Autoridades discutem políticas públicas para segmento LGBT no Acre

A 2ª Conferência Estadual de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT, realizada em Rio Branco (AC), nos dias 25 e 26 de outubro, teve como tema “Por um Acre livre da pobreza e discriminação: Promovendo a cidadania LGBT”. O evento, que contou com a participação do MTur, é uma preparação para a II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), marcada para dezembro deste ano.

A reunião realizada no Acre serviu para propor e avaliar as diretrizes de fortalecimento de políticas públicas de combate à pobreza e discriminação da população LGBT. A idéia é fomentar a implantação do Programa Estadual de Promoção da Cidadania LGBT. Estiveram presentes mais de 300 pessoas, entre elas, os delegados dos municípios acreanos, representantes dos governos federal e estadual e de organizações não governamentais.

No encontro, foram debatidos os seguintes eixos temáticos: educação e esporte; cultura, comunicação social e turismo; sistemas de justiça, segurança pública e combate a violência; direitos humanos, Poder Legislativo e participação social. Outros assuntos em pauta foram: saúde; trabalho, geração de renda e previdência social; juventude, desenvolvimento social e combate a miséria; mulheres, transgeneros e enfrentamento ao machismo e igualdade racial e enfrentamento ao racismo.

O MTur contribui com as ações do governo federal para desenvolvimento do segmento de Turismo LGBT. Participa do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos LGBT que, junto com a Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República, elaborou o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT.

 

 

Fonte: Mercado e eventos

+ sobre o tema

Time de meninas passa por grandes de São Paulo e é campeão de torneio masculino

Um dos principais celeiros de jogadoras de futebol feminino...

Tirar foto de uma mulher sem consentimento dela é assédio!

NA LUTA CONTRA O MACHISMO PARA QUE A MULHER...

21% das equipes de tecnologia do Brasil não têm nenhuma mulher

A ausência de representatividade também é percebida em outros...

Benedita da Silva: ‘agora, nós mulheres queremos ser votadas’

Ao assumir o governo do Rio de Janeiro em...

para lembrar

Câncer de mama: pandemia pode ter deixado 4 mil casos sem diagnóstico no Brasil, diz estudo

Entre as várias doenças cuja prevenção e tratamento foram...

Atriz Isabèl Zuaa busca papéis em que a mulher negra seja protagonista de suas próprias histórias

Nascida em Lisboa, Isabèl ganhou destaque no cinema nacional por Fabiana...

Escritora moçambicana Paulina Chiziane vence Prêmio Camões: ‘É o resultado de muita luta’

A escritora moçambicana Paulina Chiziane, de 66 anos, venceu...
spot_imgspot_img

Aborto legal: ‘80% dos estupros são contra meninas que muitas vezes nem sabem o que é gravidez’, diz obstetra

Em 2020, o ginecologista Olímpio Moraes, diretor médico da Universidade de Pernambuco, chegou ao hospital sob gritos de “assassino” porque ia interromper a gestação...

Lançamento do livro “A importância de uma lei integral de proteção às mulheres em situação de violência de gênero”

O caminho para a criação de uma lei geral que reconheça e responda a todas as formas de violência de gênero contra as mulheres...

O que está em jogo com projeto que torna homicídio aborto após 22 semanas de gestação

Um projeto de lei assinado por 32 deputados pretende equiparar qualquer aborto realizado no Brasil após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio. A regra valeria inclusive para os...
-+=