terça-feira, janeiro 19, 2021

Tag: religiões de matriz africana

Foto: Deldebbio

Prefeito de Duque de Caxias é investigado por intolerância religiosa a crenças de matriz africana

A Polícia Civil do Rio investiga se houve intolerância religiosa no discurso do prefeito de Duque de Caxias (RJ), Washington Reis (MDB), durante cerimônia de posse no dia 1º de janeiro. No evento, ele ofendeu as religiões de matriz africana ao chamar espaços religiosos de "esquina da macumba", generalização de caráter pejorativo atribuída a crenças afro-brasileiras. "É o Deus que não falha, é o Deus que desmoralizou todos os meus adversários. Eles foram no TRE, no STF, no STJ, foram na esquina da macumba, foram em tudo quanto é lugar, mas Deus jogou por terra porque o nosso Deus ele é maior", disse Reis, que foi eleito com 54,5% dos votos ainda com sua candidatura sub judice (aguardando decisão da Justiça), em alusão a seus adversários no pleito. Uma delas, Ivanete Silva (PSOL) condenou as palavras do prefeito.   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Ivanete ...

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(Foto: Divulgação/ Festival Orixás)

Cidade de São Paulo terá, a partir deste ano, a Marcha dos Orixás

A partir deste ano, a cidade de São Paulo ganhará um novo e importante evento que fará parte do seu Calendário Oficial. Trata-se da Marcha dos Orixás, uma celebração com o objetivo de homenagear anualmente as divindades das religiões de matriz-africanas, aprovada pela Câmara Municipal, por iniciativa do vereador Quito Formiga. A data oficial escolhida foi 15 de novembro, o Dia Nacional da Umbanda e do Umbandista. Porém por conta da pandemia de Covid-19 (coronavírus), que adiou o primeiro turno das eleições municipais para este dia, a celebração será no formato de Festival Marcha dos Orixás. Artistas Convidados - O evento foi gravado no dia 08 de novembro ao longo de cerca de cinco horas, direto da casa de espetáculos Nitro Night, reunindo artistas adeptos da religião e respeitando os protocolos de segurança sanitária. Participam do Festival Marcha dos Orixás o grupo Aláfia (ao lado do lendário DJ KL Jay, ...

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"Qual é o cognitivo da sociedade em relação ao afrodescendente a nossa cultura, nossa história e religião?" (Foto: Mariana Maiara)

Bem no meio da encruzilhada

“Nosso medo mais profundo não é sermos inadequados. Nosso medo mais profundo é de sermos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão o que mais assusta.” Nelson Mandela Diante do controle moralizante da sociedade que permite classificar e punir, indagamos: quem somos nós? Qual é a verdadeira participação do povo negro na formação da nação brasileira? Qual é o cognitivo da sociedade em relação ao afrodescendente a nossa cultura, nossa história e religião? Quem vai contar a verdadeira história que nos liberta? O racismo não tem a ver com a questão das diferenças. O que leva ao racismo é o medo que o diferente se torne parecido, ameaçando identidades e transgredindo nos espaços da suposta democracia racial. Dizendo de outra forma, o que assusta a sociedade branca é o negro poder mostrar-se com todo seu potencial de ser. Sequestrados do continente africano, negras e negros foram mandados para ...

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Representantes de religiões de matriz afrobrasileira comemoram transferência de acervo apreendido ao Museu da República Foto: Cleber Rodrigues/CNN (21.set.2020)

Acervo religioso apreendido há 130 anos é transferido para museu no Rio

O Museu da República, no Rio, recebeu nesta segunda-feira (21) mais de quinhentas peças de religiões de matriz afro-brasileiras. O acervo, que inclui atabaques, pedras e imagens sacras, havia sido apreendido por forças policiais entre os anos de 1889 e 1945, durante invasões do estado, como repressão contra as comunidades de terreiro. As peças foram tombadas pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e estavam sob tutela da Secretaria de Polícia Civil do Rio até agosto de 2020, quando o Ministério Público Federal, assinou um acordo com o governo do estado para a transferência do acervo para o Museu da República, no bairro do Catete, na zona sul do Rio. “Essa cessão é fundamental. É um capítulo relevante na reparação em relação a realidade das religiões de matrizes africanas no Brasil. É inadmissível que, em pleno o século 21, a gente ainda convivesse com essa situação de ter ...

