quarta-feira, agosto 12, 2020

    Tag: Abraham Weintraub

    Prédio do STF, em Brasília (Foto: Divulgação / STF)

    STF abre inquérito para investigar Weintraub por suspeita de crime de racismo contra China e manda PF interrogar ministro da Educação

    O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou abertura de inquérito pela Polícia Federal para a investigar o ministro da Educação, Abraham Weintraub, por suspeita de crime de racismo por conta das declarações que fez em sua conta no Twitter sobre a China. A prática de ato considerado preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é punível com reclusão de um a três anos e multa, de acordo com o artigo 20 da lei 7.716/1989. Um agravante, o fato de realizar esse ato usando publicações em meios de comunicação, torna o crime punível com reclusão de dois a cinco anos. No despacho, o ministro atendeu pedido do Ministério Público Federal (MPF) determinando que sejam obtidos os dados digitais da conta de Weintraub em rede social. Por solicitação do vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, responsável pelas investigações criminais da PGR perante o Supremo, Celso de Mello ...

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    O ministro da Educação, Abraham Weintraub, participa da reunião da comissão mista, que analisa a MP 890/19, que cria o programa Médicos pelo Brasil em substituição ao antigo programa Mais Médicos

    Weintraub critica Talíria Petrone: “Não existe povo negro, existe brasileiro de pele escura”

    Em resposta, Talíria disse que quem divide o país "é esse governo, que governa apenas para os que sempre detiveram o poder: homens, ricos, latifundiários - como nos tempos coloniais" Da Revista Fórum  (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) Em pronunciamento na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, fez críticas à deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) dizendo que ela não tem o direito de representar os negros do país, pois “não existe povo negro, existe brasileiro de pele escura”. O ministro ainda usou como argumento para atacar a deputada que seu avô tinha a pele mais escura do que a dela. “Meu avô era mais escuro que ela. Quando ela se atribui como grande defensora do povo negro, não sei quem lhe deu esse cargo”, disse. A deputada, que estava presente no debate da Câmara, acusou o ministro ...

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