terça-feira, julho 7, 2020

    Tag: samba

    Teresa Cristina Imagem retirada do site Extra

    Tudo que move é sagrado…¹

    Teresa Cristina é sagrada, é sarcasmo, é poesia, é utopia, é rebeldia, é ventania, é alegria, é anti pandemia, é, é, é, é... É soma, expansão, excesso de alegria e remédio pra nostalgia.  Eu estava há algum tempo para fazer essa declaração de amor, admiração e retribuição à existência da artivista Teresa Cristina, mas não estava conseguindo, nem sabia por onde começar a falar da grandeza, da existência iluminada, da resistência necessária e generosidade de TT. Me autorizo a chamá-la assim, afinal eu participo das lives da leveza desde quanto era tudo mato, quem é “Cristenders” vai entender... Há uma cumplicidade e amorosidade entre seus fãs, amigos, conhecidos, admiradores que se espraia, no ao vivo da transmissão, e que nos aproxima da artista e ativista engajada em produzir coisas belas e justas.   E desde o momento que o Brasil ficou doente de covid-19, as lives de TT acontecem. Com suas ...

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    Hoje (7), às 20h, terá LIVE do @Pericles !

    Hoje (7), às 20h, terá LIVE do nosso irmão @Pericles ! O samba, caminhando sempre ao lado do nosso povo, é amparo e esperança em momentos difíceis. Ele gravou esse vídeo de apoio à campanha da Uneafro, Conaq e parceiros, para ajudar famílias de periferias, favelas e quilombos, afetadas pelo COVID19 🙏🏿🌻 Já foram distribuídas mais de 45 TONELADAS de alimentos para quase 4 mil famílias, mais de 15 mil pessoas. A CAMPANHA CONTINUA! AJUDE! 👇🏿 ACESSE: vaka.me/949425 Doações também por transferência bancária: Banco do Brasil Agência: 1202-5 Conta corrente: 74414-X Titular: Associação Franciscana de Defesa de Direitos e Formação Popular – AFDDFP CNPJ: 11.140.583/0001-72 Dúvidas: [email protected] No texto da Vakinha, detalhes da distribuição dos recursos nos territórios periféricos e quilombos de 5 estados. #uneafroresiste #conaquilombos Aqui vc ver nossa prestação de contas 

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    Sambista da Vez – Websérie para tempos de isolamento

    SEGUNDA TEMPORADA DA WEBSÉRIE SAMBISTA DA VEZ - RICARDO BARRÃO Em tempos de isolamento social para conter a pandemia do coronavírus, muita gente anda carente das rodas de samba e dos sambistas de Belo Horizonte e região metropolitana. Para aliviar um pouco a barra e matar a saudade, o Almanaque do Samba - A Casa do Samba de Minas Gerais lança nesta segunda-feira (6), em seu canal no Youtube, a segunda temporada da websérie SAMBISTA DA VEZ. O convidado é o cantor e compositor Ricardo Barrão, um dos grandes nomes do samba de Minas Gerais. por Zuzileison Moreira para o Portal Geledés Como compositor, Barrão tem músicas gravadas por Agepê, Neguinho da Beija Flor, Salgadinho, Almir Guineto, Almirzinho, Eliana de Lima, entre outros artistas . Irmão de outro bamba, Fabinho do Terreiro, compôs com Toninho Geraes o Samba na Veia. A gravação da websérie contou com vários convidados em 2019, ...

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    Riachão. Foto: Capitu

    Aos 98 anos, morre em Salvador o sambista Riachão

    Morreu de causas naturais em Salvador, na madrugada desta segunda-feira (30), Clementino Rodrigues, o sambista Riachão. Ele tinha 98 anos. Segundo a família, o sambista sentiu dores no abdômen no domingo (29) e precisou de atendimento médico. Ele foi medicado e depois dormiu. A morte de Riachão só foi descoberta pela manhã, quando os familiares foram ver como ele estava. "Ele sentiu uma dor. Então, ele foi medicado e sentiu alívio, uma estabilizada. Ele então foi dormir. Eu estava presente. Quando foi madrugada, ele veio a falecer. Faleceu dormindo", disse Milton Gonçalves Souza Júnior, neto do sambista. Ainda de acordo com a família, a previsão é que o enterro ocorra no Cemitério Campo Santo, no bairro da Federação, em Salvador, por volta das 16h desta segunda. O velório será acompanhado apenas pela família por causa de decretos que proíbem aglomeração de pessoas como medida ao novo coronavírus. "A gente ...

