quarta-feira, julho 8, 2020

    Comunicação

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    Radiodifusão para o povo negro

    Observatório do Direito à Comunicação   Por: Pedro Caribé - Observatório do Direito à Comunicação   O processo para escolha dos novos membros do Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) intensificou a necessidade de correlação entre as políticas públicas para a população negra e as políticas de comunicação. Setores do movimento negro questionam o presidente da República por escolher um candidato não identificado com a pauta racial, com apenas um voto na consulta pública, em detrimento de duas candidatas oriundas de organizações comprometidas com a pauta e apoiadas por um leque amplo de entidades, ao ponto de juntas somarem 15 votos na mesma consulta.   O caso da EBC ocorreu enquanto preparava a matéria para o Observatório do Direito à Comunicação sobre o capítulo da radiodifusão no informe anual da Relatoria para Liberdade de Expressão da Organização dos Estados Americanos (OEA). O documento indicou que a concentração da...

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    EBC – Conselho Curador, sem diferença

    Por: Ana Alakija e Sionei Ricardo Leão em 8/6/2010 O presidente Lula tem o direito de fazer as suas escolhas. Da nomeação de seus colaboradores imediatos à decisão de quem deve disputar o comando da nação pela sua coligação partidária, como seu sucessor. Mas quando se trata de ocupação de espaço público por representantes da sociedade civil num regime democrático, presume-se que esse deva ser regido por alguns princípios. Semana passada ele usou de suas prerrogativas para nomear novos membros para o Conselho Curador da Empresa Brasileira de Comunicação: dois representantes de interesses patronais e de trabalhadores da mídia (ambos homens) e uma mulher - indicativos aparentes de critérios de "conciliação de interesses de classe" e "gênero". Com essa fórmula "democrática e simples", o presidente Lula excluiu a possibilidade de ter no CC da EBC uma representação qualificada de gênero e raça ao mesmo tempo. A EBC é um dos...

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    EBC inaugura TV Brasil Internacional com transmissões para a África

    Por: Mariana Tokarnia A partir de hoje (24), a TV Brasil poderá ser assistida em 49 países da África. O canal internacional foi lançado pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) em evento que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Franklin Martins, e de representantes das comunidades africanas. A programação chega ao exterior seguindo os passos de outras emissoras públicas, como a inglesa BBC e a espanhola TVE.   O slogan, "TV Brasil Internacional, o Brasil aonde você estiver", fala por si. O objetivo inicial será levar a programação, toda em português, para os brasileiros que vivem no exterior.   Segundo a divulgação feita pela EBC, o canal será "destinado a divulgar informações sobre o país, a cultura, o povo, as riquezas e as oportunidades". A programação será a mesma veiculada no Brasil, com acréscimo de três programas:...

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    Desigualdade social e digital

    O governo federal lançou no dia 4 de maio o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). O Plano tem o objetivo de ampliar o acesso à internet banda larga no Brasil, através da expansão da cobertura do serviço e da cobrança de preços mais baixos. Hoje, o brasileiro paga em média R$50 mensais por uma internet com velocidade de 256 kilobit por segundo (Kbps). A expectativa é que, com o Plano, o usuário pague entre R$15 e R$35 mensais por uma velocidade de até 784 Kbps. Além disso, ele prevê que, em quatro anos, 28,1 milhões de brasileiros que hoje não têm acesso à internet passarão a ter. A empresa pública Telebrás será reativada para gerir o projeto, e empresas privadas farão a prestação final do serviço. Os movimentos sociais que lutam pela democratização da comunicação comemoraram a iniciativa do governo. Porém, reconhecem que há limitações na proposta. Segundo Cristina Charão,...

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    Imprensa brasileira se rende ao protagonismo de Lula

    Por: Iram Alfaia   O acordo assinado entre o Brasil, Turquia e Irã sobre o programa nuclear deste último país, teve grande repercussão internacional entre os principais líderes mundiais e a imprensa internacional. Apesar do ceticismo dos Estados Unidos e de Israel, como já era esperado, não há como negar o protagonismo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da diplomacia brasileira no caso. Papel até então ignorado pela imprensa brasileira. No entanto, nesta segunda (17), rádios, tevês e os principais sites de notícias do país deram grandes destaques ao fechamento do acordo, principalmente sobre a repercussão positiva na imprensa mundial. Logo cedo, o programa Bom Dia Brasil, da Rede Globo, destacou que o país assumiu uma posição audaciosa, de liderança. "Entrou no jogo difícil do Oriente Médio a até agora teve êxito." "ONU saúda acordo com Irã, mas diz que resoluções têm de ser cumpridas", destacou o G1....

