segunda-feira, outubro 19, 2020

    Tag: violência policial

    Policial militar durante patrulhamento no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio Tércio Teixeira/Folhapres

    Em busca de fuzis, polícia do Rio mata até sem apreender arma

    Daniel, 17, estava escondido atrás de um carro na rua Miguel de Cervantes, no Cachambi, zona norte do Rio de Janeiro, junto com dois amigos por volta das 5h45 do dia 1º de janeiro de 2019. O trio, segundo policiais, acabara de participar do roubo de um carro. Faltavam ainda três horas para a cerimônia de posse de Wilson Witzel (PSC) no governo fluminense quando o adolescente foi atingido por um tiro nas costas —o nome pelo qual ele é identificado nesta reportagem é fictício, para resguardar sua família.​ Os cinco policiais que participaram da primeira das 1.814 mortes em supostos confrontos no estado em 2019 relataram que, ao avistar o trio suspeito, foram alvo de disparos. A perícia da Divisão de Homicídios (DH) identificou uma marca de tiro na lataria da viatura que usavam. Na delegacia, os cinco agentes disseram ter disparado, no total, 3 tiros de fuzil e ...

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    Muitas pessoas nas redes sociais compararam as imagens de Neely com a era da escravidão (Imagem retirada do site BBC)

    Homem negro amarrado por policiais nos EUA pede indenização de R$ 5,5 milhões

    Um homem negro que foi conduzido pela rua com uma corda por dois policiais brancos montados a cavalo processou a cidade de Gavelston, no Estado do Texas, onde tudo ocorreu, e seu Departamento de Polícia, pedindo indenização de US$ 1 milhão (R$ 5,5 milhões). A polícia se desculpou no ano passado, depois que foram compartilhadas imagens de Donald Neely, de 44 anos, após ser preso por invasão criminosa. A ação alega que a conduta dos policiais foi "extrema e ultrajante" e causou prejuízos físicos, emocionais e mentais em Neely. As acusações feitas contra Neely foram posteriormente rejeitadas por um tribunal. Muitas pessoas nas redes sociais compararam as imagens de Neely com a era da escravidão, uma alusão explicitamente mencionada no processo. De acordo com a ação, os policiais deveriam estar cientes de que Neely, "sendo conduzido com uma corda e por policiais montados por uma rua da cidade como se ...

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    Jacob Blake (Foto: Reprodução/Twitter)

    EUA: Jacob Blake, homem negro que foi baleado nas costas por policiais, deixa hospital após seis semanas

    Jacob Blake deixou o hospital em Milwaukee, Wisconsin após seis semanas e foi transferido para um centro de reabilitação de coluna vertebral em Chicago, Illinois. Em 23 de agosto, Blake foi baleado com sete tiros nas costas por policiais na cidade de Kenesha. Ele ficou com os movimentos da cintura para baixo paralisados. #JacobBlake released this powerful video message from his hospital bed today, reminding everyone just how precious life is. #JusticeForJacobBlake pic.twitter.com/87CYlgPDBj — Ben Crump (@AttorneyCrump) September 6, 2020 A violência policial contra o homem negro fez ressurgir um nova onda de protestos nos Estados Unidos alguns meses após as manifestações que eclodiram no país após o assassinato por sufocamente de George Floyd, também negro, pela polícia norte-americana. Os disparos contra Blake atingiram o estômago, rins, fígado, cólon e intestino delgado. Para mostrar solidariedade a Blake e aos manifestantes, que estavam sendo reprimidos pelo governo de Donald Trump, jogadores ...

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    Foto não datada de William Green — Foto: Brenda Michaele Green via AP

    Família de William Green, assassinado por policial nos EUA recebe US$ 20 milhões após acordo

    A família de um homem negro morto por um policial dos Estados Unidos receberá US$ 20 milhões (cerca de R$ 112,6 milhões) após um acordo civil, anunciou seu advogado nesta segunda-feira (28). Em um dos maiores acordos do gênero nos Estados Unidos, o condado de Prince George, em Maryland, pagará essa quantia à família de William Green, que foi baleado e morto algemado no início deste ano. "É um acordo histórico que reflete a natureza hedionda, a natureza brutal, a natureza sem sentido do que aconteceu com Green", disse o advogado William Murphy. Green foi preso no dia 27 de janeiro no condado de Prince George, que faz fronteira com a capital dos Estados Unidos, Washington, após supostamente bater seu carro em vários outros. O policial Michael Owen teria atirado seis vezes em Green, de 43 anos, enquanto ele estava algemado e no carro da polícia. Owen, que também é negro, ...

