Tag: Período colonial

    Donata Meirelles, diretora da revista Vogue, e o passado escravista. Foto: Reprodução/Facebook

    A cadeira da foto da socialite-sinhá, segundo um antropólogo

    Além de violenta, a versão atual da foto é exageradamente cafona A CADEIRA DA FOTO Publicado originalmente no perfil do autor no Facebook POR HÉLIO MENEZES, antropólogo No DCM Donata Meirelles, diretora da revista Vogue, e o passado escravista. Foto: Reprodução/Facebook O registro causa enjôo. Ali está a encenação de nostalgia colonial, racista e escravocrata, congelada numa imagem que funciona como síntese da elite brasileira. A foto da festa de 50 anos de Donata Meirelles, diretora da revista Vogue, evoca e faz reviver as “cadeirinhas de carregar” do século XIX, com dois escravos ao lado de uma figura branca ao centro. Além de violenta, a versão atual da imagem é exageradamente cafona – mas aqui nos tristes trópicos a cena ganha ares de elegância, com direito a selo Vogue de qualidade. Vai entender. Mas, cá entre nós: a quem ainda surpreende a existência de uma imagem dessas? ...

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    Divino Fogão e a saudade da escravidão

    O racismo brasileiro é tão escrachado quanto não tem vergonha na cara. A empresa Divino Fogão, rede de restaurantes que também publica uma revista, parece ter a intenção de reivindicar o pódio entre aqueles que sentem mais saudade da escravidão. Por Jarid Arraes Do Portal Fórum  Na revista da empresa, que pode ser acessada online, é possivel conhecer o “mascote” da marca: uma mulher negra, vestida com roupa de cozinheira e que, segundo a própria explicação da Divino Fogão, deve ter mais de 50 anos de idade. As “mascotes” devem ser simpáticas e acolhedoras, para fazer com que os clientes se sintam saboreando a verdadeira comida da fazenda. Para completar a palhaçada, o nome da mascote é “Sinhá”. Será que os responsáveis pela rede Divino Fogão têm a ilusão de que ninguém entende o contexto? O nome “Sinhá” faz alusão ao período de escravidão, pois era utilizado para designar as ...

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    Entrevista com D. Pedro I

    Por Ana Helena Tavares Para este 7 de Setembro, a colunista Ana Helena Tavares imaginou uma entrevista com o personagem histórico, D. Pedro I, que, depois de ter proclamado a independência do Brasil e ter sido rei em Portugal, viveria, em Lisboa, retirado da política, perfeitamente lúcido e sem problemas de memória. Entrevista bastante oportuna, pois D. Pedro aproveita para esclarecer que a nossa independência só passou a valer no 7 de abril de 1931, quando entregou a Coroa ao seu filho ainda menor e mudou-se para Portugal. “O Brasil se tornou independente no dia em que entreguei a coroa”, enfatizou. Podemos começar a entrevista tocando num assunto delicado? Sua relação com a Marquesa de Santos… - Gosto de sua ousadia… Vamos lá… Foi minha tresloucada paixão, é a verdade. Mas o trono falou mais alto, assumo e lamento por não ter atendido o meu coração. Talvez tenha sido essa ...

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    Imagem: iStock/RomoloTavani

    Plano de aula: A Rota do Escravo – A Alma da Resistência

    Imagem: iStock/RomoloTavani O filme "A Rota do Escravo - A Alma da Resistência", é uma história do comércio de seres humanos que é contada através das vozes de escravos, mas também dos mestres e comerciantes de escravos. Cada um conta sua experiência: da deportação de homens e mulheres para as plantações até o cotidiano do trabalho e os movimentos de abolição. Produzido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), traduzido e dublado pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

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