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    Negros são coadjuvantes em sua própria história na TV

    Folhetins que retratam a escravidão ainda contam os fatos a partir do olhar dos branco Nas histórias que a TV brasileira conta sobre a escravidão no Brasil é comum ver atores negros ocuparem papéis coadjuvantes e atores brancos serem os protagonistas. Neste 13 de Maio, data em que é celebrada a abolição da escravatura no Brasil, a reportagem do R7 foi atrás de descobrir o por quê desse tipo de representação.   Veja escravos nas tramas Igual aos brancos: a ex-escrava Xica (Taís Araújo) até usava pó de arroz para clarear o rosto   Para Daniel Martins, mestre em sociologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a representação dos escravos nas novelas e minisséries repete a história que os brasileiros aprendem na escola.   A novela é apenas mais um espaço no qual é reproduzido o discurso que aprendemos nos livros de história, no qual o negro ainda é...

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    NilzaIraci

    Conselho Curador da EBC define lista de novos integrantes

    Pela Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras O Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) reúne-se nesta terça-feira (11 de maio) para definir uma lista com indicações de novos integrantes. Esta lista será encaminhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que definirá três novos membros do conselho a partir dos nomes apresentados. Entre a/os candidata/os às vagas estão Jacira Silva e Nilza Iraci, presidenta do Geledés - Instituto da Mulher Negra e uma das coordenadoras da Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras. Mulheres negras, jornalistas e ativistas, elas foram indicadas por entidades negras, feministas e do campo da democratização da comunicação. Representam uma articulação nacional que pretende garantir a diversidade de gênero e étnico-racial no âmbito de uma empresa pública de comunicação. Diversidade na contratação de empregados e produtores independentes, na capacitação de profissionais, na elaboração de pautas e veiculação de programas para televisão, rádio e...

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    Plano Nacional de Banda Larga: importante, mas não suficiente

    A proposta do Plano Nacional de Banda Larga anunciada no dia 5 de maio marca o reconhecimento do Estado em relação à necessidade urgente de ações do poder público para enfrentar a grave desigualdade existente hoje no que diz respeito às condições de acesso à banda larga no país. As organizações da sociedade civil abaixo-assinadas saúdam a iniciativa e reconhecem as medidas ali contidas, inclusive o fortalecimento da Telebrás, como um passo importante - ainda que não suficiente - para a democratização do acesso. Entendemos que qualquer política pública para banda larga deve estar baseada na garantia da universalização, da qualidade e da continuidade do serviço, promovendo a acessibilidade econômica a partir do reconhecimento das desigualdades sociais, de gênero e étnico-raciais do país. Mais do que um simples serviço, a internet é uma rede que integra diferentes modalidades de serviços e funciona como um espaço de convergência de distintas perspectivas...

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    PROPAGANDA ENGANOSA EM NOVO DILEMA RACIAL

    Levantamento mostra que participação de afrodescendentes em peças publicitárias cresceu de 3% para 13% em 20 anos. Mas elas ainda apresentam os modelos de forma estereotipada, como o atleta ou o artista exótico   Mal desfez o casamento com um homem que a impedia de trabalhar, a personagem de Taís Araújo na novela Viver a vida, da Rede Globo, já voltou à ativa. Na trama, a modelo internacional não para de receber convites para fotos e desfiles. A vida real, porém, é bem diferente da trajetória de Helena, a primeira protagonista negra de uma novela das oito. Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que a proporção de profissionais de pele escura na publicidade brasileira saltou de 3% para 13% num período de 20 anos. E os papéis representados nas peças ainda se restringem, em quase metade dos casos, a estereótipos clássicos, como o trabalhador braçal, a mulata...

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    banda_larga_no_brasil_post_10.02.2010

    Banda larga é dez vezes mais cara no Brasil do que em países ricos

    POR: MARINA LANG   O Brasil paga dez vezes mais por acesso à conexão banda larga do que países desenvolvidos, segundo estudo divulgado ontem pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Enquanto na renda mensal dos brasileiros o gasto médio com o serviço custava, proporcionalmente, 4,58% do valor total per capita do ano passado, nos países desenvolvidos a mesma relação gravitava em torno de 0,5%. De acordo com o instituto, os fatores que contribuem para o alto preço são: baixa competição, elevada carga tributária e baixa renda da população. No final de 2008, dos 58 milhões de domicílios brasileiros, 79% (46 milhões) não tinham acesso à internet. Segundo o instituto, a banda larga chega a somente 3,1% dos domicílios rurais brasileiros, o que representa 266 mil residências de um total de 8,6 milhões. Estados isolados como Roraima e Amapá têm acessos residenciais praticamente inexistentes. No Nordeste, a banda larga chega...