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Peças da "Coleção da Magia Negra" sendo vistoriadas pela comissão dos direitos humanos da Alerj em 2017 (Foto: Arquivo Pessoal/Flavio Serafini)

Após 75 anos, polícia libera bens que contam origem do candomblé no Rio 

Um conjunto de oito anéis pode ajudar a reconstituir linhagens antigas da umbanda e do candomblé carioca. Os itens fazem parte da chamada Coleção da Magia Negra, formada por objetos apreendidos pela Polícia Civil no Rio. Após quase cem anos anos sob tutela da instituição, as 523 peças do acervo tiveram sua transferência para o Museu da República, no Catete, anunciada no começo de agosto. Segundo o historiador da Universidade Federal Fluminense (UFF) Luiz Gustavo Alves, os anéis de metal pertenciam a líderes de religiões afro-brasileiras. Os desenhos e inscrições talhados neles devem colaborar para ampliar a compreensão dos cultos praticados em uma época em que as manifestações religiosas de matriz africana eram alvo de perseguição no país. Além das joias, um grupo de 22 cachimbos é outro destaque da coleção, por, de acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), estar em bom estado de conservação. ...

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Ritual de candomblé (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

Mãe recupera guarda da filha que participou de ritual de candomblé 

Um juiz de Araçatuba (SP) determinou a imediata restituição da guarda de uma adolescente de 12 anos à sua mãe, que havia perdido a responsabilidade sobre a filha depois de a menina passar por um ritual de iniciação no candomblé, que envolve raspar a cabeça dos novos adeptos. Por decisão da Justiça, a garota estava sob os cuidados da avó materna, após ação movida pelo Conselho Tutelar da cidade, que no dia 23 de julho recebeu denúncias de maus-tratos e abuso sexual no terreiro de candomblé frequentado por mãe e filha. Um dos relatos foi dado pela avó, que é evangélica, Para a família, houve intolerância religiosa. A decisão que restabeleceu a guarda materna é do juiz Danilo Brait, da 2º Vara Criminal e Anexo da Infância e Juventude de Araçatuba (a 527 km de São Paulo). Segundo o magistrado, exames realizados na menina apontaram que ela não tinha nenhuma ...

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(Foto: Imagem retirada do site Alma Preta)

Negritude, sororidade e afro-religiosidade

Analiso aqui dois livros recém-lançados, ambos de escritoras negras: Filha do Fogo, de 2020 e Yõnu, 2019, de Elizandra Souza e Raquel Almeida, respectivamente. Ambos publicados por selos editoriais independentes e periféricos criados pelas próprias autoras. As duas são poetas e vivem a inédita experiência de publicar um livro dedicado exclusivamente à prosa, no caso ao conto. As autoras são da mesma geração; nasceram nos anos 1980 e são de família nordestina. Raquel é de Pirituba, Zona Oeste e Elizandra é do Grajaú, Zona Sul de São Paulo. Ambas se iniciaram no candomblé recentemente e seus livros são carregados da espiritualidade que emana das religiões de matriz africana. Raquel e Elizandra engajaram-se no movimento cultural periférico antes da consolidação das redes sociais, fenômeno que explodiu na segunda década deste século. São anteriores, portanto, ao feminismo negro contemporâneo que é protagonizado pela geração tombamento e que discute questões como apropriação cultural, ...

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Caso foi registrado em Cachoeira, no Recôncavo baiano — Foto: Pai Duda de Candola/Arquivo pessoal

Pai de santo denuncia invasão, tiros e destruição de objetos sagrados em terreiro na Bahia: ‘Violência muito grave’

A tranquilidade do terreiro Ilê Axé Icimimó Agunjí Didê, em Cachoeira, no Recôncavo baiano, foi substituída por momentos de tensão na última terça-feira (9). Em postagem feita nas redes sociais, Antônio Santos, o Pai Duda de Candola, denunciou uma invasão de homens armados ao local. No relato, ele afirma que os invasores dispararam tiros para o alto, cortaram as cercas que delimitam o terreno do terreiro de candomblé e destruíram objetos sagrados. Na manhã desta sexta-feira (12), Pai Duda de Candola narrou ao G1 o que presenciou na última terça-feira. Ele afirma que os responsáveis pela invasão eram funcionários da empresa Penha Papéis e Embalagens, que tem sede na cidade de Santo Amaro da Purificação, vizinha a Cachoeira. “Essa invasão já é a quarta vez que esses agressores chegam ao terreiro. Na terça-feira, por volta das 9h foi que aconteceu esse grande absurdo. Chegaram com grande violência. Eu não pude ...