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    Geraldo Filme (centro) e Plínio Marcos (abaixo), com Toniquinho Batuqueiro e Zeca da Casa Verde, em LP de 1974. CD (destaque) traz vozes femininas e negras para mostrar obra do compositor paulista

    Vozes de todo o país se unem para cantar o samba paulista e negro de Geraldo Filme

    Sambista que dá voz aos negros e pobres de São Paulo tem obra reunida em CD duplo, só com cantoras negras, de várias gerações, e com show no Sesc Por Vitor Nuzzi, da Rede Brasil Atual Geraldo Filme (centro) e Plínio Marcos (abaixo), com Toniquinho Batuqueiro e Zeca da Casa Verde, em LP de 1974. CD (destaque) traz vozes femininas e negras para mostrar obra do compositor paulista (Rede Brasil Atual /Divulgação) São Paulo – Com 10 anos de idade, Geraldo não gostou de ouvir de seu pai, seu Sebastião, que o samba feito em São Paulo não tinha qualidade como no Rio de Janeiro. E resolveu responder – em forma de samba. Eu sou paulista, gosto de samba Na Barra Funda também tem gente bamba Somos paulistas e sambamos p’ra cachorro P’ra ser sambista não precisa ser do morro Eu vou mostrar foi a primeira ...

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    Reprodução/Facebook

    “É Coisa de Preto”: Tom Maior aborda a contribuição do negro no Brasil

    Fundada em 1973, a Tom Maior ainda busca seu primeiro título no Grupo Especial do Carnaval de São Paulo. Neste ano, a agremiação da Zona Oeste terá como tema de enredo "É coisa de preto", para falar sobre a contribuição do negro no desenvolvimento do Brasil. Da UOL  Reprodução/Facebook No Carnaval 2020, Pâmella Gomes vai desfilar pelo sexto ano seguido à frente dos ritmistas. Bailarina do "Domingão do Faustão", Pâmella também é musa da Imperatriz Leopoldinense, no Rio. Ela tem um ligação antiga com a escola paulistana, pois frequenta a quadra da Tom Maior há nada menos que 25 anos. Aos 3, Pâmella começou na ala das crianças. Depois se tornou rainha mirim, madrinha mirim, destaque de chão, princesa de bateria e, finalmente, rainha de bateria da escola. De acordo com a programação do Carnaval de São Paulo, a Tom Maior será a segunda escola a ...

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    Leci Brandão Crédito: Marcos Hermes/Divulgacao

    ‘Encontro de Mulheres na Roda de Samba’ homenageia Leci Brandão em SP

    São Paulo recebe a segunda edição do “Encontro Nacional das Mulheres na Roda de Samba” neste sábado, dia 9. O evento tem início às 15h no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, localizado na Vila Nova Cachoeirinha. No Catraca Livre Registro da primeira edição do ‘Encontro Nacional de Mulheres na Roda do Samba’ em São Paulo (Divulgação) Com o intuito de promover a representatividade feminina no samba, o encontro musical reúne artistas como Bernadete, Maria Helena Embaixatriz, Duda Ribeiro, Graça Cunha, Raquel Tobias, Renata Jambeiro, Sahra Brandão, Tereza Gama, Tia Cida dos Terreiros, além das rodas Feitiço de Mulher, Pura Raça, Resenha de Crioulas, Samba de Dandara, Samba de Rainha e Sambadas. Ainda há espaço para exposições artísticas, saraus de poesia e rodas de debate com profissionais e pesquisadoras sobre temas relacionados à participação da mulher no universo do samba. Encontro Nacional de Mulheres na Roda ...

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    João Victor Oliveira

    Documentário sobre samba de rua na zona sul de SP aborda tradição, gênero e direito à cidade

    Com lançamento no dia 27 de outubro, o filme ‘Na Disciplina: Samba e Cidadania’ fala sobre a importância das rodas de samba como articulação política e cultural na periferia Por Semayat S. Oliveira para o Portal Geledés  O documentário “Na Disciplina: Samba e Cidadania” estreia no dia 27 de outubro (Foto: João Victor Oliveira) No dia 27 de outubro, próximo domingo, estreia o documentário “Na Disciplina: Samba e Cidadania”, sobre a história de uma comunidade de samba que nasceu há quatro anos no Jardim Miriam, bairro da zona sul de São Paulo. Localizado no distrito de Cidade Ademar, região com mais de 436 mil (IBGE/2017) pessoas e a 6ª com maior população negra na capital paulista (São Paulo Diverso), o média-metragem evidencia a função ancestral do samba como reivindicação de direitos políticos e sociais para a população negra e pobre. Mantendo a tradição, a primeira exibição ...