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    Mulher e espancada por PMS (Foto: Reprodução)

    PM espanca com chutes e socos mulher negra durante abordagem (VÍDEO)

    Um policial militar foi flagrado em vídeo agredindo uma mulher negra durante uma abordagem, em Macapá. Nas imagens, que viralizou nas redes sociais  enquanto policiais revistam dois homens, a mulher reclama com os agentes. O PM então começou lançou uma série de golpes contra a mulher, concluindo rasteiras e socos, como mostra o vídeo abaixo. Segundo informações do portal UOL, os policiais envolvidos na abordagem serão afastados enquanto o caso é investigado. Mais insuportável do que ver isso é não ver reação social a isso. A eleição de Bolsonaro transformou a barbárie em projeto nacional.pic.twitter.com/oY08ZEanDX — Fernando Haddad (@Haddad_Fernando) September 20, 2020

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    Rua Domênico Palma (SP), onde policial civil negro foi abordado por PMs Imagem: Reprodução/Google Maps

    Policial negro é abordado por PM branco durante o trabalho pela 2ª vez

    O policial civil negro W.V.S, 39, que em junho deste ano foi agredido por PMs enquanto levava suspeitos, voltou a ser abordado por colegas enquanto trabalhava. Em boletim de ocorrência registrado hoje, ele afirma que policiais militares o pararam na Rua Domênico Palma, em São Paulo, quando ele dirigia uma viatura descaracterizada e, mesmo depois da identificação, um segundo grupo de PMs teria impedido sua saída do local. Segundo relato de W.V.S. no boletim, ele percebeu pelo retrovisor a aproximação de dois policiais militares em motocicletas e, imaginando que seria abordado, acionou os sinais luminosos da viatura para indicar que era um policial civil. Mesmo assim, os militares o pararam, de acordo com o relato. W.V.S. conta que mostrou seu documento funcional de policial civil e ainda informou que o veículo era uma viatura oficial. Depois de prestar informações aos militares, W.V.S. também teria pedido que eles se identificassem, e ...

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    Matheus Barros relatou caso de racismo contra sua filha, Amanda, que é negra Imagem: Reprodução/Instagram

    Pai relata racismo de policiais contra filha: ‘De quem roubou o celular?’

    Um pai relatou um caso de racismo envolvendo sua filha, que é negra, durante uma abordagem policial em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, na semana passada. Matheus Barros publicou um vídeo relatando o ocorrido, viu a publicação ter quase 50 mil visualizações, e a Polícia Militar do Rio de Janeiro investiga o episódio. Amanda, de 21 anos, prefere não se manifestar por enquanto. De acordo com Barros, policiais abordaram Amanda no Morro da Cordoeira e perguntaram: "de quem você roubou esse celular?", sobre o aparelho celular que ela carregava. Enquanto isso, o pai dela pegava doações para a missão na qual trabalha. "Quando peguei ela de volta, ela estava um pouco chocada, falando comigo que foi parada por homens da Polícia Militar e que esses homens abordaram ela, revistando a, o que já é estranho, porque, até onde se sabe, a revista de homens e mulheres não deveria ser ...

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    Professor diz que foi agredido e baleado por PM em Monte Alegre, em Goiás — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

    PM é preso suspeito de atirar em professor de comunidade quilombola durante abordagem, em Monte Alegre de Goiás

    A Polícia Civil investiga o caso de um professor de 25 anos da rede estadual que foi supostamente agredido e baleado por um aspirante a oficial da Polícia Militar na noite de terça-feira (1º), em Monte Alegre de Goiás, na região nordeste do estado, onde o jovem dá aulas para uma comunidade quilombola. O delegado a cargo da investigação, Carlos Eduardo Florentino da Cruz, confirmou que o militar foi preso. O PM foi autuado por constrangimento ilegal, majorado pelo uso de arma de fogo, fraude processual, coação e ameaça. Já o professor foi autuado por lesão corporal grave pelo excesso doloso de sua legítima defesa. As circunstâncias da discussão ainda não foram reveladas pela polícia. O G1 não localizou a defesa do policial militar para se manifestar sobre o caso até a última atualização desta reportagem. Um relatório preliminar da Polícia Civil aponta que o policial militar supostamente agredia um ...