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Ogunhê

Ogún - O grande guerreiro Do Alaketú Odé DIA: Terça-Feira CORES: Verde ou Azul-escuro, Vermelho (algumas qualidades) SÍMBOLOS: Bigorna, Faca, Pá, Enxada e outras ferramentas ELEMENTOS: Terra (florestas e estradas) e Fogo DOMÍNIOS: Guerra, Progresso, Conquista e Metalurgia SAUDAÇÃO: Ògún Iyè! (Salve Ogún) Ilustração: André Mantoano Ogun (Ògún) é o temível guerreiro, violento e implacável, deus do ferro, da metalurgia e da tecnologia; protetor do ferreiros, agricultores, caçadores, carpinteiros, escultores, sapateiros, talhantes, metalúrgicos, marceneiros, maquinistas, mecânicos, motoristas e de todos os profissionais que de alguma forma lidam com o ferro ou metais afins. Orixá conquistador, Ogun fez-se respeitar em toda a África negra pelo seu carácter devastador. Foram muitos os reinos que se curvaram diante do poder militar de Ogun. Entre os muitos Estados conquistados por Ogun estava a cidade de Iré, da qual se tornou senhor após libertar a cidade da tirania do rei e substituí-lo pelo seu, próprio filho, regressando ...

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Pelo momento atual, rituais para Omolu e outros orixás são feitos isoladamente (Foto: Dadá Jaques/CORREIO)

Em isolamento, devotos do Candomblé evocam orixá da cura

Com celebrações suspensas nos terreiros, povo de santo faz oferendas individuais para Omolu expulsar coronavírus Por Alexandre Lyrio, do Correio 24 Horas Omolu é a divindade mais invocada pelo Candomblé para nos livrar das enfermidades (Foto: Dadá Jaques/CORREIO) Quem poderá salvar tanta gente da dor? Para além dos médicos e da ciência, a quem recorrer nesse momento de incertezas sobre a própria saúde física? Bem, para os integrantes do candomblé e outras religiões de matriz africana, o herói veste palha da costa da cabeça aos pés, carrega uma lança coberta de taliscas de dendezeiro, tem o poder de levar para longe do planeta qualquer enfermidade e atende pelo nome de Omulu, o orixá da cura. Sem dúvida, trata-se da divindade do candomblé que mais tem sido evocada desde que o coronavírus se tornou uma ameaça. Pode saudá-lo com um simples “atotô”! Mas há quem esteja fazendo ...

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Foto: Deldebbio

Associação pede proibição de cremação de seguidores do Candomblé

Ofício enviado ao MPE/BA e MPF versa sobre mortos infectados pelo coronavírus Por Marina Hortélio, do Correio 24 Horas Foto: Deldebbio A Associação Brasileira de Preservação da Cultura Afro-ameríndia (AFA) enviou ofício ao Ministério Público do Estado da Bahia (MPE/BA) e ao Ministério Público Federal (MPF) solicitando uma normativa sobre o respeito ao sepultamento do Candomblé. A medida visa proibir que um seguidor do Candomblé morto pelo novo coronavírus (Covid-19) seja cremado, mesmo em caso de uma determinação que obrigue a cremação dos mortos pela doença. O documento foi enviado ao MPE e MPF na segunda-feira (30). A ideia é se antecipar para evitar que um religioso do Candomblé seja cremado visto a necessidade do procedimento em outros países devido ao colapso do sistema funerário. Também há um pedido para que o corpo não seja sepultado em gavetas. “Estamos vendo países como a Itália e a ...

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Membros da Federação de Umbanda e Candomblé de Brasília e Entorno lamentam depredação da Praça dos Orixás (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press )

Religiões de matriz africana são alvos de 59% dos crimes de intolerância

Apesar de representarem apenas 0,2% da população do DF, os adeptos das religiões com ligações africanas são os que mais sofrem com o preconceito: 59,42% dos crimes de intolerância, somando todas as religiões, têm esses grupos como alvos Por Alan Rios, do Correio Braziliense Membros da Federação de Umbanda e Candomblé de Brasília e Entorno lamentam depredação da Praça dos Orixás(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press ) "Axé é uma palavra que quer dizer força, luta, vitória", explica Mãe Marinalva, adepta da umbanda e do candomblé. Ela tem um terreiro em Santa Maria e faz parte da população do Distrito Federal que sofre ataques simplesmente por suas crenças, e “precisa de muito axé” para ter liberdade na fé. Só 0,2% dos moradores da capital seguem religiões de matrizes afro-brasileiras, segundo dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Porém, um levantamento com dados da ...