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    Dona Zezé e Manu da Cuíca são algumas das poucas mulheres que brilham entre compositores Foto: Arte sobre foto de Leo Martins

    Mulheres vencem machismo em disputa de samba-enredo das escolas do Grupo Especial

    Manu da Cuíca e Sandra de Sá serão as únicas compositoras com obras cantadas pelas agremiações do Grupo Especial em 2020 Por Renan Rodrigues, do O Globo Dona Zezé e Manu da Cuíca são algumas das poucas mulheres que brilham entre compositores Foto: Arte sobre foto de Leo Martins Elas têm que ser boas de samba. Mas só isso não basta. Precisam também vencer o preconceito, num mundo predominantemente masculino, para que suas vozes sejam ouvidas. Este ano, por exemplo, só duas mulheres conseguiram emplacar um samba-enredo nos desfiles do Grupo Especial — as outras 11 composições que vão brilhar na Avenida são de homens. — É um ambiente marcadamente masculino. As mulheres nas escolas de samba participam, historicamente, de outros segmentos. E não é que não queiram, mas porque há predomínio masculino mesmo. Não faltam, por exemplo, sambas que exaltam belezas femininas com algumas demarcações ...

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    Google celebra 105º aniversário de Lupicínio Rodrigues

    O Google está celebrando o 105º aniversário do cantor brasileiro Lupicínio Rodrigues em sua versão localizada para o Brasil. Por Renê Fraga, do Discovery Lupicínio Rodrigues (Imagem: Reprodução/Google Discovery) “O Doodle de hoje celebra o compositor e cantor brasileiro Lupicínio Rodrigues, cujas canções sentimentais tornaram seu nome sinônimo do gênero musical samba-canção, também conhecido como samba triste ou samba triste”, diz a empresa. História de Lupicínio Rodrigues Nascido neste dia em 1914 na cidade de Porto Allegre, Rodrigues era um mestre da música dor-de-cotovelo – que literalmente se traduz como “música da dor do cotovelo” ou músicas que expressam mágoa. Criado em uma família de meios modestos, Rodrigues morava no estado brasileiro do sul do Rio Grande do Sul, mas suas canções dramáticas foram espalhadas por marinheiros que visitavam sua cidade natal, um popular porto de cruzeiros. “Carnaval”, uma de suas primeiras composições, venceu um concurso ...

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    Foto: Marta Azevedo

    Beth, potência econômica por Flávia Oliveira

    Muito já foi dito e escrito sobre a importância de Beth Carvalho para a música brasileira, desde sua morte no último dia de abril. A cantora resgatou a obra de Nelson Cavaquinho, ao gravar “Folhas secas”, em 1973, e de Cartola, de quem lançou “As rosas não falam” três anos depois. Foi reconhecida pela capacidade de identificar e alavancar potências musicais, talento que lhe rendeu a alcunha de Madrinha do Samba. Seu faro legou ao Brasil Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Sombrinha, Arlindo Cruz, Luis Carlos da Vila, Jorge Aragão, Dudu Nobre, grupo Fundo de Quintal. Tornou-se um dos ícones do protagonismo feminino num ambiente, até hoje, machista. Ela foi tudo isso. E ainda mais, porque faltou falar de economia. por Flávia Oliveira no O Globo Foto: Marta Azevedo Beth Carvalho foi faísca desenvolvimentista. Produziu riqueza na indústria, no comércio e nos serviços com os 33 álbuns ...

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    Foto- Arte de Lari Arantes sobre fotos de arquivo

    História feminina do samba reflete o machismo na sociedade brasileira

    Participação da mulher no gênero começou na fundação mitológica em torno da ‘grande mãe’ Tia Ciata por Leonardo Lichote no O Globo Foto- Arte de Lari Arantes sobre fotos de arquivo No princípio era a mulher. O mito da criação do samba conta que ele nasceu em torno de uma delas, a grande mãe Tia Ciata — na verdade uma das muitas tias (quase todas) baianas que articulavam organicamente pela cidade uma rede negra, (afro)religiosa, de batuques e saberes em suas casas. Era nesse espaço de encontro, entre a festa e o rito, que se deu a alquimia que viria a resultar no samba. O que não impediu que ao longo de sua história o gênero refletisse o machismo da organização patriarcal da sociedade brasileira — machismo expresso não só na invisibilização de artistas mulheres (ainda uma realidade, como mostra a reportagem de Marina Gonçalves nesta ...

