://parlamentopb.com.br/mulheres-negras-de-joao-pessoa-promovem-cortejo-contra-o-racismo-nesta-terca/115528/ Imagem retirada do site Parlamento PB.   A manifestação faz parte da programação do 20ª Edição do 25 de Julho, Dia Internacional das Mulheres Negras da América Latina e do Caribe e Dia de Tereza de Benguela. Sob o lema ‘Mulheres Negras em Movimento pela Democracia e o Bem Viver’, o cortejo, puxado pelo Coco das Manas e várias mulheres artistas, sai às 8h, percorre o interior do Mercado Central e toma as ruas centrais da cidade, com encerramento no Parque da Lagoa. O roteiro inclui uma programação com músicas, poesias e performances. ...

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    Reprodução/Facebook

    Mulheres negras realizam marcha em SP na quarta (25)

    Sob o eixo “Por nós, por todas nós e pelo bem viver! Exigimos o fim da negligência e violência do Estado!”, a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo (MMNSP) volta às ruas, pelo terceiro ano consecutivo, por ocasião do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, data que une as mulheres negras pela luta, pelo enfrentamento de todas as opressões que sofrem e pelo objetivo de superá-las. Do  Fundação Perseu Abramo Reprodução/Facebook A marcha propõe um retorno à unicidade da luta negra e feminista, pois entende que seus direitos ainda estão longe de serem consolidados, uma vez que o racismo e o machismo seguem operando como gramáticas sociais. No momento em que o Brasil atravessa uma grave crise política, com o desmantelamento de políticas públicas duramente conquistadas, com desmandos por parte de governos elitistas e conservadores, as mulheres negras de São Paulo levam para toda ...

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    Marcha das Mulheres Negras SP 2018

    A Marcha das Mulheres Negras volta insubordinada às ruas do Centro de São Paulo no dia 25 de Julho de 2018 para enfrentar e afrontar o racismo, o machismo e a LGBTfobia. Do kickante Foto: Reprodução/kickante Nós por todas Nós, pelo Bem Viver, exigimos o fim da negligência e violência do Estado. Ao contribuir com esta campanha, você estará ajudando a arrecadar recursos para o autofinanciamento do nosso ato, para cobrir despesas com transporte, alimentação, produção de materiais e infraestrutura. Somos, podemos e transformamos! Nossos passos vêm de longe!!! A hora é agora! Contribua com Marcha das Mulheres Negras SP 2018 Colabore também com essa campanha  Marcha das Mulheres Negras SP

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    Mulheres Negras nas ruas. Ouçam nossas vozes!

    Somos as mulheres negras de São Paulo que ajudaram a construir a Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, que em 2015 levou a Brasília cerca de 50.000 mulheres fazendo ecoar nossas vozes por todo o Planalto Central, representando as 49 milhões de mulheres negras brasileiras. Enviado por Nilza Iraci para o Portal Geledés Dois anos após a Marcha histórica, nós mulheres negras de São Paulo voltamos às ruas, na 14ª Marcha da Consciência Negra, para celebrar, com as forças progressistas do movimento negro e antirracista, o Dia da Consciência Negra, e para trazer às ruas nossas vozes e dizer que continuamos em Marcha pelas Mulheres, por todas as Mulheres. No momento em que o Brasil como um todo atravessa uma grave crise política, com o desmantelamento de políticas públicas duramente conquistadas, com desmandos por parte de um governo não eleito, com escandalosas denúncias ...

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    Mulheres protagonizam marcha histórica pelas ruas de Florianópolis

    Numa diversidade de bandeiras, sem carro de som e com mulheres indígenas e negras puxando a marcha, as mulheres e homens que participam do evento internacional Mundos de Mulheres e Fazendo Gênero, que acontece durante toda a semana na UFSC, protagonizaram nas ruas de Florianópolis a maior marcha feminista já vista no Estado. no Sul 21 Nesta quarta-feira (2), mesmo dia em que Michel Temer estava sendo julgado na Câmara de Deputados sobre crime de corrupção passiva, as mulheres com representações do mundo todo foram para as ruas com faixas e cartazes denunciando a sociedade machista que assedia, controla, limita e mata mulheres de todas as raças, do campo e da cidade. Com a mistura de ritmos, gritos de ordem, cores de bandeiras, mistura de raças as mulheres percorreram as principais ruas da cidade e fizeram paradas estratégicas em locais que representam algum espaço opressor da sociedade. A primeira parada ...

