Tag: Judith Butler

    Desgenitalizar o feminismo!

    Desgenitalizar o feminismo!

    Durante muito tempo o feminismo dedicou-se a genitalizar o sofrimento, para explicar que as mulheres sofrem porque tem vagina. Sabemos também que essa associação foi importante para que muitas mulheres cis entendessem seu próprio corpo, a culpabilização dada a ele e, sobretudo, desmitificar a associação da vagina como algo negativo, de enfrentar os ensinamentos de que não devemos tocá-la, de que ela é posse de uma sociedade machista que (ainda) nos ensina a não nos conhecer, a não nos dar prazer e de que apenas homens podem tocá-la. Esses passos foram e são até hoje muito importantes para que mulheres cis desconstruam o medo, o receio e um certo nojo que carregamos por possuir vagina. Texto de Thayz Athayde. Porém, essa associação mulher-vagina, sabemos hoje, é cissexista. Nem toda mulher tem vagina, nem todo homem tem pênis. As problematizações do transfeminismo e da teoria queer (lembrando que são duas teorias ...

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    Trabalhando com a noção de interseccionalidades

    Trabalhando com a noção de interseccionalidades

    O debate sobre a noção de interseccionalidades vem sendo feito já há alguns anos dentro da teoria feminista. Pretendo trazer, aqui, algumas considerações sobre a temática, tentando interseccioná-la com alguns exemplos práticos. Adriana Piscitelli (2008) nos conta, ao realizar um estudo sobre migrantes brasileiras – ou a feminização da migração brasileira –, que as categorias de articulação, ou interseccionalidades, surgiram em um contexto de crítica às primeiras formulações do conceito de gênero, no bojo da chamada Segunda Onda do feminismo. Por Matheus França Tais conceituações, que inicialmente buscavam localizar a origem da subordinação universal das mulheres, ou a essência da dominação masculina, especialmente dentro das linhas radicais ou socialistas do feminismo, foram criticadas mais à frente, já no final dos anos 80 e durante toda a década de 90. É nesse contexto que vão surgir novas formulações sobre o conceito de gênero, (re)trabalhado por autoras como Joan Scott, Marylin Strathern, Donna Haraway, Judith Butler, ...

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    butler

    Sobre género, homosexualidad, Obama y política. Entrevista a Judith Butler.

    Esta entrevista fue publicada en el suplemento Soy, del diario argentino Página 12. Revisando y revisando nos encontramos con esta joyita y la ponemos a disposición para el análisis, la discusión o el escupitajo deliberado a la pantalla de su computador. Como quiera. En ella, se repasan algunos de los más importantes postulados de la Butler, y se avanza en algunos análisis sobre el género, política, Obama, el mundo Queer, la adaptación de su teoría a la vida real, y algunas melcochas más acerca de la sociedad actual. Que la disfruten.   La invención de la palabra. Entrevista a Judith Butler.  Por Milagros Belgrano Rawson ¿Cómo ve el devenir de la potencia de lo que usted llamó la “matriz heterosexual” en las últimas cinco décadas? ¿Qué cambios han ocurrido y a qué cree que se deben? –Pienso que tenemos que asumir que “la matriz heterosexual” es una manera de intentar ...

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