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    Tulio Thome/MS Fotos

    Mestre Martinho da Vila ganha Biografia

    Martinho da Vila chegou com seu jeito devagar, devagarinho no lançamento de sua biografia ontem (quarta-feira, 12/12) na Livraria da Travessa – Ipanema, no Rio. O livro ‘Martinho da Vila – Reflexos no Espelho’ foi escrito pela pesquisadora Helena Theodoro e publicado pela Pallas Editora, no ano em que o compositor está completando 80 anos. Um dos méritos da obra é situar o compositor não apenas como um artista, mas também como intelectual. por Geisa Souto enviado para o Portal Geledés Helena Theodoro e Martinho da Vila  (Foto: Tulio Thome/MS Fotos) “Estou me sentindo numa posição desconfortável. Gosto de receber homenagens, mas quando estou presente não sei o que fazer”, confessou Martinho. Ele disse ainda que estava muito feliz: “não apenas por mim, ‘por estar dentro do livro’, mas também pela Helena. Há 30 anos ela disse que queria escrever um livro que falasse sobre mim, confessou ...

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    Cartola e Nelson Cavaquinho, em foto da exposição "Em 1964" / Acervo Instituto Moreira Salles

    O som transgressor dos morros

    Cartola e Nelson Cavaquinho, em foto da exposição "Em 1964" / Acervo Instituto Moreira Salles   Nascido entre as camadas mais pobres, o samba foi resistência na ditadura e ainda segue expressando os desejos do povo Por Michele Carvalho, do Brasil de Fato A religião dos negros trazidos da África como escravos foi um elemento de muita importância para a formação do samba no Brasil. Durante as práticas religiosas, os africanos dançavam por simples prazer, como um meio de retomar o próprio corpo, que fora escravizado pelos senhores brancos. Portanto, desde a sua origem, no final do século 19 e início do século 20, o samba foi resistência. Era nos batuques e nas danças que os negros expressavam os desejos de liberdade e reafirmavam suas origens. O professor do Centro Universitário Fundação Santo André, Renan Oliveira Dias conta que durante a ditadura militar que assombrou o ...

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    Foto: Marta Azevedo

    Falar é preciso

    Temos de debater colorismo, porque cor de pele conta no país que foi miscigenado para tornar-se branco Da Flavia Oliveira no O Globo Montagem G1 Fabiana Cozza ficou só e exposta. Ninguém ganha quando uma mulher negra é relegada à solidão que a sociedade brasileira naturalizou. Terminou sem vencedor o Fla-Flu do feriadão nas redes sociais, porque vitimou uma artista de incontestável talento, cantora de repertório impecável. Fabiana é filha de pai preto e mãe branca, se autodeclara negra. Sambista de raiz, conhece a obra e a trajetória de Dona Ivone Lara e tinha relações pessoais com a compositora, a maior que o Brasil já conheceu. Fabiana foi atacada em sua identidade racial — e isso é inadmissível. Ponto. Mas o país que tem por hábito invisibilizar personalidades negras, que clareou seu maior escritor, Machado de Assis, e eternizou Lucélia Santos no papel de uma jovem ...

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    Emiliano Capozoli

    Deputada Leci Brandão rebate declaração de sertanejo

    Sambista Leci Brandão reagiu com veemência à declaração do cantor Por Por Felipe Martins, Da Revista Fórum As redes sociais seguem reverberando a declaração do cantor Cesar Menotti, da dupla com Fabiano. Na madrugada deste domingo, no programa Altas Horas, ele relembrou uma apresentação da dupla em uma penitenciária. Segundo o sertanejo, os presos insistiam para que a dupla cantasse sambas. “E o Fabiano disse: E tem mais, na minha opinião samba é coisa de bandido”. O apresentador Serginho Groissman e a plateia caíram na risada com o “causo” contado pelo cantor, mas nas redes sociais as reações foram diferentes. A cantora e compositora Leci Brandão, autora do belíssimo samba Zé do Caroço, reagiu com veemência à declaração de Menotti na Globo. “Samba não é música de bandido não. Bandidagem é quem compra a mídia pra gente ter que ouvir um monte de música que não traz nenhuma consciência; bandidagem ...