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    Homens que agrediram jovem negro em shopping no Rio são policiais militares (Foto: Reprodução/Globo)

    Homens que agrediram jovem negro em shopping no Rio são policiais militares

    A Corregedoria da Polícia Militar vai apurar a conduta de dois policiais militares que agrediram um jovem negro de 18 anos dentro de um shopping no Rio de Janeiro. Matheus Fernandes tentava trocar um relógio que comprou para o pai. Os homens que arrastam Matheus e depois o agridem na escadaria de um shopping são policiais militares. Eles estavam à paisana e, segundo investigadores, são conhecidos como PM Silva e PM Esaú. Mas os dois ainda não foram identificados formalmente. E a Polícia Militar também não divulgou o nome completo dos PMs. Informou apenas que a Corregedoria abriu uma apuração sumária para verificar a conduta dos policiais. Matheus, de 18 anos, foi abordado pelos policiais na quinta-feira dentro da loja Renner do shopping Ilha Plaza, na Ilha do Governador, quando tentava trocar um relógio. Matheus contou que os PMs não quiseram olhar a identidade dele, nem a nota fiscal do ...

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    Policiais dão gravata em entregador — Foto: Reprodução/G1

    Nova filmagem mostra PM se ajoelhando em pescoço de motoboy rendido em SP

    Novas imagens mostram um policial militar se ajoelhando no pescoço de um motoboy que estava sendo rendido na tarde de ontem, na avenida Rebouças, área central de São Paulo. Enquanto o PM se ajoelhava no pescoço do rapaz, outros motoboys diziam: "Vai matar o cara!" e "ajoelhando no pescoço do cara!". As novas imagens foram obtidas pelo UOL e gravadas por um motoboy. É possível ouvir o homem que estava sendo abordado gritar "não consigo respirar" várias vezes. A mesma frase se tornou emblemática depois da morte do segurança negro George Floyd, que desencadeou uma série de protestos antirracistas em diversos países. Floyd morreu depois que um policial branco ficou ajoelhado sobre seu pescoço por mais de oito minutos, durante uma abordagem em Minneapolis, nos Estados Unidos. Suas últimas palavras foram "eu não consigo respirar". Abordagem em São Paulo Ontem, a reportagem do UOL já havia mostrado um vídeo em ...

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    Policiais dão gravata em entregador — Foto: Reprodução/G1

    Vídeo mostra PMs sufocando entregador em Pinheiros: ‘não consigo respirar’

    Um vídeo que circula nas redes sociais mostra dois policiais militares dando uma gravata e sufocando um entregador na tarde desta terça-feira (14), na Avenida Rebouças, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. No vídeo, é possível ver os dois policiais militares, um homem e uma mulher, segurando o motoboy. Ele grita: "tira a mão de mim, por que você está me agredindo? Um dos policiais responde: "você tá louco". Em seguida, o entregador diz: "eu estou louco porque você está me agredindo". Ao cair no chão com os policiais, o motoboy ainda grita: "Não consigo (...) não consigo respirar". Em outro vídeo, um policial militar aparece com arma nas mãos e pede que as pessoas se afastem. Ao fundo, é possível ver o motoboy no chão dominado por policiais militares. "Foi uma abordagem agressiva, abusiva. Os policiais já partem para a violência. As pessoas devem ser abordadas quando ...

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    Bandeira da ONU. Foto: Getty Images

    ONU lamenta a morte do menino João Pedro e faz apelo pela vida da juventude negra

    O Sistema ONU no Brasil compreende que evidências são necessárias para entender e enfrentar a violência contra a juventude negra. Cada vida conta e a violência letal contra adolescentes e jovens não deve ser naturalizada, transformando-se em lamentável estatística. No Brasil, o homicídio configura-se hoje como a principal causa de morte de adolescentes e jovens. A morte de João Pedro, assim como a de muitos e muitas adolescentes e jovens, majoritariamente negros e do sexo masculino, nos mostra o quão urgente é a necessidade de intensificar esforços e investimentos para reverter esse quadro. Nos preocupa particularmente o aumento de letalidade em consequência de ações das forças de segurança. João Pedro é mais um desses adolescentes negros que não atingiu a juventude, não conseguiu vencer o conjunto de vulnerabilidades às quais esteve sujeito em sua curta existência. Adolescentes como João Pedro têm muitos nomes e estão em todo o país. A ...