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    midia

    Quem “controla” a mídia?

    Por: Venício Lima   Enquanto na América Latina, inclusive no Brasil, a grande mídia continua a "fazer de conta" que as amaças à liberdade de expressão partem exclusivamente do Estado, em nível global, confirma-se a tendência de concentração da propriedade e controle da mídia por uns poucos mega empresários.   Você já ouviu falar em Alexander Lebedev, Alexander Pugachev, Rupert Murdoch, Carlos Slim ou Nuno Rocha dos Santos Vasconcelos? Talvez não, mas eles já "controlam" boa parte da informação e do entretenimento que circulam no planeta e, muito provavelmente, chegam diariamente até você, leitor(a).   Enquanto na América Latina, inclusive no Brasil, a grande mídia continua a "fazer de conta" que as ameaças à liberdade de expressão partem exclusivamente do Estado, em nível global, confirma-se a tendência de concentração da propriedade e controle da mídia por uns poucos mega empresários.   Na verdade, uma das conseqüências da crise internacional que...

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    prec1

    A esperança e o preconceito: as três batalhas de 2010

    Por: Arlete Sampaio   A campanha de 2010 não é apenas uma, mas pelo menos três grandes batalhas combinadas. Uma disputa política, dos que apóiam as conquistas do governo Lula contra aqueles que sempre as atacaram e agora se esquivam de dizer o que pensam e o que representam. Uma disputa econômica, dos que defendem o protagonismo brasileiro e sabem da importância central do estado na sustentação do crescimento, contra os que querem eletrocutar nossas chances de desenvolvimento com a proposta de "choque de gestão" e de esvaziamento do papel do estado. Finalmente, uma disputa ideológica entre, de um lado, a esperança de um país mais justo, igualitário e sem medo de ser feliz, contra, do outro lado, a indústria da disseminação de preconceitos.   Na disputa política, a popularidade do presidente Lula criou uma barreira que a oposição prefere contornar do que confrontar. Serra não quer aparecer como aquilo...

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    Lições fundamentais de um baluarte negro sobre racismo e imprensa negra no Brasil

    Por: Isabel Clavelin   Numa tarde escaldante do verão do Rio de Janeiro, tivemos a oportunidade de conversar com  - baluarte negro, em sua residência, no bairro da Glória. Mais que declarações para um trabalho de pesquisa, ganhamos lições presenciais raras de um mestre negro, cujo pensamento está eternizado em diversas publicações. Tivemos a oportunidade preciosa de nos emocionarmos com um militante negro e suas declarações sobre um recorte da sua militância negra através da imprensa negra, além das já conhecidas atuações como senador da República, secretário de Estado, produtor cultural, professor, pintor, poeta, e, sobretudo, ativista do Movimento Negro.   Fomos atrás do jornalista negro que fez imprensa negra e nos deparamos com um incansável militante que diz "é preciso ter muita coragem para chegar aos 96 anos, como eu tô chegando, e continuar lutando" e que se apequena diante da situação dos negros brasileiros: "o que eu tinha...

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    Entidades promovem indicações conjuntas para Conselho Curador da EBC

    Processo de indicação para a instância participativa da EBC vai até o dia 10 de abril. Cada organização da sociedade civil pode indicar até 3 nomes, por meio de documentação enviada por correio.   Pela primeira vez desde sua criação, em 2007, a Empresa Brasil de Comunicação receberá indicações da sociedade civil para 3 vagas de seu Conselho Curador. A EBC é a empresa pública que reúne a TV Brasil, a NBR, o canal Integración, a Agência Brasil, 08 emissoras de rádio (Nacional AM e FM de Brasília, MEC AM de Brasília, Nacional AM do Rio, MEC AM e FM do Rio, Nacional OC da Amazônia e Nacional AM/FM do Alto Solimões), além da Radioagência Nacional. O Conselho Curador é o espaço de participação da sociedade em sua gestão.   Este conselho existe desde 2007, mas em sua primeira indicação os 15 representantes da sociedade civil haviam sido indicados diretamente...

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    A reprise de 2006. Agora, como farsa

    por Luiz Carlos Azenha   Em 2005 e 2006 eu era repórter especial da TV Globo. Tinha salário de executivo de multinacional. Trabalhei na cobertura da crise política envolvendo o governo Lula. Fui a Goiânia, onde investiguei com uma equipe da emissora o caixa dois do PT no pleito local. Obtivemos as provas necessárias e as reportagens foram ao ar no Jornal Nacional. O assunto morreu mais tarde, quando atingiu o Congresso e descobriu-se que as mesmas fontes financiadoras do PT goiano também tinham irrigado os cofres de outros partidos. Ou seja, a "crise" tornou-se inconveniente. Mais tarde, já em 2006, houve um pequena revolta de profissionais da Globo paulista contra a cobertura política que atacava o PT mas poupava o PSDB. Mais tarde, alguns dos colegas sairam da emissora, outros ficaram. Na época, como resultado de um encontro interno ficou decidido que deixaríamos de fazer uma cobertura seletiva das...