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    Dona Ivone Lara morreu aos 97 anos, devido a uma insuficiência cardiorrespiratória (foto: Rafael Ohana/CB/D.A Press)

    Dona Ivone Lara no Orun

    A cantora Dona Ivone Lara morreu na noite desta segunda-feira (16), no Rio de Janeiro, por conta de um quadro de insuficiência cardiorrespiratória. Ela estava internada desde sexta-feira (13), data em que completou 96 anos, no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva (CTI) da Coordenação de Emergência Regional (CER), no Leblon, na Zona Sul da cidade. Dona Ivone Lara já vinha apresentando um quadro de anemia e precisou receber doações de sangue. O estado de saúde dela já era considerado bastante grave. No hospital, a família comentou a morte da sambista. "Ela estava sempre procurando um caderninho pra escrever uma música, estava sempre cantarolando pro neto. Até a última semana ela estava super bem, com a cabeça ótima. Ela estava muito fraquinha, mas a cabeça estava ótima", contou a nora Eliana Lara Martins da Costa O filho, Alfredo Lara da Costa, destacou a mulher forte e guerreira que ela foi, ...

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    Carnaval Vila Esperança - Déc. de 1950. Autor desconhecido

    Intersecção entre gênero e raça: A outra face do Samba Paulista

    O ANGANA - Núcleo de Pesquisa e Educação Patrimonial em Territórios Negros de São Paulo atua na desconstrução de versões da história que se pretende oficial e universal, a qual desconsidera toda a atuação política da população negra nos mais distintos ramos da atuação humana. Batalhamos pelo direito à memória, onde as referências e experiências de matriz afro sejam reconhecidas, valorizadas e passem a compor o mosaico que forma cada um(a) de nós como sujeitos históricos e políticos. Por Thais Avelar enviado para o Portal Geledés  Carnaval Vila Esperança - Déc. de 1950. Autor desconhecido É a partir desse ensejo que atua o Grupo de Estudos Afro - GEAP paulistanos para pautar, coletivamente, a desconstrução de visões míticas, estereotipadas e estigmatizantes que distorcem e esvaziam as experiências históricas dos africanos e afrodescendentes. Para tanto, propõe-se o diálogo e a troca de saberes e referências a partir do ...

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    Youtuber aos 93 anos, Nelson Sargento brinca sobre seu celular velho: ‘Só liga e recebe chamada’

    Há um povoado de frases avulsas no cérebro de Nelson Sargento. Diariamente, dezenas de máximas pessoais brotam sob os parcos fios da careca negra. Os pensamentos sempre cortam o silêncio. “Se a vaidade soubesse quantos adeptos tem, talvez ela fosse vaidosa também”, divaga o sambista de 93 anos, com orgulho das tiradas instantâneas. Mesmo aquilo que ainda gera dúvida serve de inspiração para as reflexões. no EXTRA por Gustavo Cunha — A internet é a nova janela das fofoqueiras da cidade — sentencia ele, um zero à esquerda quando o assunto é rede social. Nelson Sargento testa smartphone Foto: EXTRA / Gustavo Cunha Facebook? Twitter? Instagram? WhatsApp? Nada disso faz muito sentido para o baluarte mangueirense, dono de um dinossáurico celular flip. “Meu telefone sem-vergonha só liga e recebe chamada. Às vezes, nem isso faz, porque enguiça. Quero um aparelho inteligente agora!”, protesta, bem-humorado. [caption id="attachment_129784" ...

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    Sambas, quintais e Arranha-Céus: as micro-áfricas em São Paulo

    O livro “Sambas, quintais e Arranha-Céus: as micro-áfricas em São Paulo” nos livra de um mito caro à memória musical da cidade – o de que ela seria o túmulo do samba. Esse clichê se transformou na narrativa pivô para se pensar que nessas paragens apenas o ruído das fábricas, automóveis, negócios e os incontáveis sons urbanos moldariam a vida paulistana. por Amailton Magno Azevedo no Guest Post de Geledés Por meio da trajetória pessoal do sambista Geraldo Filme pude perceber como sua música encerra esse chavão esquemático e liberta a cidade da morte fria enclausurada no túmulo e do silêncio inventado. Instituiu o lugar ímpar para esse samba com memórias rurais e religiosas dos tambores de Pirapora do Bom Jesus. Nunca mais São Paulo e os negros que aqui vivem serão taxados de anti-musicais. Geraldo é apenas uma experiência entre tantas outras que coparticiparam da construção do samba, e aqui ...

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