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    Ato em SP marca Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha

    As marcas da ancestralidade africana – no cabelo, na pele, nas cores e desenhos das roupas, no batuque dos tambores e na história de vida – fizeram parte da Marcha de Mulheres Negras e Indígenas que ocorreu hoje (25) na capital paulista. O ato, que teve início na Praça Roosevelt, na região central, lembra o Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, celebrado nesta terça-feira. Entre as pautas da mobilização, apresentadas em manifesto, está a luta contra o racismo, o feminicídio, o machismo, o ódio à população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) e contra a retirada de direitos. No Isto É “O racismo, por ser estruturante, nos coloca em uma condição de estar sempre correndo atrás de fazer as coisas acontecerem”, disse a metroviária Rosa Anacleto, que faz parte da União de Negros pela Igualdade (Unegro), que compõe a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo. Ela ...

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    Mulheres Negras e Indígenas de SP comemoram o 25 de julho com Marcha

    Mulheres negras de várias regiões da cidade e indígenas das aldeias do Jaraguá e Parelheiros denunciam as múltiplas formas de violência machista, racista e de classe que enfrentam cotidianamente, e defendem o Bem Viver. Ato acontece no Dia de Tereza de Benguela e da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, e vai da Praça Roosevelt ao Largo do Paissandu. por Nilza Iraci para o Portal Geledés Na próxima terça-feira, 25 de julho, a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo realizará o ato “Mulheres Negras e Indígenas por nós, por todas nós, pelo bem viver”. A manifestação acontece no Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela - liderança quilombola reconhecida no Brasil por meio da Lei Federal 12.987/2004. Uma data que une mulheres negras internacionalmente no enfrentamento a todas as opressões sofridas e pelo objetivo de superá-las. As mulheres, em especial as negras, sempre foram ...

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    Em São Paulo, a Marcha das Mulheres Negras avança

    Focado na luta contra o racismo, o machismo e o elitismo, evento suprapartidário, interreligioso e horizontal acontece na sexta 2 na capital Em momentos de recrudescimento dos ataques à população negra, é preciso se aquilombar. Na foto, Marcha das Mulheres Negras em Brasília, em 2015 Por Djamila Ribeiro Do Carta Capital Na próxima sexta-feira 2, as mulheres negras da cidade de São Paulo estarão irmanadas no centro da cidade, na Alameda Nothmann, 1058, a partir das 18h30, na Marcha das Mulheres Negras. O evento marca o início de um novo momento de organização da marcha, que vem construindo e incidindo de maneira contínua na luta negra e feminista. Convidamos todas as mulheres negras a participarem do evento (mais detalhes aqui) Recentemente, acompanhamos em São Paulo a ação criminosa da prefeitura e do governo do estado na região da Cracolândia. A guerra às drogas é mais uma faceta do genocídio do povo ...

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    E-book Marcha das Mulheres Negras

    É com imensa alegria que a Articulação de Organizações de Mulheres Negras - AMNB lança o E- book com a história e memória fotográfica do processo de construção, mobilização, divulgação e realização da Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver nas cinco regiões do Brasil. A Marcha das Mulheres Negras realizada no dia 18 de novembro de 2015 que colocou em Brasília cerca de 50 mil mulheres de todos os cantos do país, foi resultado dos esforços coletivos das milhões de mulheres negras, que durante três anos e em lugares diferentes do país e do mundo acreditaram na construção de um momento político que revelaria e visibilizaria a luta, a resistência, as denunciais, as angustias e as vozes das 50 milhões de mulheres negras brasileiras. A Marcha foi um Marco para o movimento de mulheres negras brasileiras e o mais importante movimento político no ...

