Tag: imigrantes africanos

No Paraná, imigrantes africanos e haitianos são hostilizados após suspeita de Ebola

Há um mês no Brasil vindo da Guiné, o biólogo Abdoulaye Telly Diallo, de 26 anos, passou a enfrentar nos últimos dias ofensas e olhares de desaprovação nas ruas da cidadde de Cascavel, no Paraná. Desde que seu compatriota Souleymane Bah, de 47 anos, foi isolado com a suspeita de Ebola, os imigrantes africanos e haitianos que vivem na cidade paranaense passaram a ser hostilizados. "A gente vai a uma lanchonete, senta em uma mesa, as pessoas mudam de lugar para ficar longe. Estamos passando na rua e sempre tem alguém que diz 'vão embora daqui, parem de trazer doença para o meu País'." Diallo diz ter tido um emprego negado na sexta-feira (10) em uma empresa frigorífica da cidade ao informar que vinha da Guiné. "A gente está na expectativa de que saia o resultado do segundo teste do Bah, para que possamos ter oportunidades aqui." Também vindo da ...

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Imigrantes haitianos e africanos são explorados em carvoarias e frigoríficos

Estudo recém-divulgado estima que, até o fim deste ano, haverá cerca de 50 mil de cidadãos do Haiti no Brasil POR MARIANA SANCHES CASCAVEL e MARINGÁ (PR) - O suor que escorre pelo rosto se junta à poeira negra do carvão e tinge a face e os braços de Ivon Belisarie. A fuligem avermelha seus olhos. Desde que chegou ao Brasil, há dois anos e meio, de segunda a sábado, das 8h às 17h, o imigrante haitiano corta madeira, abastece fornos que produzem carvão vegetal e ensaca o produto que será enviado a centros urbanos do país, numa carvoaria em Maringá (PR). Ele não se senta um minuto. Emagreceu tanto que está abaixo do peso. No terremoto de 2010, além de nove parentes, Ivon perdeu o patrão, um empresário haitiano do ramo de arroz para quem trabalhava como motorista havia 15 anos. Percebeu então que a permanência no Haiti ficara inviável. ...

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Imigrantes africanos trabalham como escravos na Itália

Imigrantes africanos trabalham como escravos na Itália

Enquanto os italianos e turistas viajam em férias, não muito longe das praias mais bonitas do litoral da península, são colhidos tomates, melões e melancias, por milhares de imigrantes africanos ou da Europa de Leste. O tomate que os italianos levam para casa, por exemplo, é provável que seja resultado de condições de trabalho e de vida inaceitáveis. Trata-se de seres humanos, que por um punhado de euros, são forçados a viver em barracos improvisados, sem instalações sanitárias, cuidados de saúde, eletricidade e desprovidos de dinheiro. E se tudo isso não fosse suficiente, ainda passam por ameaças constantes. Os ingredientes reais destes pratos são histórias, esperanças, medos e suor de homens que viajaram 18 horas atravessando o mar fugindo da fome e da guerra para procurar a virtude e conhecimento, mas acabam encontrando desumanidade. "Eles abrem os estábulos, e nos fecham ali dentro", disse Mohammad, 65 anos de idade. "Eu ...

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