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Acarajé, bobó de camarão e abará são alguns dos alimentos ligados ao candomblé /

Candomblé: resistência, preservação e reconhecimento da culinária afro-brasileira

A religião de matriz africana entende o ato de comer como sagrado e forma de dialogar com a ancestralidade Por Mayara Paixão, do Brasil de Fato Acarajé, bobó de camarão e abará são alguns dos alimentos ligados ao candomblé / Imagem retirada do site Brasil de Fato Entre a riqueza de heranças que africanas e africanos trouxeram para o Brasil, está uma manifestação religiosa afro-brasileira construída a partir de religiões tradicionais da África: o candomblé. Durante suas cerimônias, o ato de comer, assim como a dança, tem um significado sagrado. É através da comida que os praticantes do candomblé se comunicam e homenageiam os orixás, figuras que representam os ancestrais. Nos terreiros, comer é sinônimo de socialização, segundo explica a Makota Bayrangi “Nega Duda”. “A comida é oferecida ao público. Não é só o povo do terreiro, mas o entorno inteiro da comunidade come e também ...

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Foto: Rosebell Kagumire

Osun é fundamento epistemológico: um diálogo com Oyèronké Oyèwúmi

A partir da pesquisadora feminista nigeriana e intelectuais brasileiras, refuta-se o olhar colonial sobre a epistemologias afrodiaspóricas Por Carla Akotirene, de Carta capital Oyèronké Oyèwúmi (Foto: Rosebell Kagumire) A epistemologia acontece na cultura. Entretanto, a colonialidade moderna tão criticada por nós, pensadoras negras decoloniais, solapou das civilizações africanas o ponto de vista ancestral, ainda creditou gênero e sexualidade como marcadores estruturantes dos estudos feministas e de mulheres. Tais ‘bio-lógicas’ de masculino e feminino subsumiram a heterogeneidade de significados políticos inscritos nos corpos das mulheres posicionadas no mundo. A ponto das pensadoras estadunidenses Ângela Davis e bell hooks, no Brasil Lélia Gonzalez e Sueli Carneiro, atravessarem a década de 80 criticando o racismo dentro do projeto intelectual feminista, que ao orquestrar campanhas pelo direito ao aborto desconsiderou a esterilização em massa de mulheres negras, bem como a implicação de raça nos abortos clandestinos inseguros, realizados por mulheres ...

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"Coletivo Iemanjá" foi criado após atos de intolerância praticados contra religiões de matriz africana na Capital(Foto: Divulgação)

Entidades elaboram carta contra perseguição às religiões de matriz africana em Florianópolis

Documento será entregue ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) após imagem da divindade africana ter sido depredada no Ribeirão da Ilha No DC "Coletivo Iemanjá" foi criado após atos de intolerância praticados contra religiões de matriz africana na Capital(Foto: Divulgação/Reprodução DC) O vídeo que mostra uma imagem de Iemanjá sendo depredada com uma marreta em Florianópolis motivou a elaboração de uma carta destinada ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) contra a perseguição às religiões de matriz africana. O documento foi elaborado pelo "Coletivo Iemanjá", composto por entidades representativas das religiões e pelo poder público. A carta será entregue nesta quarta-feira (2) na Câmara de Vereadores de Florianópolis em um ato denominado “Carta Iemanjá”. Assim como a ideia da reivindicação, o Coletivo Iemanjá também foi criado após o recente episódio de intolerância religiosa no Ribeirão da Ilha, praticado contra a imagem da orixá feminino das ...

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Carlos Külps

Encontro Inter-religioso com o Cônsul Norte Americano em um terreiro da Baixada Fluminense.

Um café da manhã reuniu na sexta - dia 27 de setembro, o Cônsul Geral Scott Hamilton, Babalawô Ivanir dos Santos, Pastora Lusmarina Campos Garcia, o Procurador da Republica José Júlio Júnior e outras lideranças religiosas, em um terreiro, em Duque de Caxias, para encontro Inter-Religioso, em mais um ato em prol das liberdades, contra o racismo e a intolerância religiosa. No Pretajóia Foto: Carlos Külps E nada mais pertinente que acompanhar de perto esse vilipêndio religioso. A base da conversa foi ouvir vítimas, que sofreram intolerância religiosa, para uma compreensão maior dos atos sofridos com as religiões de matriz africana. "É extremamente importante que as comunidades internacionais tomem ciência do crimes religiosos que vêem crescendo cotidianamente no Estado Brasileiro. A visita do Cônsul americano à um dos tempos religiosos de matriz africana é extrema relevância, pois ganha destaque internacional e volta os olhos do mundo ...