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    Jorge Furtado: a antiga imprensa, enfim, assume partido

      Finalmente a antiga imprensa brasileira assumiu que virou um partido político. O anúncio foi feito pela presidente da Associação Nacional dos Jornais e executiva da Folha de S.Paulo, Maria Judith Brito: "Obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposiciobista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada". A presidente da associação/partido não questiona a moralidade de seus filiados assumirem a "posição oposicionista deste país" enquanto, aos seus leitores, alegam praticar jornalismo. O artigo é de Jorge Furtado Quem estava prestando atenção já percebeu faz tempo: a antiga imprensa brasileira virou um partido político, incorporando as sessões paulistas do PSDB (Serra) e do PMDB (Quércia), e o DEM (ex-PFL, ex-Arena). A boa novidade é que finalmente eles admitiram ser o que são, através das palavras sinceras de Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional dos Jornais e executiva do jornal Folha de S. Paulo, em...

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    Detalhamento dos óbitos

    Duas histórias, faça sua escolha

    No caderno dedicado a sua reforma gráfica, no último domingo (14 de março de 2010), o jornal “O Estado de S. Paulo” destinou uma página aos seus 135 anos de “história e credibilidade”. Fomos assim informados de que a primeira edição do jornal, que se chamava então “A Província de São Paulo”, foi lançada em 4 de janeiro de 1875 e “foi impressa à luz de velas de sebo, numa máquina comprada de segunda mão movida pelos músculos de seis negros libertos”. Essa meia dúzia de negros anônimos teve oportunidade de utilizar bastante seus músculos para imprimir as idéias de “um grupo de republicanos”, uma vez que, segundo informa a reportagem do Estadão, “foi necessária quase uma noite de trabalho”. Posso ainda ver, como numa pintura, o grupo de “idealistas” fumando, saboreando o bom café paulista, conversando sobre suas convicções republicanas, de que conhecemos bem o calibre, enquanto aguardam ansiosamente...

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    jornalista

    Dois jornalistas

    Por: JUDITH BRITO   Por razões trágicas, dois jornalistas, ambos defensores da liberdade de expressão, têm estado em pauta nos últimos dias O cartunista Glauco, assassinado brutalmente no dia 12 de março com seu filho, dedicou-se por mais de 30 anos a uma das formas mais criativas de jornalismo. Foi um artista capaz de expressar, em simples desenhos de simples traços, ideias que renderiam muitos textos. Irreverente, irônico, básico (no melhor sentido da palavra), inteligente, doce -esses foram alguns dos termos usados pelos que conviveram de perto com Glauco e com seu trabalho. Suas expressões politicamente fortes refletidas em linhas frágeis e soltas sugerem que Glauco seguiu a máxima de endurecer, mas sem perder a ternura jamais. Tornou-se a cara do jornal que foi sua casa por décadas, a Folha de S.Paulo, e ajudou a Folha a desenhar a sua própria cara. Glauco foi um defensor da liberdade de expressão...

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    O Movimento Negro e jornalistas repudiam o senador Demóstenes Torres e Demétrio Magnoli

    O sociólogo-mercenário Demétrio Magnoli, em artigo, acusou os Jornalistas da Folha de SP, Laura Capriglione e Lucas Ferraz, de atuarem na “linha da delinqüência”, intimidando os mesmos, por reportagem em que se posicionam contra criticamente ao pronunciamento do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), no STF, contra as cotas. O referido Senador reafirmando o que já se tornou tradicional, entre muitos de seus companheiros, inclusive o Senador do PT-RR, sua predileção pelo reacionarismo direitista, pro ruralistas e contra as reivindicações populares, disse que os africanos foram os responsáveis pela escravidão e justificou a violência sexual sofrida por mulheres negras, como permitida pelas mesmas. Discursou o Senador: “(Fala-se que) as negras foram estupradas no Brasil. a miscigenação deu-se no Brasil pelo estupro. (Fala-se que) foi algo forçado. Gilberto Freyre, que é hoje renegado, mostra que isso se deu de forma muito mais consensual.” A Cojira-RJ - Comissão Nacional de Jornalistas pela...

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