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    Comissão ARNS (Divulgação )

    A vida de cada criança conta

    Vamos ser claros: cada vida conta, cada ser humano que morre traz sofrimento para seus familiares e amigos e lembranças tristes que narram parte de sua trajetória no planeta. Em tempos de descaso com tantos que nos deixaram durante a pandemia, nunca é demais lembrar. Mas a perda de crianças tem um significado adicional: trata-se, para além da dor sentida, de um potencial não realizado, um presente cheio de vivências e aprendizados iniciados que se interrompe, deixando aos pais e parentes uma horrível sensação de que os cuidados que deveriam lhes ser oferecidos foram insuficientes. Numa de suas mais belas obras, A Peste, Camus relata a crise de fé de que é acometido um sacerdote – que dias antes associava uma epidemia vivida pela cidade argelina de Orã com um castigo dos céus, pela falta de empenho religioso da população – frente à sofrida morte de uma criança. Que divindade é essa ...

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    Foto: Bruno Itan

    Mesmo na quarentena, PM do Rio segue cobrando vidas na periferia

    Nota Pública, Violência Institucional O assassinato do menino João Pedro Mattos, no contexto de uma ação conduzida pela Polícia Militar do Rio de Janeiro, é mais um capítulo do que diversas organizações e movimentos sociais vêm chamando de “banho de sangue racista” provocado pela política de segurança do governador Wilson Witzel contra as periferias do Estado fluminense. A Conectas repudia fortemente a ação e presta solidariedade à família do adolescente. Com apenas 14 anos, João Pedro brincava ontem (18) com amigos e familiares em sua própria residência, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio, quando a PM invadiu o lugar em busca de supostos traficantes. Segundo relatam os jornais, o menino foi atingido na barriga por um tiro de fuzil. Socorrido pelo helicóptero da polícia, a família passou a madrugada em busca de informações sobre o paradeiro do garoto, até encontrar seu corpo na manhã desta terça-feira (19) no IML (Instituto ...

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    Reprodução/Anistia Internacional

    NOTA: Operações policiais durante pandemia da COVID-19

    “É absurdo, e aquém de qualquer padrão de responsabilidade com a vida, a realização das operações policiais como as que vitimaram, na última sexta-feira, 13 pessoas no Complexo do Alemão ou que causaram o desaparecimento e a morte do menino João Pedro Mattos Pinto, na noite da última segunda-feira, no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo. Qualquer operação policial deve seguir padrões de respeito à vida e à segurança das pessoas e, em meio a uma pandemia, quando todos os esforços deveriam estar voltados para garantir saúde e vida da população, o Estado do Rio de Janeiro se faz presente nas favelas do Estado levando violência e morte. Exigimos responsabilidade e compromisso com os direitos humanos de todos e todas. Nenhuma vida vale menos que a outra”, afirma Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional no Brasil. As operações policiais ocorreram durante o isolamento social recomendado pelas autoridades sanitárias e ...

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    Thiago Amparo - Folha de São Paulo

    Truculência nas ruas materializa autoritarismo nada gradual

    Para negros, LGBTs, pobres e mulheres, a deterioração democrática é endêmica Por Thiago Amparo, da Folha de S.Paulo Thiago Amparo, pesquisador na área de direitos humanos - Arquivo Pessoal Abra o jornal deste domingo (01). Na noite de sábado (30), em Salvador, um homem entrou num bar LGBT e, arrastando uma mulher pelos cabelos, ameaçou de morte a todas pessoas ali presentes, em sua maioria mulheres lésbicas. Foi preso em flagrante, sendo liberado em seguida. Mesmo dia, em São Paulo, nove pessoas em uma festa morreram pisoteadas em Paraisópolis, sadicamente, no que a PM paulista chamou de “ação de controle de distúrbios civis". No Rio de Janeiro, até outubro deste ano, 1.546 pessoas foram mortas pela polícia, maior índice desde o começo da série histórica em 1998. Spoiler: Bolsonaro não é um democrata. Nunca foi. Não o era quando em 1999 defendeu em entrevista “matar uns 30 ...