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IV Seminário Religião e Política: religiosidade e democracia

Dias 24 e 25 de outubro de 2019 por Puc Rio PROGRAMAÇÃO 24 de outubro Manhã 9:30 – abertura – sala F408 10:00 – 12:00 – Sala F408 Mesa 1 – Espiritismo Brasil Fernandes de Barros (PUC-MG) – ” Espiritismo na primeira metade do século XX: Criminalização e intolerância” Marcelo Gulão (UERJ) -“O espiritismo sobe ao púlpito: A visão de Kardec sobre o método científico” Rui Marcos (Unioeste) – “comunista ou apoiador da Ditadura Civil-Militar”: Ambiguidades e contradições na trajetória do espírita Albertino Marques Barreto ( 1965-1974) Marcos Meigre (UFMG) – “O espiritismo na mídia televisiva: a propagação doutrinária na comunicação de massa” Tarde 14:00 – 16:00 –sala K102 Mesa 2 – Conservadorismos e progressismos Grimaldo Carneiro Zachariadhes (SME-RJ) – “´Conservadores x progressistas´”: Uma crítica a análise dos personagens da Igreja Católica durante a Ditadura Militar” Anne Rose (UFS) “Dom Luciano José Cabral Duarte: um intelectual a seu tempo” João Marcus Figueiredo ...

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Baianas, o padre Brien MacCarthy e o pai de santo Pai Pote na Igreja da Madaleine, em Paris, em 8 de setembro de 2019. Paloma Varón/ RFI

Paris: Lavagem da Madeleine atinge a maioridade e cria a ala Mulheres da Resistência

A já tradicional festa baiana em Paris, a Lavagem da Madeleine, chegou à sua 18ª edição neste domingo (8) com uma novidade: a ala Mulheres da Resistência, com homenagem a Marielle Franco, entre outras. O evento, inspirado na Lavagem do Bonfim, que acontece em Salvador, na Bahia, foi criado por Roberto Chaves, e traz a cada setembro o sincretismo e a música baiana para as ruas da capital francesa. Por Paloma Varón, do RFI Baianas, o padre Brien MacCarthy e o pai de santo Pai Pote na Igreja da Madaleine, em Paris, em 8 de setembro de 2019. (Foto: Paloma Varón/ RFI) O cortejo, que este ano contou com cerca de 500 pessoas, saiu por volta das 13h da Praça da República, no 10º distrito, e percorreu a pé os 3,5km que separam a praça da Igreja da Madeleine, no 8º distrito. Além da tradicional Ala ...

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Foto: Lissandra Pedreira/Dvulgação

Terreiro em Salvador oferece oficinas de estética afro e saúde sexual

Eventos serão nos dias 9 e 13 de setembro, no terreiro Unzó Maiala, localizado no bairro do Garcia. No G1 Unzó Maiala abre inscrições para oficinas voltadas à saúde sexual e beleza das mulheres negras — Foto: Lissandra Pedreira/Dvulgação O terreiro Unzó Maiala, que fica no bairro do Garcia, em Salvador, oferece oficinas de estética afro, com aulas de turbante e maquiagem, e sobre saúde reprodutiva, para mulheres negras, no dia 9 de setembro, a partir das 18h. A ação faz parte do projeto 'Matriarcalidade: O poder das Yabás e a força geradora da vida', para construir espaços de informação e discussão com mulheres negras da periferia de Salvador. As oficinas serão com as filhas de santo da casa, e fazem parte da programação do primeiro ciclo do projeto dedicado a Oxum. Não é necessário se inscrever para participar dessas oficinas. Já no dia 13 de ...

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Foto: Deldebbio

MPF divulga relatório sobre violência religiosa e debate perseguição contra religiões afro-brasileiras

Auditório da Procuradoria da República no Estado do Rio de Janeiro foi palco do seminário “Perseguição religiosa: um estado de coisas:cenários e desafios” Foto: Deldebbio Promovido pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, com apoio da Escola Superior do Ministério Público da União, o evento aconteceu na última quarta-feira (28). Profissionais de diversas áreas e representantes da sociedade civil debateram o aumento da violência contra religiões de matrizes afro-brasileiras. Abrindo o debate, o procurador da República Jaime Mitropoulos, integrante do GT de Enfrentamento ao Racismo da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, apresentou o trabalho realizado pela relatoria Estado Laico e Violência Religiosa, da PFDC. A relatoria foi criada após o fórum interreligioso de São Paulo ter denunciado o aumento dos casos de intolerância religiosa em todo Brasil e teve como objetivo verificar a efetividade de políticas públicas nacionais de promoção da igualdade racial, de salvaguarda ...

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