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    A força das nossas ancestrais

    Movimento das mulheres negras reúne 50 mil pessoas em Brasília; um exército de rainhas, guerreiras, empoderadas Por Juliana Gonçalves, do Calle2 Mar de cores, orquestra de sorrisos, mulheres coroadas, crespas, livres. O que foi a Marcha das Mulheres Negras? Foi o uníssono de 50 mil vozes. Um exército de mulheres negras rainhas, guerreiras, empoderadas. Foi o vigor da juventude combativa, foi a sabedoria das mais velhas.  Um grupo com passos largos, saltitantes.  O outro, ritmado, vagaroso para não cansar, afinal a caminhada era, foi e ainda será longa. A marcha emergiu forças ancestrais que vieram do além mar. Foi a sensação de estar em casa depois de um dia difícil, de uma vida difícil de quem teve seus parentes capturados, presos, estuprados e escravizados. “Deixa, deixa, hoje não vamos falar em dor”, brandou uma marchante, para quem a marcha foi pura vida. Mais para frente, outra retrucou “A nossa dor é ...

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    Mulheres Negras em Marcha, esses Passos vêm de longe

    “A noite não adormece nos olhos das mulheres” Conceição Evaristo Por Emanuelle Goes, do Analise Política em saúde  No dia 18 de novembro, momento que será histórico e provavelmente demarcará novos caminhos dos movimentos negros no Brasil, as mulheres negras marcharam em Brasília por um País inclusivo sob a perspectiva antirracista e anti-sexista. Há quanto tempo as mulheres negras marcham? Sigo com a resposta, "Nossos passos vêm de longe", frase que se tornou lema e que ganhou visibilidade na escrita e na voz de Jurema Werneck. Este lema nos remete sempre a lembrar do nosso ponto de partida que é a ancestralidade de mulheres negras líderes e protagonistas das diversas lutas do povo negro. A participação efetiva das mulheres negras pelo direito à vida e à dignidade humana da população negra acontece desde sempre, sendo luta e sobrevivência sinônimos, praticamente.  Ainda nos dias de hoje, muitas pautas são as mesmas de ...

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    Sair da Zona de Conforto

    A Marcha das Mulheres Negras foi o fato mais importante e inspirador no campo das relações raciais neste ano que caminha para o seu final. Por Helio Santos, do Brasil de Carne e Osso  Ao longo desses meses de 2015, diversas foram as vezes em que o racismo escancarou as suas garras de forma explícita na terra brasilis. É importante reconhecer que no Brasil os impedimentos étnico-raciais (discriminação, perseguição, preterimento, abusos avulsos) costumam funcionar – e bem – com base na dissimulação, artefato básico do “racismo cordial”, subproduto tardio da “Democracia Racial”. Não estou aqui sugerindo que prefiro as garras explícitas do racismo – eu batalho contra ele em quaisquer de suas “mil caras” que vêm como num calidoscópio; para cada contexto tem-se uma faceta nova. Sou do tempo em que os anúncios de emprego, ao requisitar uma simples datilógrafa – eu juro que havia essa especialização –, exigiam “Boa Aparência”. ...

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    Marchamos porque sabemos que as transformações não virão como presentes

    Somos 25% da população brasileira. Somos 202 milhões de brasileiros. Somos 50,5 milhões de mulheres negras. Um quarto da população brasileira é composta por mulheres que se autodeclaram negras e pardas. Agora, todos nós, juntos, imaginemos se 1% destas mulheres após alguns anos de organização resolvessem, não por acaso, sair de seus Estados de origem para se encontrar no dia 18 de novembro, às 11h, em Brasília? Após tantas contas - fica fácil - teríamos, no mínimo, 50 mil mulheres negras reunidas e, cá entre nós, 50 mil mulheres, negras ou não, é um número considerável, não é mesmo? É gente, muita gente! Poxa, gente, quanta gente. Por Renata Martins Do Brasil Post Pelo menos era o que eu achava; que essas gentes, eram gentes em quantidades a estremecerem os meios de comunicação, mas, para grande mídia, não era. Só seria se fossem 50 mil torcedores em final de campeonato. Por ...

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