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    Leonardo Sakamoto. (Foto: RFI/Rui Martins)

    Silêncio de Witzel sobre morte de Ágatha é covardia política

    Sempre que pode, o governador Wilson Witzel dá uma declaração violenta e inapropriada, incitando as forças de segurança do Rio de Janeiro a aprofundarem a guerra contra sua própria gente e concedendo um salvo-conduto retórico para que matem sem receio. Por Leonardo Sakamoto, no Blog do Sakamoto Leonardo Sakamoto. (Foto: RFI/Rui Martins) "A polícia vai fazer o correto: vai mirar na cabecinha e… fogo! Para não ter erro." "Teria dado um tiro na cabeça." "Cova, a gente cava." "Cadáveres não estão no meu colo, estão no de vocês, que não deixam que as polícias façam o trabalho que tem que ser feito." "Criminosos serão combatidos e caçados nas comunidades." Frases que misturam mistura policial, promotor, juiz e carrasco e que veem bairros pobres como ameaças. Da mesma forma, sempre que pode, não pensa duas vezes antes de se promover. No dia 20 de agosto, por exemplo, ...

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    Evaldo era músico e segurança. Ele estava no carro com a mulher, o filho de 7 anos, o sogro e uma amiga da família e morreu na hora — Foto- Reprodução:Facebook

    80 Tiros: Delegado diz que ‘tudo indica’ que Exército fuzilou carro de família por engano no Rio

    Militares que dispararam mais de 80 vezes contra carro e mataram músico de 51 anos prestaram depoimento ao Exército, que informa que o caso está sendo investigado. no G1 O delegado Leonardo Salgado, da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, disse neste domingo (7) que "tudo indica" que os militares do Exército que mataram Evaldo dos Santos Rosa em uma ação durante a tarde em Guadalupe, Zona Norte do Rio, atiraram ao confundirem o carro com o de assaltantes. O automóvel de uma família foi atingido por mais de 80 disparos, segundo perícia realizada pela Polícia Civil. As cinco pessoas que estavam no carro iam para um chá de bebê: Evaldo, a esposa, o filho de 7 anos, o sogro de Evaldo (padastro da esposa) e outra mulher. Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, morreu na hora. O sogro dele, Sérgio, foi baleado nos glúteos. Seu quadro era ...

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    Rafael Stedile

    Nota de repúdio: Padre Júlio Lancellotti é agredido pela GCM

    “A GCM veio com toda a força, jogaram gás de pimenta, me deram soco no estômago, cuspiram em mim, falaram coisas horríveis”. Os fatos narrados, que seriam inaceitáveis em quaisquer circunstâncias, tornam-se ainda mais chocantes quando sabemos que foram ditas pelo Padre Julio Lancelotti, da Pastoral do Povo de Rua, de 69 anos e uma vida inteira dedicada ao atendimento de pessoas em situação de rua e aos Direitos Humanos. Da Campanha Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais para o Portal Geledés  Chocante é a palavra que define o ataque com gás de pimenta, cassetetes e armas de choque, sofrido na última sexta-feira, dia 14 de setembro, no espaço de convivência São Martinho de Lima, na Mooca. Num país que criminaliza quem precisa da ação positiva do Estado, a miséria e o abandono são cada vez maiores e mais visíveis. O que torna este ataque ainda mais grave é o ...

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    'Eu não estava no ato', escreve a modelo Bárbara Querino, que diz ter sido condenada injustamente por um crime que não cometeu — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal / G1

    ‘Eu não estava no ato’: Prisão de modelo negra por roubo de carro e joias de grife em SP mobiliza redes sociais

    Bárbara Querino mobiliza rede social, que cita racismo e pede a liberdade dela; vítimas a reconheceram pelo cabelo encaracolado. Condenada alega que fotografava no litoral no dia do crime. 'Eu não estava no ato', escreve a modelo Bárbara Querino, que diz ter sido condenada injustamente por um crime que não cometeu — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal / G1 Eu não estava no ato”, escreve a modelo Bárbara Querino, de 20 anos, numa das cartas enviadas a uma amiga para negar a acusação de pertencer à quadrilha armada que, na tarde de 10 de setembro de 2017, roubou um carro e joias de luxo num bairro nobre da Zona Sul de São Paulo Presa desde 16 de janeiro deste ano em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, Babiy, como Bárbara se apresenta profissionalmente, gerou comoção nas redes sociais, principalmente entre o movimento negro. Internautas pedem a liberdade ...

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